Profissionais de design de interiores que enfrentam parâmetros de projeto, restrições orçamentárias, exigências de clientes e a necessidade de manter uma assinatura estética precisam equilibrar uma série de fatores. Prazos de entrega reduzidos pressionam esses/as profissionais quando os/as clientes solicitam múltiplas revisões. Uma incompatibilidade entre desenhos e renderizações compromete a entrega de um projeto coeso. No cenário competitivo e digital da arquitetura contemporânea, o sucesso se consolida quando designers conseguem fornecer detalhes técnicos do conceito à construção, aproveitando tecnologias avançadas e ferramentas estratégicas em um único software de modelagem.
Em um setor definido por tolerâncias de engenharia e garantia de desempenho, o acabamento de interiores ainda depende de um processo que introduz variabilidade em cada projeto. Mesmo profissionais de aplicação experientes costumam depender de uma mistura baseada no julgamento subjetivo — estimando a proporção de água e ajustando pelo tato até que o material pareça maleável. Embora a habilidade reduza a variabilidade, ela não a elimina. O resultado é uma inconsistência inerente que se transfere diretamente para a superfície acabada.
Quando o edifício original do New Museum, projetado pelo escritório SANAA — uma pilha de caixas opacas deslocadas envoltas por uma pele de malha metálica —, foi inaugurado em 2007, já parecia destinado a algum tipo de expansão para aliviar a pressão vertical criada por sua circulação restrita e área de projeção limitada. Em março, o museu revelou sua aguardada ampliação, projetada por Shohei Shigematsu e Rem Koolhaas, do OMA. O edifício complementar, de linhas angulares e levemente recuado, duplica a capacidade expositiva do museu, ao mesmo tempo em que reconfigura a relação da instituição com a cidade e com a estrutura original do SANAA, projetada por Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa.
Na abertura do edifício para a imprensa, Koolhaas descreveu o projeto "não apenas como uma extensão, mas como um complemento ou contraparte". Shigematsu detalhou posteriormente: "Pensamos em desenhar um par composto por dois edifícios distintos e, ao mesmo tempo, profundamente conectados. Um é mais vertical e introvertido. O outro é mais horizontal e extrovertido."
Nos últimos anos, a construção com terra tem despertado um interesse renovado na arquitetura. Materiais como o adobe, a taipa de pilão e os blocos de terra comprimida, outrora associados principalmente a tradições vernáculas, vêm sendo cada vez mais explorados por arquitetos e arquitetas contemporâneos. Longe de representar um simples retorno ao passado, esse interesse renovado reflete uma revisão mais ampla de como a arquitetura se relaciona com os materiais, os recursos locais e as condições ambientais.
Durante séculos, a construção com terra fez parte do cotidiano construtivo de diversas regiões do mundo. Técnicas como o adobe, a taipa de pilão, o cob e outros sistemas à base de terra desenvolveram-se gradualmente por meio da adaptação ao clima, aos recursos disponíveis e às práticas construtivas locais. Esses métodos respondiam diretamente às condições ambientais ao mesmo tempo em que moldavam modos culturais de construir. Esse conhecimento circulava através de práticas coletivas, e não por meio do ensino formal de arquitetura, permitindo que as técnicas evoluíssem a partir de uma experimentação contínua.
Na Light + Building 2026, em Frankfurt, a OPPLE Lighting celebrou seu 30º aniversário com uma proposta arquitetônica, em vez de uma retrospectiva. Sob o tema "Hi Light!", a empresa revelou a Light as Cloud, um estande projetado pelo OMA. A instalação também serviu como plataforma de estreia internacional para a OLL, a nova marca de design de alto padrão da OPPLE. Longe de funcionar como uma exposição convencional de produtos, o projeto posicionou a luz como um sistema espacial — capaz de moldar a arquitetura, a circulação e a percepção.
Ao passar do calor de Dubai para o saguão de uma torre de vidro, o deserto parece desaparecer. Do lado de fora, as temperaturas ultrapassam os 45 graus Celsius; do lado de dentro, o ar é frio, confinado e perfeitamente controlado. Durante décadas, esse contraste se tornou a imagem definidora da modernidade do Golfo. A arquitetura passou a ser menos uma negociação com o clima e mais uma demonstração de que o clima poderia ser superado. Torres de vidro reflexivo ergueram-se no deserto como símbolos de ascensão, projetando poder financeiro, confiança tecnológica e ambição global. Sob essa imagem urbana, operava uma infraestrutura baseada no petróleo, na energia barata e na contínua supressão mecânica do calor.
Casa do Vinho em Berneck. Imagem Cortesia de Faruk Pinjo + Carlos Martinez Architekten
As portas articuladas inundam os ambientes com luz natural, oferecendo a flexibilidade espacial necessária para estabelecer um diálogo constante com o entorno. A série Woodline da Solarlux integra qualidade de fabricação e conhecimento técnico à liberdade arquitetônica, proporcionando soluções de fachadas transparentes para uma arquitetura versátil e sustentável. Além disso, as superfícies naturais valorizam a envoltória do edifício com uma qualidade tátil marcante.
Nos primeiros dias após o nascimento, a abelha permanece dentro do ninho, limpando os alvéolos e sendo alimentada por outras operárias. Com o tempo, ela começa a organizar os estoques de pólen, regular a temperatura da colmeia e guardar a entrada. Apenas nas últimas semanas de vida ela deixa o abrigo para voar. É no momento do voo que sua trajetória começa a se cruzar com a arquitetura e a cidade. Em busca de néctar, ela se move por um território moldado não apenas por sua memória espacial e pela disponibilidade de flores, mas também pela forma como construímos o ambiente edificado. Cada movimento torna-se uma negociação com o espaço urbano: superfícies impermeáveis que interrompem os ciclos naturais, correntes de ar intensificadas entre edifícios, vazios desprovidos de vegetação, fragmentos verdes dispersos entre lotes e coberturas técnicas.
As equipes de projeto não sofrem com a falta de ferramentas, mas sim com a falta de continuidade. Os dados dos projetos permanecem fragmentados em diversos arquivos, e as decisões frequentemente perdem o contexto à medida que o trabalho avança do planejamento para o projeto e, finalmente, para a construção. Em decorrência disso, as equipes gastam um tempo valioso reconectando informações em vez de fazer o projeto avançar.
Isso evidencia a necessidade de fluxos de trabalho que preservem a intenção de projeto e levem o conhecimento adiante em cada etapa do processo. Sob essa ótica, a ideia de "design and make intelligence" pode ser compreendida como uma transição em direção à continuidade, na qual dados, decisões e aprendizados do planejamento, projeto, construção e operações permaneçam incorporados ao empreendimento, em vez de se perderem na entrega da obra. Nesse contexto, a inteligência artificial (IA) e a automação operam com maior relevância, apoiando-se em informações acumuladas em vez de insumos isolados.
O Bethel Woods Art and Architecture Festival anuncia o BuildFest: Acts of Construction, uma iniciativa de três anos que ativa as dependências históricas do festival de Woodstock de 1969 por meio de instalações de madeira em grande escala e experiências multimídia. Cada edição anual é organizada em torno de um tema único, convidando designers e projetistas a colaborar em uma série interdisciplinar de "atos" que se baseiam uns nos outros para criar um conjunto interconectado de instalações, ativações e performances. O Act One: Staging está atualmente aceitando propostas de infraestrutura artística adaptável projetada para "preparar o cenário" para futuras ativações. A ele se seguirão o Act Two: Choreography, em 2027, e o Act Three: Performance, em 2028.
A elevação é frequentemente apresentada como progresso, alçando o movimento acima do atrito da cidade e suavizando a circulação em um fluxo ininterrupto. Cada ato de elevação produz uma condição secundária em seu rastro. Sob viadutos, linhas de metrô e viadutos ferroviários, surge um segundo solo — sombreado, ambíguo e raramente planejado com a mesma intenção daquilo que se move acima. Esses espaços não são sobras incidentais. São a consequência espacial de uma decisão de projeto que privilegia a velocidade, o gabarito livre e a eficiência, redistribuindo valor e visibilidade pela cidade nesse processo.
O que fica abaixo não está vazio. É estruturado, limitado e definido pela infraestrutura, porém deixado sem uma função clara. Estudos sobre rodovias elevadas descrevem consistentemente esses baixios como espaços residuais, formados quando os sistemas de transporte são concebidos de forma independente do solo que atravessam. Um relatório da Arup sobre espaços sob viadutos observa como eles frequentemente interrompem a continuidade de pedestres, ao mesmo tempo em que permanecem fora dos marcos regulatórios de planejamento formal. Da mesma forma, análises acadêmicas recentes sobre os ambientes sob viadutos destacam que essas áreas raramente são integradas às estratégias de desenho urbano. O resultado é uma condição peculiar: um espaço que está fisicamente presente e estruturalmente determinado, mas programaticamente indefinido.
Qualquer estudante de arquitetura sabe muito bem o que é passar noites em claro trabalhando sem parar, correndo para finalizar um projeto com o prazo final se aproximando. Revisando cada detalhe, dando os últimos retoques e torcendo pelo melhor. A recompensa? Ver o projeto finalizado, discuti-lo com colegas de classe e poder sonhar com a concepção ideal de como um espaço deve parecer e ser vivenciado.
Durante a seleção dos finalistas ao longo das últimas duas semanas, o júri do ArchDaily tinha plena consciência do que significa ser estudante de arquitetura. Composto por arquitetos e arquitetas, o comitê estudou, analisou e debateu cuidadosamente cada proposta, compreendendo o esforço dedicado a cada envio. O resultado é uma lista de finalistas que exemplifica o espírito do Student Project Awards e sua missão de reconhecer a criatividade e a visão de estudantes que estão redefinindo a prática e o discurso arquitetônico.
Em muitas cidades de alta densidade na Ásia, a escada costuma ser tratada como um mal necessário. Seja em edifícios de apartamentos, casas ou interiores comerciais, ela é frequentemente ocultada, recuada ou relegada às margens — um elemento a ser minimizado para que mais área possa ser destinada ao espaço "útil". Contudo, à medida que a densidade se intensifica e a metragem quadrada se torna cada vez mais escassa, arquitetos/as e designers são forçados/as a repensar esse enigma vertical.
A questão deixa de ser como ocultar a escada e passa a ser como potencializar sua função: seria ela capaz de se tornar uma adição produtiva ao interior — um dispositivo arquitetônico que vai além de conectar níveis, desempenhando funções duplas (ou múltiplas) em vez de simplesmente consumir área de piso?
"A história da arquitetura não está errada", argumentou Lesley Lokko em sua introdução para a Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, "mas está incompleta." Durante a maior parte do século XX, a história da arquitetura falou uma única língua: uma narrativa singular e dominante, centrada em um punhado de movimentos, nomes e cidades, cujo alcance e influência pareciam universais justamente porque as vozes alternativas eram silenciadas. Os movimentos de design, contudo, raramente cruzavam fronteiras intactos. Eram frequentemente absorvidos, resistidos, reinterpretados e transformados a depender da geografia, da política, da economia, do clima e dos materiais disponíveis. O que chegava a um lugar como doutrina tornava-se, em outro, algo inteiramente diferente.
Este mês, o ArchDaily explora Design do Século XX em Fluxo: Uma Reinterpretação Global da História da Arquitetura, um tema que mapeia as linguagens projetuais do século não como um cânone único, mas como uma constelação de trajetórias em evolução, cruzamento e contínua reinvenção. O tema desafia a premissa de que as arquiteturas regionais e não ocidentais eram meramente derivadas — posicionando-as, em vez disso, como locais de reinterpretação ativa, onde ideias globais eram filtradas por materiais, climas, mão de obra e práticas culturais locais para produzir algo inteiramente singular.
Na virada do século XX, movimentos paralelos, mas interligados, ao redor do mundo inauguraram um novo estilo e uma nova era arquitetônica. Do Arts and Crafts na Inglaterra, passando pelo Art Nouveau e posteriormente pelo Art Deco na França, ao Jugendstil na Alemanha e Áustria, esses desdobramentos artísticos e de design se espalharam globalmente, assumindo diferentes formas de acordo com o contexto local. A premissa básica, no entanto, permaneceu semelhante, com foco no valor artesanal e no fazer manual; no uso de madeira, vidro e diversos metais; na integração de formas orgânicas nas fachadas e na estrutura interna; e na incorporação refinada da ornamentação como elemento arquitetônico, frequentemente sob a forma de motivos vegetais ou padrões geométricos.
Casa com Sete Jardins / Civil Architecture. Imagem Cortesia de Civil Architecture
Durante séculos, a arquitetura residencial em toda a região do Golfo organizou-se em torno do pátio interno. As casas apresentavam espessas paredes externas e aberturas limitadas para a rua, voltando-se para o interior, em direção a um jardim sombreado que estruturava a vida cotidiana. Essa disposição espacial respondia tanto ao clima quanto à cultura local. O pátio trazia luz natural para o interior de plantas profundas, permitia a ventilação cruzada e proporcionava um ambiente externo protegido em meio a tecidos urbanos densos. Na House with Seven Gardens, em Diyar Al Muharraq, no Bahrein, o escritório sediado no país Civil Architecture — uma das práticas vencedoras do prêmio ArchDaily 2025 Next Practices Awards — revisita essa tradição espacial sob as condições da habitação suburbana contemporânea. Em vez de simplesmente reproduzir a casa-pátio como um modelo histórico, o projeto reinterpreta sua lógica ambiental dentro dos marcos regulatórios e das condições espaciais que moldam grande parte do desenvolvimento urbano atual no Golfo.
A Costa Rica é um pequeno país da América Central, internacionalmente reconhecido por seu turismo, biodiversidade e clima tropical. Diante deste contexto, as estratégias de design tropical voltadas ao projeto hoteleiro costumam ser mais estudadas, mas projetos de cabanas residenciais podem representar uma abordagem mais cirúrgica para a compreensão da paisagem. Muitas vezes situadas em áreas florestais ou de selva remotas, essas cabanas, além de incorporarem as estratégias comuns de design tropical, precisam priorizar a durabilidade de longo prazo e os baixos custos de manutenção, sobretudo em regiões onde o acesso para reparos é logisticamente complexo. Isso exige uma filosofia projetual que privilegie a resiliência tanto estrutural quanto climática.
Construir nesse contexto requer respostas de projeto precisas a dois principais estressores ambientais: a precipitação extrema e a alta umidade. O clima tropical da Costa Rica, embora varie conforme a altitude, geralmente apresenta uma média mensal de chuvas superior a 150 mm em várias regiões. Essa carga constante de água pode criar o efeito de "bulbo úmido", no qual o ar estagnado e saturado acelera a degradação dos materiais internos e causa desconforto fisiológico aos habitantes. Para projetar de forma eficaz sob tais condições, a arquitetura contemporânea de cabanas adota uma estratégia tríplice: intervenção mínima no terreno, criação de gradientes térmicos e mitigação climática passiva.
Diagrama de instalações em Barba Jupiter. Imagem Cortesia de Géométral
Fundado em 2022 por Clément Masurier e sediado em Paris, na França, o Géométral é um escritório de arquitetura definido por estratégias de projeto integradas à paisagem, tratada como determinante primordial da forma. O estúdio, um dos escritórios vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards, aborda cada projeto como um pequeno universo que combina programa, atmosfera e narrativas espaciais. Em vez de um estilo autoral único, o foco está na criação de atmosferas e situações sob medida para cada contexto e seus/as usuários/as.
Em seu início, diante da ausência de um portfólio de obras construídas, o estúdio respondeu com o desenvolvimento de "arquiteturas ficcionais" implantadas em topografias reais. Esse exercício não era uma mera busca estética, mas sim uma âncora metodológica, permitindo ao escritório estabelecer um processo rigoroso de análise do local e testes tipológicos antes de receber encomendas físicas. Ao tratar projetos imaginários com o mesmo rigor técnico das obras reais, o estúdio desenvolveu um repertório de respostas formais às restrições ambientais que agora orientam seus projetos construídos.
Em janeiro de 2026, o World Monuments Fund/Knoll Modernism Prize foi concedido ao escritório australianoArchitectus pela conservação do Africa Hall em Adis Abeba, Etiópia. O prêmio reconhece que edifícios modernistas, outrora vistos como vanguarda da arquitetura, estão se deteriorando e são pouco valorizados pelo público. A situação na África reflete esse sentimento global, sendo esta a primeira vez que um edifício no continente foi agraciado com a honraria. O prêmio também coloca sob os refletores o rico inventário modernista da Etiópia, que marca seu papel de protagonismo continental nos meados e final do século XX.
Durante as últimas duas semanas, a comunidade do ArchDaily em Español enviou mais de 17.000 indicações, resultando em 15 finalistas que representam algumas das obras arquitetônicas mais emblemáticas do último ano. O maior prêmio de arquitetura do mundo hispânico, decidido por sua comunidade, o Prêmio Obra do Ano 2026 existe para reconhecer o melhor da arquitetura nos países de língua espanhola.
Estes 15 finalistas, escolhidos por votação pública nesta 17ª edição, reúnem a amplitude da produção ibero-americana recente, ao mesmo tempo que revelam certos deslocamentos compartilhados: uma arquitetura que privilegia decisões construtivas claras, que trabalha a partir de condições e restrições reais e que compreende o projeto como uma forma de adaptação a contextos específicos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093933/os-15-finalistas-do-premio-obra-do-ano-2026-do-archdaily-em-espanholArchDaily Team
A cada doze anos, as margens do Ganges em Prayagraj tornam-se uma das maiores cidades da Terra — e depois desaparecem. O Maha Kumbh Mela atrai mais de 400 milhões de pessoas em peregrinação ao longo de seis semanas, exigindo a construção de uma infraestrutura urbana completa: pontes flutuantes, hospitais de campanha, quilômetros de vias temporárias e uma malha de cidades de tendas visível do espaço. Ao final do festival, tudo é inteiramente desmontado. Nenhum encontro na história da humanidade produz uma arquitetura do movimento tão completa; construída para a chegada, projetada para a transitoriedade e concebida para não deixar vestígios permanentes. O Kumbh Mela é excepcional em escala, mas não em condição: o movimento se tornou um desafio espacial definidor deste século.
Este mês, o ArchDaily explora Arquiteturas do Movimento: Território, Fronteiras e a Política de Pertencimento, um tema que examina como a mobilidade reformula a relação da arquitetura com o território, a propriedade e a identidade. O assunto não aborda o movimento como uma crise a ser gerida, mas como uma lente fundamental para reconsiderar o papel de edifícios, cidades e fronteiras na prática: quem acolhem, quem excluem e o que tornam permanente.
Da iluminação e dos materiais às cores, texturas e formas, cada decisão de projeto molda a maneira como as pessoas percebem, vivenciam e interagem com a arquitetura. Nos interiores contemporâneos, essas escolhas já não são compreendidas como meramente estéticas ou funcionais, influenciando o conforto, o comportamento, o humor e até mesmo a forma como quem utiliza o espaço avalia sua qualidade. O design de banheiros, em particular, cria hoje ambientes cuidadosamente concebidos e com uma identidade marcante, nos quais cada elemento contribui para a experiência espacial como um todo.
Como o design de banheiros influencia os sentimentos de quem o utiliza? Que intervenções ou inovações técnicas podem transformar a experiência de uso final?
Sob as superfícies, atrás das estruturas ou mesmo entre as instalações, inúmeros sistemas de fixação e elementos adesivos compõem as conexões necessárias em fachadas, acabamentos e fechamentos de nossos edifícios. À medida que o passar do tempo evidencia a idade das construções e as tendências se modificam em ritmo acelerado, a atualização dos edifícios exige atenção ao seu desgaste, manutenção e melhoria de desempenho. Independentemente de suas metodologias de instalação, tecnologias ou ferramentas, os sistemas de fachadas ventiladas continuam transformando, hoje, a maneira de abordar o projeto e a estética dos edifícios.