
Chris Bosse fundou o escritório LAVA (Laboratory for Visionary Architecture) com seus sócios Tobias Wallisser e Alexander Rieck no mesmo ano em que o Watercube, o Centro Aquático Nacional dos Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008, foi concluído. Bosse foi um dos principais designers do Watercube durante seu período na PTW Architects, em Sydney. Atualmente, o LAVA conta com cerca de 100 colaboradores distribuídos em quatro escritórios: Ho Chi Minh, Sydney, Stuttgart e Berlim. O escritório possui ainda duas filiais satélites em Honduras e em Parma, na Itália, lideradas por ex-associados. O portfólio de projetos abrange desde mobiliário, residências e hotéis até planos diretores, centros urbanos e aeroportos no Oriente Médio, América Central, Europa, Austrália e Vietnã.
Bosse nasceu em 1971 em Stuttgart, onde cresceu em uma família formada por um pai arquiteto e uma mãe professora do ensino fundamental. Antes de se mudar da Alemanha para a Austrália em 2002, o arquiteto estagiou por alguns anos no SMO, um escritório de pequeno porte em Colônia, e passou a maior parte da década de 1990 estudando em Berlim, Colônia e Stuttgart, na Alemanha, além de passar pela Universidade EPFL em Lausanne e pela Academia de Arquitetura de Mendrisio, na Suíça. Conversei com o arquiteto sobre sua infância, sua formação na Alemanha e na Suíça, o início de sua trajetória em Sydney, sua entrada na PTW — onde projetou o Watercube — e a visão de que um edifício "tem o potencial de se tornar mais do que um mero objeto abstrato".
















