O artista e designer gráfico Martin Vargic, do Halcyon Maps, criou uma fascinante série de infográficos que mostram tanto as tipologias tradicionais da arquitetura de cada continente como a evolução de seus edifícios mais altos ao longo da história. Explorando as mudanças nos edifícios mais altos da Europa, América do Norte, Ásia, África, América do Sul e Oceania, o trabalho de Vargic detalha cinco mil anos de história da construção, da antiguidade aos tempos modernos.
A proposta para a torre residencial na East 37th Street, em Nova Iorque, projetada pelo escritório Perkins+Will, foi finalmente divulgada. Exibida ao público pela primeira vez em Cannes, França, durante o MIPIM, onde recebeu o "Future Projects Award", a torre de 210 metros de altura ostenta uma fachada reluzente e angular organizada por cinco núcleos de serviços compartilhados e jardins abertos.
Saiba mais sobre o projeto de Perkins+Will a seguir.
"Quantos mais estarão mortos amanhã? Acreditei que havíamos construído algo onde as pessoas pudessem trabalhar, viver e estarem seguras. Se queria reduzir os custos por que não diminuiu o número de pavimentos em vez da qualidade?" Com esta frase, o arquiteto Doug Roberts (Paul Newman) recrimina o construtor da sua "Torre de Vidro" - edifício mais alto do mundo em 1974 - depois que um enorme incêndio acaba com a vida de quase 200 pessoas durante sua festa de inauguração.
Este incrível filme enfrenta o cidadão dos ano 70 - não acostumado a arquitetura em grande escala - com um enorme arranha-céu que é visto tanto como atrativo quando como ameaçador. Hoje em dia, quando nossas cidades estão inundadas de torres de grande altura, o filme parece ter uma especial relevância, apresentando uma série de interessantes temáticas relacionadas com nossa profissão.
Como a figura e a relevância do arquiteto mudou nos últimos 40 anos? Até onde chega nossa responsabilidade após desenhar um projeto? Tem sentido continuar enchendo nossas cidades de arranha-céus?
O escritórioGehry Partners foi o escolhido, de uma lista que apresentava outros nomes de peso como David Chipperfield, Adjaye Associates e sete outros escritórios, para projetar uma torre residencial de 300 unidades em Berlim. A proposta vencedora, considerada pelo júri "a mais atraente" devido às suas pilhas de prismas rotacionados que se elevam 150 metros acima do nível do solo, será a torre mais alta de Berlim e o maior edifício residencial da Alemanha.
“O projeto de Gehry é forte em expressão visual e introduz um excêntrico novo padrão no local. Todavia, a fachada irradia uma tranquilidade agradável. Além disso, o projeto se mistura bem ao entorno e carrega todos os aspectos de uma vida metropolitana", comentou Regula Lüscher, Diretor de Construção do Senado.
Michael Green alerta para uma drástica mudança de paradigma na construção. Esqueça o aço, concreto e containers; use madeira para erguer arranha-céus urbanos. Em um relatório de 240 páginas - contendo diagramas, plantas, imagens e detalhes - Green descreve um novo modo de projetar e construir edifícios em altura através de madeira maciça, levando em consideração noções equivocadas de segurança contra incêndios, estrutura, sustentabilidade, custo e questões climáticas.
https://www.archdaily.com.br/pt/01-154704/por-que-pensar-em-arranha-ceus-feitos-de-madeiraJose Luis Gabriel Cruz
O escritório alemão UNStudio anunciou que sua proposta para o Concurso do Yongjia World Trade Center foi selecionado como vencedora. Diferente de world trade center's típicos— que normalmente representam apenas a concentração de programas de finanças e negócios administrativos—o UNStudio incorporou instalações recreativas e culturais e unidades residenciais em seu plano. Para o terreno na margem do rio da cidade de Wenzhou, localizado na província de Zhejiang no sudeste da China, UNStudio identificou a força motora atrás do projeto como a "noção de objetos preciosos numa bandeja, onde a paisagem contínua dominante ocupa o terreno todo e serve como uma área verde para as torres semelhante a uma simples bandeja."
Os planejadores de Southwark recomendaram uma proposta ambiciosa ao escritório internacional Kohn Pedersen Fox (KPF) e o engenheiro Adams Kara Taylor (AKT II) para adicionar 11 pavimentos a um edifício que já possui 30 pavimentos em Londres. O feito "incrivelmente complicado", que deve ser o primeiro de seu tipo no mundo, seria maior que a King’s Reach Tower de Richard Seifert, de 1972, (localizada também em South Bank) em 44 metros, mais que um terço de sua altura original.
Com conclusão prevista para o fim do ano, Bosco Verticale, do Boeri Studio, será a primeira floresta vertical do mundo. O projeto conquistou diversos adeptos, assim como detratores. Sobre essa polêmica, Lloyd Alter - arquiteto, entusiasta do design sustentável e editor-chefe do site Treehugger, chamou-o de "o render que gerou mil posts em blogs".
E talvez nenhum outro blogueiro tenha causado tanta comoção na comunidade arquitetônica quanto Tim De Chant, que implorou "podemos, por favor, parar de colocar árvores em arranha-céus”? O artigo de De Chant iniciou um turbilhão de comentários dos leitores do ArchDaily, debatendo vigorosamente, contra e a favor, a ideia de colocar árvores em edifícios.
Para chegar ao centro da questão conversamos com o próprio Lloyd Alter sobre florestas verticais e os verdadeiros desafio e ganhos que apresentam. Lloyd é um contribuidor frequente para publicações como Inhabitat e The Huffington Post; Também leciona na Ryerson University of Interior Design.
Após o projeto ter sido anunciado, conversamos com Christian Sottile, Diretor da Escola das Artes Construtivas da Savannah College of Art and Design, que nos apresentou sua visão do por que o projeto é um retrocesso para a vivência de arquitetura e urbanismo.
Mas nem todo mundo é tão cético frente ao Sky City One. Stan Klemanowicz, arquiteto e urbanista da Project Development Associates, de Los Angeles, contatou nossa equipe para esclarecer porque o projeto é, na realidade, algo revolucionário. Ele nos permitiu publicar sua resposta à crítica do Mr. Sottile.
Leia as opiniões divergentes de Sottile e Klemanowicz na continuação...
https://www.archdaily.com.br/pt/01-128184/china-propoe-arranha-ceu-pre-fabricado-revolucao-ou-loucuraJulie Zeveloff, Business Insider
O escritório OMA venceu o concurso para o edifício Essence Financial em Shenzhen, na China. Liderado pelos sócios David Gianotten e Rem Koolhaas, o projeto do escritório superou outras quatro propostas internacionais e chinesas.
O arranha-céu será o segundo do OMA na cidade (o primeiro foi o Shenzhen Stock Exchange, que será concluído em Abril deste ano). Ao desafiar as convenções usuais aplicadas em torres corporativas (bem como planta com núcleo central e sistemas de fachadas de vidro), o OMA espera que seus projetos incentivem, de certa forma, uma "nova geração" de edifícios corporativos na cidade.
Como David Gianotten comentou em the Press Release: "OMA está entusiasmado com a participação contínua no desenvolvimento de Shenzhen, especialmente enquanto a cidade está fazendo sua mais nova evolução: de uma cidade manufatureira para uma rede de serviços. Esta próxima geração de urbanismo clama por uma nova forma de torres corporativas dentre as quais a Essence Financial poderia ser um exemplo".
Saiba mais sobre o edifício Essence Financial, após o intervalo...
Quatro anos após o início das obras, Steven Holl Architects completaram o Sliced Porosity Block no coração de Chengdu, China. Localizado na intersecção do primeiro Anel Viário e a Rodovia Ren Ming Nam, visitantes podem acessar os quase 28 mil m² do complexo sem precisar usar o transporte privado, o que reflete suas conexões com o sistema de transporte público de Chengdu. Estimulando o micro urbanismo, as cinco torres de oferecem um hotel, cafés, restaurantes, apartamentos, escritórios e lojas comerciais. Ao invés de ser desenhado como um arranha-céu de caráter icônico, o Sliced Porosity Block se identifica como um espaço público metropolitano com grandes praças e uma híbrido de diferentes funções.
Mais de Sliced Porosity Block de Steven Holl a seguir.
Um novo edifício pretende ser o mais alto do mundo, com 1059 metros de altura e 189 pavimentos. A Azerbaijan Tower deve ser maior que a Kingdom Tower, Sky City One e Burj Khalifa, que é a atual torre mais alta do mundo com 828 metros de altura.
https://www.archdaily.com.br/pt/01-89900/a-nova-torre-mais-alta-do-mundoKaterina Gordon