
O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

Rankings globais de cidades oferecem uma maneira de analisar como os ambientes urbanos apoiam a vida cotidiana. O Global Liveability Index da Economist Intelligence Unit (EIU) avalia 173 cidades em termos de estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, destacando tanto padrões de longo prazo quanto mudanças de um ano para o outro. Na edição de 2026, Copenhague foi eleita a cidade mais habitável do mundo pelo segundo ano consecutivo, seguida por Viena e Melbourne. A capital dinamarquesa obteve uma pontuação geral de 98 de 100, alcançando a nota máxima em estabilidade, educação e infraestrutura. A média global permanece inalterada em 76,1, com melhorias em saúde, educação e infraestrutura compensando os declínios contínuos na estabilidade.

Powerhouse Parramatta, um novo museu e instituição cultural às margens do Rio Parramatta, no oeste de Sydney, Austrália, abrirá ao público no sábado, 7 de novembro de 2026. O edifício de 30 mil metros quadrados foi projetado pelo escritório franco-japonês Moreau Kusunoki como projetista principal, com o escritório australiano Genton na arquitetura local e a Arup na engenharia. O Moreau Kusunoki venceu o concurso de projeto em 2019, com a conclusão inicialmente prevista para 2025. O Powerhouse Parramatta é a primeira organização cultural estatal localizada no oeste de Sydney, uma região cuja população inclui comunidades de mais de 170 países. Em sua abertura, o museu apresentará cinco exposições.

Nesta semana, a relação da arquitetura com a cultura ganhou destaque por meio de exposições, projetos públicos e novas infraestruturas que expandem o discurso arquitetônico para além do edifício em si. Ao mesmo tempo que grandes exposições na Austrália, em Xangai, Barcelona e Copenhague investigaram temas como habitação, paisagem e lugar por meio de pesquisa e projeto, obras recém-reveladas na China e na Itália demonstram como museus, espaços de performance e complexos de uso misto são cada vez mais concebidos como paisagens públicas abertas, e não como instituições isoladas. Paralelamente, novas mostras e marcos de construção refletem a experimentação contínua em reuso adaptativo, projetos responsivos ao contexto e ambientes urbanos flexíveis.

O Australian Institute of Architects anunciou "Lived In" como a representação oficial da Austrália na 20ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontecerá em Veneza, Itália, de 8 de maio a 21 de novembro de 2027. Desenvolvida por Kerstin Thompson, Maryam Gusheh, Lee-Anne Khor e Louise Wright, do Monash Urban Lab na Monash University, a exposição baseia-se na iniciativa de pesquisa em andamento Housing Atlas of Australia. Concebida em resposta ao tema da Bienal, Do Architecture – For the Possibility of Coexistence Facing a Real Reality, com curadoria de Wang Shu e Lu Wenyu, a mostra apresentará uma seleção de projetos de habitação multifamiliar na Austrália por meio de desenhos, fotografias, vídeos e dados.

Cidades contemporâneas e assentamentos urbanos se manifestam como estruturas intricadas que exigem reflexão profunda e uma abordagem cuidadosa. Os modelos sociais e layouts espaciais estão em constante evolução, transformando-se ao longo do tempo. Nesse contexto, surge uma pergunta crucial: qual é o modelo predominante para as cidades hoje? Muitas cidades contemporâneas resultam de um paradigma que atingiu seu apogeu no século XIX, caracterizado pela densificação intensiva e urbanização em resposta a necessidades que nem sempre refletiam seus habitantes.

O MPavilion é um dos eventos arquitetônicos mais importantes da Austrália. Criado pela Fundação Naomi Milgrom, a edição de laçamento foi em 2014 e desde então trouxe arquitetos internacionalmente reconhecidos para projetar uma estrutura temporária nos Jardins da Rainha Vitória em Melbourne, seguindo um sistema semelhante ao da Serpentine Gallery Pavilion, em Londres. Desde os painéis acionados pelo sol de Sean Godsell até a estrutura experimental de bambu do Studio Mumbai, cada pavilhão explora a arte da construção e o design contemporâneo, ao mesmo tempo em que promove um rico programa cultural que dura vários meses. Com a inauguração do pavilhão mais recente, desenvolvido por Tadao Ando, revisitamos as edições anteriores do evento.

A décima edição do MPavilion foi inagurada no Queen Victoria Gardens, em Melbourne, Austrália. Concebido por Tadao Ando, este é o primeiro projeto do arquiteto na Austrália. O pavilhão reflete seu característico uso de formas geométricas em sintonia com a paisagem natural e o preciso emprego de concreto aparente. A inauguração oficial apresentou o espaço com uma celebração pública, incluindo uma ampla variedade de comissões artísticas selecionadas pela Fundação Naomi Milgrom. O MPavilion permanecerá aberto ao público gratuitamente até 28 de março de 2024, convidando visitantes a se envolverem com seu diversificado programa cultural.

Os planos para o Pavilhão Australiano na Expo 2025 em Osaka, Japão, foram apresentados pelo Ministro do Comércio e Turismo da Austrália. Desenvolvido pelo escritório global Buchan, o projeto celebra a beleza natural da Austrália e se encaixa no tema "Perseguindo o Sol" do pavilhão, que está em harmonia com o tema geral da Expo: promover o desenvolvimento e a adoção das melhores práticas para impulsionar a cocriação sustentável. O tema busca refletir o otimismo confiante da nação, inspirando soluções criativas e fomentando a cooperação internacional.

Pelo segundo ano consecutivo, Viena é a cidade mais habitável do mundo, de acordo com o Índice Global de Habitabilidade 2023 da Unidade de Inteligência da revista The Economist. Liderando o ranking pela quarta vez em cinco anos, Viena se destacou em estabilidade, cultura e entretenimento, e infraestrutura confiável. Copenhague, na Dinamarca, manteve a segunda posição, enquanto Melbourne e Sydney ficaram em terceiro e quarto lugares, voltando ao top 5 onde tinham uma presença consistente antes da pandemia.