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Arquitetos: INARO Integrated Architecture Office
- Área: 16500 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Riikku, Tiileri


Como as sociedades apoiam e incentivam arquitetos/as em início de carreira? Jovens arquitetos/as são profundamente influenciados/as por sua educação formal e pelo contato inicial com o setor. Diferentes sistemas organizacionais em cada região — sejam passivos, por meio de fatores contextuais, ou ativos, mediante benefícios tangíveis — existem para ajudá-los/as a ingressar no mercado. No entanto, cabe questionar com que frequência refletimos sobre esses sistemas de apoio estabelecidos. Seriam eles eficazes em formar profissionais completos/as ou, sem querer, acabam reforçando certos vieses na prática da arquitetura?

O National Council of Architectural Registration Boards (NCARB) divulgou a edição de 2024 do seu relatório “NCARB By The Numbers”, uma pesquisa anual sobre o panorama do registro profissional nos Estados Unidos. Os dados oferecem uma visão geral do setor, apresentando o perfil demográfico de candidatos e candidatas ao registro em arquitetura. Embora os avanços em equidade de gênero e diversidade racial tenham sido graduais, eles evidenciam uma tendência positiva impulsionada por iniciativas que buscam tornar o registro mais acessível a diferentes grupos demográficos, visando promover uma comunidade de arquitetura mais representativa.

Mais do que um mero registro visual, a fotografia de arquitetura é um meio poderoso capaz de revelar e explorar os espaços arquitetônicos sob perspectivas únicas. Pelas lentes de um/a fotógrafo/a talentoso/a, a arquitetura manifesta seu jogo de luzes e sombras, a tectônica de seus elementos estruturais, o detalhamento meticuloso dos encontros de materiais e as narrativas mais amplas do patrimônio cultural. No Dia Mundial da Fotografia de 2024, celebramos essa forma de arte singular destacando o trabalho de 25 fotógrafos/as de destaque que capturaram a arquitetura em suas formas mais evocativas.
Entre as séries fotográficas apresentadas, Paul Clemence explora a precisão minimalista dos museus suíços, Iwan Baan oferece uma narrativa visual de Praga, enquanto Simone Bossi destaca o contraste entre as estruturas construídas pelo ser humano e o seu entorno natural. Além disso, Marc Goodwin dá continuidade à sua série sobre escritórios de arquitetura ao redor do mundo, oferecendo um vislumbre dos espaços criativos da profissão. O trabalho de Erieta Attali transporta o público a ruínas antigas para explorar justaposições históricas e paisagens culturais.

Dando continuidade à sua coleção de séries fotográficas que retratam escritórios de arquitetura pelo mundo, o fotógrafo da Archmospheres, Marc Goodwin, agora explora os espaços de trabalho em Taiwan. Entre os escritórios registrados estão estúdios de renome como o Fieldoffice Architects — cuja produção tem grande relevância cultural por representar um exemplo da arquitetura desconstrutivista taiwanesa —, além de outros nomes como KRIS YAO | ARTECH, Divooe Zein Architects e hii architects.
Para criar esta coleção, Marc Goodwin colaborou com o arquiteto, editor, professor e curador italiano Alessandro Martinelli, radicado em Taipé. Martinelli selecionou os participantes com a colaboração de Chung-Hsiung Wang, curador do Pavilhão de Taiwan na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018. A série continuará a ser desenvolvida com a criação de maquetes para cada estúdio, que serão expostas ao lado das fotografias no Pavilhão de Taiwan na Bienal de Veneza.


Dando continuidade ao seu trabalho de explorar os espaços de trabalho de escritórios de arquitetura pelo mundo, o fotógrafo da Archmospheres, Marc Goodwin, chegou ao Japão, onde registrou o espaço de trabalho de escritórios como Kengo Kuma & Associates, Tato Architects, Akihisa Hirata e Nori Architects. Em colaboração com Marc Goodwin, o/a arquiteto/a e escritor/a Samuel Michaëlsson viajou ao Japão no outono de 2019 para entrevistar os participantes, resultando em uma série de vídeos que aprofundam essa exploração.
As fotografias revelam fragmentos do cotidiano nesses estúdios. Embora nem todos os edifícios tenham sido projetados pelos escritórios de arquitetura que os ocupam, cada estúdio conferiu um toque pessoal ao seu espaço, alinhando-o à sua cultura interna e às suas tradições. Um exemplo disso é o Tato Architects, para quem a cozinha se tornou um importante espaço de encontro, já que os membros da equipe se revezam no preparo do almoço e as refeições conjuntas desempenham um papel significativo na história do escritório.


O campo da arquitetura e do design é dinâmico, frequentemente gerindo investimentos em grande escala e envolvendo uma ampla gama de profissionais. Naturalmente, nesse tipo de ambiente, o sucesso não é definido apenas pela qualidade das estruturas concluídas, mas também pela capacidade interna dos escritórios de arquitetura de gerirem suas operações comerciais com eficácia. Para arquitetos/as e designers, medir o desempenho vai além das métricas financeiras; abrange uma gama diversa de fatores que refletem a eficiência, a criatividade e o impacto do escritório no setor.
Diversas métricas fundamentais podem ser mensuradas, desde objetivos financeiros até a gestão do relacionamento com clientes, inovação, influência e desenvolvimento profissional, ajudando arquitetos/as e designers a avaliarem seu desempenho sob diferentes perspectivas. Como diz o famoso ditado, "o que é medido é gerenciado". Para apoiar essa iniciativa, o 2024 Architecture Business Benchmarks Report, da Monograph, oferece uma análise minuciosa de cinco métricas fundamentais.

Como um dos quatro elementos essenciais que sustentam a vida neste planeta, a água é crucial para a sobrevivência de todas as espécies. Assim como os animais selvagens têm uma afinidade pelos corpos d'água, nós, humanos, também nos atraímos por eles.
Embora nossos portos, lagos e vias navegáveis não desempenhem mais o papel de centros internacionais de transporte e áreas de alimentação como no passado, a melhoria na qualidade do ar, o clima mais ameno e o aumento no relaxamento e na atenção plena proporcionados pela presença de água fresca ou corrente significam que espaços como bares na orla de um rio, hotéis à beira-mar e casas diante de lagos estão entre os mais populares de suas categorias.
As residências a seguir demonstram como corpos d'água próximos podem ser mais bem aproveitados com uma arquitetura e design excepcionais.

Na área da arquitetura, os desafios são diversos, incluindo longas jornadas de trabalho, salários baixos, desigualdade e falta de transparência. Contudo, focar exclusivamente nos aspectos negativos muitas vezes é insuficiente e até mesmo simplista. É crucial refletir sobre como enfrentamos essas questões no nosso cotidiano, promovendo tomadas de decisão éticas, estimulando o trabalho em equipe, a colaboração e facilitando a adaptação e a inovação. Embora os projetos e clientes frequentemente sejam o centro das atenções, raramente exploramos profundamente a cultura dos escritórios de arquitetura, o ambiente de trabalho, sua rotina e dinâmica.

Frequentemente apelidada de “Manhattan do Maas”, Roterdã é uma cidade sem igual nos Países Baixos. A metrópole neerlandesa, com seu horizonte marcante, narra uma trajetória arquitetônica singular, cujos capítulos passam pelos escombros dos devastadores bombardeios da Segunda Guerra Mundial, seguidos por uma história de reconstrução que transformou a cidade em um polo de arquitetura experimental e planejamento urbano. Hoje um mosaico de estilos arquitetônicos, Roterdã abraçou a inovação, tornando-se uma vitrine global para o design de vanguarda e o desenvolvimento urbano sustentável.
Em 1940, quase todo o centro da cidade foi devastado por bombas alemãs. Em vez de seguir o exemplo de reconstrução de outras cidades europeias, Roterdã optou por se reinventar. Atualmente, a cidade abriga algumas das obras mais conhecidas da arquitetura holandesa, como as Kubuswoningen ou o Het Nieuwe Instituut. Sua postura aberta à inovação e à experimentação continua a atrair talentos de todo o mundo, à medida que sua silhueta marcante se transforma e se adapta às exigências contemporâneas.

O mercado do bem-estar está em alta. Estima-se um crescimento de 60% nos últimos cinco anos, desde a pandemia de Covid, com os consumidores cuidando cada vez mais de sua saúde física e mental. Atualmente, entende-se que o bem-estar — a virtude de se sentir bem tanto no corpo como na mente — é mais afetado pelo nosso ambiente do que costumávamos admitir.
Desde 2020, estamos migrando rapidamente para longe das cidades, com mudanças no trabalho e na vida para incluir mais belezas naturais e a busca pelo nirvana: mais bem-estar. Esses quatro centros de bem-estar cuidam de complementar os arredores rejuvenescedores ao ar livre com atividades de cura e arquitetura, ajudando os visitantes a sentirem-se em paz consigo mesmos e com o mundo ao seu redor.



A complexidade do nosso mundo está em constante crescimento e, com ela, aumentam a pressão e as exigências sobre o ambiente construído. Os/as arquitetos/as enfrentam uma tarefa monumental: traduzir as necessidades em constante mudança da sociedade em soluções tangíveis, eficazes e sustentáveis. Questões urgentes como a crise climática, a rápida urbanização, a densidade populacional e o déficit habitacional exigem uma nova arquitetura — que não tenha medo de questionar as formas tradicionais de trabalho e que esteja preparada para assumir esse desafio. Hoje, o setor precisa se adaptar, evoluir e inovar para lidar com tais desafios. A disponibilidade de dados está mudando as regras do jogo e, à medida que a tecnologia continua a avançar, novas formas de pensar, criar e interagir com o ambiente construído serão viabilizadas.
Neste artigo, investigamos os efeitos da transformação digital, de que forma ela está reconfigurando o setor e os questionamentos que levanta sobre o futuro papel dos/as arquitetos/as.

O fotógrafo de arquitetura Marc Goodwin adiciona mais uma série fotográfica ao seu Atlas of Architectural Atmospheres, desta vez registrando 12 escritórios de arquitetura na capital austríaca, Viena. A série inclui os espaços de trabalho íntimos de AllesWirdGut, Feld72 Architekten e querkraft architekten, entre outros.
Goodwin trabalha neste projeto há vários anos, e a coleção reúne fotografias de ambientes de trabalho de escritórios de arquitetura em Madri, Frankfurt, Berlim, Istambul, Seul, entre muitos outros.