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Como os edifícios super altos estão envelhecendo?

Em 1853, na Feira Mundial de Nova York, um senhor de terno e cartola subiu a uma plataforma suspensa e ordenou que a corda a qual a sustentava fosse cortada. Ele caiu alguns centímetros, mas o sistema de segurança entrou em ação e a plataforma se manteve estável para delírio da multidão que estava assistindo. Nesse momento, talvez nem Elisha Graves Otis tivesse dimensão de como sua invenção iria mudar definitivamente o rumo da arquitetura.

Com o invento do elevador, o céu se tornou o limite, e a partir de então os primeiros edifícios de 7 a 10 andares começaram a surgir. Mosette Broderick, diretora de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Nova York, comenta que o Edifício Equitable Life Assurance, inaugurado em 1870 com sete andares, causava fascínio e medo ao mesmo tempo. O último andar, por exemplo, raramente era alugado.

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Trabalhar de forma mais inteligente, e não com mais esforço, para reduzir as emissões do concreto e do aço

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Hoje está claro que aproximadamente 80% das emissões de projetos de arquitetura paisagística vêm dos materiais. Isso inclui a extração de recursos naturais, sua fabricação, transporte e construção em parques, praças, ruas, campi e bairros. Uma parcela significativa das emissões no ambiente construído decorre de dois materiais: o concreto e o metal, o que inclui o aço e o alumínio.

O desafio reside no fato de que utilizamos grandes volumes de ambos os materiais, que são difíceis de substituir devido à sua resistência e utilidade, além de que mitigar seu impacto ambiental é um processo complexo. No entanto, há avanços em curso.

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"A arquitetura é aquele elemento fixo dentro da natureza": David Montalba em Meu Ponto de Vista

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Descubra a edição mais recente de "My Point of View" da Sky-Frame, com o arquiteto David Montalba.

David Montalba nasceu na Suíça, mas cresceu na Califórnia. Tornou-se um surfista apaixonado, flutuando nas ondas do Pacífico, contemplando a terra firme, mas sempre sentindo e ouvindo o oceano ao seu redor; profundamente conectado à natureza.

“Eu já surfava aos 12 ou 13 anos, e essa foi a minha grande motivação provavelmente até os 18 ou 19”, observa ele. “Trouxe uma espécie de espiritualidade para a minha vida. Foi quando me senti mais conectado com a natureza e verdadeiramente comigo mesmo... Ainda é algo muito especial para mim. É uma daquelas coisas que conseguem, ao mesmo tempo, nos ancorar e nos conectar com a natureza de uma forma única.” 

Podcast The Second Studio: Conceitos em escritórios de arquitetura

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem o papel dos conceitos de arquitetura no dia a dia profissional. Os dois abordam a importância do pensamento conceitual, a ausência de conceitos nos escritórios de arquitetura, a diferença entre projetos no ambiente acadêmico versus na prática, os desafios de fundir o pensamento conceitual aos aspectos técnicos do cotidiano de trabalho, entre outros temas. Divirta-se!

Barcelona Capital Mundial da Arquitetura 2026: Concurso Internacional de Ideias 10 Empenas para Jovens Arquitetos/as

Enquanto Barcelona se prepara para ser a Capital Mundial da Arquitetura em 2026, a cidade convoca jovens arquitetos/as com menos de 35 anos para reimaginar 10 empenas cegas permanentes — uma em cada distrito — e transformá-las em novas fachadas que deixarão um legado urbano. Este Concurso Internacional de Ideias para Jovens Arquitetos/as tem como objetivo melhorar a qualidade do espaço público por meio da transformação e da revitalização. Organizado pela Prefeitura de Barcelona e pela Fundació Mies van der Rohe, em parceria com a UNESCO e a União Internacional de Arquitetos (UIA), o certame busca propostas arquitetônicas que deem significado a paredes atualmente anônimas e sem nenhum destaque, expostas no espaço público em um estado provisório permanente.

De elefantes brancos a estruturas sustentáveis: a história das arquiteturas olímpicas

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Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.

Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.

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Do patrimônio industrial à habitação acessível: a história por trás do DADA Distrikt em Brno, República Tcheca

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Em resposta à disparada dos preços dos imóveis na República Tcheca, o escritório de arquitetura KOGAA transformou um antigo depósito em Brno no DADA Distrikt, um empreendimento residencial acessível e diverso. A abordagem econômica do projeto, viabilizada por meio de financiamento compartilhado e vendas diretas, evita os custos adicionais associados às incorporadoras, ao mesmo tempo em que recupera parte do patrimônio industrial da cidade, transformando-o em um distrito urbano ativo. O projeto também incorpora medidas de sustentabilidade voltadas para a redução dos custos de manutenção, exemplificando a intersecção entre moradia acessível, restauração do patrimônio e vida urbana sustentável.

O projeto agora faz parte do Open House Brno, um festival gratuito de fim de semana, realizado anualmente, que permite ao público entrar e explorar diversos locais da cidade, descobrindo suas histórias e narrativas arquitetônicas. Este ano, o festival adota o conceito curatorial de “Inclusão e Acessibilidade”, apresentando a integração sem barreiras de espaços urbanos e o impacto social das edificações. Ao todo, 58 locais estarão abertos aos visitantes, explorando uma variedade de programas e escalas demonstrando

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Como as inovações estão mudando o poliestireno expandido (EPS)?

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À medida que nos aproximamos do seu centenário, o poliestireno expandido (EPS) tornou-se amplamente utilizado em várias indústrias e aplicações, especialmente na construção. Desde 1970, o EPS tem sido usado na construção de edifícios devido às suas propriedades de isolamento térmico, estrutura leve de células fechadas, resistência durável e integridade de longo prazo. No entanto, enquanto essas qualidades o tornam altamente útil e fácil de reciclar, também geraram debate devido a discussões recorrentes sobre seus processos de degradação e impacto ambiental de várias perspectivas.

Enquanto o debate continua, muitas melhorias e abordagens alternativas surgiram em torno deste material, destacando que alcançar uma construção sustentável envolve usar o material certo para o trabalho certo desde o início. Assim, ao longo do tempo, as inovações trouxeram novas opções para a reciclagem e uso do EPS além das aplicações tradicionais de construção, como blocos de preenchimento ou painéis de divisórias. Isso demonstra que, em vez de estigmatizá-lo como um material problemático ou "simples", é essencial considerar suas qualidades por meio de design, tecnologia e desenvolvimento de métodos para gerenciamento responsável e sustentável.

Paris está pronta para as Olimpíadas? Explorando as implicações de sediar eventos globais em toda a cidade

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No início do século XX, os Jogos Olímpicos incluíam algumas competições de medalhas inusitadas, como projeto de arquitetura e planejamento urbano. Embora essas categorias não façam mais parte do programa olímpico, a arquitetura e o planejamento urbano continuam a exercer um impacto crucial no desenvolvimento desse evento esportivo global. As cidades candidatas a sediar os Jogos enfrentam o grande desafio de adaptar sua infraestrutura para acomodar não apenas as arenas e instalações, mas também todas as estruturas de apoio necessárias para uma edição segura e agradável. Com Paris não é diferente. Embora a cidade tenha sediado duas edições anteriores dos Jogos há mais de um século, os desafios das Olimpíadas modernas têm se mostrado significativos. No entanto, a ampla infraestrutura da cidade permitiu que as autoridades ajustassem as medidas na busca por um desenvolvimento sustentável durante e após os Jogos. A menos de um mês da cerimônia de abertura, explore as medidas adotadas pelas autoridades municipais e os impactos de longo prazo de sediar um evento olímpico.

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Ítala Fulvia Villa e seu Sexto Panteão: a história por trás da necrópole brutalista de Buenos Aires

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Por volta de 1949, a cidade de Buenos Aires liderava a construção do Sexto Panteão no bairro da Chacarita. De caráter monumental e estilo brutalista, esta necrópole subterrânea revelou-se a primeira e maior experimentação de arquitetura moderna no âmbito funerário. Projetada por Ítala Fulvia Villa, uma das primeiras arquitetas e urbanistas argentinas, além de pioneira do modernismo sul-americano, juntamente com sua equipe formada por Leila Cornell, Raquel S. de Días, Gunter Ernest, Carlos A. Gabutti, Ludovico Koppman e Clorindo Testa, esta obra foi investigada por Léa Namer, que desenvolveu um profundo trabalho de estudo e análise, refletindo sobre o legado de uma utopia moderna e de uma releitura feminista da história.

Design urbano queer: planejamento para cidades inclusivas

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As teorias em evolução do design urbano buscam reformular como as cidades são construídas e vivenciadas. Com uma crescente empatia em relação às necessidades de diversos grupos, o design urbano queer representa uma mudança abrangente e holística na compreensão da identidade e da comunidade nos espaços públicos. Essa abordagem desafia os métodos tradicionais - que costumam ser rígidos - de planejamento urbano ao aplicar os princípios da teoria queer, que valoriza a fluidez e a interconexão. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ de 2024, o ArchDaily explora os fundamentos do "design urbano queer" para influenciar práticas mais inclusivas no planejamento das cidades.

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Prêmio Internacional VELUX para Estudantes de Arquitetura 2024 anuncia dez vencedores regionais

O júri do International VELUX Award selecionou dez vencedores regionais entre os 468 projetos inscritos, provenientes de 220 escolas de arquitetura de todo o mundo. O prestigiado júri, composto por Song Yehao (CN), Jenni Reuter (FI), Ewa Kurylowicz (PL) e Kent Holm, da VELUX A/S (DK), reuniu-se em Copenhague.

Como transformar instantaneamente programas de necessidades em espaços 3D

Todo projeto começa com um programa de necessidades que esboça os espaços, áreas e requisitos essenciais para dar início ao processo de projeto. Este documento fundamental orienta profissionais de arquitetura a compreenderem as demandas do cliente, distribuírem o espaço de forma eficiente e garantirem que a proposta atenda aos requisitos funcionais do projeto.

No entanto, converter manualmente esses dados tabulares de uma planilha para dados espaciais em sua ferramenta de volumetria é uma tarefa incrivelmente tediosa e demorada. Ferramentas como o Snaptrude foram desenvolvidas para ajudar profissionais de arquitetura a realizarem iterações mais rápidas e a tomarem decisões de projeto mais fundamentadas.

Anunciados os vencedores do 19º Concurso de Estudantes de Arquitetura da Saint-Gobain

Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.

Arquitetura extrema: desafios e soluções em ambientes inóspitos

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“Em diversas regiões do planeta, a natureza impõe condições adversas ao corpo humano. Nesses locais, projetar um edifício é quase como criar uma vestimenta: um artefato que protege e oferece conforto. Esse desafio exige um desempenho tecnológico que deve estar aliado à estética. Fazer o ser humano sentir-se bem envolve mais do que apenas atender às noções de conforto e segurança; é também uma questão de trabalhar os espaços em suas dimensões simbólicas e perceptivas.” Este é o início da descrição para o projeto da Estação Antártica Comandante Ferraz, do Estúdio 41, localizada na Península Keller, onde o mar ao redor congela por cerca de seis a sete meses do ano, em que tudo e todos chegam por avião ou navio e a loja de ferragens mais próxima está a dias de distância. Se projetar uma edificação já apresenta inúmeras complexidades, não é difícil imaginar os desafios adicionais ao desenvolver algo em um ambiente extremo, como temperaturas muito altas ou baixas, ou em locais suscetíveis à corrosão, radiação, entre outros. Neste artigo, vamos explorar as dificuldades, as principais soluções e os materiais utilizados nesses contextos.

Ação climática significa escolher materiais locais e de baixo carbono

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“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.

As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.

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O que são tecnologias vernaculares?

A arquitetura vernacular tem ganhado cada vez mais espaço na teoria e na prática projetual com suas características sendo estudadas e revisadas. Um impulso relacionado a diferentes fatores, mas principalmente, ao contexto de mudanças climáticas o qual estamos vivendo que pede por soluções construtivas mais sustentáveis e conectadas ao contexto.

Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.

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Uma cobertura de vidro multicolorido para os sentidos, abrigo e hospitalidade: O Pavilhão Panorama Vertical

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Embora a abordagem sensorial no ambiente construído seja frequentemente baseada, em primeiro lugar, em aspectos visuais como a cor e a luz, à medida que nos aprofundamos na relação da arquitetura com os sentidos, surgem outros elementos essenciais, tais como aromas, texturas, sons e até sabores. Esses componentes são fundamentais para criar uma experiência profunda entre o/a usuário/a e o ambiente onde ela ocorre, demonstrando que o design e a experiência sensorial estão intrinsecamente conectados.

Dessa forma, o design sensorial oferece uma atmosfera imersiva para um espectro completo de sentidos, cuja percepção se estende além dos limites físicos. Um exemplo disso é o Vertical Panorama Pavilion, localizado em uma região da Califórnia (EUA) com uma forte identidade ligada à tradição vinícola. Esta estrutura, com uma cobertura de vidro composta por intercalares de PVB colorido, serve de abrigo para a hospitalidade. Inspirada na natureza, a cobertura do pavilhão desperta todos os sentidos: desde a textura do cascalho no caminho de pedestres até as correntes de vento locais e os aromas característicos da região.

Inteligência artificial além de projetos conceituais: Aplicações práticas para a arquitetura

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No âmbito da arquitetura, observa-se um crescente interesse dos consumidores por soluções integradas que ofereçam suporte abrangente em todas as fases de um projeto, que simplifiquem e otimizem cada fase do ciclo de vida dos projetos de construção, proporcionando maior eficiência e precisão. Isso perpassa etapas como a orçamentação, o planejamento e gerenciamento da obra, a gestão orçamentária de recursos e suprimentos, a compra de materiais e chega até a venda do imóvel. 

Explorando as estratégias arquitetônicas passivas nos edifícios icônicos de Renzo Piano

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Não é exagero dizer que Renzo Piano é um dos arquitetos mais unânimes que existem no mundo da arquitetura. Com uma obra que mescla respeito ao contexto, leveza e tecnologia para criar estruturas ambientalmente conscientes e esteticamente agradáveis, sua abordagem combina materiais avançados com técnicas tradicionais. Em projetos de diversas escalas, o arquiteto genovês mantém um fio condutor essencial: a implementação de estratégias arquitetônicas passivas, destacando a importância desses métodos para a sustentabilidade e a eficiência energética. Isso é frequentemente explicitado em seus croquis, como uma preocupação inicial, e se concretiza claramente nas obras finalizadas. Veja, a seguir, alguns exemplos em projetos icônicos desenvolvidos pelo seu escritório nas últimas décadas.

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Vagas em Chongqing | Weijian Architects: Arquiteto/a de Projetos, Designer de Arquitetura, Estagiário/a de Arquitetura

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O We Live Architects (未见筑) é um escritório de design de vanguarda sediado em Chongqing. Caracterizado por uma prática orientada pela pesquisa e pela busca de originalidade, o estúdio conta com uma equipe criativa e internacional, cujos profissionais principais são graduados em conceituadas instituições de design nacionais e internacionais, como a Bartlett School of Architecture (UCL), a Escola de Arquitetura da Academia Central de Belas Artes (CAFA), Goldsmiths (University of London), a Universidade de Nottingham e a Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).

A partir de uma abordagem que integra humanidades e tecnologia, fundamentada na tríplice relação entre o ser humano e o meio ambiente, a sociedade e si mesmo, o escritório utiliza o espaço como plataforma. O trabalho de design é desenvolvido sob três dimensões — forma, morfologia e conceito —, com o compromisso de criar experiências espaciais singulares para a cidade.

O escopo de atuação do estúdio abrange desde a renovação urbana e edifícios públicos até o planejamento cultural e turístico e espaços comerciais. O portfólio inclui projetos de arquitetura e revitalização de alta qualidade, como o Edifício Amarelo de Liziba, o Jiangxiaobai Yi Mu San Fen Di, o Distrito de Curadores de Luxelakes e a Vila Jialing Bridge East.

Filosofia de Design
O We Live Architects é um escritório de design vanguardista e, ao mesmo tempo, autêntico. Tendo a imaginação como ponto de partida e a originalidade como princípio, buscamos revelar a identidade singular de cada projeto; com a responsabilidade como pilar fundamental, controlamos todo o processo para garantir uma execução de alto padrão. Atuamos sintonizados com o ecossistema e com a época em que vivemos, transitando no limiar entre "o razoável e o proibido". Desafiamos premissas de projeto que sejam "imperfeitas, porém interessantes" e defendemos uma postura "talvez impopular, mas genuína". Focados na relação tríplice entre as pessoas e o ambiente, a sociedade e si mesmas, propomos o espaço como plataforma de experimentação, trabalhando a partir da forma, da morfologia e do conceito para criar dinâmicas e experiências singulares que inspirem novas perspectivas.

Projetar espaços para experiências musicais impactantes

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O consumo de música esteve, historicamente, intimamente ligado aos ambientes nos quais é desfrutado. Antes do surgimento das gravações musicais, ouvir música era uma atividade social vinculada a rituais coletivos em espaços físicos, como concertos ou pequenos encontros comunitários. Com o desenvolvimento das mídias físicas e, hoje, com a disponibilidade imediata de praticamente qualquer tipo de música ao nosso alcance, a experiência musical tornou-se uma atividade mais solitária e rotineira. No entanto, o retorno às raízes dessas experiências musicais comunitárias pode trazer inúmeros benefícios, extremamente necessários em nossa era digital de isolamento. Esses eventos musicais coletivos têm o potencial de fortalecer significativamente a coesão social de uma comunidade e melhorar sua saúde mental por meio de experiências compartilhadas memoráveis.

O aspecto físico dessas experiências não deve ser subestimado. É aí que o design inovador e a arquitetura entram em cena, transformando meros espaços em catalisadores de curiosidade, transcendência e alegria coletiva. Ao aproveitar as tecnologias emergentes e promover a colaboração interdisciplinar, designers e arquitetos/as podem criar ambientes que elevam concertos e rituais musicais a momentos transformadores e de conexão profunda.

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Novos escritórios de arquitetura latino-americanos que fazem mais com menos

Jovens práticas latino-americanas têm provocado mudanças de paradigmas no âmbito arquitetônico ao instigar uma nova abordagem da profissão perante a sociedade. São explorações desenvolvidas a partir do risco, que surgem da proximidade afetiva e de uma compreensão aprofundada do contexto, nascendo de referências próximas como a geografia, os materiais e os recursos disponíveis. Com identidade própria, essas práticas tomam certa distância da herança moderna, que continua forte no meio, trazendo soluções autênticas e inovadoras para lidar com o cenário desafiador.

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"O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo": Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton

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Presidido pela laureada com o Prêmio Pritzker Anne Lacaton, o júri do European Collective Housing Awards acaba de selecionar os vencedores de sua primeira edição. Instituído pelo Instituto de Arquitetura Basca e pelo Arc en Rêve Centre d’Architecture, em colaboração com o Departamento de Planejamento Territorial, o prêmio celebra a inovação e a excelência no projeto de habitação coletiva, enfatizando a estética, a responsabilidade social e a sustentabilidade ambiental. Os projetos vencedores — a cooperativa de habitação La Borda, na Espanha, e a conversão de um antigo depósito de vinhos em habitação, na Suíça — foram selecionados entre 171 propostas de 19 países europeus por suas contribuições para novas construções e para a renovação, respectivamente.

Anne Lacaton, reconhecida por seu trabalho inovador ao lado de seu parceiro Jean-Philippe Vassal, trabalha há décadas para expandir os limites da arquitetura de habitação sustentável e socialmente responsável. A dupla laureada com o Prêmio Pritzker é celebrada por sua abordagem inovadora em relação à habitação social e pelo compromisso em melhorar a qualidade de vida de moradores e moradoras. Sua filosofia de trabalho centra-se na criação de espaços generosos e adaptáveis que repensam a forma como vivemos coletivamente. Diretamente de San Sebastián, o ArchDaily teve a oportunidade de entrevistar a vencedora do Prêmio Pritzker para aprofundar-se em sua prática e filosofia arquitetônica. Na entrevista, a arquiteta abordou seus valores fundamentais, a importância do reúso na habitação social e as tendências promissoras no design de habitação coletiva que emergiram desta primeira edição da premiação.

"O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo": Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton - Imagen 1 de 4"O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo": Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton - Imagen 2 de 4"O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo": Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton - Imagen 3 de 4"O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo": Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton - Imagen 4 de 4O espaço individual é tão importante quanto o espaço coletivo: Em conversa com a laureada do Prêmio Pritzker, Anne Lacaton - Mais Imagens+ 9

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