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Transformando nossa forma de pensar para edifícios mais saudáveis

Continuar agindo como de costume não é mais uma opção se quisermos avançar em direção a uma indústria da construção mais sustentável. Nossos métodos e estratégias devem se transformar e se adaptar a uma lógica completamente nova.

Foi com esse propósito que o conceito Living Places foi desenvolvido pelo Grupo VELUX, em parceria com o escritório EFFEKT Architects e a empresa de engenharia Artelia. Ele evidencia como repensar os princípios construtivos pode responder aos desafios globais de clima e saúde. Impulsionado por essa premissa, o Living Places Copenhagen, primeiro protótipo do conceito, apresenta um exemplo prático de como construir de forma mais sustentável ao mesmo tempo em que se maximiza o conforto interno.

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A Economia Urbana que transformou o rosto de Assunção

A economia urbana na América Latina tem desempenhado um papel essencial na transformação das cidades, influenciando tanto o desenvolvimento econômico quanto a estrutura social urbana.

A cidade não é apenas o motor do desenvolvimento econômico, mas também uma máquina de desenvolvimento social. É amplamente reconhecido que existe uma relação positiva e estável entre a taxa de urbanização de um país e seu desenvolvimento social; contudo, essa relação é diretamente proporcional à qualidade urbana.

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Conheça os 10 finalistas do Prêmio Obra do Ano 2024 da ArchDaily China

Após duas semanas intensas de indicações, o público do ArchDaily avaliou mais de 700 projetos e selecionou os 10 finalistas do Building of the Year Award China. Profissionais da arquitetura e entusiastas participaram do processo de votação, escolhendo projetos que exemplificam o que significa impulsionar a disciplina. Estes finalistas são as obras que mais inspiraram os leitores e leitoras do ArchDaily, revelando também a evolução e as tendências da arquitetura chinesa contemporânea.

Antes de apresentarmos os projetos finalistas, queremos destacar os valores fundamentais desta premiação. Sendo a maior plataforma de arquitetura do mundo, temos plena consciência de nossa responsabilidade em relação à profissão e ao avanço da arquitetura como disciplina. Como nossa missão está diretamente ligada ao futuro da arquitetura — inspirando e educando as pessoas que projetarão o tecido urbano do amanhã —, a confiança depositada em nós por nosso público para refletir as tendências arquitetônicas de diversas regiões do mundo gera desafios que assumimos com entusiasmo. Com votação democrática e centrada na comunidade, o prêmio Building of the Year é um dos pilares da nossa resposta a esses desafios, buscando romper com hierarquias estabelecidas e barreiras geográficas. Apresentamos a seguir os 10 finalistas do prêmio China Building of the Year 2024; o período de votação estará aberto de 27 de março a 3 de abril, às 23:59 (BJT). Os vencedores serão anunciados no dia 4 de abril de 2024. Clique aqui para conferir os detalhes e saber como votar.

Acesse o link para votar no seu projeto favorito.

De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

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Construindo com sistemas leves: Soluções para paredes de fachada

Os fatores externos que influenciam o ambiente construído desempenham um papel determinante na configuração das edificações, especialmente no que diz respeito às fachadas. Esses fatores podem abranger tanto fenômenos físicos, como a pressão do vento ou os movimentos sísmicos, quanto aspectos climatológicos, tais como a precipitação pluvial, a incidência solar e as mudanças de temperatura.

Consequentemente, as fachadas evoluíram para se ajustar às condições de projeto que enfrentam, promovendo a incorporação de sistemas que funcionam como envoltórios leves. Nesse cenário, destacam-se as soluções de parede de fachada de Panel Rey. Esses sistemas são utilizados como revestimento externo, empregando diversos substratos, perfis, entre outros elementos. Juntos, eles conferem à fachada leveza e resistência.

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Fechamentos móveis de madeira: Proteção solar em casas na Espanha

De acordo com as condições climáticas de cada região e o seu entorno de implantação, os fechamentos externos desempenham um papel fundamental ao proporcionar aos espaços internos as condições de climatização e ventilação necessárias para torná-los habitáveis e confortáveis. Embora existam diversas estratégias e projetos bioclimáticos que podem ser aplicados para alcançar a eficiência energética, a definição da materialidade, a escolha das ferragens e a determinação das tecnologias de abertura e fechamento contribuem para o desempenho das fachadas, aportando funcionalidade e um alto grau de adaptabilidade aos usos contemporâneos, entre outros fatores.

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O tamanho realmente importa? Uma análise sobre fascínio pelos edifícios super altos

Dois quilômetros. Essa é a altura esperada para a futura torre saudita que Foster + Partners está projetando. Com o dobro da altura do atual recordista - Burj Khalifa de Dubai -, o edifício multibilionário coroará o céu da cidade de Riad abrigando escritórios, residências e espaços de entretenimento. O projeto faz parte de um programa de desenvolvimento pelo qual a Arábia Saudita está passando, liderado pela visão do príncipe herdeiro Mohammad bin Salman de marcar o país com escala e ambição por meio de uma série de empreendimentos gigantes. Dentro desse plano de ação, as torres super altas destacam-se como símbolos de visibilidade e fama global, mas também como alvos de críticas pelos seus excessos, tais quais os custos de construção astronômicos e a falta de preocupação ambiental.

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Arquitetura Etnográfica: Uma metodologia para tornar a arquitetura mais sensível

O ofício da arquitetura é, definitivamente, uma prática de aproximação com o outro. Embora o produto esperado do/a arquiteto/a seja um elemento materializado, este deve responder de maneira sensível aos/às habitantes que utilizarão esse elemento, ou seja, às pessoas que ocuparão esse espaço. 

Por volta das décadas de 1980 e 1990, evidenciou-se um momento de ruptura na compreensão de certos fenômenos sociais estudados pelas Ciências Sociais; assim, a espacialidade tornou-se um tema fundamental para situar os fenômenos sociais em espaços materiais. Isso abriu caminho para o surgimento de uma nova perspectiva de pesquisa a partir da chamada “Virada Espacial nas Ciências Sociais”, que tem como objetivo localizar os fenômenos sociais — como o habitar — em espaços materiais e concretos, reconhecendo a influência do espaço material sobre a vida social das pessoas e vice-versa.

*Este artigo foi enviado por Andrea Henríquez por meio da nossa chamada para publicação de pesquisas em arquitetura.

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Um bairro vertical na China e um centro de ciências em Nova York: 8 projetos não construídos de escritórios consagrados

Explorar projetos de arquitetura não construídos de escritórios consagrados oferece um vislumbre do que há de mais inovador no design e de conceitos voltados para o futuro. De fato, estudar projetos futuros proporciona uma oportunidade de antecipar tendências emergentes e vislumbrar o futuro do ambiente construído, estimulando o debate em torno de novas ideias. Diante da iminente crise climática em um mundo pós-COVID, a seleção desta semana de projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily demonstra a dimensão da resolução de problemas por meio do planejamento urbano e de ativações espaciais contextuais.

Seja um bairro vertical em Kunming, um centro de ciências biológicas em Manhattan ou um centro cultural em Venaria Reale, esses projetos não construídos capturam o espectro diversificado da evolução de mentes visionárias da arquitetura. Cada uma dessas propostas representa uma narrativa única, buscando redefinir a vida residencial ou revitalizar o espaço urbano. Por meio desses projetos, a comunidade de arquitetura pode oferecer ao meio ambiente um vislumbre do potencial transformador do design quando aplicado na resolução de problemas.

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Cabines mais inteligentes para um escritório mais inteligente: novas cabines de trabalho inteligentes marcam uma evolução digital para escritórios híbridos

Após se acostumarem com o conforto e a autonomia do trabalho remoto, especialistas preveem que a cultura do ambiente de trabalho nunca voltará totalmente a ser como antes. As empresas podem maximizar a produtividade de suas equipes ao mesclar a flexibilidade do trabalho remoto com a colaboração criativa do trabalho presencial em um sistema híbrido. No entanto, enquanto quartos de hóspedes e mesas de cozinha foram sacrificados para criar espaços de trabalho confortáveis em casa, o espaço do escritório — originalmente projetado em torno de um modelo 100% presencial — também precisa aceitar as mudanças.

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Arquitetura Temporária na Índia: Mercados e Bazares

As paisagens urbanas da Índia são caracterizadas por uma negociação entre o formal e o informal, a permanência e a impermanência. Estruturados em meio a edifícios de concreto e bairros planejados, mercados improvisados e bazares formam o núcleo da vida urbana. Muitas vezes compostos por estruturas sustentáveis, esses centros comerciais transitórios exibem uma forma de arquitetura rudimentar que lança raízes profundas nas tradições culturais e econômicas da Índia.

O coração do urbanismo informal da Índia reside em seus mercados públicos e bazares de beira de estrada que existem há séculos. Essas zonas urbanas carregam uma história que, acredita-se, teve origem na era dos mercadores itinerantes e das relações comerciais imperiais. Hoje, esses ambientes evoluíram para labirintos densos de abrigos temporários feitos de chapas de zinco recicladas, coberturas de lona e postes de madeira. Esses bazares transformam organicamente as vizinhanças em um caos coreografado de comerciantes, mercadorias e o público em geral. Os mercados semanais costumam ter proporções massivas, sendo montados a cada poucos dias apenas para desaparecer novamente.

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Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade

Aproveite ao máximo Milão com os nossos guias selecionados da feira e da cidade – elaborados por nossa equipe de arquitetura e design para garantir que você saiba exatamente o que ver e aonde ir. Como Designboom, Architonic e ArchDaily, nosso principal propósito é inspirar, conectar e capacitar. Embora não possamos guiar você fisicamente pelas ruas da cidade ou pelos mapas redesenhados do Salone del Mobile de 2024, podemos garantir que você tenha as melhores ferramentas para localizar as maiores descobertas, os melhores novos contatos e as histórias mais interessantes: nossos dois guias selecionados de Milão, um para a feira e outro para a cidade.

Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade - Imagen 1 de 4Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade - Imagen 2 de 4Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade - Imagen 3 de 4Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade - Imagen 4 de 4Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade - Mais Imagens+ 6

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Uma abordagem única para a criação de espaços públicos: em conversa com Alejandro Haiek

Escritórios de arquitetura costumam iniciar seu processo de projeto a partir de um/a cliente, que define o programa e o terreno. Alejandro Haiek, fundador do The Public Machinery, adota uma abordagem diferente. O The Public Machinery se descreve como uma rede de arquitetos/as e designers que trabalham coletivamente, observando, imaginando e propondo, por iniciativa própria, intervenções urbanas públicas. Suas propostas situam-se na interseção entre arte, arquitetura e engenharia, articulando engajamento comunitário, ecologia e novas tecnologias em formas inovadoras de infraestrutura social. O financiamento é obtido por meio de pesquisas e bolsas públicas, o que permite criar espaços públicos que desafiam expectativas, tanto em seu processo de projeto quanto na forma física que assumem.

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The Second Studio Podcast: Projetar uma casa como narrativa

O Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa reúne diferentes profissionais das indústrias criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para outros/as designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

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World Architecture Festival 2024: Conheça os jurados e ganhe uma entrada gratuita

O World Architecture Festival (WAF) tem o prazer de anunciar os primeiros membros de destaque do seu júri de 2024. Este prestigiado grupo é composto por alguns dos profissionais de arquitetura, design e lideranças do setor mais respeitados do mundo.

A 17ª edição do WAF está recebendo propostas de arquitetos/as e designers de todo o mundo até 19 de abril de 2024. O festival será realizado no Marina Bay Sands, em Singapura, de 6 a 8 de novembro de 2024. Além do exclusivo programa de prêmios com julgamento ao vivo e apresentações de projetos perante a banca, o evento deste ano incluirá atividades paralelas, uma exposição e palestras com um painel internacional de palestrantes. 

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4 casas no Brasil que estimulam a integração entre interior e exterior

Casa Oásis Ventú / Bezerra Panobianco

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Como a IA pode nos ajudar a acabar com os anacronismos no ensino de design

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

O surgimento da IA generativa deu a todo/a educador/a de design motivos suficientes para reconsiderar tanto o que ensinar quanto como ensinar. A formação de um/a arquiteto/a é um processo longo, e projetá-la em um futuro incerto é uma tarefa desafiadora. Pesquisadores/as da OpenAI, DeepMind, Meta e empresas semelhantes parecem constantemente surpreendidos/as com o desenvolvimento rápido e, por vezes, com os recursos imprevistos de suas criações de IA. Se nem mesmo os criadores e criadoras sabem com que rapidez o futuro chegará, seria pretensioso de nossa parte afirmar que a IA fará X ou que a IA não será capaz de fazer Y na próxima década — período que corresponde, aproximadamente, ao tempo necessário para realmente formar um/a arquiteto/a.

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Criando formas fluidas de dupla curvatura através da impressão 3D não-planar

Como um método de fabricação aditiva, a impressão 3D tem sido caracterizada pela construção de objetos através da deposição horizontal de material, camada por camada. Isso ainda restringe, no entanto, a fabricação de elementos e limita a forma dos primeiros protótipos dentro da faixa que permite a adição de material em uma única direção, tornando difícil criar formas complexas com curvas suaves.

No entanto, a equipe da disciplina de Tecnologias de Construção Digital na ETH Zurique – integrando design computacional, fabricação digital e novos materiais – tem explorado um método de fabricação aditiva robótica não planar, que facilita a impressão de estruturas finas com dupla curvatura.

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"O sítio é o/a arquiteto/a, o sítio é a materialidade": Sobre Ammar Khammash e notas sobre formação

Ammar Khammash é um/a arquiteto/a, designer e artista jordaniano/a conhecido/a principalmente por sua abordagem focada na preservação do patrimônio cultural e natural, ao mesmo tempo em que desenvolve uma arquitetura que dialoga com seu entorno. Com uma profunda admiração pela natureza e por seus ecossistemas, Khammash defende que “o lugar é o/a arquiteto/a” — afirmação pela qual é célebre e que sublinha a profunda influência do contexto em seu projeto arquitetônico. Com mais de três décadas de experiência que abrangem diversas disciplinas em vários países do Oriente Médio, como Jordânia, Omã, Palestina, Egito, Síria e Emirados Árabes Unidos, Ammar Khammash tem buscado consistentemente preservar e potencializar a simbiose entre as construções humanas e o meio ambiente natural. Suas contribuições incluem a Royal Academy for Nature Conservation, o Wild Jordan Center e a restauração da Igreja dos Apóstolos.

Em 2022, Khammash foi destaque na primeira edição da Dongola Architecture Series, uma publicação semestral que oferece perspectivas singulares sobre a cultura árabe ao destacar arquitetos/as contemporâneos/as de destaque. A edição, intitulada “Notes on Formation: Ammar Khammash,” escrita por Raafat Majzoub, explora “a arquitetura como ferramenta transdisciplinar de expressão e como método de imaginar e reimaginar o futuro”, sintetizando o espírito da publicação. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Ammar Khammash e Sarah Chalabi, fundador/a da Dongola Limited Editions, para aprofundar-se nas perspectivas do/a arquiteto/a sobre lugar, materialidade e cultura, além de sua filosofia, visões sobre a academia e reflexões sobre o futuro da profissão.

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As cores da favela: o que um pouco de tinta pode fazer pelas comunidades

No imaginário de grande parte da população, a favela assume representações muitas vezes paradoxais e proporcionalmente opostas. Sob o olhar de quem não a vive, ela é constantemente associada ao crime, a sujeira ou a doenças, ao mesmo tempo em que é considerada a expressão estética de um país, sendo o berço de elementos culturais reconhecidos mundialmente, como o samba no caso do Brasil.

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Como melhorar a iluminação natural e a ventilação no banheiro com uma janela no box

Por ser um dos menores espaços da casa, a área do box do chuveiro costuma ter dificuldade para receber luz suficiente. Enquanto os dormitórios têm prioridade na escolha das melhores localizações junto às paredes externas — o que lhes garante acesso a ar fresco, luz natural e melhores vistas através das janelas —, os banheiros costumam ser relegados ao espaço restante, dispondo de apenas uma estreita faixa de fachada, quando muito.

Devido a questões de privacidade e possíveis danos causados pela água, contudo, mesmo quando há a oportunidade de incluir uma janela no banheiro, ela raramente é posicionada dentro do próprio box. No entanto, considerando que muitas pessoas recorrem a um banho revigorante para despertar pela manhã, e que o vapor torna o box um ambiente de altíssima umidade, uma janela nessa área pode fazer toda a diferença, trazendo luz natural diretamente para o espaço e mantendo todo o ambiente bem ventilado.

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Melhorando a acústica e a estética interna: Sistemas de parede e forro sem juntas

A arquitetura é uma disciplina intrinsecamente ligada aos nossos sentidos. Embora o paladar e o olfato sejam provavelmente os menos envolvidos com o ambiente construído, o tato, a visão e a audição são constantemente influenciados pelos estímulos do design, dos materiais e das fontes sonoras, sejam elas internas ou externas. Por isso, no que tange ao som, a sua relação com o bem-estar das pessoas é um tema de grande relevância para arquitetos/as e designers, visto que o som muitas vezes determina a maneira como vivenciamos os espaços.

Dependendo da tipologia do edifício e das atividades nele realizadas —bem como do efeito que se deseja alcançar—, pode ser necessário atenuar o som em interiores, bloqueá-lo entre dois espaços fechados ou, às vezes, ambos. Desde o som típico de um espaço de trabalho, a música, até os estímulos sonoros gerados pela atividade urbana, a acústica é uma disciplina inerente à arquitetura. Diante disso, arquitetos/as e marcas como a Armstrong têm buscado abordar suas particularidades por meio de tecnologia, inovação e diversos designs.

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O Modelo Barcelona: espaço público como sinônimo de adaptação urbana

CityMakers, a comunidade global de profissionais de arquitetura que aprendem com cidades exemplares e seus idealizadores, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os textos são de autoria de arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas por trás dos projetos que transformaram essas três cidades e que são estudados nas "Schools of Cities" e nos "Documentary Courses" promovidos pela CityMakers. Nesta ocasião, Jaume Barnada, coordenador do premiado projeto de Abrigos Climáticos nas escolas de Barcelona e palestrante no "Schools of Cities", apresenta seu artigo "Barcelona: o espaço público como sinônimo de adaptação da cidade construída".

As cidades são espaços densos e construídos nos quais a pavimentação se impôs de forma eficiente sobre o solo natural. Cidades como Barcelona têm quase 75% de seu solo pavimentado e impermeável. Sem dúvida, trata-se de um excesso a ser revertido em um momento de emergência climática, no qual devemos nos reconectar com a natureza. Oriol Bohigas [1] nos dizia que a boa urbanização havia pavimentado as praças das cidades mediterrâneas e que ninguém queria viver em um lamaçal. Certamente ele tinha razão. Além disso, ele nos ensinou que o verde e, consequentemente, o solo natural deveriam ter dimensão e, sobretudo, uma inserção urbana. Praças são praças e parques são parques, e cada espaço demanda um tipo de projeto. Hoje em dia, com a frequente confusão conceitual na urbanização dos espaços públicos, deparamo-nos com projetos que acabam por descaracterizar o modelo.

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Cultivando arquitetura: um vislumbre de três materiais à base de plantas

Por décadas, nossa sociedade predominantemente adotou uma abordagem extrativista ao formular modelos para fabricação de materiais em diversas indústrias. Embora agora saibamos que esse modelo é insustentável, uma grande questão permanece: Como devemos fazer? Pode ser que ainda estejamos longe de oferecer uma resposta definitiva a esse desafio. Ainda assim, é empolgante notar que, em um contexto marcado por um horizonte global e ecológico desafiador, a comunidade arquitetônica mantém uma abordagem positiva ao buscar uma reavaliação do que fazemos e como fazemos.

Esse movimento pode estar ganhando relevância devido ao surgimento de novas gerações mais conscientes ambientalmente, como a Geração Z e Alpha. O que é certo é que estamos testemunhando o desenvolvimento de novas filosofias de produção, como materiais à base de plantas, que adotam práticas voltadas para favorecer o uso de recursos derivados de plantas, reduzir a dependência de processos extrativos e promover alternativas conscientes e sustentáveis em diversos aspectos da fabricação e produção de materiais na arquitetura.

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