A escolha entre um piso vinílico e um piso laminado já não é necessária, uma vez que o piso híbrido resiliente combina as melhores características de ambos os materiais. Kiwi é um piso natural fabricado com 80% de madeira e uma tecnologia de impregnação premium que o torna 100% impermeável. Este produto apresenta 80% de madeira, enquanto os 20% restantes são compostos por resinas vegetais. Com isso, o produto é 100% livre de PVC, tornando-se uma opção totalmente ecológica.
No turbilh&ilhão do dia a dia, a grande maioria dos centros urbanos se transforma para dar lugar a novas funções e/ou necessidades de suas populações, que buscam melhorar, renovar ou atualizar as infraestruturas, equipamentos, redes e espaços que viabilizam a vida em comunidade. Com o passar do tempo, diversas edificações que outrora cumpriam funções importantes de proteção ou abrigo começam a se tornar obsoletas. Contudo, o legado patrimonial que deixam testemunha a passagem do tempo e oferece um relato vivo de sua história, colaborando para a consolidação da identidade e para o reconhecimento de um sentimento de pertencimento.
Em algum momento, você pode ter se perguntado: "Quem é o/a principal arquiteto/a do mundo?". Trata-se de uma pergunta complexa, mas, felizmente, não existe uma única resposta definitiva. Se você tem curiosidade sobre o panorama global das indústrias de arte, arquitetura e design, o World Design Rankings (WDR) oferece um vislumbre interessante do pulso criativo das nações. Em vez de apenas citar nomes, o ranking traça um panorama amplo das potencialidades, fragilidades e do potencial inexplorado de cada país no universo do design.
Em meados do século XX, a maioria dos países do continente africano conquistou sua independência. Aquele período de euforia trouxe consigo um sentimento de otimismo em relação ao futuro e o desejo de romper com o passado. O modernismo, como movimento arquitetônico, mostrou-se ideal para a época, e as nações recém-independentes lançaram amplos programas de construção para se firmarem como estados plenamente soberanos.
Os hotéis são uma tipologia edilícia que ilustra a complexa história arquitetônica e política da época. Alguns foram construídos especificamente para acolher delegações internacionais, outros para impulsionar o turismo, e outros ainda surgiram do desejo de líderes fortes. Embora constituam uma tipologia marginal, diversos hotéis espalhados pela África funcionam como registros físicos de capítulos importantes na história de seus respectivos países.
Viajar por terra pelas vastas extensões regionais dos países africanos sempre foi uma provação ineficiente, sobretudo na África Ocidental. O Google Maps estima, de forma otimista, que seriam necessárias 53 horas de condução ininterrupta para ir de Lagos, a maior cidade da Nigéria, a Dakar, capital do Senegal. No entanto, essa estimativa ignora a precária infraestrutura rodoviária, as complexas travessias de fronteira e os desafios socioeconômicos que, na realidade, estendem a viagem para cerca de uma semana.
Por essa razão, o projeto em andamento da Rodovia Costeira Trans-Oeste-Africana surge como uma grande oportunidade para conectar e liberar o potencial da região. Essa iniciativa, também conhecida como TAH 7, é uma rodovia transnacional que interliga 12 nações costeiras da África Ocidental, da Mauritânia, no noroeste, à Nigéria, no leste. Sua construção gradual abre novos caminhos para o transporte de cargas, infraestrutura ferroviária e, acima de tudo, formas inovadoras de arquitetura nas regiões de fronteira, respondendo às suas funções socioculturais singulares.
Os diretores da National Public Radio (NPR) achavam que tinham um plano sólido. Há mais de uma década, eles começaram a planejar novos escritórios no bairro de NoMa, em Washington, D.C., para consolidar 800 funcionários em três edifícios. O projeto de reuso adaptativo de um antigo galpão, orçado em US$ 201 milhões, somado a uma nova torre de sete andares, foi inaugurado em 2013 com pés-direitos monumentais, uma academia 24 horas, um café gourmet com chef residente e dezenas de bicicletários para incentivar o uso da bicicleta. Há apenas um problema: quase ninguém trabalha lá hoje em dia.
Pelo menos três quartos das baias de trabalho compactas que tomam andares inteiros do edifício estavam estranhamente vazios durante uma visita guiada da convenção anual do American Institute of Architects (AIA), realizada em junho — e isso não se devia ao fato de os repórteres estarem na rua cobrindo pautas. Devido às políticas de trabalho remoto, poucos profissionais de redação e edição usufruem dos US$ 44 milhões investidos em equipamentos de áudio e multimídia de ponta, além dos 14 estúdios e seis cabines de gravação do edifício.
Bali, frequentemente chamada de "Ilha dos Deuses", é conhecida pela harmonia singular entre o microcosmo da vida humana e o macrocosm do meio ambiente. Esse delicado equilíbrio está profundamente enraizado em sua arquitetura tradicional, que reflete a sinergia entre elementos culturais, religiosos e ambientais. Com uma população de aproximadamente quatro milhões de habitantes, Bali é a única província de maioria hindu na Indonésia. Embora apenas 1,7% da população total do país pratique o hinduísmo, 87% dos moradores de Bali seguem essa fé. Ao longo dos séculos, a arquitetura balinesa evoluiu sob a influência da antiga cultura Bali Aga, do Reino de Majapahit, da colonização holandesa, de fluxos migratórios e da ascensão do turismo global. Quem visita a ilha se encanta não apenas pelos templos e belezas naturais, mas também por seus estilos arquitetônicos em constante evolução, que buscam preservar a essência cultural do lugar.
Com o fim de 2024, um ano dinâmico que questionou saberes, tradições e inovações, analisamos como os acontecimentos e tendências globais influenciaram o design de espaços internos. No ano passado, a prática da arquitetura suscitou debates globais, desafiando normas e tradições ao mesmo tempo que valorizou regiões antes negligenciadas. O design de interiores, por outro lado, adotou uma postura mais reservada e modesta, priorizando a simplicidade e a individualidade. Um ano depois, os temas gerais da arquitetura e do design de 2023 permanecem os mesmos — ou melhor, reforçados —, mas agora incorporam "experimentações artesanais" por meio de intervenções sutis, semelhantes à acupuntura.
À medida que o panorama arquitetônico continua a evoluir em resposta aos desafios globais urgentes, eventos como bienais, semanas de design e feiras desempenham um papel fundamental na definição do futuro da profissão. Esses encontros facilitam o intercâmbio de ideias inovadoras, a exploração de práticas sustentáveis e o fomento da colaboração entre arquitetos/as, designers e urbanistas. Funcionam não apenas como plataformas para a exibição de projetos de vanguarda, mas também como fóruns para um diálogo crítico sobre o impacto do ambiente construído na sociedade e no planeta.
Realizados em todo o mundo entre setembro e dezembro de 2024, diversos eventos de destaque buscam engajar a comunidade da arquitetura. O Fórum Urbano Mundial no Cairo foca em ações sustentáveis locais, ao passo que a Dubai Design Week apresenta o design inovador no Oriente Médio. O World Architecture Festival em Singapura traz apresentações de projetos ao vivo, e o Architecture & Design Film Festival em Nova York oferece narrativas instigantes e fundamentais para o discurso contemporâneo.
Salzburgo, na Áustria, situada às margens do rio Salzach, é uma cidade onde a história e a arquitetura se fundem de forma harmoniosa. Dominado pelo imponente Castelo M, seu centro histórico reflete um rico patrimônio barroco. Marcos urbanos como a Catedral de Salzburgo, projetada por Santino Solari, e o elegante Palácio Leopoldskron revelam um passado marcado pela imponência e influência cultural. Quem visita a cidade pode percorrer séculos de evolução arquitetônica por suas ruas, desde fortalezas medievais até o esplendor barroco, tudo isso em um sítio declarado Patrimônio Mundial da UNESCO. A cada inverno, esse cenário acolhe o Mercado de Natal de Salzburgo, reconhecido como um dos mercados de Advento mais antigos da Europa, com origens que remontam ao "Tandlmarkt" do século XV.
No entanto, Salzburgo também se revela uma cidade de contrastes. A arquitetura moderna deixou sua marca, integrando-se de forma equilibrada ao cenário histórico. Projetos modernos como o Stadt Park Lehen e o Paracelsus Bad & Kurhaus destacam o design contemporâneo, enquanto o Instituto de Farmácia e a Extensão Gusswerk trazem um novo frescor ao tecido urbano local. Esse equilíbrio entre o antigo e o novo define Salzburgo, onde cada camada arquitetônica contribui para a narrativa dinâmica e em constante evolução da cidade.
Em seu escritório com sede em Dhaka, em Bangladesh, Marina Tabassum busca criar uma linguagem arquitetônica que seja simultaneamente contemporânea e enraizada em seu lugar. Uma das primeiras obras que realizou após fundar seu próprio escritório em 2005 — a Mesquita Bait Ur Rouf, em sua cidade natal — recebeu o Prêmio Aga Khan de Arquitetura, que reconhece projetos que respondem às necessidades e aspirações de sociedades muçulmanas.
O Museu da Independência de Bangladesh, que ela projetou em parceria com seu ex-sócio, Kashef Mahboob Chowdhury, do escritório URBANA, tornou-se um marco nacional. No entanto, Tabassum também trabalha na escala íntima da habitação, desenvolvendo estruturas espaciais modulares inovadoras construídas com bambu. Ela já lecionou em escolas de arquitetura pelo mundo todo. Recentemente, foi agraciada com um prêmio do Architecture, Culture, and Spirituality Forum e apontada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes de 2024 por seu trabalho em design sustentável e socialmente responsável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140660/luz-empatia-e-silencio-a-arquitetura-de-marina-tabassumMichael J. Crosbie
A evolução de novas tecnologias, aplicações inovadoras e a transição para soluções sustentáveis são fundamentais na arquitetura hoteleira contemporânea. Esses avanços buscam conscientizar sobre a preservação ambiental, ao mesmo tempo que elevam o conforto interno e o bem-estar. De resorts de grande porte e complexos turísticos a cabanas e refúgios remotos, o projeto de áreas comuns incorpora mobiliário essencial para o desenvolvimento de atividades, equipamentos de climatização adequados e acabamentos de pisos e paredes alinhados a necessidades específicas.
As greenways (ou rotas verdes), como tipologia de desenho urbano, tornaram-se um elemento essencial no planejamento das cidades modernas. Elas surgem em resposta à crescente fragmentação das paisagens urbanas por elementos como rodovias. Geralmente, integram espaços naturais e construídos, proporcionando conexões necessárias entre várias partes da cidade. Ao mesmo tempo, promovem a acessibilidade de pedestres, a recreação e a interação social. A Rose Kennedy Greenway, no centro de Boston, nos Estados Unidos, exemplifica essa abordagem de projeto centrada nas pessoas. O projeto, cujas obras começaram em 1991, demonstra o potencial das greenways para reconectar ambientes urbanos e melhorar a vida comunitária. Sendo uma série de parques projetados por diversos escritórios de arquitetura, seu objetivo é criar vínculos físicos e espaços significativos que promovam o desenvolvimento social e o sentido de lugar.
"Provavelmente, em outras épocas, o conhecimento era um segredo, e isso fez com que não se avançasse muito. À medida que o conhecimento se torna público, o conhecimento avança." - Juan Baixas
Este microdocumentário da HOLDER é o resultado de uma iniciativa dedicada a dar visibilidade ao design contemporâneo latino-americano por meio de suas histórias e criações. Neste primeiro episódio, relata-se, em primeira pessoa, a criação e o desenvolvimento da cadeira Puzzle de Juan Baixas, peça que em 2015 foi incluída na coleção permanente do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, destacando sua importância no design moderno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140648/holder-archive-number-01-juan-baixas-cadeira-puzzle-1975ArchDaily Team
A linha tênue entre arte e ofício, criatividade e funcionalidade, expressão pessoal e demandas sociais ou industriais é um limite que a arquitetura navega com extremo cuidado. Essa dualidade é cada vez mais moldada pela necessidade urgente de enfrentar os desafios ambientais. Na vanguarda dessa evolução estão os materiais e sistemas construtivos, os blocos de construção essenciais do projeto e da execução. Historicamente, a arquitetura dependia de matérias-primas naturais como madeira, pedra e metais, que definiam os espaços construídos, mas frequentemente sobrecarregavam os ecossistemas. Hoje, a disciplina parece passar por uma transformação profunda, indo além da mitigação de impactos negativos para promover ativamente a regeneração do planeta.
De materiais regenerativos que integram biologia e engenharia a princípios de economia circular que redefinem o uso de recursos, passando por abordagens híbridas que mesclam métodos tradicionais com tecnologia de ponta, essas inovações estão redesenhando as bases do ambiente construído. Neste artigo, recapitamos os principais avanços do ano em materiais e sistemas construtivos, mostrando como estão conduzindo a arquitetura em direção a um futuro sustentável. Seja por meio de materiais que sequestram carbono, de sistemas projetados para desmontagem e reutilização, ou de tecnologias que fundem a natureza à engenharia, esses desenvolvimentos ressaltam o papel essencial que os materiais e sistemas construtivos desempenham na criação de um mundo regenerativo, resiliente e consciente de seus recursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140443/adaptar-respirar-regenerar-vislumbrando-um-novo-capitulo-nos-materiais-arquitetonicosArchDaily Team
A manipulação e a combinação de materiais são buscas constantes na arquitetura. Isso não apenas ampliou as possibilidades construtivas, mas também permitiu a criação de formas e estéticas singulares a partir de uma mesma materialidade. Um exemplo disso é o cimento Portland, elemento essencial na mistura de água e agregados que compõem o concreto, que viabiliza a criação tanto de elementos estruturais quanto decorativos. Paralelamente, como resultado da pesquisa por materiais inovadores, o fibrocimento surgiu (inventado por Ludwig Hatschek) no final do século XIX, combinando cimento Portland, materiais de origem mineral e fibras de celulose.
Atualmente, o fibrocimento — caracterizado por qualidades técnicas fundamentais como esbeltez, leveza, durabilidade e flexibilidade estética — destaca-se em diversas aplicações ligadas ao design, que vão do mobiliário a sistemas de fachadas. É nestas últimas que o material assume expressões notáveis, graças às suas texturas, incombustibilidade, resistência à chuva e maleabilidade. Por esse motivo, elaboramos um guia de projeto que aborda o uso do fibrocimento, explorando os princípios a serem considerados no detalhamento de fachadas, no que diz respeito à sua materialidade, dimensões, paginação, detalhes e aplicações especiais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140445/guia-de-projeto-trabalhando-com-fachadas-de-fibrocimentoEnrique Tovar
A arquitetura residencial em ambientes naturais apresenta um distanciamento claro em relação ao desenho urbano. Diferentemente dos contextos densamente povoados e artificiais das cidades, aqui o cenário se desloca para uma paisagem natural preexistente, muitas vezes sutil. Isso exige uma abordagem mais sensível e integrada, que prioriza a harmonia com o entorno em vez do domínio sobre ele. A exploração de projetos conceituais nesse campo pode ajudar a promover uma compreensão mais profunda de práticas construtivas sustentáveis, da escolha de materiais adequados ao contexto ecológico e da integração delicada da habitação humana em ecossistemas preexistentes.
A cada mês, a equipe de curadoria do ArchDaily seleciona uma coleção de projetos conceituais enviados por nossos leitores e leitoras, organizados em torno de um tema ou programa. Esses projetos são desenvolvidos por escritórios de arquitetura de pequeno e grande porte de todo o mundo e enviados abertamente para a plataforma ArchDaily, formando assim uma comunidade global de profissionais que compartilham seus trabalhos — sejam eles puramente conceituais, propostas de concursos ou fases iniciais de projeto. As submissões estão abertas a todas as pessoas. Se quiser contribuir, envie seu trabalho seguindo as instruções aqui.
Bali costuma ser mais associada às suas praias e ao setor de lazer. E com razão, já que a província indonésia recebeu mais de 2,9 milhões de turistas apenas este ano. Além dos visitantes temporários, Bali também abriga residentes de longo prazo e nômades digitais, o que contribuiu para o seu rápido crescimento populacional. Isso, naturalmente, impactou a densidade urbana e a demanda por novos alojamentos e serviços, abrindo espaço para propostas arquitetônicas criativas e para a exploração de novos materiais.
Essa tendência se manifesta frequentemente em projetos construídos em bambu, com a ilha servindo de palco para algumas das construções vernáculas mais antigas e complexas com o material. Esse conhecimento pode ser transmitido a arquitetos/as e profissionais de todo o mundo que desejam compreender como esse material versátil pode ser aplicado em seus próprios países. Diversos escritórios locais e globais de renome, como IBUKU e Bamboo U, têm defendido essa arquitetura ecologicamente consciente em seus projetos, sempre focados na preservação da natureza e no resgate e otimização das técnicas construtivas tradicionais.
Robert Wilson encarna as funções de direção, cenografia, design de iluminação e arquitetura em uma única figura. Internacionalmente aclamado como pioneiro da iluminação cênica e agraciado com inúmeros prêmios de prestígio, incluindo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e o Praemium Imperiale, Wilson, atualmente com mais de oitenta anos, continua a viajar pelo mundo encenando produções extraordinárias. Seu uso da luz e da cor é marcado pela precisão e pelo minimalismo, criando cenas que oscilam habilmente entre a quietude e o drama. Durante os ensaios no Düsseldorf Schauspielhaus, ele detalha a relação entre palco e arquitetura, seu processo criativo e o profundo impacto da luz sobre a escuridão.
Água e iluminação natural? À primeira vista, parecem conceitos distantes: um é tangível, enquanto o outro — embora intangível — se manifesta através de seus efeitos e qualidades perceptíveis. Ambos são recursos potentes e recorrentes no projeto de arquitetura, muitas vezes empregados apenas com fins compositivos. No entanto, no contexto de piscinas cobertas, essa combinação costuma ser orientada de forma estritamente funcional, priorizando a "proteção" contra estímulos externos. Essa abordagem unidimensional pode limitar a interação dinâmica entre a água e a luz natural, resultando em desafios estéticos, funcionais e operacionais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140438/veja-como-elevar-o-nivel-de-piscinas-cobertas-com-solucoes-de-iluminacao-naturalEnrique Tovar
Gazeley Regional Distribution Centre. Imagem cortesia de Kingspan
O isolamento desempenha um papel essencial nas edificações atuais — seja para proporcionar eficiência térmica visando reduzir a demanda de energia e mitigar as emissões de carbono, seja para atenuar a transmissão de ruídos e garantir o conforto acústico. Cada edificação apresenta requisitos específicos em relação ao tipo de isolamento necessário para pisos, coberturas, tetos e paredes. Para atender a essas diferentes demandas, a Kingspan desenvolveu uma gama de soluções holísticas de isolamento adequadas ao futuro do ambiente construído.
De produtos com menor pegada de carbono incorporado a materiais de base biológica, a redução do impacto ambiental é uma área de crescente importância. Ao mesmo tempo, a necessidade urgente de melhorar a eficiência térmica de edifícios existentes muitas vezes exige tecnologias de isolamento que possam se integrar às estruturas atuais sem demandar espessuras excessivas. Para sistemas de revestimento, a reação ao fogo pode ser tão importante quanto a condutividade térmica, enquanto para painéis acústicos que integram a decoração interna, a estética é tão crucial quanto a absorção sonora.
Guarda-corpos e quebra-ventos desempenham um papel fundamental na arquitetura contemporânea, combinando segurança, funcionalidade e apelo estético. Esses sistemas são cruciais para proteger espaços elevados, como varandas, terraços e escadas, incorporando materiais como vidro laminado temperado, aço inoxidável, alumínio e sistemas inovadores de fixação. Isso garante transparência e vistas desobstruídas sem comprometer a segurança. Além disso, contam com opções personalizáveis, incluindo perfis de acabamento superior, corrimãos e iluminação integrada, permitindo que arquitetos e arquitetas criem espaços únicos e de forte impacto visual que atendem a objetivos tanto práticos quanto estéticos.
Em essência, um sistema de guarda-corpo consiste em um conjunto de componentes cuidadosamente projetados, em que cada elemento desempenha um papel vital para garantir a segurança e a estética. Para além do impacto visual desejado, esses sistemas devem ser altamente confiáveis e seguros para cumprir sua função primordial. No cerne do sistema estão os componentes de fixação, que fornecem suporte e direcionamento, com opções de preenchimento — como painéis de vidro, barras, tubos ou cabos — que equilibram segurança e estilo. Os perfis de base (base shoes), uma tipologia de guarda-corpo, fixam os painéis de fechamento de vidro diretamente à estrutura, garantindo durabilidade e precisão. Os corrimãos opcionais podem ser montados em montantes ou fixados diretamente no vidro, enquanto os perfis superiores (top rails) oferecem um toque estético, ao mesmo tempo em que protegem a borda superior do vidro e auxiliam no seu alinhamento.
Diante das rápidas transformações do cenário profissional contemporâneo, o escritório deixou de ser um ambiente estático. À medida que as empresas consolidam modelos de trabalho híbridos e equipes flexíveis, a demanda por espaços de trabalho adaptáveis e focados nas pessoas nunca foi tão premente. Em colaboração com a Foster + Partners Industrial Design, a UniFor respondeu a essa transição com a coleção XYZ, uma série de mobiliários modulares e versáteis projetados para atender às necessidades dinâmicas dos escritórios atuais.
A coleção é composta por três produtos principais: o X Shelving System, a Y Table, e a Z Desk — cada um deles desenvolvido para dar suporte a diferentes modos de trabalho, mantendo uma linguagem visual coesa e harmoniosa.