1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Vagas em Xangai | Atelier Tao+C: arquiteto/a, designer de interiores, estagiário/a de design e pesquisa, especialista em marketing e mídia

Acesso exclusivo | 

Fundado em Xangai em 2016, a atuação do Atelier Tao&C abrange projetos de diversas escalas e tipologias, desde uma luminária de suspensão até um quarteirão inteiro, de interiores de microapartamentos urbanos à reforma de antigas casas rurais, de pequenas lojas de rua a residências compartilhadas para jovens. Alinhados à nossa prática projetual, também nos dedicamos a pesquisas voltadas para a reabilitação de edifícios existentes e a organização espacial de habitações.

Nossos projetos não se limitam por tipologia ou escala. Em cada processo de design, dedicamos atenção especial à escala, à tectônica, às relações de proximidade e intimidade, e à harmonia entre o passado e o imediato. Por meio da investigação e compreensão das tipologias, buscamos revelar o potencial latente de cada local.

Nossa abordagem metodológica consiste em recuar para o interior, permitindo que o espaço se desenvolva de dentro para fora e rompa seus limites, estabelecendo conexões no interstício frequentemente negligenciado entre a arquitetura e os espaços internos. Buscamos criar uma percepção de escala global, sutil e equilibrada entre o exterior e o interior por meio de formas elementares, proporções claras e variações inesperadas de corte. Ao resgatar materiais locais diretos e cotidianos, bem como técnicas vernáculas de construção, traduzimo-los em uma expressão profunda de artesanato e detalhamento, permitindo que a vida cotidiana se desdobre com toda a sua complexidade a partir da simplicidade.

As obras do escritório foram publicadas em livros de editoras renomadas como Gestalten e Phaidon, além de amplamente divulgadas em importantes mídias de arquitetura e design nacionais e internacionais, tais como The Architectural Review, Domus, The Plan, AIT, Azure, Wallpaper*, ArchDaily, Dezeen, Yellowtrace e Divisare.

Vagas em Xangai | Atelier Tao+C: arquiteto/a, designer de interiores, estagiário/a de design e pesquisa, especialista em marketing e mídia - Image 18 of 4
Ambiente de escritório

Website:   www.ateliertaoc.com

WeChat:  西涛设计工作室

Instagram:  atelier_taoc

Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética

Acesso exclusivo | 

À medida que o entusiasmo em torno da inteligência artificial continua a reformular a nossa visão de mundo, o ano de 2025 se aproxima como mais um marco na trajetória do avanço tecnológico. Enquanto parte da sociedade se preocupa com o domínio da tecnologia no cotidiano, profissionais de arquitetura direcionam sua atenção para as fundações de um futuro digital: os data centers. O projeto de data centers desafia profissionais de design a conciliar as demandas de funcionalidade tecnológica com os princípios da excelência arquitetônica. À medida que se aprofunda a dependência em relação à computação em nuvem, aos ecossistemas de IoT e à análise de big data, a arquitetura dos data centers exige maior atenção. Conforme o consumo de dados dispara, as taxas de consumo dessas instalações acompanham essa demanda de forma proporcional. Antes relegadas a zonas industriais genéricas, essas estruturas agora se tornam componentes essenciais dos ambientes urbanos e suburbanos. Embora parte da comunidade local se mostre preocupada com o avanço dos data centers em suas regiões, outros grupos os enxergam como vetores de desenvolvimento econômico.

Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética - Imagem 1 de 4Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética - Imagem 2 de 4Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética - Imagem 3 de 4Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética - Imagem 4 de 4Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética - Mais Imagens+ 4

O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses

Acesso exclusivo | 

No design contemporâneo de escolas de educação infantil no Japão e na China, arquitetos e arquitetas estão transformando os espaços internos, deixando de lado o conceito de mero recipiente para criar um ambiente multissensorial ativo. Essa transição parece acompanhar estudos em psicologia do desenvolvimento que sugerem que a experiência espacial da criança começa com um engajamento sensório-motor, por meio do toque e da manipulação. Dessa forma, esses projetos dão grande ênfase ao uso de materiais e à abordagem do aprender brincando. Arquitetos e arquitetas parecem estar indo além das salas de aula tradicionais, criando ambientes táteis, estimulantes e enraizados em seus contextos específicos. Os próprios edifícios se tornam ferramentas pedagógicas, incentivando as crianças a aprender e explorar por meio do engajamento físico direto.

O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses - Image 1 of 4O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses - Image 2 of 4O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses - Image 3 of 4O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses - Image 4 of 4O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses - Mais Imagens+ 6

Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo

Acesso exclusivo | 

Historicamente, a arquitetura produziu muitos edifícios icônicos moldados por visões singulares — muitas vezes projetados de forma unilateral para usuários/as, comunidades e cidades. Se por um lado essa abordagem de cima para baixo (top-down) viabilizou uma forte coerência formal e clareza conceitual, por outro, ela priorizou a autoria em detrimento do engajamento. O resultado: projetos que podem ser celebrados como visionários, mas que frequentemente parecem desconectados das realidades cotidianas de quem os habita.

Projetar para o outro é inerentemente complexo. Na condição de arquitetos/as, frequentemente recebemos a tarefa de criar ambientes para comunidades com as quais podemos não ter nenhuma familiaridade pessoal ou cultural. Esse distanciamento, contudo, pode oferecer uma objetividade valiosa. Ele nos permite abordar perspectivas diversas com um novo olhar, analisando criticamente as necessidades e limitações de múltiplas partes interessadas. Por meio desse processo, a disciplina da arquitetura avançou — expandindo fronteiras no pensamento espacial, na inovação de materiais e na experimentação estrutural.

Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo - Image 1 of 4Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo - Image 2 of 4Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo - Image 3 of 4Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo - Image 4 of 4Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo - Mais Imagens+ 29

Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção

Acesso exclusivo | 

Seja para concursos de projeto ou prêmios de arquitetura, os edifícios são frequentemente julgados pelo que oferecem — as funções programadas, a forma ou o deleite visual. Em uma minoria de casos, é a ausência ou a redução da intervenção que torna um projeto bem-sucedido. Em 1971, um renomado concurso de arquitetura em Paris foi vencido por uma proposta que utilizava apenas metade do terreno disponível, destinando o restante como espaço urbano para a cidade. Em Londres, uma proposta de conversão de uma usina de energia desativada com adições mínimas, deixando grandes espaços intocados, venceu um concurso de projeto em 1994. O Stirling Prize, o prêmio de arquitetura mais prestigiado do Reino Unido, foi vencido em 2017 por uma proposta que consistia em pouco mais do que uma plataforma vazia. Esses exemplos de edifícios culturais no noroeste da Europa ilustram como a ausência de intervenção pode oferecer mais.

Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Image 1 of 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Image 2 of 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Image 3 of 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Image 4 of 4Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção - Mais Imagens+ 14

De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais

Acesso exclusivo | 

Esta edição do Architecture Now reúne projetos que exploram como a arquitetura está remodelando portais globais, destinos culturais e a vida urbana. O projeto do SOM para o novo Saguão de Embarque e Desembarque em Austin e a proposta da Scott Brownrigg para o Heathrow West destacam o aeroporto como um limiar cívico, enquanto o complexo de três torres do escritório Kerry Hill Architects em Brisbane prioriza o espaço público e as paisagens subtropicais na habitação de alta densidade. A torre à beira-mar do escritório Zaha Hadid Architects na Flórida dá continuidade à tradição costeira escultórica de Miami, e o Japa Valley Tokyo, de Pharrell Williams e NIGO, apresenta um distrito cultural temporário que mescla arte, hospitalidade e varejo. Juntas, essas iniciativas refletem como infraestrutura, estilo de vida e design se cruzam para definir a experiência urbana contemporânea.

De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais - Image 1 of 4De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais - Image 2 of 4De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais - Image 3 of 4De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais - Image 4 of 4De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais - Mais Imagens+ 4

Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio

Acesso exclusivo | 

As casas-pátio representam uma das tipologias arquitetônicas mais perenes, sintetizando a dualidade entre abertura e reclusão ao mesmo tempo em que promovem uma profunda conexão com a natureza. Embora o termo também seja utilizado no mercado imobiliário norte-americano contemporâneo para descrever residências térreas de baixa manutenção em lotes pequenos, seu significado arquitetônico clássico refere-se a um projeto introvertido, organizado em torno de um pátio central privado. É essa forma tradicional, tema deste artigo, que remonta a milhares de anos. As casas-pátio surgiram de forma independente em várias regiões do mundo, respondendo universalmente a necessidades humanas fundamentais: privacidade, adaptabilidade climática e coerência espacial. Apesar das diversas expressões geográficas e culturais, os princípios fundamentais de introversão, abertura controlada e sensibilidade ambiental permanecem notavelmente consistentes ao longo da evolução dessa tipologia.

Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio - Imagen 1 de 4Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio - Imagen 2 de 4Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio - Imagen 3 de 4Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio - Imagen 4 de 4Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio - Mais Imagens+ 53

DETAIL Inspiration – O hub do/a arquiteto/a para projetos, imagens e desenhos detalhados

Há quase 65 anos, a marca DETAIL é sinônimo de pesquisa minuciosa e documentação arquitetônica abrangente. Os artigos da revista e os livros especializados demonstram como uma arquitetura excepcional é planejada, projetada e executada. Eles oferecem um conhecimento aprofundado sobre construção civil, tipologias edilícias e aspectos técnicos da arquitetura.

A DETAIL tornou-se especialmente renomada por seus desenhos construtivos, que são cuidadosamente pesquisados pela equipe editorial e redesenhados por uma equipe interna de CAD em um estilo padronizado.

Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile

Acesso exclusivo | 

Que lógicas e dinâmicas envolvem a concepção de uma arquitetura em diálogo com o território e a paisagem? Como a topografia determina o processo de projeto e desenvolvimento das obras arquitetônicas? Fundado em Santiago do Chile por volta de 2012, o escritório de arquitetura WHALE! trabalha considerando os conceitos de território e paisagem como eixos de estudo e reflexão, buscando compreender como a arquitetura é capaz não apenas de projetar espaços, mas também de moldar a forma como os seres humanos vivem, sentem e se relacionam com o mundo.

Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile - Imagen 1 de 4Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile - Imagen 2 de 4Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile - Imagen 3 de 4Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile - Imagen 4 de 4Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile - Mais Imagens+ 56

O concreto como meio de emoção e expressão na arquitetura

Acesso exclusivo | 

O concreto está longe de ser um consenso. Há quem o ame e quem o odeie. Pode parecer tão duro quanto o granito ou tão macio quanto o veludo — tudo dependendo de quais mãos o moldam. Tratado com precisão de engenharia ou com um toque de sensibilidade artística, o concreto deixa de ser apenas um material e passa a ter vida própria. Brinca com a luz, surpreende pela textura e, de alguma forma, dá forma ao silêncio. Embora denso e estrutural, o concreto pode assumir uma presença quase imaterial: leve, etérea e contemplativa. Em certos espaços, parece desaparecer, dissolvendo-se nas sombras ou vibrando com a luz circundante. Mais do que um simples elemento construtivo, torna-se uma linguagem, capaz de evocar emoção, espiritualidade e tempo.

Isolamento e eficiência energética em residências: o que muda com a nova regulamentação térmica no Chile

Acesso exclusivo | 

Toda norma nasce com uma intenção clara: estabelecer um ponto de partida. É uma forma de fixar um patamar mínimo, de ordenar aquilo que antes talvez fosse assumido de forma implícita ou carecesse de um marco comum. No entanto, como tudo o que envolve a arquitetura — e especialmente o nosso modo de habitar —, esses marcos também evoluem: ampliam-se, ajustam-se e tornam-se mais detalhados em torno de novos modelos de habitação sustentável. É o caso da nova regulamentação térmica no Chile, que não surge do zero, mas faz parte de um processo contínuo que vem incorporando progressivamente novos critérios de eficiência energética, contidos na *Ordenanza General de Urbanismo y Construcción* (OGUC).

Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a

Acesso exclusivo | 

Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a - Image 1 of 4Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a - Image 2 of 4Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a - Image 3 of 4Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a - Image 4 of 4Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a - Mais Imagens+ 5

Playgrounds inclusivos: todos os corpos podem brincar por meio da arquitetura

Acesso exclusivo | 

O brincar vai além de sua dimensão recreativa, configurando-se como um ato social que estimula as crianças a aprender, interagir, criar e se relacionar com seu contexto espacial. Como aponta Johan Huizinga em Homo Ludens, o brincar é um elemento fundamental da cultura, no qual as crianças criam laços e exploram formas de coexistência. Quando a arquitetura dos espaços de lazer exclui determinados corpos ou modos de participação, a experiência coletiva fragmenta-se e perde parte de seu sentido. Projetar sob a perspectiva da inclusão significa, portanto, reconhecer que o verdadeiro valor do brincar reside em seu potencial de ser compartilhado por todas as pessoas.

Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025

Acesso exclusivo | 

A fotografia de arquitetura funciona como uma janela para o mundo construído, tornando obras significativas mais acessíveis a pessoas que talvez nunca tenham a oportunidade de visitá-las. Uma boa fotografia de arquitetura captura mais do que apenas a estrutura física; ela transmite a atmosfera, a escala e o contexto de um espaço. Cada imagem é única e moldada pelo olhar do/a fotógrafo/a, o que expressa sua sensibilidade e percepção do ambiente construído através de suas lentes.

Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025 - Imagen 1 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025 - Imagen 2 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025 - Imagen 3 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025 - Imagen 4 de 4Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025 - Mais Imagens+ 21

O porquê, o quê e o como do design bem-sucedido de parques infantis centrado nas pessoas

Acesso exclusivo | 

Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do Instituto do Brincar KOMPAN, Presidente do comitê diretivo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Parques Infantis, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidente da Associação Internacional do Brincar, Dinamarca.

"Não, não quero ir a esse parquinho. É chato!". Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. No entanto, as crianças têm opiniões claras sobre os parques infantis de que gostam desde muito cedo. A razão pela qual não apenas os pais e cuidadores/as, mas também os/as urbanistas e arquitetos/as devem ouvir e se adaptar é mais importante do que nunca.

De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu

Acesso exclusivo | 

Por toda a Ásia, os andaimes de bambu simbolizam a interseção entre o conhecimento tradicional e a construção moderna. A silhueta urbana de Hong Kong é moldada por complexos andaimes de bambu, embora esse ofício consagrado pelo tempo esteja desaparecendo gradualmente da região. Por sua vez, as cidades indianas ainda utilizam andaimes de bambu em canteiros de obras por todo o subcontinente, revelando um paradoxo de outra natureza.

De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu - Image 1 of 4De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu - Image 2 of 4De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu - Image 3 of 4De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu - Image 4 of 4De andaimes a estruturas: A jornada inacabada da Índia com o bambu - Mais Imagens+ 4

O porquê, o quê e o como de um design de playgrounds bem-sucedido e centrado no ser humano

Acesso exclusivo | 

Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do KOMPAN Play Institute, Presidente do comitê diretivo do World Playground Research Institute, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidente da International Play Association, Dinamarca.

"Não, não quero ir àquele parquinho. É chato!" Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. Contudo, as crianças têm, sim, opiniões fortes sobre os parquinhos de que gostam, desde muito cedo. O motivo pelo qual não apenas pais, mães e cuidadores/as, mas também profissionais de planejamento urbano e de arquitetura devem ouvir e se adaptar é mais crítico do que nunca.

O porquê, o quê e o como do design bem-sucedido de parques infantis centrado nas pessoas

Acesso exclusivo | 

Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do Instituto do Brincar KOMPAN, Presidenta do comitê diretivo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Parques Infantis, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidenta da Associação Internacional do Brincar, Dinamarca.

"Não, não quero ir àquele parquinho. É chato!". Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. No entanto, as crianças têm opiniões claras sobre os parques infantis de que gostam desde muito cedo. A razão pela qual não apenas pais, mães e cuidadores/as, mas também urbanistas e arquitetos/as devem ouvir e se adaptar é mais importante do que nunca.

Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves

Acesso exclusivo | 

Em todo o mundo, uma apaixonada comunidade de observadores/as de aves, de iniciantes a ornitólogos/as experientes, é atraída pelos movimentos sutis, cantos distintos e migrações notáveis das aves. Esse fascínio global levou à criação de espaços cuidadosamente projetados por arquitetos/as e designers, que aprimoram a experiência de observação ao mesmo tempo em que respeitam as paisagens ecológicas onde se inserem.

Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves - Imagen 1 de 4Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves - Imagen 2 de 4Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves - Imagen 3 de 4Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves - Imagen 4 de 4Da mesma plumagem: a arquitetura oculta da observação de aves - Mais Imagens+ 25

Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura

Acesso exclusivo | 

Na arquitetura de interiores contemporânea, as instalações prediais — sistemas mecânicos, elétricos, de climatização (HVAC) e hidráulicos — são quase sempre tratadas como elementos a serem ocultados. Cavidades de parede mais espessas, amplos forros rebaixados e, em regiões onde prevalece a construção maciça (como tijolo ou concreto), paredes falsas de gesso são rotineiramente empregadas para esconder esses sistemas. Essa abordagem tornou-se tão normalizada que frequentemente constitui a premissa inicial do planejamento espacial, limitando intrinsecamente a imaginação e reduzindo a gama de possibilidades espaciais. A prioridade passa a ser a ocultação, em vez de se explorar como esses sistemas poderiam coexistir de forma visível dentro de uma linguagem de projeto.

Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura - Image 1 of 4Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura - Image 2 of 4Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura - Image 3 of 4Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura - Image 4 of 4Além do forro rebaixado: 10 projetos de interiores que tornam as instalações e tubulações parte da arquitetura - Mais Imagens+ 35

Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo

Acesso exclusivo | 

Os playgrounds urbanos estão evoluindo de simples balanços e escorregadores para paisagens urbanas dinâmicas e multifacetadas. Estes novos projetos são muito mais do que apenas locais de lazer; trata-se de espaços integrados de forma planejada que respondem aos desafios urbanos, promovem o senso de comunidade e inspiram a criatividade. Uma forte tendência é o uso intencional de cores e padrões. Projetistas utilizam zonas cromáticas vibrantes para segmentar diferentes áreas funcionais, criando uma experiência visualmente dinâmica que contrasta com o entorno natural. Essa abordagem também pode ser empregada para consolidar uma identidade urbana coesa, com paletas de cores cuidadosamente selecionadas que complementam a paisagem urbana existente.

Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo - Imagen 1 de 4Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo - Imagen 2 de 4Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo - Imagen 3 de 4Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo - Imagen 4 de 4Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo - Mais Imagens+ 34

Redefinindo e sustentando a estética arquitetônica com acabamentos inspiradores

Na arquitetura contemporânea, as fachadas evoluíram além de seu papel tradicional como envoltórios de proteção externa — hoje, elas servem como expressões potentes de identidade, criatividade e sustentabilidade. Sendo o portal visual de um edifício, as fachadas desempenham uma função dupla: proteger as estruturas contra fatores de estresse ambiental ao mesmo tempo em que potencializam seu apelo estético e caráter arquitetônico.

Assim como o design de interiores reflete a personalidade de seus ocupantes, a fachada comunica a essência de um edifício. Ela constitui a primeira impressão e serve como uma tela para a narrativa arquitetônica, frequentemente materializando a visão e a criatividade do/a arquiteto/a.

Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza

Acesso exclusivo | 

Em diferentes climas e paisagens, arquitetos e arquitetas estão reimaginando a casa como um lugar profundamente enraizado em seu entorno, onde a arquitetura e o meio ambiente trabalham em conjunto para promover o bem-estar. Esta seleção curada de residências não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, foi concebida como uma série de santuários que oferecem refúgio do ritmo da vida urbana, aproveitando as qualidades restauradoras do verde, da água e do ar livre. A natureza atua como uma presença ativa, moldando pátios, orientando a circulação e influenciando a escolha de materiais e cores.

Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza - Imagen 14 de 4Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza - Imagen 23 de 4Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza - Imagen 26 de 4Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza - Imagen 5 de 4Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza - Mais Imagens+ 30

Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância

Acesso exclusivo | 

Playgrounds são instrumentos espaciais por meio dos quais a sociedade projeta suas expectativas sobre a infância, testando os limites entre controle e autonomia, exposição e proteção. Eles regulam como as crianças se relacionam com o espaço, com as outras pessoas e com seus próprios corpos — codificando, muitas vezes de forma invisível, normas sociais, medos e aspirações. Nesse sentido, os playgrounds não são espaços periféricos de lazer; são construções políticas moldadas por ideologias específicas sobre o que é a infância e como ela deve se desenvolver. Desde 1989, o direito de brincar é formalmente reconhecido na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, afirmando que o brincar é uma parte fundamental do desenvolvimento humano. Projetar um playground não se resume a traçar linhas em uma planta ou instalar equipamentos em um parque; significa definir as condições sob as quais o brincar é permitido, imaginado ou restringido.

Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância - Image 1 of 4Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância - Image 2 of 4Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância - Image 3 of 4Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância - Image 4 of 4Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância - Mais Imagens+ 21

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.