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Industrial Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Construindo em escala: Como o aço de grandes vãos amplia as possibilidades arquitetônicas

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O que acontece quando a arquitetura é desafiada a criar um espaço sem limites? Centros de convenções, estádios, fábricas e centros de logística partem do mesmo desafio arquitetônico: criar interiores amplos e contínuos que possam acomodar fluxos, visibilidade e usos dinâmicos. Quanto maior o vão, maiores são as exigências estruturais e, consequentemente, as possibilidades arquitetônicas.

A arquitetura de grandes vãos não é uma ambição recente. Há séculos, arquitetos e arquitetas buscam maneiras de cobrir grandes espaços públicos, desde a cúpula monumental do Panteão até as galerias de ferro e vidro do Palácio de Cristal de Londres. Cada avanço expandiu os horizontes da disciplina, substituindo paredes espessas e sistemas estruturais densos por métodos mais leves e eficientes para vencer grandes distâncias. Hoje, o aço dá continuidade a essa evolução, viabilizando vãos que seriam difíceis de alcançar com sistemas estruturais convencionais, ao mesmo tempo que mantém grandes espaços públicos integrados, flexíveis e adaptáveis. A alta relação resistência-peso do aço permite vencer vãos maiores com menos pilares e sistemas estruturais mais esbeltos, ao passo que componentes pré-fabricados simplificam a construção e reduzem os trabalhos no canteiro de obras.

Desenterrando o solo: arquitetura e a política do petróleo

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Este artigo faz parte de "Thresholds", uma edição especial impressa do jornal Cobe Notes x ArchDaily.

Sob o solo reside um material que moldou silenciosamente a arquitetura do mundo moderno. O petróleo raramente é debatido no discurso arquitetônico; no entanto, a extração, a circulação e o consumo do óleo reorganizaram profundamente a lógica espacial dos territórios. Oleodutos, refinarias, plataformas de perfuração, portos, rodovias e complexos petroquímicos formam uma vasta paisagem infraestrutural que sustenta a vida contemporânea, compondo uma arquitetura dispersa da energia.

Ao longo dos séculos XX e XXI, o petróleo tornou-se a base material da sociedade industrial. Ele abasteceu os transportes, moveu fábricas e sustentou o crescimento de cidades cuja organização espacial dependia de fluxos contínuos de energia. No entanto, as infraestruturas que viabilizam esses fluxos raramente se tornam objetos de investigação arquitetônica. A atenção permanece voltada majoritariamente para a forma, a tipologia ou a densidade urbana, enquanto os sistemas materiais que sustentam esses ambientes costumam ficar à margem da disciplina.

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Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea

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O movimento Arts and Crafts costuma ser lembrado como um estilo arquitetônico definido por detalhes artesanais, escala íntima, materiais naturais e pela rejeição ao excesso e à indústria. Sua influência é frequentemente rastreada por meio de características visuais que continuam a aparecer na arquitetura e nos interiores contemporâneos — da madeira exposta e da marcenaria artesanal à ênfase na textura e na permanência —, contudo, reduzir o movimento a um vocabulário estético significa ignorar sua contribuição muito mais significativa. Para William Morris, Philip Webb, John Ruskin e seus contemporâneos, a arquitetura era uma questão de como as coisas eram feitas, quem as fazia e se o processo de feitura poderia cultivar dignidade, significado, cultura e beleza.

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Guia de arquitetura de Birmingham: esplendor industrial e experimentação moderna

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A arquitetura de Birmingham reflete a história da cidade como um dos primeiros centros industriais da Inglaterra. A riqueza gerada na cidade e na região circundante deu origem à imponência da era vitoriana no século XIX. Os intensos bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial causaram destruição generalizada. A esse período seguiu-se uma rápida reconstrução entre as décadas de 1950 e 1970, que introduziu o modernismo racional e a ambição brutalista que hoje caracterizam grande parte do centro da cidade. Algumas décadas mais tarde, o apagamento urbano retornou a Birmingham, trazendo consigo a revisão de decisões tomadas em meados do século XX. Notadamente, o Bullring Centre e a Biblioteca de Birmingham foram demolidos para dar lugar a novos projetos do século XXI, acrescentando novas camadas de riqueza ao ambiente construído da cidade.

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Memória da Terra: 4 Exemplos que Reinventam as Antigas Fábricas de Cerâmica

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Há um gesto ancestral em dar forma à terra. Muito antes da arquitetura se constituir como disciplina, o barro já era moldado pelas mãos e transformado pelo fogo, convertendo matéria bruta em utensílio doméstico e objeto cultural. Na história desse ofício, as fábricas de cerâmica marcam a transição do saber manual para a produção em série, ampliando sua escala sem romper completamente com a origem material. Dispersas por diferentes territórios, essas estruturas registram a relação entre técnica, paisagem e tempo. Com o passar das décadas, no entanto, muitas delas acabaram perdendo sua função original, sendo substituídas por processos mais tecnológicos ou fagocitadas pelo desenvolvimento urbano ao seu redor, passando a ocupar um estado intermediário, entre permanência e obsolescência.

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O caso Nordhavn: 10 projetos que transformam porto de Copenhague em ícone de regeneração urbana e sustentabilidade

O que acontece quando o passado industrial de uma cidade se torna matéria-prima para o seu futuro? Nordhavn, em Copenhague, transforma o antigo porto em um laboratório vivo de urbanismo sustentável, onde galpões e armazéns dão lugar a distritos independentes, ilhotas e canais que redesenham um novo modo de habitar.

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De fábricas a residências: adaptações contemporâneas da arquitetura industrial espanhola

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Casa Rec / Guallart Architects. Image Cortesía de Guallart Architects

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A progressiva desindustrialização das cidades, seja devido a mudanças nas regulamentações de proteção ambiental - em termos de ruído e emissões -, ou ao aumento do valor dos terrenos, levou a um deslocamento sistemático dos edifícios fabris em direção à periferia dos conglomerados urbanos. Por conta disso, muitos edifícios industriais tornaram-se vazios e obsoletos, perdendo suas funções originais. Devido às suas dimensões, grandes vãos, flexibilidade e indeterminação espacial, no entanto, estes edifícios são, em geral,  espaços apropriados para a realização de reformas que permitem a incorporação de novos programas.

Vejlskovgaard Stable / LUMO Architects

Vejlskovgaard Stable / LUMO Architects - EstábulosVejlskovgaard Stable / LUMO Architects - EstábulosVejlskovgaard Stable / LUMO Architects - EstábulosVejlskovgaard Stable / LUMO Architects - EstábulosVejlskovgaard Stable / LUMO Architects - Mais Imagens+ 13

  • Arquitetos: LUMO Architects; LUMO Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  8800 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2012

A nova fábrica urbana: o eco-parque industrial de Torrent Estadella, Barcelona

É possível dar um futuro à indústria no coração da cidade central de Barcelona?

Através do projeto "The New Urban Fabrik", desenvolvido por encomenda da Prefeitura de Barcelona, os arquitetos e urbanistas Eduard Balcells e Honorata Grzesikowska buscam assumir a extensa zona industrial de Torrent Estadella.

O objetivo é gerar novos tipos de manufatura urbana para a área, reconectando-a aos bairros vizinhos por avenidas verdes que recuperam o antigo sistema de "rieres" (rios secos que enchem quando chove), o desenvolvimento de uma nova chave urbanística que permita a aparição de novas tipologias de edifícios industriais de gabarito mais compacto e urbano, e, por outro lado, estratégias de gestão, governo e promoção industrial para facilitar a relação entre os clientes e cidadãos com as indústrias locais.

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Celeiro Moderno / Specht Harpman

Celeiro Moderno / Specht Harpman - RestauraçãoCeleiro Moderno / Specht Harpman - RestauraçãoCeleiro Moderno / Specht Harpman - RestauraçãoCeleiro Moderno / Specht Harpman - RestauraçãoCeleiro Moderno / Specht Harpman - Mais Imagens+ 10

  • Arquitetos: Specht Harpman; Specht Harpman

Casa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC

Casa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC - ComunitárioCasa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC - ComunitárioCasa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC - ComunitárioCasa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC - ComunitárioCasa Viveiro de Plantas / 1+1>2 International Architecture JSC - Mais Imagens+ 11

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Soc Son District, Vietnã

Deusjevoo / a2o-architecten

Deusjevoo / a2o-architecten - Arquitectura Industrial
Cortesia de a2o-architecten
  • Arquitetos: a2o-architecten; a2o-architecten

Deusjevoo / a2o-architecten - Arquitectura IndustrialDeusjevoo / a2o-architecten - Arquitectura IndustrialDeusjevoo / a2o-architecten - Arquitectura IndustrialDeusjevoo / a2o-architecten - Arquitectura IndustrialDeusjevoo / a2o-architecten - Mais Imagens+ 11

Novo Depósito Depot / Heinrich Böll Architect

Novo Depósito Depot / Heinrich Böll Architect - Armazéns /Depósitos
© Thomas Mayer
  • Arquitetos: Heinrich Böll Architekt; Heinrich Böll Architekt
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2012

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Hangar Agricole / LOCALARCHITECTURE

Hangar Agricole / LOCALARCHITECTURE - GranjaHangar Agricole / LOCALARCHITECTURE - GranjaHangar Agricole / LOCALARCHITECTURE - GranjaHangar Agricole / LOCALARCHITECTURE - GranjaHangar Agricole / LOCALARCHITECTURE - Mais Imagens+ 23

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Lignières, Suíça

Dynamo Metal Workshop / phalt Architekten

Dynamo Metal Workshop / phalt Architekten - Edifícios InstitucionaisDynamo Metal Workshop / phalt Architekten - Edifícios InstitucionaisDynamo Metal Workshop / phalt Architekten - Edifícios InstitucionaisDynamo Metal Workshop / phalt Architekten - Edifícios InstitucionaisDynamo Metal Workshop / phalt Architekten - Mais Imagens+ 12