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Celebrando a inovação: Buildner e Dubai premiam com €250 mil no concurso 'House of the Future'

Buildner, em parceria com o Governo de Dubai, anunciou os resultados do concurso House of the Future 2024/25. Após o sucesso de sua edição inaugural em 2023, esta segunda edição convidou arquitetos/as e designers do mundo todo a desenvolverem um protótipo de residência acessível, expansível e inovador, adaptado às necessidades em constante evolução das famílias dos Emirados.

Organizado em colaboração com o Mohammed bin Rashid Centre for Government Innovation e o Sheikh Zayed Housing Programme, o concurso ofereceu uma premiação total de € 250.000 (1 milhão de AED). As propostas vencedoras estão sendo avaliadas para potencial inclusão no catálogo nacional de projetos habitacionais dos Emirados Árabes Unidos, que oferece à população uma seleção de modelos de residências inovadoras e pré-aprovadas.

Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental

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À medida que os países da África se libertavam do colonialismo em meados do século XX, muitos expressaram suas identidades independentes por meio da arquitetura. Esse processo continua várias décadas depois, exemplificado por diversos novos museus na África Ocidental, recém-concluídos ou em fase de planejamento. Embora variem em propósito e forma, essas instituições compartilham objetivos comuns: responder à necessidade de restituição de inúmeros artefatos saqueados durante o período colonial e mantidos majoritariamente em museus europeus; e definir um modelo de museu com identidade local, em contraposição a uma importação descontextualizada.

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Bastidores, em exposição: percursos autocurados pelo acervo do museu

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A visita a museus e galerias há muito tempo é uma experiência meticulosamente curada. O público é conduzido por uma sequência de salas cuidadosamente orquestrada, com obras selecionadas minuciosamente para contar uma narrativa específica, apoiada por sinalização, recursos gráficos, cenografia e iluminação calibrada. Mesmo as exposições que raramente mudam — como as coleções permanentes — costumam apoiar-se em uma forte voz curatorial — liderada por artistas ou curadores/as de destaque — para definir o posicionamento institucional e moldar a interpretação.

Paralelamente, as áreas de reserva técnica de museus e galerias costumam ser mantidas separadas — muitas vezes no mesmo edifício, mas sob acesso rigidamente controlado, e não raramente fora do local, em instalações dedicadas, como o Centro de Conservação do Louvre. Essas zonas são historicamente entendidas como espaços de controle rigoroso, não apenas em termos de acesso, mas também em relação ao clima, à umidade, à organização do acervo, aos protocolos de manuseio, à manutenção e à restauração. Por receio de furtos e de que as exigências espaciais, ambientais e de catalogação do acervo fossem perturbadas, a reserva técnica tradicionalmente manteve um caráter quase secreto, atendendo prioritariamente a pesquisadores/as acadêmicos/as e profissionais da arte sob solicitação. Raramente o público em geral tem uma visão abrangente das obras salvaguardadas por uma determinada instituição.

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Bienal de Arquitetura de São Paulo aponta futuros possíveis para um planeta em crise

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Há lugares no mundo onde o calor já passa dos cinquenta graus e outros onde a água sobe metros acima do esperado. Enquanto isso, no coração de São Paulo, arquitetos, pesquisadores, artistas e comunidades se reúnem para perguntar: como habitar a Terra em tempos de extremos? É essa a provocação que guia a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, que ocupa a Oca do Ibirapuera e concentra-se no tema Extremos: Arquiteturas para um Mundo Quente. Mais do que uma exposição, trata-se de um chamado a encarar a crise climática, a desigualdade social e a urgência de reinventar formas de vida.

Diferente de edições anteriores, espalhadas por vários lugares da cidade, os curadores Clevio Rabelo, Jera Guarani, Karina de Souza, Marcella Arruda, Marcos Certo e Renato Anelli optaram por concentrar a edição deste ano sob um mesmo teto, permitindo que a narrativa curatorial se apresente de maneira clara e direta. Todo o percurso está ali, organizado em seções que entrelaçam práticas ancestrais e tecnologias emergentes, experimentações materiais e perspectivas críticas, projetos locais e debates de alcance global. A Oca se torna, assim, uma encruzilhada: sobrepõe miradas arquitetônicas diversas, oferecendo uma plataforma de reflexão coletiva sobre a sociedade e o meio ambiente.

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Tapetes como memória tecida: como a origem e a materialidade moldam os interiores

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Os materiais podem carregar memória. Mais do que simplesmente dar acabamento a um espaço, eles são capazes de ancorá-lo, moldar sua atmosfera e conectar os interiores a narrativas culturais e materiais mais amplas. Alguns/as arquitetos/as e designers exploram técnicas locais, recursos naturais e tradições artesanais para equilibrar a preservação cultural com a funcionalidade moderna, introduzindo contexto e profundidade. Não se trata necessariamente de um retorno ao passado, mas sim de uma reinterpretação do conhecimento herdado para criar uma arquitetura que ressoe com as necessidades contemporâneas.

Os 50 edifícios de tijolos mais inspiradores do mundo

A lista de finalistas do prestigiado BRICK AWARD 26 foi anunciada, revelando 50 edifícios excepcionais em tijolo ao redor do mundo. Organizado pela wienerberger, o prêmio bienal celebra a inovação arquitetônica e o trabalho artesanal no design cerâmico e de tijolos, reconhecendo projetos que desafiam os limites do material, da forma e do contexto. A seleção deste ano abrange cinco continentes e 21 países, destacando a relevância duradoura do tijolo na arquitetura contemporânea — desde residências intimistas e instituições culturais até instalações industriais e espaços públicos. Os projetos vencedores serão anunciados em Viena, em junho de 2026, e todas as obras selecionadas constarão no livro BRICK 26.

Prefeitura de Hilversum: o monumento de Willem Dudok à arquitetura cívica

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Na cidade holandesa de Hilversum, um edifício municipal concluído em 1931 redefiniu a própria ideia do que um paço municipal poderia ser. Mais do que uma sede para a administração local, a Prefeitura de Hilversum tornou-se a expressão arquitetônica de uma comunidade em transformação. Com sua torre erguendo-se sobre espelhos d'água, seus volumes de tijolos articulados em torno de pátios e seus interiores detalhados minuciosamente, o edifício provou que a arquitetura cívica poderia unir função e simbolismo, eficiência e solenidade.

O/A arquiteto/a por trás dessa visão, Willem Marinus Dudok, não foi responsável apenas por edifícios isolados, mas pela própria configuração urbana de Hilversum. Atuando no planejamento e na arquitetura da cidade, projetou escolas, bairros residenciais e parques, desenvolvendo uma linguagem que fundia o artesanato holandês com a clareza modernista. A prefeitura representou o ápice dessa trajetória: uma peça central cívica onde a ambição urbana, o refinamento material e a escala humana convergiam em uma forma única e coerente.

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We Design Beirut 2025: Revitalizando o patrimônio arquitetônico do Líbano

O We Design Beirut retorna em sua segunda edição, de 22 a 26 de outubro de 2025, reafirmando o papel da cidade como um nó vital no debate global sobre design. Tendo como cenário alguns dos locais de maior relevância histórica do Líbano, o evento de cinco dias entrelaça arquitetura, artesanato e cultura para refletir sobre temas como legado, renascimento e continuidade.

Pautado pelo empoderamento, pela preservação e pela sustentabilidade, o We Design Beirut fomenta a colaboração entre designers, artesãos/ãs, estudantes e arquitetos/as — criando uma plataforma vibrante para trocas, conexões e expressão criativa. Trata-se de um espaço voltado à cura, à inovação e à projeção dos crescentes talentos do design regional em um cenário internacional.

O horizonte industrial: transformando as fábricas desativadas da China em espaços culturais

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Em toda a China, um legado de imensas estruturas industriais encontra-se desativado, como resultado direto da transição econômica do país para novas formas de indústria. Esses edifícios caracterizam-se por sua altura colossal e robusta capacidade estrutural. Atualmente, representam um desafio arquitetônico para a renovação urbana contemporânea e um novo campo de debate para a preservação do patrimônio. À medida que são absorvidos pelo crescimento das cidades, arquitetos e arquitetas têm o desafio de transformá-los em ativos funcionais de uso público. Diante disso, intervenções recentes vêm tirando proveito de elementos marcantes, como fornos e chaminés, para reposicionar esses complexos monumentais como marcos urbanos fundamentais.

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Eliminando a barreira entre os espaços internos e a natureza

Eliminando a barreira entre os espaços internos e a natureza - Imagem de Destaque
Visualização de casa unifamiliar na Baviera © xoio

Por séculos, a arquitetura tem sido moldada pela aspiração de criar uma transição suave entre o interior e o exterior. Hoje, sistemas de janelas e fachadas tecnologicamente sofisticados permitem que arquitetos/as projetem conceitos de ambientes abertos e inundados de luz sem perder calor. A janela de correr cero maximum da Solarlux pode eliminar as fronteiras entre os espaços, o que se demonstra de forma ainda mais impressionante quando elementos de grande formato substituem os cantos dos edifícios. Trata-se de uma conquista técnica realizada inteiramente sem suportes que obstruam a vista. O sistema cero cria uma conexão direta e imediata com a natureza que vai muito além do que as soluções convencionais podem oferecer.

A Arquitetura da Cultura Hoje: Foco Editorial de Outubro do ArchDaily

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A cultura é o conjunto de saberes e práticas que as pessoas utilizam para se expressar e, de forma coletiva, dar sentido ao mundo. Como lembra a filósofa brasileira Marilena Chauí, a palavra deriva do latim colere, que significa "cuidar de". Nesse sentido, a agricultura significa o cuidado com o solo, enquanto os cultos religiosos representam o cuidado com os deuses. Em sua essência, a cultura é a criação de universos simbólicos, expressos por meio de diferentes linguagens — incluindo a arquitetura — que tecem conexões através do tempo. Ela salvaguarda as memórias do passado ao mesmo tempo que abre novas possibilidades para o futuro.

Este mês, o ArchDaily explora A Arquitetura da Cultura Hoje, propondo uma pergunta central: de que maneira a arquitetura molda a forma como a cultura é produzida, consumida e vivenciada? Este tema examina como a arquitetura ao mesmo tempo molda e responde à vida cultural — desde a permanência de museus, teatros e bibliotecas até a efemeridade de pavilhões, instalações e plataformas virtuais. O foco abrange o papel do/a arquiteto/a na curadoria, cenografia e design de exposições, bem como a representação de espaços culturais no cinema e em meios digitais.

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Quão pesada é uma cidade? Explorando a Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025

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Quanto pesa uma cidade, e o que esse peso significa para o nosso futuro coletivo? Essa questão provocativa norteia a 7ª edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa, que propõe uma investigação sobre as transformações da vida urbana e as consequências materiais, sociais e ambientais de habitar o planeta hoje. De 2 de outubro a 8 de dezembro, Lisboa voltará a sediar um dos eventos de arquitetura mais importantes da Europa.

Com curadoria de Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, fundadores do escritório Territorial Agency, a Trienal investiga a magnitude das cidades contemporâneas e seu impacto planetário. Compostas por quase 30 trilhões de toneladas de materiais, as cidades globais formam uma rede densa e intrincada de estruturas em constante evolução. Para destrinchar essas complexidades, a Trienal se apresenta como um espaço de aprendizado, curiosidade, imaginação e debate — um ponto de encontro para arquitetos/as, pesquisadores/as, artistas e o público em geral.

Dando vida ao design curvo com produtos de acabamento curvos

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A famosa atriz Mae West certa vez descreveu a curva como "a distância mais encantadora entre dois pontos". Embora ela estivesse se referindo ao corpo humano, essa observação vai além da aparência física e toca no cerne daquilo que conforta e acalma a psique humana no design da natureza.

Colinas ondulantes, o arco de uma onda no oceano, o brilho intenso do amanhecer no horizonte—essas formas naturais evocam paz e serenidade a quem as observa. Ao projetar ambientes de trabalho e espaços comuns, é importante que os/as profissionais de design se lembrem de que existem pouquíssimas linhas retas na natureza. Quando bordas suaves, tetos em arco e paredes curvas são aplicados ao interior de um edifício, o design da natureza é trazido para dentro.

Repensando o resfriamento urbano: um argumento a favor da tecnologia radiante de baixo consumo energético

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Quando exposto ao calor, o corpo ativa diversos mecanismos fisiológicos para manter a homeostase térmica. No entanto, essas defesas naturais costumam ser sobrecarregadas em nossas cidades modernas. Em um ambiente urbano marcado por asfalto e concreto que absorvem calor, somados à escassez de áreas verdes, tais mecanismos tornam-se ineficazes. Se o entorno for excessivamente quente, úmido ou mal ventilado — condições amplificadas pelo efeito de ilha de calor urbana —, a temperatura interna do corpo começa a subir, aumentando o risco de complicações graves, que vão de cãibras e exaustão a quadros de insolação potencialmente fatais.

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12 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas

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Pavilhão do Uzbequistão / Atelier Brückner

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Segurança desde o Projeto: Como arquitetos/as e a ciência forense repensam a segurança em diferentes escalas

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"A praça pública e a infraestrutura cívica são a linha de frente contra esse tipo de ataque", proclamou o/a então presidente do American Institute of Architects, Thomas Vonier. As décadas decorridas desde o 11 de setembro e a violência em massa pressionaram as cidades, tanto nos Estados Unidos quanto globalmente, a reconsiderar o significado de "segurança". Trata-se de barreiras, balizadores e vigilância? Ou de confiança, visibilidade, evidências e resiliência? Diversos projetos enfrentam essas questões em diferentes escalas para demonstrar como a arquitetura e o pensamento forense podem, coletivamente, proteger as comunidades e a vida cívica.

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The Rock: A exploração do ofício e da precisão pela Dornbracht

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Em uma era de precisão digital, automação por IA e reprodutibilidade em massa, o valor do fazer artesanal humano está sendo ressignificado, e não perdido. É justamente nessa interseção entre a lógica da máquina e a intuição da matéria que a Dornbracht, fabricante alemã consagrada por seus metais esculturais, lança The Rock, a peça de estreia de sua nova linha Atelier Editions.

Inspirado na força primordial da pedra natural, The Rock é um manípulo que se apresenta como um objeto tátil e expressivo, devolvendo individualidade e sensualidade ao cenário contemporâneo de banheiros e cozinhas. Revisitando a icônica série MEM, o design introduz um manípulo ousado de formas orgânicas, usinado a partir de metal maciço com acabamento manual artesanal. Cada peça torna-se uma criação singular, onde a precisão industrial se encontra com a intimidade do feito à mão.

O Som do Espaço: Projetando a Acústica com Presença ou Discrição

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O som, quando emitido por uma fonte — seja uma pessoa ou um equipamento —, propaga-se em todas as direções pelo espaço, sendo refletido, absorvido, transmitido ou difratado ao encontrar superfícies e objetos. Como resultado, cada ambiente possui sua própria qualidade acústica, muitas vezes difícil de perceber sem um ouvido ou olhar treinado. No entanto, o som molda a arquitetura de maneiras sutis, porém profundas, influenciando diretamente como nos concentramos em um escritório, como estudantes se engajam em uma sala de aula, como pacientes se recuperam em um hospital ou como o público se conecta em uma sala de espetáculos. Apesar de seu papel decisivo, a acústica costuma ficar em segundo plano nas discussões de projeto, ofuscada por considerações visuais e estruturais.

O Plano e o Prompt: Como a IA está reconfigurando o projeto e a prática

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O processo de projeto na arquitetura sempre foi moldado pelas ferramentas disponíveis. No passado, desenhava-se com caneta e nanquim sobre folhas frágeis, reproduzidas por cópia heliográfica e protegidas contra borrões e rasgos; então surgiu o Mylar, facilitando revisões e a preservação, e direcionando os desenhos para uma economia de linhas mais enxuta e deliberada. O desenho auxiliado por computador veio em seguida, acelerando a coordenação e transformando nossa percepção de escala e precisão. Hoje, a IA adiciona mais uma camada—reunindo informações em segundos e gerando imagens sob comando—prometendo novas eficiências ao mesmo tempo em que levanta novas questões sobre autoria e ofício. O que criamos, e como criamos, evoluiu com cada ferramenta; a história de nossos métodos é a história de nossas ideias.

A partir do pós-guerra, o Mylar (desenvolvido na década de 1950) facilitou a reprodução de desenhos e acelerou a transição das cópias heliográficas para os processos de cópia diazográfica. Antes do Mylar, a simples preservação dos desenhos—manter uma ideia intacta, legível e sem danos—era uma tarefa monumental. As prioridades de projeto no pós-guerra frequentemente se voltavam para a eficiência, a simplicidade e um minimalismo industrial alinhado às necessidades de reconstrução. As ferramentas reforçavam isso: o trabalho de arquitetura permanecia predominantemente desenhado à mão, onde cada linha levava tempo para ser traçada e ainda mais tempo para ser apagada. Esse esforço aguçava a economia do desenho; cada traço precisava justificar sua existência.

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Além das Paisagens Fabricadas: Pedreiras como Locais de Colaboração Interdisciplinar

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Pedreiras podem ser vistas como cicatrizes indeléveis e abandonadas da extração de recursos promovida pelo ser humano. Espaços artificiais, percebidos como vazios, e a busca pelo ganho material moldaram de forma fundamental o ritmo acelerado do nosso ambiente construído. Enquanto isso, a Terra permanece imóvel como uma testemunha silenciosa. Por décadas, essas minas a céu aberto foram vistas como uma consequência inevitável do consumismo e do crescimento urbano, com suas formas brutas e imponentes testemunhando a extração de materiais em larga escala essenciais para a construção das nossas cidades. No entanto, um movimento arquitetônico global começa a emergir para dialogar com essas formas preexistentes, transformando esses espaços de subtração em locais de inovação, colaboração e novos propósitos.

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Estética da Fachada, Elevada: Os Benefícios de Marquises de Alumínio Sob Medida

Profissionais de arquitetura reconhecem como as decisões de projeto para o exterior influenciam tanto a percepção quanto o desempenho de uma edificação. Uma marquise é mais do que uma estrutura funcional em balanço — trata-se de um manifesto visual, uma camada de controle ambiental e o reflexo da visão global do projeto.

Entre os materiais disponíveis, as marquises de alumínio sob medida tornaram-se uma escolha preferencial na arquitetura contemporânea por sua resistência, adaptabilidade e estética elegante. A seguir, destacamos suas principais vantagens.

Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida

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À medida que as cidades e as paisagens evoluem, a arquitetura é cada vez mais chamada a apoiar o bem-estar, o desempenho e a experiência coletiva. De estádios que honram uma profunda memória cultural a espaços de bem-estar intimistas que promovem a restauração e a conexão, as tipologias de esporte e bem-estar estão se expandindo para além da mera funcionalidade. Elas criam ambientes onde o movimento e a saúde se cruzam com a qualidade do design, a sustentabilidade e o significado social. Hoje, esses espaços vão desde centros de treinamento de elite e clubes recreativos até refúgios contemplativos e instalações públicas inclusivas, moldando a forma como as comunidades se reúnem, se recuperam e celebram sua identidade compartilhada.

Esta seleção de propostas não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, ilustra essa diversidade. Em São Paulo, o escritório Luiz Volpato Arquitetura reinventa o histórico estádio do Santos Futebol Clube com uma geometria que preserva a memória da torcida e, ao mesmo tempo, introduz novos usos comerciais e sociais. Em Hanói, a equipe do Van Aelst I Nguyen and Partners traz luz filtrada e ar fresco a um complexo esportivo urbano denso. Em Dubai, o RSP propõe o Haven, um empreendimento residencial ancorado no bem-estar holístico e em experiências voltadas para a natureza, enquanto o escritório indiano Tropic Responses projeta o Aira Club como um centro de lazer consciente em relação ao clima. No alto do Himalaia, o Gadasu + Partners esculpe um spa meditativo na rocha da montanha, e em Isfahan, o Arsh4d Studio repensa os parques femininos segregados para criar um espaço cívico inclusivo e orientado para o futuro.

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Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design

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Fazer perguntas é o primeiro passo para questionar o que tomamos como certo e abrir novas possibilidades para planejar e construir. Essas perguntas, valiosas por si só, ganham ainda mais força quando compartilhadas e examinadas sob diferentes perspectivas. Ao cruzarem-se com as experiências de profissionais e marcas, tecem olhares que enriquecem a discussão. As feiras e eventos de design em todo o mundo tornaram-se espaços onde essas conversas ganham força, favorecendo as conexões e fomentando dinâmicas colaborativas. Nesse cenário, a Colômbia se consolidou como um ponto de encontro, funcionando como uma plataforma que impulsiona a arquitetura e o design na América Latina e no Caribe, ao mesmo tempo que projeta a voz da região no cenário global.

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Cultura pop encontra o design universal na coleção Barbie x HEWI

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Barbie™ deixou a Dreamhouse para entrar no banheiro nesta colaboração inédita. A Mattel e a especialista alemã em acessórios arquitetônicos HEWI revelaram a coleção Barbie x HEWI – uma linha de produtos para banheiros com foco em design que mescla a cultura pop aos princípios do desenho universal. Lançada em 2025, a coleção reinventa a icônica série 477/801 da HEWI através da estética inconfundível da Barbie, unindo acessibilidade inclusiva a um design lúdico e funcional. Com cerca de 40 produtos, que vão de barras de apoio e bancos para banho a espelhos de LED e toalheiros, a linha promete marcar presença em diversos espaços, de hotéis-boutique a maternidades, banheiros infantis e residências particulares.

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