Bee Breeders have announced the winners of the SKYHIVE Skyscraper Challenge. The purpose of the competition was to allow architects, design students, engineers, and artists from all over the world to generate design ideas for iconic high rise buildings in cities around the globe. As part of this design series, participants were encouraged to incorporate new technologies, materials, forms, spatial organizations, and construction systems in their designs for a skyscraper.
O escritório Zaha Hadid Architects divulgou o desenho de um arranha-céu de 330 metros de altura localizado no resort de Trojena, que faz parte do projeto Neom, na Arábia Saudita. O edifício foi apresentado na Cityscape Conference em Riad, como parte de uma exposição focada no ambicioso empreendimento. O novo arranha-céu estará localizado em uma montanha com vista para um lago artificial — elemento central integrador de Trojena. ZHA também divulgou o projeto de uma segunda estrutura no local: um pavilhão próximo ao arranha-céu.
Singapura, China, Dubai (Emirados Árabes Unidos), Londres (Inglaterra), Toronto (Canadá), Hong Kong, Nova York (EUA) e Paris (França) são exemplos de lugares que vêm se verticalizando mais intensamente nos últimos anos e adotando uma série de medidas para conter a expansão de seus territórios ao mesmo tempo em que buscam atender à demanda por mais moradias e infraestrutura. Nesse sentido, essas regiões têm visto crescer cada vez mais o número de arranha-céus ou prédios altos — como também são chamados — sendo construídos em seus bairros, inclusive em áreas centrais e históricas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1001430/arranha-ceus-a-solucao-e-crescer-para-cima-com-terreos-amigaveisSomos Cidade
Mario Cucinella Architects acaba de ganhar um concurso fechado para projetar duas torres multifuncionais em Viena. Situado no 2º distrito da capital austríaca, onde o empreendimento urbano dinâmico “Viertel Zwei” está em obras há algum tempo, o projeto consiste em dois arranha-céus, ambos de diferentes linguagens arquitetônicas e feitos para diferentes propósitos, que conformarão um complexo urbano.
O escritório de arquitetura dinamarquês 3XN ganhou o 10º International High-Rise Award, prêmio para o arranha-céu mais inovador do mundo em 2022/23, com a torre comercial Quay Quarter Tower em Sydney, na Austrália. Dos mais de 1.000 arranha-céus concluídos nos últimos dois anos, o Quay Quarter Tower foi selecionado porque implementou soluções inovadoras em um momento de crescentes desafios ecológicos, integrando a estrutura de arranha-céus existente da década de 1970 no novo edifício.
A Icon Architects divulgou o projeto de uma torre de madeira de 90 metros de altura em Toronto, Canadá, que se tornará, uma vez concluída, o edifício mais alto da América do Norte. Chamado "191-199 College Street", o projeto está alinhado com o masterplan liderado por Alison Brooks Architects, Adjaye Associates, Henning Larsen e SLA para desenvolver o Waterfront de Toronto, que visa transformar a cidade em um polo de habitações a preços acessíveis, espaços públicos de qualidade e novas oportunidades de negócios. A construção em CLT gerará cerca de 3.300 toneladas métricas de emissões de gases de efeito estufa a menos que uma obra convencional. Além dos benefícios ambientais, a torre acomodará cerca de 400 unidades de aluguel a preços acessíveis.
O terceiro edifício mais alto de Berlim, um arranha-céus de 142 metros de altura projetado pelo Bjarke Ingels Group (BIG), deverá ser concluído até 2023. Localizado próximo à estação Warschauer e à Arena Mercedes-Benz, o EDGE East Side será um eixo vertical de 65.000 m² que liga dois dos subúrbios mais vibrantes e artísticos de Berlim: Friedrichshain e Kreuzberg.
Combinando requisitos urbanos contemporâneos e elementos naturais, a estrutura contará com vistas 360º de Berlim Oriental e 36 pavimentos de locais de trabalho compartilhados e dedicados. Alguns setores da construção atenderão organizações ou indivíduos com foco principalmente em sustentabilidade, educação ou questões sociais. A torre também abrigará os escritórios da Amazon, com espaço para até 3.400 funcionários.
Projetada pelo BIG-Bjarke Ingels Group e CRA-Carlo Ratti Associati, a CapitaSpring é a mais recente adição de Singapura. Recentemente concluído, após quatro anos de construção, o oásis de 280 metros de altura, considerado uma das estruturas mais altas da cidade, é um arranha-céu de uso misto com abundantes jardins suspensos e parque na cobertura, espaço para escritórios, residência com serviços, hawker center (mercado gastronômico), restaurantes e espaços públicos.
O arranha-céu biofílico, alinhado com “o urbanismo vertical pioneiro da cidade” e com a reputação de Singapura como cidade-jardim, está localizado no coração do distrito financeiro, em um antigo estacionamento público e centro de vendedores ambulantes. Composta por 80.000 plantas, traduzindo-se em uma área total ajardinada de mais de 140% da área do terreno, a torre cria um “novo espaço verde de alta densidade para os moradores e transeuntes”.
O International High-Rise Award 2022/23 nomeou 34 projetos de destaque de 13 países diferentes para concorrer à edição deste ano. Selecionados pelo Deutsches Architekturmuseum (DAM), os edifícios selecionados foram escolhidos entre mais de 1.000 novos arranha-céus em todo o mundo, datados dos últimos dois anos. Como em anos anteriores, observou-se um declínio considerável nos arranha-céus concluídos.
O júri de jurados internacionais para o High-Rise Award deste ano foi composto pelo arquiteto Sven Thorissen (MVRDV) e incluiu arquitetos, engenheiros, críticos de arquitetura e representantes do DekaBank, da cidade de Frankfurt e do Deutsches Architekturmuseum (DAM). No outono, cinco finalistas serão anunciados para segunda etapa do processo, e o vencedor será lançado em 8 de novembro de 2022.
Arranha-céus são elementos inerentes às cidades contemporâneas. Seja em São Paulo ou Nova York, em Seul ou Dubai, essas estruturas imponentes são onipresentes no tecido urbano e a imagem convencional que se tem delas é de planos de vidro. Isso não ocorre no Iêmen, onde há exemplos antigos que são bem diferentes dos arranha-céus atuais. No centro do país, a cidade de Shibam é cercada por uma muralha fortificada e é o lar de exemplos deslumbrantes de habilidade arquitetônica: casas em torre que datam do século XVI com até sete andares de altura.
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via NEOM, usado em termos de "uso razoável"
O governo da Arábia Saudita divulgou imagens de um arranha-céu de 170 quilômetros de comprimento como parte do projeto NEOM. Anunciado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, The Line é um empreendimento urbano reimaginado que liga a costa do Mar Vermelho às montanhas e vales superiores do noroeste da Arábia Saudita. A estrutura compacta, com 200 metros de largura, apresenta um experimento social e econômico. A cidade tem como intuito ser zero carbono, eliminando infraestruturas intensivas em carbono, como carros e estradas, e funcionará com energia 100% renovável, incluindo as operações de suas indústrias.
Rem Koolhaas, co-fundador do Office for Metropolitan Architecture (OMA), ganhador do Prêmio Pritzker em 2000 e um dos mais proeminentes teóricos do urbanismo hoje em dia, foi um dos primeiros a questionar o fenômeno dos arranha-céus e sua influência na transformação da cidade. Particularmente intrigado com a região do Golfo Pérsico e as ambições urbanas desta área, em 2009, durante a 9ª edição da Bienal de Sharjah, fez uma palestra sobre o potencial de reinventar a urbanização nos Emirados Árabes Unidos.
Por ocasião do jubileu de ouro dos Emirados Árabes Unidos, marcando 50 anos desde que foram fundados em 1971, 50U, publicado pela Archis, explora os diferentes desenvolvimentos no Golfo, esta região que "testemunhou a transformação de uma cidade parcialmente nômade, parcialmente baseada na comunidade em uma sociedade metropolitana globalmente ativa”. Depois de Al Manakh, em 2007, seguido em 2010 por Al Manakh Cont’d, 50U conta a história dos Emirados Árabes Unidos por meio de 50 retratos de pessoas, plantas e lugares. O livro também compartilha um trecho da palestra de Koolhaas em 2009 que reflete sobre as condições contemporâneas, focando especificamente em sua leitura de Dubai, seu envolvimento arquitetônico e suas previsões urbanas futuras.
A densa paisagem de Manhattan acaba de receber mais um arranha-céu, desta vez projetado por um Pritzker português. Com 137 metros de altura e 35 pavimentos, o 611 West 56th Street, primeiro edifício de Álvaro Siza em Nova Iorque, foi externamente concluído. O condomínio de luxo, que é também a primeira obra de Siza nos Estados Unidos, conta, ainda, com diversos equipamentos para seus residentes, como uma piscina, um spa, uma academia, um playground para crianças e espaços para eventos.
A Price Tower é o único edifício de grande altura feito pelo famoso arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um de seus únicos projetos orientados verticalmente. Localizado em Bartlesville Plains, Oklahoma e encomendado pela empresa local de petróleo e produtos químicos H.C. Price Company, a torre de uso misto é significativa não só pela sua singularidade dentro da obra do arquiteto, mas também pelos seus materiais e desenho estrutural. Algumas das inovações desenvolvidas por Wright, que surgiram pela primeira vez em meados do século 20, ainda são úteis e eficazes até hoje.
https://www.archdaily.com.br/pt/959013/licoes-do-unico-arranha-ceu-de-frank-lloyd-wright-validas-ate-hojeLilly Cao
Embroiled in legal battles for the better part of a decade, a notably tall (not to mention pyramid-shaped) mixed-use tower is a major step closer to joining the famously short Parisian skyline.. Image Courtesy of Herzog & de Meuron
Depois de mais de uma década de tentativas frustradas, problemas econômicos e disputas legais além de muita resistência por parte da comunidade local, a Tour Triangle (Triangle Tower) projetada pela Herzog & de Meuron finalmente parece estar caminhando para um final a medida que tudo parece indicar que as obras serão iniciadas muito em breve em um terreno próximo ao Parque de Exposições Porte de Versailles no 15º distrito municipal de Paris. Entretanto, enquanto as máquinas ainda estão esquentando os motores, esforços estão sendo feitos para barrar o projeto de forma definitiva.
Cortesia de Adjaye Associates/The Peebles Corporation
A Adjaye Associates revelou recentemente imagens do seu projeto desenvolvido para um dos últimos terrenos vazios no centro de Manhattan. Localizado em frente ao Jacob K. Javits Center, entre as ruas West 35th e 36th, este poderia ser o edifício mais alto construído pelo escritório de David Adjaye até o momento.
O escritório de arquitetura escocês Kettle Collective divulgou seu projeto para um arranha-céu de 703 metros de altura em São Petersburgo, Rússia, que será o segundo edifício mais alto do mundo depois do Burj Khalifa de Dubai. O Lakhta Center II será construído ao lado do Lakhta Center, atualmente o edifício mais alto da Europa e sede da empresa de energia Gazprom.
É inútil dizer que a arquitetura é uma profissão que flutua de acordo com a economia. Todos nós conhecemos histórias ou até sentimos na pele as consequências de um período de recessão. Para a industria da construção civil, a depressão econômica se traduz em um estado de espera, na escassez de novos projetos e portanto, em um impacto negativo considerável em termos de novos contratos e vínculos empregatícios—sem mencionar as terríveis consequências para a massa de trabalhadores informais, entre eles, arquitetos e arquitetas. É evidente que a economia opera em ciclos, ora com períodos de vacas magras, ora com momentos de vacas gordas. Quando no entanto, uma mal temporada coincide com uma situação de crise na qual a população global continua a crescer rapidamente e o valor da terra a atingir níveis exorbitantes, é inegável que a arquitetura não passará ilesa por tal momento. Ainda assim, existem aqueles que, ao invés de culpar a economia pelos altos e baixos da profissão da arquitetura e da industria da construção civil, afirmam que é ela a principal responsável pelas principias crises econômicas globais.