Escola Intermediária de Burlingame. Imagem cortesia de Hamilton + Aitken Architects.
“Quando começamos, nosso objetivo era mudar o mundo, fazer algo que realmente fizesse a diferença na vida das pessoas”, afirmou Chad Hamilton, AIA LEED AP BD+C, arquiteto sócio-diretor da Hamilton + Aitken Architects (H+AA). “E a educação é um dos fatores que realmente determina como as pessoas viverão o resto de suas vidas. Portanto, para nós, é um sentimento maravilhoso melhorar os espaços educacionais das crianças.”
https://www.archdaily.com.br/pt/1071557/design-de-escolas-sustentaveis-como-o-escritorio-hamilton-plus-aitken-architects-maximiza-a-luz-natural-utilizando-o-vectorworksSponsored Post
Em seu projeto de tese recentemente concluído, Sebastian Siggard, Neemat Azizullah e Thomas Ron propõem a transformação de um reservatório de água parisiense do século XIX em um novo centro cultural. Abordando as crescentes questões sociais e a desigualdade em toda a Europa, o projeto, intitulado “New Parisian Stories" [Novas histórias parisienses], promove a interação social em um esforço para criar uma sociedade mais integrada e coesa. Duas questões principais motivam a proposta: Com os jogos olímpicos de 2024 chegando a Paris, que papel a arquitetura pode desempenhar em relação às oportunidades e potenciais destes eventos? E como a arquitetura pode melhorar a vida das pessoas menos favorecidas da sociedade, ao mesmo tempo em que cria espaços sociais para pessoas de diferentes culturas e idades?
https://www.archdaily.com.br/pt/920909/projeto-transforma-antigo-reservatorio-de-agua-de-paris-em-centro-culturalLilly Cao
O planejamento urbano vai muito além do ambiente urbano em si. Todos os dias, nossas escolhas, o modo como nos deslocamos, o quanto gastamos para isso, as oportunidades a que temos acesso, as opções que fazemos e as que deixamos de fazer – tudo é moldado pelo planejamento urbano. Os profissionais da área, portanto, têm influência direta sobre a vida nas cidades. Mas como é, hoje, a formação acadêmica dos futuros planejadores e planejadoras? O que é essencial para atuar na área?
O Vale de Botan, no leste da Turquia, atrai milhares de turistas anualmente devido às suas formações rochosas singulares e topografia de cânion.
A fim de valorizar ainda mais a paisagem cênica da região, o escritório de arquitetura turco Fabric.a Architects propôs o ‘Centro de Visitantes de Botan’, um pavilhão de observação e restaurante com vista para a paisagem rochosa do Vale de Botan.
The Midnight Charetteé um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, designers de arquitetura, o programa recebe diversos/as profissionais de áreas criativas em conversas improvisadas e em formato longo, que abrem espaço para reflexões profundas e discussões mais pessoais. Honestidade e humor são usados para abordar uma ampla variedade de assuntos: enquanto alguns episódios oferecem dicas úteis para designers, outros trazem análises de projetos, entrevistas ou simplesmente explorações do dia a dia e do design. The Midnight Charetteestá disponível gratuitamente no iTunes, YouTube, Spotify e em todos os outros diretórios de podcast.
Neste episódio do The Midnight Charette, os/as apresentadores/as David Lee e Marina Bourderonnet recebem o arquiteto David Briggs — cofundador do Gowanus by Design e sócio-fundador da Loci Architecture — para discutir a vida em Nova York durante os anos 1980, gentrificação, preservação urbana, os desafios de planejamento de Gowanus, no Brooklyn, e seu canal severamente poluído, o projeto de cidades melhores, tratamento de águas residuais e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119243/david-briggs-sobre-a-nova-york-dos-anos-80-gentrificacao-e-preservacao-urbanaThe Second Studio Podcast
Até a atual data, cerca de 65 milhões de sessões no mundo foram forçadas a abandonar seus lares devido às guerras que se vivem em diversos lugares do mundo, deixando para trás seu patrimônio, anos de história, anos de esforço para se lançar à deriva. Muitas dessas famílias são obrigadas a atravessar oceanos e diversos tipos de territórios em busca de um futuro promissor para começar do zero. Estes trajetos levam consigo assentamentos irregulares onde muitas pessoas morrem devido à abundância de doenças e ao desabastecimento de medicamentos, comida e água potável.
O arquiteto, acadêmico e educador Moshe Safdie (14 de julho de 1938) deixou sua primeira marca na arquitetura com sua tese de mestrado, propondo o emblemático Habitat 67 aos 25 anos de idade. Atraindo a atenção do público, Safdie usou seu icônico primeiro projeto para criar uma reputação como prolífico criador de edifícios culturais, traduzindo seu radicalismo em um estilo dramático e sensível que se tornou cada vez mais popular em todo o mundo. Com cada vez mais projetos na Ásia e no Oriente Médio, o foco de Safdie em uma arquitetura que integra uma linguagem modernista com espaços verdes deu origem a edifícios comprometidos com o público e com o ambiente onde se inserem.
O estádio Antakya Atatürk de Hatay, na Turquia, foi originalmente construído em 1950, mas foi fechado recentemente devido à sua incapacidade de atender à crescente demanda. Em um novo projeto público intitulado Green Wings, a ONZ Architects pretende transformar esse antigo atrator urbano em um parque e polo cultural.
https://www.archdaily.com.br/pt/920696/onz-transforma-estadio-abandonado-em-um-parque-urbano-e-polo-cultural-na-turquiaLilly Cao
O Olson Kundig é um dos escritórios de arquitetura mais emblemáticos de Seattle, com um foco em criatividade, experimentação e rigor artesanal que lhe permitiu expandir-se em escala global ao longo das últimas décadas. Esse crescimento exigiu melhorias e reformas no escritório ao longo dos anos, sendo a mais recente delas realizada em 2018. Conforme abordado em um artigo recente da Metropolis Magazine, essa expansão de 2018 refletiu valores fundamentais de colaboração e flexibilidade, expressos por meio da linguagem visual e cinética singular do escritório.
https://www.archdaily.com.br/pt/1071084/inovadora-reforma-e-expansao-de-escritorio-da-olson-kundigLilly Cao
Embora os pequenos projetos residenciais tendam a ser limitados em sua capacidade espacial, as possibilidades de projeto continuam infinitas, especialmente quando o terreno é a maior fonte de inspiração.
Para a casa de veraneio de uma pequena família, o escritório de arquitetura Wafai Architects, com sede em Turim, propôs uma vila de luxo com design singular e vista para o pitoresco lago Türlersee, na Suíça.
Publicado originalmente na Revista Metrópolis como "Dentro das residências e dos espaços de trabalho de 8 Grandes Arquitetos" este artigo mostra os espaços ocupados por alguns dos arquitetos mais conhecidos do mundo. Documentado para uma exposição que será apresentada em na Semana de Design de Milão 2014, as imagens dão um vislumbre de dentro dos mundos privados de alguns dos nossos arquitetos favoritos.
A curadora Francesca Molteni entrevistou cada um dos arquitetos em suas residências particulares e chegou a uma constatação: os arquitetos são, na verdade, muito organizados. Os escritórios estão todos impecavelmente organizados, os livros estão ordenadamente arrumados, estatuetas e objetos exibidos astutamente e tampos de mesa limpos. As fotografias a seguir são parte dos materiais da exposição, produzida com a ajuda com cenógrafo Davide Pizzigoni, que fielmente documentou os entornos físicos em imagens, vídeo e áudio. Eles serão utilizados para recriar os "cômodos" dos arquitetos na Salone del Mobile em abril.
Onde Vivem os Arquitetos não se limita em satisfazer nossa curiosidade sobre com são os lares desses arquitetos. A frase de Richard Rogers: "um quarto é o começo de uma cidade" ressoa com a intenção do projeto em articular seus gostos e obsessões particulares e a forma como eles refletem nas suas obras arquitetônicas.
Continue lendo para ver mais imagens do interior dos lares e estúdios desses arquitetos.
A resiliência parece ser um tópico de muita discussão nos círculos do urbanismo hoje em dia. No entanto, há um pequeno problema: não podemos chegar a um acordo sobre o significado de resiliência.
Duas definições parecem existir. A primeira, enraizada na ciência dos materiais. A segunda, na ecologia.
Orbis Façade / ARM (Ashton Raggatt McDougall). Image Courtesy of Shapeshell
Criado inicialmente para fins aeroespaciais, os materiais baseados em tecnologia avançada de termofixos reforçados com fibras estão sendo cada vez mais considerados não apenas para fabricar elementos específicos de construção, mas também para mudar a forma como os edifícios são concebidos, projetados e construídos. Apesar de serem incrivelmente resistentes - quase seis vezes mais fortes que o aço - os materiais reforçados com fibras são leves e fáceis de manusear, permitindo a criação de projetos arquitetônicos complexos, mas eficientes.
Conversamos com especialistas da ShapeShift, os criadores do produto ShapeShell, para aprofundar nossa compreensão dessa tecnologia e aprender mais sobre como podemos aproveitar suas possibilidades em nossos futuros projetos.
Past, Present, Future é um projeto de entrevistas idealizado pelo Itinerant Office, que convida arquitetos/as consagrados/as a compartilharem suas perspectivas sobre o mundo da arquitetura em constante evolução. Cada entrevista é dividida em três segmentos de vídeo: Passado, Presente e Futuro, nos quais os/as entrevistados/as discutem suas reflexões e experiências sobre a arquitetura sob cada uma dessas perspectivas. O primeiro episódio do projeto contou com 11 arquitetos/as da Itália e dos Países Baixos, e o Episódio II é composto por entrevistas com 13 arquitetos/as da Espanha, Portugal, França e Bélgica.
O objetivo da série é investigar esses escritórios de sucesso e buscar compreender seus métodos e abordagens. Com a expectativa de traçar um panorama mais claro sobre o que significa ser arquiteto/a no século XXI, os vídeos também servem de inspiração para a próxima geração de novos/as profissionais e estudantes ao ingressarem na área.
Dando sequência à série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit sobre o estudo da habitação social na América Latina, nesta ocasião os autores questionam as alternativas econômicas para enfrentar os custos de construção.
https://www.archdaily.com.br/pt/920701/estrategias-de-financiamento-de-pequena-escala-para-habitacao-social-na-america-latinaNikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy & Ernesto Philibert-Petit
À medida que as profissões de arquitetura e design de interiores avançaram ao longo dos séculos, suas ferramentas também evoluíram, do desenho em pergaminho na Idade Média ao desenho técnico em papel vegetal com grafite no século XX. Hoje, ferramentas como o Revit e inúmeros programas de modelagem 3D permitem aos/às usuários/as criar a imagem de um projeto mais rapidamente do que nunca; em alguns casos, os programas chegam a gerar elevações e detalhes. Imagens digitais de materiais de acabamento e bibliotecas de blocos 3D de mobiliário e metais nos permitem criar um projeto inteiro sem qualquer interação tátil com as peças ou acabamentos especificados. No entanto, essas ferramentas — e a gratificação instantânea que oferecem — levantam questões críticas: será que arquitetos/as e designers de interiores estão perdendo o aspecto físico do projeto? Nossa relação com as qualidades físicas do design teria se diluído pelo fato de não precisarmos mais desenhar uma cadeira ou uma banheira, podendo simplesmente baixá-las, perdendo assim a intimidade de elaborar os próprios detalhes?
Federico Babinadivulgou sua mais recente série de desenhos. “Abstructure: embriões arquitetônicos” procura questionar o uso da arquitetura na criação do desenho, em vez do uso do desenho na criação de arquitetura.
Através de suas composições, Babina propõe uma conexão ideal entre a arquitetura como forma de representação e a representação utilizada nos desenhos. Volumes arquitetônicos são fragmentados para alcançar uma representação “abstrata”, sem perder sua essência.
Dos hashis aos templos religiosos, frequentemente associado à cultura e, mais especificamente, à arquitetura produzida nos países asiáticos, o bambu é um material muito versátil, com grande desempenho ecológico, seguro e resistente. Graças a seu rápido crescimento, é um material relativamente barato em relação a outras técnicas construtivas e tem seus exemplos de uso mais notável em projetos que se valem de sua materialidade, cor e ritmo.
Construção do estádio Al Wakrah. Image Cortesia de Supreme Committee for Delivery and Legacy’
O ano é 2010. O Catar como o primeiro país árabe a sediar o Mundial da FIFA em 2022 já inicia intensamente os preparativos para receber dali a 12 anos o tão esperado e custoso evento. São postos em marcha extensos esforços de construção e reconstrução não só de equipamentos diretamente ligados às demandas feitas pela FIFA, mas também e de forma mais ampla, sistemas infraestruturais urbanos das principais cidades do país.
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Image Courtesy of TuDelft and the Spong3d project
O termo “resiliência” tem sido utilizado para os mais distintos assuntos. Sua definição científica é a capacidade de uma substância ou objeto retornar à forma depois de sofrer algum trauma. Ou seja, é bem diferente da resistência, pois trata-se da capacidade de adaptação e recuperação. Na ecologia, a resiliência trata da capacidade de um ecossistema em responder a uma perturbação ou a distúrbios, resistindo a danos e recuperando-se rapidamente. Já na arquitetura, desenhar algo tendo a resiliência em mente pode levar a diversas abordagens. Um projeto resiliente é sempre localmente específico. Prever os possíveis cenários típicos de uso da edificação e mesmo as situações de desastre que poderiam desafiar a integridade do projeto e dos ocupantes é um importante ponto de partida. Além disso, podemos abordar sobre as estruturas e materiais adaptáveis que podem “aprender” de seus ambientes e se reinventar continuamente. Se pensamos em programas e robôs com logaritmos que aprendem com o contexto, porque não podemos usar o mesmo raciocínio em nossas construções?
Selecionamos 10 materiais e soluções adaptativas que trabalham no conceito da Resiliência na Arquitetura e Construção. A pergunta que fica é se essas soluções algumas dia terão uma aplicação massiva ou serão apenas inovações pontuais.
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Antes da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas", o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Olhos da Cidade" da Bienal para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de “Olhos da Cidade”, elaborado por Carlo Ratti, pelo Politecnico di Torino e pela SCUT.
https://www.archdaily.com.br/pt/1119180/de-quem-sao-os-olhos-da-rua-liu-jian-para-a-bienal-de-shenzhen-uabb-2019Jian Liu
Com exibição programada para o festival ADFF:NOLA, o documentário Frank Gehry: Building Justice mostra como ateliês de estudantes de arquitetura liderados por Gehry desenvolveram propostas para prisões mais humanas.
Graças a iniciativas como o Art for Justice Fund, a Open Society Foundations e uma série de reportagens investigativas profundas, o sistema de justiça criminal norte-americano tem enfrentado forte escrutínio e pressão por reformas. Algumas dessas mudanças têm sido bastante proeminentes — como a crescente descriminalização da maconha e importantes projetos de lei federais em andamento — e encontram oposição no forte lobby das corporações de prisões privadas. No entanto, apesar da profundidade e do alcance da reforma da justiça criminal, um elemento crucial continua sendo amplamente negligenciado: o projeto dos estabelecimentos prisionais.
O escritório de arquitetura SAGA Space, em colaboração com a D-MARS, construiu um laboratório de habitação em Marte no Deserto de Negev, em Israel, simulando as condições de vida em espaços limitados na superfície peculiar do planeta. Esta estrutura experimental complementa o habitat analógico de Marte original da D-MARS, integrando um experimento de maior escala. O espaço habitacional servirá de protótipo para um plano de longo prazo projetado para 2020.
Após a Segunda Guerra Mundial, o brutalismo se espalhou pela Europa, redefinindo a arquitetura moderna e estabelecendo um novo estilo para moradias populares e edifícios comunitários. Embora a maior parte da atenção tenha se detido em monumentos nas principais cidades, os subúrbios europeus também abrigam muitos edifícios brutalistas excepcionais.
Para apresentar a arquitetura brutalista "despercebida" da Europa Central e Oriental, a editora Zupagrafika registrou e reuniu mais de 100 fotografias em um livro intitulado Eastern Blocks, convidando os leitores a explorar conjuntos habitacionais brutalistas em Moscou, Berlim Oriental, Varsóvia, Budapeste, Kiev e São Petersburgo.