Sejamos sinceros. O futuro da imm cologne tem sido alvo de especulações nos últimos tempos. Trata-se da feira internacional de mobiliário que tradicionalmente abre o calendário anual, servindo como bússola para o cenário do design nos doze meses seguintes. Como qualquer feira de negócios física, o evento precisou navegar por águas turbulentas: restrições da pandemia, uma macroeconomia instável e a contínua expansão de canais alternativos.
Os ambientes urbanos estão em constante evolução, com as cidades se tornando os principais polos de diversidade cultural e vida econômica. De fato, o planeta caminha rapidamente em direção a um futuro no qual 70% da população mundial viverá em cidades até 2050. Profissionais da arquitetura estão no centro desse movimento revolucionário, repensando a própria natureza da cidade diante desse crescimento urbano acelerado. Em resposta a essa forte demanda por cidades mais novas e diversas, arquitetos/as e designers têm se inclinado para projetos multifuncionais e de uso misto. Ao atrair públicos diversos, a arquitetura de uso misto explora o potencial máximo de serviços e funções que uma estrutura pode oferecer.
Apresentando escritórios de arquitetura como Atelier 333, MOR Architects, BXB studio Bogusław Barnaś, Beek Architects, Frey Architekten e Kalbod Design Studio, entre outros, a seleção a seguir revela uma coleção de projetos arquitetônicos não construídos, enviados ao ArchDaily, que priorizam a multifuncionalidade em suas propostas. Do inovador Plata.forma em Laqlouq ao refúgio marítimo do The Ark, passando pela harmonia alpina da Swiss House, esses projetos redefinem o viver urbano.
No mundo contemporâneo da arquitetura digital, um termo se destaca mais do que qualquer outro: BIM. A Modelagem de Informação da Construção (BIM) diz respeito à inserção e associação de dados em um modelo digital. Profissionais de arquitetura utilizam o BIM por diversos motivos, mas o denominador comum de seu uso é a existência de um único modelo que serve como ponto de contato para a coordenação entre equipes internas e externas.
Flansburgh Architects, um escritório sediado em Boston e especializado em arquitetura educacional, implementou um fluxo de trabalho Big BIM para o projeto de uma nova escola na cidade de Holbrook, Massachusetts. Kent Kovacs, AIA, vice-presidente e diretor responsável, e Brian Hores, AIA, gerente de BIM, compartilharam como esse processo beneficiou o projeto.
Nos últimos três anos, passamos de nos perguntar como viveremos juntos a duvidar se algum dia conseguiremos viver juntos.
Apesar do fim da pandemia de COVID-19, as transformações urbanas previstas como consequência dela ainda não se concretizaram. A polarização global e a agitação geopolítica nos mantêm concentrados em questões imediatas, ofuscando nossa visão de futuro.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138606/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-6ArchDaily Team
Chris Bosse fundou o escritório LAVA (Laboratory for Visionary Architecture) com seus sócios Tobias Wallisser e Alexander Rieck no mesmo ano em que o Watercube, o Centro Aquático Nacional dos Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008, foi concluído. Bosse foi um dos principais designers do Watercube durante seu período na PTW Architects, em Sydney. Atualmente, o LAVA conta com cerca de 100 colaboradores distribuídos em quatro escritórios: Ho Chi Minh,Sydney, Stuttgart e Berlim. O escritório possui ainda duas filiais satélites em Honduras e em Parma, na Itália, lideradas por ex-associados. O portfólio de projetos abrange desde mobiliário, residências e hotéis até planos diretores, centros urbanos e aeroportos no Oriente Médio, América Central, Europa, Austrália e Vietnã.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem censura sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais criativos/as em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e debates pessoais.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem a arquitetura local, as construções em adobe e as paisagens naturais da região sudoeste dos Estados Unidos. A dupla aborda o papel da natureza nas cidades, o projeto de experiências, a coexistência entre arquitetura e paisagem natural, o fazer artesanal, entre outros temas. Entre os destinos visitados estão o Taos Pueblo no Novo México, o Monument Valley, o Antelope Canyon, a Taliesin West de Frank Lloyd Wright e a Arcosanti de Paolo Soleri.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, ao passo que outros oferecem dicas para colegas de design, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem o arquiteto Mark Bullivant, diretor do SAOTA, para conversar sobre sua trajetória; a formação em arquitetura na África do Sul; o desenvolvimento de projetos em múltiplos continentes; as atribuições distintas das construtoras em diferentes contextos de trabalho; sua abordagem colaborativa; a liderança e a gestão de um grande escritório; os diversos tipos de projetos em que atuam, e muito mais!
A narrativa arquitetônica da Lituânia é um mosaico de diversas influências e estilos, representando sua evolução histórica, patrimônio cultural e resiliência ao longo do tempo. Apesar do foco no artesanato tradicional, no minimalismo funcional e em materiais sustentáveis, a linguagem de design do país foi profundamente influenciada por sua posição geopolítica e por acontecimentos históricos, resultando em uma mescla de estilos de diferentes épocas. No entanto, um fator fundamental que atravessa todas as suas expressões é a conexão fluida da arquitetura lituana com o seu entorno natural.
Fachadas solares no Det Grønne Hus. Imagem cortesia de SolarLab
Reformas envolvem processos de projeto que transformam, recuperam e aprimoram elementos arquitetônicos. De sutis mudanças estéticas a acréscimos estruturais, a reforma de edifícios pode melhorar a funcionalidade, a segurança e a eficiência energética. Ao integrar novas tecnologias, as estratégias contemporâneas dão nova vida a edifícios existentes, projetando obras já construídas em direção ao futuro.
Por meio de soluções eficientes, duráveis e personalizadas, a SolarLab valoriza o patrimônio arquitetônico ao introduzir fachadas personalizadas geradoras de energia em edifícios existentes. Ao combinar perfeitamente tecnologia e liberdade de projeto, essas fachadas solares se adaptam ao estilo de cada obra, ao mesmo tempo em que funcionam como fachadas ventiladas de longa vida útil e livres de manutenção. Além disso, ao gerar eletricidade limpa, a integração desse sistema em projetos de reforma contribui para a operação diária do edifício, reduzindo de forma eficaz o seu impacto ambiental.
"The Blinkg Eye", Viktor Mayer-Schönberger, Karl-Heinz Machat, 2019
Estamos cada vez mais habituados/as a confiar em tecnologias para ler e processar dados referentes ao passado, de modo a interpretar o presente e prever o futuro. Paralelamente, um número crescente de estudos mostra que a quantidade e os tipos de variáveis que regem nossas sociedades estão em constante mudança. Assim como o mundo natural reage à mudança experimentando a evolução de novas espécies que não estão necessariamente destinadas a sobreviver, também nós deveríamos nos afastar momentaneamente da aplicação determinista de previsões baseadas em dados. Viktor Mayer-Schönberger e Karl-Heinz Machat propõem uma série de cenários possíveis nos quais os "Olhos da Cidade" (Eyes of the City) piscam de tempos em tempos, permitindo que modos alternativos de urbanidade sejam testados e experimentados. Metade estratégia, metade tática, essas falhas (glitches) oferecem o espaço necessário para medir a capacidade de ação do imprevisível em várias escalas.
Para a Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions) (21 de dezembro de 2019 a 8 de março de 2020), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" para estimular um debate sobre como as novas tecnologias podem impactar a arquitetura e a vida urbana. A contribuição abaixo faz parte de uma série de ensaios científicos selecionados por meio da chamada de trabalhos (call for papers) da seção “Eyes of the City”, lançada em preparação para as exposições: pesquisadores/as internacionais foram convidados/as a enviar suas reflexões em resposta à declaração dos/as curadores/as Carlo Ratti Associati, Politecnico di Torino e SCUT, que pode ser lida aqui.
Qual é o tamanho deste cômodo? Como é a vista da sala de reunião? O que você veria se olhasse de fora para dentro? Esses são exemplos clássicos de perguntas feitas a designers. Haveria resposta melhor do que mostrar imediatamente a vista em questão? O XUVER oferece uma maneira prática de compartilhar uma visualização renderizada online do seu projeto em menos de um minuto. Nenhum software adicional é necessário; tudo o que você precisa é de um link e de um navegador de internet. Um módulo de voz também permite discutir o projeto simultaneamente.
O Concurso Nacional de Projetos de Graduação (CNPP) e o Concurso Nacional de Projetos de Conclusão de Curso (CNPT) 2023 da Arquitectura Caliente são premiações abertas que buscam reconhecer e premiar os melhores projetos de estudantes de arquitetura do Chile.
Nesta nova edição, foi apresentado um total de 261 projetos inscritos, provenientes de 29 escolas de todo o Chile. No caso dos projetos de graduação, o júri premiou "projetos propositivos, inovadores e bem resolvidos para seu nível acadêmico" no segundo ano; e "aqueles projetos que estabelecem uma relação harmônica com seus contextos físicos, sociais ou ambientais" no terceiro, quarto e quinto anos. Já em relação aos projetos de conclusão de curso, o júri identificou "três ordens de projetos: territoriais, monumentais e outros próximos ao design de objetos", destacando o grande vencedor por sua valorização "do contexto, do patrimônio e da resolução técnica", conforme detalham as atas de ambos os concursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138461/22-vencedores-do-concurso-nacional-de-projetos-de-graduacao-e-trabalho-de-conclusao-de-curso-cnpp-plus-cnpt-2023ArchDaily Team
Contar a história de um único edifício pode revelar uma narrativa mais ampla sobre a própria cidade da qual ele faz parte? Essa é a premissa central do novo e envolvente livro de John King, Portal: San Francisco’s Ferry Building and the Reinvention of American Cities (W.W. Norton). O crítico de design urbano de longa data do San Francisco Chronicle escreveu uma história dinâmica e vívida deste querido edifício, inaugurado em 1898, que serviu como a principal porta de entrada para a cidade até o surgimento do automóvel (e das pontes construídas para atendê-los).
Durante décadas, o edifício permaneceu praticamente vazio e negligenciado, isolado pela Embarcadero Freeway. Após o terremoto de Loma Prieta, em 1989, a rodovia danificada acabou sendo demolida, liberando o Ferry Building, que ganhou nova vida como terminal de transporte, mercado gastronômico e edifício de escritórios. Na semana passada, conversei com King sobre a gênese do livro, a importância fundamental do terminal para a cidade de San Francisco e a ameaça que ele enfrenta com o aumento do nível do mar.
A memória é algo singular para cada indivíduo. Muitas vezes, os espaços físicos atuam como gatilhos potentes para as lembranças ou se tornam o próprio cerne da recordação. Na nova e intimista campanha da AXOR, intitulada "AXOR Places", designers parceiros/as da marca compartilham seus respectivos "Lugares de Memória". Complementados por fotografias aéreas de paisagens de Tom Hegen, os relatos dos/as designers revelam suas experiências singulares de lugar. As imagens estabelecem um paralelo entre esses "Lugares de Memória" pessoais e as possibilidades de personalização oferecidas pela coleção de misturadores AXOR MyEdition.
Quais materiais de isolamento são necessários para enfrentar os desafios do ambiente construído moderno, inclusive sobre como criar um futuro mais sustentável? E se alguns deles já estiverem disponíveis? O centro de inovação da Kingspan, IKON, reuniu um painel de especialistas para discutir algumas das principais questões e explorar soluções. Michael Bol, arquiteto e Diretor de Conceituação na Buro Kade, Benjamin Constant, Diretor de Desenvolvimento e Parcerias na Neo-Eco Partner, e Sandra Del Bove, Diretora Global de Inovação do Kingspan Group, trouxeram diferentes perspectivas e compartilharam suas experiências sobre esses temas cruciais.
Com o olhar voltado para o futuro, em 2024, a Universidad Católica del Uruguay incorpora à sua proposta pedagógica o curso de Arquitetura, Design e Ambiente. Felipe Reyno, doutor em Arquitetura e diretor do novo curso, reflete sobre a necessidade de formar arquitetos/as com um olhar contemporâneo, contextual, diverso, crítico e colaborativo.
Na cidade de Malden, na região metropolitana de Boston, Massachusetts, uma comunidade intergeracional de trinta núcleos familiares contratou um escritório de arquitetura e projetou coletivamente sua comunidade de cohousing. Respondendo ao desejo do grupo por uma vida coletiva em um contexto urbano, o escritório French2D projetou um edifício que desafia as convenções tipológicas, com unidades residenciais individuais conectadas por uma rede de espaços compartilhados. O resultado é um modelo singular e colorido de habitação multifamiliar com cerca de 4.500 metros quadrados de área construída. O projeto faz parte de um número crescente de empreendimentos de cohousing nos Estados Unidos.
Villa Groot, Bélgica / Lemaire & Longeval. Imagem cortesia de Randers Tegl
Os tijolos são materiais de construção versáteis e duráveis, que aliam qualidades técnicas e estéticas. Disponíveis em uma ampla variedade de formatos, dimensões, texturas e cores — dependendo do processo de fabricação e do tipo de argila —, a incorporação de tijolos na arquitetura resulta em fachadas e estruturas dinâmicas. Do estilo tradicional ao moderno, esses elementos versáteis podem ser organizados em diferentes paginações e integrados facilmente a outros materiais de construção, possibilitando as mais diversas expressões arquitetônicas. Além dessas qualidades, o uso de tijolos na arquitetura contemporânea destaca-se pela experimentação com o posicionamento, a orientação e as texturas do material, bem como pela adoção de princípios de design minimalistas focados em linhas simples e limpas.
Entre os diferentes tipos de tijolos, projetar com um estilo linear ou alongado envolve explorar arranjos horizontais e verticais — ou a combinação de ambos —, criando padrões modulares com um apelo visual rítmico e harmonioso. Alinhada a esse formato, a Randers Tegl desenvolveu a coleção de tijolos Ultima waterstruck, que integra processos artesanais, materiais de alta qualidade e um apelo atemporal. A partir da análise de diferentes projetos, mostramos como a estética dos tijolos lineares é aplicada na arquitetura contemporânea.
Em um ambiente visualmente superestimulado, os projetos de arquitetura competem pela atenção por meio de imagens impactantes e representações gráficas intrigantes de seus conceitos. As habilidades de visualização são altamente valorizadas na área da arquitetura, mas seu desenvolvimento exige tempo e esforço significativos. Arch-Vizz é um site dedicado tanto a estudantes quanto a profissionais que buscam aprimorar suas habilidades de visualização e ampliar sua perspectiva sobre a representação arquitetônica.
Ontem, dia 20 de abril, ultrapassamos a marca de 111 dias de pandemia. Durante esse período, estivemos ocupados brigando nos corredores de supermercados por papel higiênico na Austrália, enfrentando filas para comprar maconha em Amsterdã e impulsionando a demanda por armas nos EUA. Temos consciência de que nada disso ajudará no combate ao vírus; ainda assim, o fazemos. Para além da bizarra psique humana, esta pandemia revela tendências interessantes que, gostemos ou não, terão impacto na arquitetura e nas cidades.
https://www.archdaily.com.br/pt/1125968/apresentamos-uma-serie-ilustrada-arquitetura-e-cidades-pos-virusZaheer Allam, Gaetan Siew and Felix Fokoua
Módulos CURA. Imagem cortesia de Carlo Ratti Associati
À medida que a crise global de saúde se estende, arquitetos/as e designers colocam sua experiência, capacidade técnica e habilidades de pesquisa a serviço do combate ao coronavírus. Metropolis Magazine reuniu uma lista de diversas empresas e suas diferentes iniciativas para ajudar diante dessa situação inédita. Desde a impressão 3D de equipamentos de proteção individual para equipes médicas até o projeto de unidades modulares de terapia intensiva e a pesquisa de etapas para a conversão de edifícios em hospitais, a comunidade criativa está oferecendo sua contribuição para os esforços de enfrentamento da pandemia.
Etudes é uma obra singular entre os livros de arquitetura. Seu tema não são projetos construídos ou não construídos, mas sim lugares imaginários e composições abstratas do arquiteto de São Francisco, John Marx. Representados em delicadas aquarelas, os espaços de Marx são oníricos, assemelhando-se à estrutura e à sensibilidade de sua poesia concisa, que acompanha as páginas de suas pinturas.
Curiosamente, as ruas silenciosas e as paisagens desertas da imaginação de Marx dialogam conosco de forma extremamente oportuna, no momento em que nos deparamos com um novo mundo de cidades vazias e de atividades suspensas — um mundo que parece ter estagnado.
As imagens dos escritórios da Autodesk no MaRS, em Toronto, mostram múltiplas iterações e layouts de plantas que atenderam a diversos critérios diferentes, tanto de preferências dos funcionários quanto do programa do projeto e das necessidades ambientais. Imagem cortesia de Autodesk
Embora a ideia de Inteligência Artificial (IA) possa ser assustadora para muitos, o mais importante a se ter em mente é que ela não passa de uma ferramenta. Assim como em tantos outros momentos da história, temos encontrado constantemente maneiras de fazer mais com menos, tornando-nos mais eficientes e superando nossos limites anteriores. O desenvolvimento da IA representa um grande passo para a criação de novas aplicações capazes de impulsionar diversos setores.
Por exemplo, profissionais de design nas áreas de manufatura e saúde têm liderado o uso de IA e design generativo em benefício de suas respectivas áreas. Há excelentes exemplos de casos de uso de vanguarda, desde equipes de corrida até empresas como a Airbus, que utilizam essas ferramentas, além de outras tecnologias como IoT e RV, que também começam a ganhar força em nosso setor.