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O legado do brutalismo na paisagem arquitetônica pós-independência do Marrocos

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Diversos acontecimentos moldaram o Marrocos desde sua independência. Um deles é a transição dos/as arquitetos/as, que deixaram de servir ao decadente império francês para atender à recém-independente nação marroquina. Ao conquistar a independência em 1956, jovens arquitetos/as marroquinos/as e estrangeiros/as receberam a tarefa de construir um Marrocos autossuficiente. A demanda por infraestrutura moderna, novos edifícios administrativos e melhores instalações de educação e saúde gerou um boom na construção civil. Esse crescimento acelerado ofereceu a arquitetos/as e urbanistas a oportunidade de expressar sua visão.

Inspirados/as pela popularidade do modernismo na Europa, os/as arquitetos/as experimentaram edificações que incorporavam o brutalismo. Esse estilo arquitetônico não representava apenas uma rebeldia contra a visão colonial de desenho urbano no Marrocos, mas também um símbolo de unidade arquitetônica na paisagem urbana. Foram criados edifícios de diversas tipologias marcados pelo concreto aparente, que evidenciava suas qualidades intrínsecas de resistência, durabilidade e funcionalidade. Essas obras, que podem ser vistas em cidades como Agadir, Casablanca, Tânger e partes de Marrakech, representam um diálogo entre o brutalismo e a cultura, o ambiente e o clima marroquinos.

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Chaos revela visão para o futuro: potencializando a criatividade por meio de tecnologia de ponta

No cenário em constante evolução da tecnologia e da criatividade, manter-se na vanguarda é fundamental. Durante a recente apresentação virtual Chaos Unboxed Live, participantes como o CEO Christian Lang e o cofundador e chefe de inovação Vladimir “Vlado” Koylazov apresentaram uma série de avanços prontos para redefinir o processo criativo.

No cerne da estratégia da Chaos está o compromisso com três princípios fundamentais: acelerar a criatividade, entregar soluções totalmente interconectadas e garantir a acessibilidade entre plataformas. Por meio de uma integração fluida e de ferramentas de ponta, a Chaos capacita arquitetos/as e artistas, revolucionando indústrias e moldando o futuro do design.

Os anúncios feitos durante a apresentação revelaram inovações capazes de redefinir o campo da visualização — e ir além.

‘Não ter que se preocupar com proporção, harmonia e beleza é uma saída fácil’: Uma conversa com Peter Pennoyer, vencedor do Prêmio Driehaus 2024

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Mesmo no mundo da mídia especializada em design, a notícia poderia facilmente ter passado despercebida: no final de janeiro, a Escola de Arquitetura de Notre Dame anunciou que Peter Pennoyer, arquiteto e autor sediado em Nova York, venceu o Prêmio Richard H. Driehaus de 2024. O Driehaus é a versão de arquitetura tradicional e clássica do Prêmio Pritzker. Embora venha acompanhado de um generoso cheque de US$ 200 mil — o dobro do valor pago pelo Pritzker — e tenha entre seus vencedores anteriores nomes de destaque como Robert A.M. Stern, Michael Graves, Leon Krier e Andrés Duany e Elizabeth Plater-Zyberk, a premiação ainda parece existir em uma espécie de vácuo midiático.

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Fachadas na Economia Circular: Design para Desmontagem

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Os princípios da economia circular têm se mostrado altamente influentes e aplicáveis na indústria da construção civil. Com ênfase no uso eficiente de recursos, modelos baseados no reuso e na reciclagem de componentes e materiais estão sendo cada vez mais implementados de forma pioneira por escritórios de arquitetura globais. O conceito de "design para desmontagem" surge como uma abordagem inovadora, especialmente no caso das fachadas de edifícios. Alcançar um equilíbrio entre as demandas por novas infraestruturas e a transição para a sustentabilidade exige uma revisão do projeto tradicional de fachadas ao longo de todo o seu ciclo de vida.

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Utilizando os sistemas prediais como estrutura para a evolução das envoltórias de edifícios

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As crescentes demandas por eficiência energética, funcionalidade técnica e conforto interno nas edificações exigem o desenvolvimento de sistemas de envoltórias mais eficientes. A envoltória atua como mediadora entre o exterior e o interior de um edifício. No cenário arquitetônico atual, ela desempenha uma infinidade de funções para potencializar o desempenho da edificação. Tais funções incluem sistemas de controle predial, fornecimento de energia (como gás e eletricidade) e aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC), entre outros. Esses elementos determinam fundamentalmente a funcionalidade, a eficiência e a segurança dos espaços construídos. Diante do fato de que a natureza das envoltórias depende fortemente dessas instalações técnicas, de que maneira elas podem servir como diretrizes fundamentais para o desenvolvimento do projeto de arquitetura?

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Projetos de arquitetas do Sul Global para o Dia da Mulher 2024

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Ao investigarmos a produção arquitetônica contemporânea, é fundamental reconhecer a influência contínua das mulheres, particularmente do Sul Global, na configuração do nosso ambiente construído, sobretudo as contribuições de mulheres que atuam como agentes de transformação social e celebração cultural. À medida que nos aprofundamos em suas trajetórias, fica evidente que as experiências de vida dessas arquitetas alimentam seus processos criativos, resultando em espaços que ressoam com as pessoas que os utilizam e com o seu entorno. Arquitetas como Sumaya Dabbagh, Mariam Issoufou, Tosin Oshinowo e Marina Tabassum traduzem esse espírito resiliente e inovador.

Esta seleção de projetos apresenta as histórias de algumas das obras arquitetônicas mais instigantes realizadas por mulheres do Sul Global. Das ruas singulares de Dubai às paisagens rurais do Níger, cada projeto serve como testemunho do poder da arquitetura em transcender as barreiras de gênero e criar propostas significativas que conectam as pessoas e seus entornos.

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Dia Internacional da Mulher 2024: Compartilhando histórias de empoderamento e compreendendo o poder transformador da arquitetura

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Indo muito além do dia 8 de março, o ArchDaily reconhece e celebra as contribuições contínuas das mulheres que moldam o desenvolvimento do ambiente construído em escala global. O tema "Mulheres na Arquitetura" é central em nossa estratégia de conteúdo, reforçando nosso compromisso diário em destacar o papel fundamental e o impacto das arquitetas.

Após questionarmos, em 2021, “Por que ainda é importante falar sobre "arquitetas"?”, de contribuirmos para o “reequilíbrio de forças e ajuste de narrativas” em 2022, e de focarmos nas conquistas de “mulheres inovadoras na linha de frente dos desafios globais” em 2023, neste Dia Internacional da Mulher convidamos você a assistir ao documentário "Women in Architecture", produzido pelo ArchDaily. Este projeto, iniciado pela Sky-Frame e dirigido por Boris Noir, propõe uma exploração fascinante do papel das mulheres na transformação da paisagem arquitetônica, acompanhando de perto as trajetórias pessoais e profissionais de três arquitetas extraordinárias, que trazem contribuições únicas para o mundo: Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge. Com o objetivo de inspirar nossa comunidade através de suas histórias e conquistas, temos o prazer de anunciar a sequência do filme, com lançamento previsto para 2024. Este novo capítulo apresentará três novas arquitetas, incluindo Tosin Oshinowo, arquiteta, designer e curadora nigeriana da Trienal de Arquitetura de Sharjah de 2023.

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The Second Studio Podcast: Ser um/a arquiteto/a otimista

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edificações e outros projetos, ou explorações informais sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem se os/as arquitetos/as são de fato otimistas. Muitos/as afirmam que sim, mas será mesmo? Ambos debatem de que maneiras a classe profissional se mostra otimista, em quais momentos surge o pessimismo, como manter uma postura positiva e o impacto disso no próprio trabalho, além de abordar o realismo e outros temas.

Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily

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No mundo da arquitetura, os concursos funcionam como catalisadores de inovação e criatividade. Ao incentivar a comunidade de arquitetura a refletir sobre um determinado tema e a intervir em espaços bem definidos, eles proporcionam algumas das melhores plataformas para experimentação, permitindo que arquitetos/as e designers explorem novos conceitos, desafiem convenções e respondam a demandas sociais urgentes, ao mesmo tempo que comparam a grande variedade de soluções emergentes. A seleção desta semana reúne exemplos de propostas de concursos de todo o mundo enviadas pela comunidade do ArchDaily.

Os projetos selecionados variam em escala e programa, indo de concursos de renome mundial, como os organizados para os pavilhões nacionais na próxima Expo Mundial em Osaka ou para o Templo no centro de Black Rock City no Burning Man, a intervenções locais que destacam espaços singulares, como a reimaginação criativa de um mercado popular no centro histórico de Sibiu, na Romênia, ou a presença sutil de uma casa de campo na paisagem mediterrânea.

Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily - Imagen 23 de 4Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily - Imagen 26 de 4Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily - Imagen 35 de 4Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily - Imagen 39 de 4Um conceito de templo para o Burning Man e um pavilhão para a Expo 2025 Osaka: 8 propostas de concurso enviadas pela comunidade do ArchDaily - Mais Imagens+ 52

A Arte de Construir Melhor: Como as Tecnologias Sustentáveis Podem Transformar a Construção

A preparação de superfície é crucial para garantir a longevidade e a eficácia de revestimentos na construção civil. De fato, estudos mostram que até 80% das falhas prematuras de revestimento podem ser atribuídas a uma preparação inadequada da superfície. Essas falhas geralmente se manifestam na forma de descascamento, bolhas e fissuras, o que prejudica a aparência do edifício e compromete a integridade estrutural.

As fachadas dos edifícios são altamente visíveis e expostas, sofrendo o impacto direto de fatores ambientais. A preparação inadequada da superfície tem um impacto direto no desempenho e na aparência a longo prazo dos acabamentos de fachada, que, por sua vez, podem sofrer uma degradação acelerada, exigindo manutenção e reparos frequentes.

Interiores dentro de interiores: 13 projetos que evidenciam as características das fachadas de pele dupla

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A fachada de um edifício costuma funcionar como um reflexo tanto da malha urbana na qual está inserida quanto do que se encontra por trás dela. Para além da estética, as fachadas possuem um papel funcional, cultural e sustentável de grande importância, sobretudo em relação ao design de interiores. Embora a luz natural, as vistas e a organização espacial sejam influenciadas pela fachada, os/as arquitetos/as vêm priorizando a relação entre o envelope da edificação e a qualidade do interior, tendo em vista as transformações culturais, econômicas e ambientais contemporâneas que afetam a maneira como as pessoas projetam seus espaços de vida. Assim, para responder a essas necessidades e hábitos em constante mudança, somados ao foco no bem-estar geral, os/as profissionais recuam a fachada e o teto — e, em alguns casos específicos, os pisos — para criar interiores dentro de interiores: envelopes secundários que protegem o espaço interno do ambiente externo.  

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Riverside Art Studio: um hub sustentável que redefine a interação urbana em Sevilha

O Polo Sustentável em Sevilha surgiu como um conceito inovador por meio de um concurso aberto de ideias de projeto sustentável passivo, lançado em outubro de 2023, com propostas recebidas até fevereiro de 2024. Liderado pela Dar[e]-Europe, uma renomada empresa de pesquisa sediada em Sevilha, Espanha, o concurso teve como objetivo fomentar soluções de design sustentável e, ao mesmo tempo, promover o conforto do público usuário, com dependência mínima de fontes de energia não renováveis e baixo impacto ambiental.

Guia prático e considerações essenciais para especificar concreto estampado

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O concreto, em suas diversas facetas, exibe uma dualidade interessante graças às suas qualidades estéticas e técnicas, as quais têm sido exploradas por arquitetos/as e designers em diferentes tipologias e contextos. Por um lado, o concreto armado apresenta robustez e durabilidade suficientes para viabilizar a construção de obras de grande porte, capazes de resistir com eficiência a condições climáticas adversas. Por outro lado, a maleabilidade do concreto estampado permite que ele se adapte com elegância a formas complexas e grave paginações na superfície, utilizando texturas e padrões para criar uma atmosfera singular no ambiente construído.

O concreto estampado tem ganhado destaque devido à sua durabilidade e versatilidade, oferecendo variações e paginações adaptáveis a diferentes estilos arquitetônicos. No entanto, embora estejamos familiarizados com seu uso e aplicações, sua especificação exige uma abordagem meticulosa para alcançar resultados ideais. A seguir, apresentamos um guia prático com as principais recomendações da Melón Hormigones para especificar esse material inovador, desde a seleção do padrão até os cuidados e a manutenção adequados.

Simetria na arquitetura: 15 habitações coletivas contemporâneas na América Latina

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O que é a simetria na arquitetura? Por que ela é utilizada para projetar espaços? Que vantagens e desvantagens ela apresenta em relação a outras ferramentas de projeto, como a rotação, translação e/ou repetição? A arquitetura contemporânea evolui dia após dia, implementando diferentes estratégias para criar espaços habitáveis onde as pessoas possam realizar suas atividades cotidianas, atender às suas necessidades, entre outras funções. Considerando a simetria como um possível meio de organização, distribuição e movimento no plano, a arquitetura se expressa e se comunica em grande parte por meio de recursos gráficos (planimetrias, volumetrias, fotografias, etc.) em uma relação que busca a convivência harmoniosa, na maioria dos casos, entre espaços, proporções e escalas.

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Desintegração da identidade arquitetônica na Região de Aysén, Chile

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O patrimônio arquitetônico constituído pelos/as primeiros/as habitantes da região de Aysén — inicialmente a expressão mínima do morar, um espaço destinado a proteger o/a usuário/a das intempéries climáticas, e que mais tarde evoluiria de forma intrínseca às transformações das necessidades dos/as residentes — representa, no plano simbólico, uma identidade arquitetônica vernácula em madeira.

Atualmente, salvo raras exceções, as poucas casas ainda de pé dos primeiros anos de colonização espontânea na região apresentam um avançado estado de deterioração. Elas acabam destinadas a depósitos ou espaços anexos à habitação principal devido ao desgaste dos materiais, à inexistência de instalações ou ao seu precário isolamento térmico. 

Da mesma forma, embora as residências mais complexas e de maior porte pertencentes a um período mais recente, construídas sobretudo em áreas urbanas, ainda estejam em sua grande maioria habitadas, os processos de desgaste de suas estruturas são evidentes. Essa condição de instabilidade está estreitamente relacionada com seus/suas ocupantes, majoritariamente pessoas idosas que não dispõem de recursos econômicos nem de capacidade física para realizar as reformas necessárias.

O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana

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Este artigo é o oitavo de uma série dedicada à Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino e compreender suas limitações. Nesta edição, o arquiteto John Marx entrevista Heather Gallagher, especialista internacional em eventos transformadores e economia da experiência e ex-diretora de tecnologia do Burning Man.

O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana - Image 1 of 4O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana - Image 2 of 4O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana - Image 3 of 4O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana - Image 4 of 4O Metaverso Desencadeado: A Ascensão dos Espaços Digitais em Escala Humana - Mais Imagens+ 6

Paredes móveis: o efeito transformador das divisórias retráteis e articuladas

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A flexibilidade tornou-se uma característica marcante dos interiores contemporâneos, impulsionada por fatores como a evolução dos programas arquitetônicos e a redução progressiva das áreas internas, entre outros. Essa transição transformou os ambientes internos de estáticos em dinâmicos, buscando alcançar um equilíbrio sofisticado na configuração espacial. Esse sentimento é bem sintetizado pela declaração de Ricardo Bofill de que "a arquitetura é a arte de estruturar o espaço".

Diante da complexidade dos espaços internos, é fundamental promover a versatilidade espacial, auxiliada por elementos como o design multiuso e o mobiliário flexível. Surge, contudo, um desafio: embora essas estratégias redefinam os limites e a essência dinâmica dos interiores, aspectos como a acústica costumam ser negligenciados — um fator que se tornou crucial em ambientes como escritórios, salas de reunião, escolas, auditórios, entre outros. Portanto, aprimorar o desempenho acústico torna-se essencial para criar interiores multiuso funcionais. Nesse sentido, as paredes acústicas móveis da Skyfold surgem como uma alternativa interessante, já que suas soluções atuam tanto como barreiras de isolamento acústico quanto como peças de design.

Cabines mais inteligentes para um escritório mais inteligente: novas cabines de trabalho inteligentes marcam uma evolução digital para escritórios híbridos

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Após se acostumarem com o conforto e a autonomia do trabalho remoto, especialistas preveem que a cultura do ambiente de trabalho nunca voltará totalmente a ser como antes. As empresas podem maximizar a produtividade de suas equipes ao mesclar a flexibilidade do trabalho remoto com a colaboração criativa do trabalho presencial em um sistema híbrido. No entanto, enquanto quartos de hóspedes e mesas de cozinha foram sacrificados para criar espaços de trabalho confortáveis em casa, o espaço do escritório — originalmente projetado em torno de um modelo 100% presencial — também precisa aceitar as mudanças.

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Estreia do Filme: "A Voice for the 450 Plus" do Black Females in Architecture

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A Black Females in Architecture (BFA) é uma empresa social que apoia uma rede de mais de 450 mulheres negras em profissões do ambiente construído em todo o mundo. Fundado pelas arquitetas Neba Sere, Selasi Setufe e Akua Danso, o grupo defende a diversidade e a equidade racial e de gênero em todos os setores do ambiente construído, incluindo arquitetura, urbanismo, paisagismo, engenharia, design e construção.

Temos o prazer de apresentar a estreia de seu curta-metragem "A Voice for the 450 Plus" para o público global pela primeira vez desde sua exibição na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023. O filme celebra as contribuições contínuas de mulheres negras nas áreas do ambiente construído, mostrando ao mundo como elas colaboram para moldar o futuro de nossas cidades.

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Além da transparência: 5 edifícios que destacam fachadas de tijolos de vidro

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As fachadas de tijolos de vidro surgiram como uma tendência arquitetônica cativante, combinando a elegância atemporal do vidro com a robustez dos tijolos. Além disso, esses elementos podem apresentar maior resistência térmica do que os fechamentos de vidro convencionais. 

Essas fachadas criam um efeito pixelado que joga com luz e sombra, transmitindo a luminosidade de forma ideal ao mesmo tempo em que preservam a privacidade. A maneira como as fachadas de tijolos de vidro suavizam e diluem as vistas externas pode aumentar a sensação de tranquilidade e foco. De edifícios comerciais elegantes a projetos residenciais de vanguarda, as fachadas de tijolos de vidro continuam a expandir os limites da inovação arquitetônica, cativando tanto profissionais de projeto quanto o público observador.

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Habitação social na América: os/as arquitetos/as devem responder ao chamado

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Se você acompanha as políticas de habitação nos Estados Unidos, talvez tenha notado um termo específico surgindo com frequência ultimamente: habitação social. Talvez você tenha lido um longo artigo acadêmico, more em uma cidade que está codificando uma política de habitação social, como Seattle ou Atlanta, ou tenha visto uma das menções recentes no The New York Times, destacando casos de sucesso nos EUA e em Viena. No campo do design, o Dezeen está publicando uma série sobre o renascimento da habitação social.

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A cortina, elemento-chave na certificação de edifícios sustentáveis

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Quando Wallace S. Broecker introduziu pela primeira vez os conceitos de aquecimento global na década de 1970, é provável que a sociedade não antecipasse as implicações desse fenômeno. Hoje, mais de 50 anos depois, deixamos de apenas prever um cenário climático adverso para presenciá-lo diretamente. Atualmente, é evidente que a Terra bate recordes de temperatura ano após ano, como resultado de uma disparidade na resposta global e de uma redução de emissões de carbono que avança lentamente.

Para reduzir as emissões de CO2 na arquitetura, é crucial implementar estratégias eficazes que abordem tanto a fabricação de materiais quanto o ciclo de vida dos edifícios, bem como o consumo de energia durante o seu uso. Em países como os EUA, aproximadamente 45% do consumo de energia no setor residencial é destinado ao aquecimento e resfriamento dos espaços, tornando fundamental a adoção de um projeto eficiente dos edifícios, especialmente na fachada. Para alcançar este objetivo, estão sendo implementadas políticas que promovem a transição para um modelo mais sustentável. Nesse novo modelo, as certificações de sustentabilidade para edifícios fornecem uma estrutura de medição e avaliação do consumo de recursos.

Uma abordagem única para a criação de espaços públicos: em conversa com Alejandro Haiek

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Escritórios de arquitetura costumam iniciar seu processo de projeto a partir de um/a cliente, que define o programa e o terreno. Alejandro Haiek, fundador do The Public Machinery, adota uma abordagem diferente. O The Public Machinery se descreve como uma rede de arquitetos/as e designers que trabalham coletivamente, observando, imaginando e propondo, por iniciativa própria, intervenções urbanas públicas. Suas propostas situam-se na interseção entre arte, arquitetura e engenharia, articulando engajamento comunitário, ecologia e novas tecnologias em formas inovadoras de infraestrutura social. O financiamento é obtido por meio de pesquisas e bolsas públicas, o que permite criar espaços públicos que desafiam expectativas, tanto em seu processo de projeto quanto na forma física que assumem.

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Arquitetura Temporária na Índia: Mercados e Bazares

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As paisagens urbanas da Índia são caracterizadas por uma negociação entre o formal e o informal, a permanência e a impermanência. Estruturados em meio a edifícios de concreto e bairros planejados, mercados improvisados e bazares formam o núcleo da vida urbana. Muitas vezes compostos por estruturas sustentáveis, esses centros comerciais transitórios exibem uma forma de arquitetura rudimentar que lança raízes profundas nas tradições culturais e econômicas da Índia.

O coração do urbanismo informal da Índia reside em seus mercados públicos e bazares de beira de estrada que existem há séculos. Essas zonas urbanas carregam uma história que, acredita-se, teve origem na era dos mercadores itinerantes e das relações comerciais imperiais. Hoje, esses ambientes evoluíram para labirintos densos de abrigos temporários feitos de chapas de zinco recicladas, coberturas de lona e postes de madeira. Esses bazares transformam organicamente as vizinhanças em um caos coreografado de comerciantes, mercadorias e o público em geral. Os mercados semanais costumam ter proporções massivas, sendo montados a cada poucos dias apenas para desaparecer novamente.

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