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O que são metamateriais? Inovações na arquitetura, da invisibilidade acústica à proteção sísmica

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O futuro da indústria da arquitetura reserva inúmeras possibilidades à medida que as pesquisas na área avançam. Entre as inovações está a capacidade de tornar estruturas acusticamente invisíveis, absorver a energia de terremotos ou captar eletricidade a partir dos sons ao redor. Atributos dessa natureza podem ajudar a redefinir a funcionalidade e a sustentabilidade das edificações. Profissionais de arquitetura e cientistas estão na vanguarda dessa criação. O que torna isso viável são metamateriais que podem oferecer métodos alternativos para projetar edifícios de qualidade.

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Buildner anuncia os vencedores do Concurso MICROHOME Kingspan com fundo de prêmios de 100.000 euros

Buildner, em colaboração com a fabricante de materiais de construção Kingspan, anunciou os vencedores da MICROHOME Kingspan Edition, que conta com um fundo de prêmios de 100.000 EUR.

Interiores Conectados à Terra: Explorando Pisos de Terra Através de 10 Projetos Contemporâneos

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Materiais de pavimentação à base de terra incluem elementos naturais como argila, areia, silte, cal e fibras orgânicas. Eles proporcionam tanto desempenho estrutural quanto estímulo sensorial ao serem aplicados tanto em áreas externas quanto internas. Devido às suas propriedades térmicas, durabilidade e qualidades sustentáveis, esses materiais evoluíram de técnicas construtivas vernaculares para elementos arquitetônicos de alto valor, constantemente reinventados e otimizados. Existem diversos tipos de pisos de terra, cada um com benefícios únicos, e seu uso em ambientes internos tem se tornado cada vez mais frequente.

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A importância da intenção no design de mobiliário

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Pense em uma cadeira projetada para uma sala de reuniões. Sua altura, a postura ereta que proporciona e sua linguagem material são escolhas deliberadas — sinalizam presença, foco e certo grau de formalidade em um espaço onde decisões importantes são tomadas. Ao substituir essa cadeira por um sofá baixo e macio, toda a dinâmica espacial se transforma: o foco se dispersa, a postura relaxa e as hierarquias se dissolvem. Cada cadeira, banqueta ou sofá é mais do que uma simples maneira de preencher o espaço. Trata-se de um dispositivo projetado para um tipo específico de interação, uma postura definida, um ritmo particular de uso. Quando esses propósitos são ignorados, até mesmo os interiores com a curadoria mais cuidadosa podem parecer fragmentados ou incoerentes. O mobiliário desempenha um papel invisível, mas fundamental, na modelagem do comportamento das pessoas, de como se sentem e do tipo de trabalho que ali se realiza.

Arquitetura Hoje: Projetando espaços de trabalho, cultura e vida pública preparados para o futuro

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De Bangkok a Billund, uma nova onda de anúncios de projetos de arquitetura está remodelando a forma como os espaços de trabalho, cultura, mobilidade e vida pública são concebidos. Na Noruega, na Tailândia, nos Estados Unidos, na Dinamarca e na Austrália, essas propostas refletem uma ênfase cada vez maior na integração tecnológica, na construção sustentável e em ambientes flexíveis e preparados para o futuro. Seja projetando polos de produção para profissionais de criação digital, campi de mídia adaptáveis ou paisagens cívicas repletas de história e intenção ecológica, cada proposta oferece uma visão de como a arquitetura está evoluindo para dar suporte a indústrias emergentes, programação cultural e novas formas de engajamento público. Esta edição do Architecture Now reúne uma seleção de projetos anunciados recentemente que destacam a interseção entre design, tecnologia e inovação em um contexto global.

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De igrejas a casas: reconversões e renovações contemporâneas que fundem presente e passado

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O que implica uma mudança de uso e/ou escala nos edifícios? Como uma igreja ou capela pode se transformar em habitação? Embora a arquitetura de numerosos espaços sagrados contemporâneos demonstre uma grande capacidade de adaptação e evolução, os limites da criatividade de profissionais da área se estendem para além de sua concepção apenas como estruturas de espiritualidade ou culto. Em nível global, a reconversão de grandes igrejas e pequenas capelas em residências particulares revela um amplo campo de intervenção e exploração, capaz de preservar, restaurar, adaptar e/ou renovar o caráter de espaços concebidos para outros usos e escalas que, por diversas razões, foram abandonados, tornaram-se obsoletos ou demandam uma transformação.

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Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

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Sob a curadoria de Carlo Ratti, a 19ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza aprofunda-se no tema "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo", com o objetivo explícito de transformar a cidade de Veneza em um "Laboratório Vivo". Além das 65 participações nacionais e de uma ampla gama de eventos educacionais e colaterais, a exposição apresenta projetos independentes que respondem diretamente ao tema central. Com a maior parte das obras exposta no histórico edifício Corderie, que se estende ao longo do lado sul do Arsenale, o evento oferece uma exploração dinâmica de ideias arquitetônicas emergentes e estratégias urbanas.

Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 - Image 1 of 4Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 - Image 2 of 4Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 - Image 3 of 4Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 - Image 4 of 4Uma crise em desdobramento com uma perspectiva esperançosa: Destaques dos projetos expostos na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 - Mais Imagens+ 41

Arquitetando a circularidade com alumínio reciclado

A reciclagem de alumínio desempenha um papel significativo na redução de emissões e na preservação de recursos no ambiente construído. Com o lançamento do Loop 80, uma liga certificada composta por 80% de material reciclado, a Alumil dá continuidade aos seus esforços para mitigar o impacto ambiental dos materiais arquitetônicos.

Após o lançamento, em 2023, do Loop 60 — o primeiro alumínio certificado com 60% de conteúdo reciclado para sistemas arquitetônicos —, o Loop 80 representa um avanço na eficiência de materiais. Certificado pela TÜV AUSTRIA, o aumento no teor de reciclagem reflete tanto o progresso técnico quanto um alinhamento mais robusto aos princípios da economia circular no desenvolvimento de produtos.

Projetos de arquitetura inovadores reconhecidos no A' Design Award 2024/2025

A inovação está prosperando em todo o mundo — e os resultados mais recentes do A' Design Award & Competition deixam isso claro. A edição de 2024–2025 reconheceu 1.823 projetos notáveis de 115 países em 157 áreas criativas. Da arquitetura e design de produtos à moda e comunicação, esses trabalhos destacam o que acontece quando a imaginação se alia à maestria técnica.

Selecionados por um júri internacional de especialistas em design, os vencedores deste ano oferecem novas perspectivas e ideias ousadas. O A' Design Award vai além do mero reconhecimento — trata-se de celebrar o pensamento original e as mentes criativas que estão remodelando a maneira como interagimos com o mundo.

IA e softwares de arquitetura na AIA25: Do código ao concreto no futuro digital

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O futuro da arquitetura não está apenas sendo desenhado — ele está sendo codificado. Desde que o matemático John W. Tukey cunhou o termo "software" em 1958 na revista *The American Mathematical Monthly*, sua influência tem se expandido constantemente, desde a revolução da ciência e da engenharia até a transformação silenciosa da arquitetura. O que antes era visto apenas como uma inovação para cálculos estruturais e desenho técnico, desde então revelou um potencial muito mais amplo, tornando-se um motor criativo na narrativa e prática arquitetônica.

Embora essa transformação já tenha se consolidado — com o software agora incorporado à nossa maneira de projetar e pensar —, ela continua a evoluir. Na recente AIA Conference on Architecture & Design em Boston, as inovações apresentadas deixaram claro que estamos entrando em um novo capítulo: um momento em que softwares e inteligência artificial não apenas aprimoram fluxos de trabalho, mas moldam ativamente a sustentabilidade, a regulamentação e a tomada de decisões. Arquitetos/as e desenvolvedores/as de software agora tratam o código com a mesma lógica de um material — moldado não por modelagem física ou escultura, mas por parâmetros, ciclos, evolução constante e feedback. Ao mesmo tempo, arquitetos/as trabalham com a IA como copiloto no processo de projeto, colaborando com ela para apoiar a tomada de decisões e aprimorar a criação.

Guia das Desigualdades, 24ª Exposição Internacional da Trienal de Milão

Após duas Exposições Internacionais — Broken Nature: Design Takes on Human Survival (2019), que explorou a relação humana com os fenômenos naturais, e Unknown Unknowns (2022), que examinou os limites do conhecimento científico —, a Triennale Milano agora convoca as comunidades cultural, científica e artística globais a confrontar a questão urgente da desigualdade.

Em uma época na qual o risco de extinção de espécies, guerras e desequilíbrios geopolíticos crescentes pairam sobre o nosso futuro, Inequalities propõe lançar um novo olhar sobre a esfera das relações humanas e as crescentes desigualdades que a atravessam.

As janelas de Veneza: como a história inspirou a modernidade

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A antiga cidade de Veneza, na Itália, que sedia tanto as edições de arte quanto as de arquitetura da Bienal de Veneza, é conhecida por sua geografia singular como uma cidade insular de canais. Com sua proeminência naval e mercantil hoje reduzida, a cidade encontrou um novo propósito como centro de estudos, exposições e turismo. Ainda assim, sua morfologia urbana e, de fato, a maioria de seus edifícios são históricos e permanecem praticamente inalterados há centenas de anos. Sua aparência exibe um vernáculo veneziano específico que resistiu ao tempo e serve de pano de fundo para as atividades contemporâneas da cidade. Como as fachadas desses edifícios, em especial suas janelas, refletem essa história? E de que maneira as poucas construções modernas da cidade, como o Palazzo Nervi-Scattolin, respondem a esse peso histórico?

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O renascimento de Gyumri: reconstruindo o patrimônio cultural da Armênia após o terremoto de 1988

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Gyumri, capital da região de Shirak na Armênia e segunda maior cidade do país, era historicamente conhecida por sua cultura e patrimônio arquitetônico. Quando integrava a União Soviética, a cidade abrigava diversas fábricas que a transformaram no principal polo industrial da região, alcançando uma população de aproximadamente 225 mil habitantes. No entanto, nas últimas décadas, Gyumri registrou um declínio populacional considerável em decorrência de um terremoto devastador que destruiu a cidade em 1988 e causou a morte de milhares de pessoas. Mais de 30 anos depois, o processo de regeneração de Gyumri ainda está em andamento. Os esforços contínuos da cidade para restaurar seu ambiente construído e impulsionar o desenvolvimento econômico oferecem lições valiosas sobre como conduzir a regeneração urbana após um desastre.

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Estética do Improviso: A Apropriação do Reuso Adaptativo de Base

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O reuso adaptativo tornou-se uma palavra de ordem na arquitetura. Apresentada como uma solução sustentável e econômica para a decadência urbana, a prática tem sido adotada por cidades que enfrentam as pressões das mudanças climáticas, restrições imobiliárias e a necessidade de preservação cultural. Profissionais de arquitetura são cada vez mais contratados/as para reabilitar o antigo em vez de construir o novo. No âmbito desse discurso, surge uma reflexão crescente sobre quem tem o direito de reutilizar e como.

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Espaços para folhear: o equilíbrio entre comércio e comunidade no projeto de livrarias

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A livraria contemporânea é um espaço paradoxal. É comercial, mas raramente comercializada; pública, mas frequentemente de propriedade privada; de escala reduzida, mas de impacto abrangente. À medida que tipologias arquitetônicas adjacentes evoluem sob as pressões do consumo digital, da precariedade econômica e da mudança de hábitos sociais, a livraria não encolheu, mas se adaptou ao século XXI. Não se trata de um local para trocas literárias privadas ou institucionais, mas de um híbrido espacial que acolhe o ritual, o descanso, a performance e a socialização.

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Soluções de design para espaços reduzidos: maximizando o espaço em apartamentos com menos de 40 metros quadrados

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Viver em cidades densamente povoadas é uma realidade para muitas pessoas. Embora os benefícios da vida urbana—como a proximidade de comodidades, infraestrutura, oportunidades de emprego e estilo de vida—continuem sendo muito valorizados, as residências sofreram uma redução significativa em sua área útil. A tendência de apartamentos menores tem se tornado cada vez mais comum, com o design de interiores desempenhando um papel fundamental. A redução da metragem quadrada exige o uso eficiente do espaço e layouts de planta inteligentes. No entanto, longe de gerar espaços monótonos, a criatividade no design tem levado a soluções arquitetônicas interessantes que condensam uma vida de alta qualidade no que frequentemente se chama de microapartamento ou estúdio, com áreas de até 40 m².

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Torneiras de cisne, metais de concha quadriculados e a nova fronteira do design sob medida

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No cerne do design está a intersecção entre técnica e criatividade — um espaço onde ideias ganham forma e os ambientes são reimaginados. Em um mundo repleto de objetos produzidos em massa, o foco se volta para algo mais intencional, no qual cada decisão abre novas possibilidades e permite que o design se liberte do convencional. Pense na poltrona LC1 de Le Corbusier ou na cadeira Barcelona de Mies van der Rohe — não meramente mobiliários, mas sim resultados que ilustram a liberdade criativa de um ateliê, onde ideias, materiais e acabamentos dialogam em vez de simplesmente se conformarem. Essas peças não apenas preenchem um espaço; elas o reimaginam. Esse espírito de inovação estende-se hoje a cada detalhe, dos metais de cozinha aos de banheiro, nos quais a gama de escolhas — materiais, formas e funções — torna-se uma oportunidade para criar algo verdadeiramente único.

Das colinas de Atenas às crateras de Marte, descubra 8 propostas de concurso premiadas da comunidade ArchDaily

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Concursos de arquitetura há muito tempo oferecem um espaço para experimentação: plataformas onde ideias podem ser testadas, tipologias reimaginadas e questões críticas abordadas por meio do projeto. Livres de algumas das restrições das encomendas comerciais, as propostas de concursos frequentemente refletem visões ambiciosas de como a arquitetura pode responder a desafios ambientais, culturais e sociais. Quer estejam focadas em habitats futuros, instituições públicas ou infraestruturas comunitárias de pequena escala, essas propostas dão forma aos valores e prioridades que impulsionam o pensamento arquitetônico hoje.

A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito projetos premiados em concursos enviados pela comunidade do ArchDaily. Cada um deles conquistou o primeiro, segundo ou terceiro lugar em premiações locais e internacionais recentes. As propostas selecionadas abrangem uma ampla variedade de programas e geografias: uma biblioteca sustentável em Lima, um habitat marciano que explora sistemas de ciclo fechado, um orfanato para adultos projetado para o empoderamento na Índia, uma nova escola francesa em Atenas e uma iniciativa de placemaking em Singapura enraizada no folclore local. Embora variem em escala e escopo, todos eles destacam a capacidade da arquitetura de dialogar com o contexto, promover a inclusão e propor novas maneiras de habitar o espaço.

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Reimaginando a coexistência urbano-rural através da IA: em conversa com Francisco Escapil

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Que estruturas e infraestruturas mantêm os vínculos e relações entre o campo e a cidade? Como a arquitetura e as tecnologias emergentes manterão ou não essa coexistência de ambos os mundos no futuro? A redução da pegada ecológica, o impacto das mudanças climáticas, a descentralização das grandes cidades, a segurança alimentar e demais problemáticas contemporâneas interpelam profissionais de arquitetura e urbanismo em nível global sob o principal objetivo comum de melhorar a qualidade de vida da população e alcançar o bem-estar físico, mental e emocional no ambiente construído e natural.

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Um legado de madeira transformado em hub criativo

O que as nossas edificações existentes podem nos ensinar sobre como construir para o futuro? Em uma época de recursos escassos, cresce a demanda para que profissionais de arquitetura dialoguem—com o local, com sua história e com o potencial inexplorado do que já está de pé. Em vez de optar imediatamente pela demolição e por uma nova construção, o futuro da arquitetura pode residir na descoberta de possibilidades de inovação em edifícios que já resistiram ao teste do tempo.

Sistemas de fachadas metálicas com ressonância comunitária: O caso do Africatown Plaza

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À medida que os bairros urbanos continuam a evoluir, o design desempenha um papel fundamental em moldar como os edifícios respondem à urbanização, às demandas funcionais e ao caráter de seu entorno. Interligados, esses elementos orientam a transformação da vida urbana e influenciam como os novos empreendimentos se relacionam com seu contexto — uma dinâmica claramente visível no Central District de Seattle. Considerado há muito tempo um polo histórico da comunidade afro-americana da cidade, o projeto Africatown Plaza propõe uma abordagem abrangente que integra o desempenho arquitetônico com a ressonância comunitária, utilizando o envelope do edifício como principal meio de expressão.

Compreendendo a arquitetura suave: a transição do monumento ao momento

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Nos últimos anos, a arquitetura tem adotado cada vez mais a adaptabilidade, a flexibilidade e a responsividade como princípios fundamentais de projeto. Essa evolução reflete uma transição das noções tradicionais de estruturas estáticas e permanentes para ambientes dinâmicos que conseguem se ajustar a necessidades e condições em constante transformação. No cerne dessa transformação está o conceito de "arquitetura maleável", que utiliza materiais flexíveis e sistemas inovadores para criar espaços funcionais, sustentáveis e centrados nas pessoas. A arquitetura maleável ganha forma por meio de membranas que respiram, fachadas que se movem, estruturas que inflam ou se dobram e superfícies que se curvam em vez de quebrar. Isso envolve projetar para a transformação — não apenas no desempenho ambiental do edifício, mas também em como ele pode acomodar funções dinâmicas, interações de quem o utiliza ou ocupações temporárias. Essa abordagem construtiva contesta as noções tradicionais de durabilidade e controle, propondo, em contrapartida, uma arquitetura mais responsiva e de caráter aberto. Isso reflete uma consciência crescente de que os edifícios, assim como as sociedades que atendem, precisam ser capazes de evoluir.

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Celebrando a inovação em madeira: insights do Prêmio Built by Nature 2025

As inscrições para o Built by Nature Prize 2025 já estão abertas. A premiação reconhece projetos concluídos — novas construções, reformas e ampliações — que demonstrem liderança no uso de madeira sustentável e construção com materiais de base biológica. Com o objetivo de destacar as melhores práticas globais, o Prêmio oferece a profissionais de arquitetura e equipes de projeto a oportunidade de obter visibilidade internacional e contribuir para o debate em constante evolução sobre a construção regenerativa. O prazo para envio de propostas vai até as 23h59 (CET) do dia 8 de junho de 2025. As inscrições podem ser feitas pelo site builtbn.org/prize.

Projetando uma estrutura que vive e morre: Picoplanctônica e o Pavilhão do Canadá em Veneza

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O Pavilhão do Canadá na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia apresentou Picoplanktonics. Uma pesquisa que surgiu como um repensar radical de como a arquitetura pode se tornar uma plataforma que une biologia, computação e fabricação para propor um futuro alternativo — no qual os edifícios não apenas minimizam danos, mas participam ativamente da reparação do planeta. Em seu cerne está um organismo simples: a cianobactéria marinha, capaz tanto de capturar carbono quanto de contribuir para o crescimento material da estrutura que habita. O projeto foi desenvolvido ao longo de cinco anos por uma equipe de pesquisa na ETH Zurich, liderada por Andrea Shin Ling e um grupo multidisciplinar de colaboradores e colaboradoras. Juntos, formaram o Living Room Collective, fundado há um ano para dar continuidade a esse trabalho e apresentá-lo na Bienal de Veneza. A equipe principal inclui Nicholas Hoban, Vincent Hui e Clayton Lee. Esta entrevista com a equipe por trás do projeto compartilha a filosofia, os desafios técnicos e os horizontes especulativos que impulsionaram seu trabalho — desde a impressão de treliças de areia viva até a manutenção da vida microbiana em uma exposição pública. O objetivo do grupo é inspirar as pessoas a reconsiderarem a arquitetura não como um objeto estático, mas como um processo vivo e em evolução; um processo que exige cuidado, paciência e uma mudança radical de mentalidade.

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