O Bethel Woods Art and Architecture Festival anuncia o BuildFest: Acts of Construction, uma iniciativa de três anos que ativa as dependências históricas do festival de Woodstock de 1969 por meio de instalações de madeira em grande escala e experiências multimídia. Cada edição anual é organizada em torno de um tema único, convidando designers e projetistas a colaborar em uma série interdisciplinar de "atos" que se baseiam uns nos outros para criar um conjunto interconectado de instalações, ativações e performances. O Act One: Staging está atualmente aceitando propostas de infraestrutura artística adaptável projetada para "preparar o cenário" para futuras ativações. A ele se seguirão o Act Two: Choreography, em 2027, e o Act Three: Performance, em 2028.
Durante décadas, o patrimônio foi mais facilmente reconhecido a partir da rua. Protegemos fachadas, silhuetas urbanas e monumentos porque são visíveis, estáveis e legíveis como bens culturais. No entanto, a maior parte do que lembramos sobre o habitar diz respeito a como comemos juntos, nos recolhemos, discutimos, cuidamos uns dos outros e descansamos — ações que acontecem longe dos olhos do público. Acontecem dentro dos cômodos. À medida que as plantas livres dão lugar silenciosamente a limiares, corredores e fechamentos, surge uma questão mais profunda: e se a memória cultural sobreviver não naquilo que a arquitetura exibe, mas na forma como é vivida?
Diagrama de instalações em Barba Jupiter. Imagem Cortesia de Géométral
Fundado em 2022 por Clément Masurier e sediado em Paris, na França, o Géométral é um escritório de arquitetura definido por estratégias de projeto integradas à paisagem, tratada como determinante primordial da forma. O estúdio, um dos escritórios vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards, aborda cada projeto como um pequeno universo que combina programa, atmosfera e narrativas espaciais. Em vez de um estilo autoral único, o foco está na criação de atmosferas e situações sob medida para cada contexto e seus/as usuários/as.
Em seu início, diante da ausência de um portfólio de obras construídas, o estúdio respondeu com o desenvolvimento de "arquiteturas ficcionais" implantadas em topografias reais. Esse exercício não era uma mera busca estética, mas sim uma âncora metodológica, permitindo ao escritório estabelecer um processo rigoroso de análise do local e testes tipológicos antes de receber encomendas físicas. Ao tratar projetos imaginários com o mesmo rigor técnico das obras reais, o estúdio desenvolveu um repertório de respostas formais às restrições ambientais que agora orientam seus projetos construídos.
Não faz muito tempo, em um período recente o suficiente para parecer atual, a arquitetura entrou em um momento no qual os edifícios passaram a ser interpretados como produtos. Essa abordagem trouxe disciplina e uma perspectiva renovada para uma indústria que, frequentemente, valoriza a novidade mais do que a clareza operacional. Ao direcionar os exercícios formais em direção à repetibilidade, experiência do usuário, desempenho e escalabilidade, preparou-se o terreno para que as edificações fossem avaliadas como "produtos". A arquitetura passou a responder de forma mais direta sobre o seu funcionamento, a clareza com que comunica seu uso e a consistência com que entrega a experiência pretendida.
A disciplina do design de produto renova a perspectiva dos profissionais de arquitetura que projetam para um futuro em constante transformação. Além de oferecer um novo vocabulário e parâmetros de projeto, a área traz consigo a responsabilidade: um produto deve funcionar de maneira confiável ao longo do tempo e em diferentes contextos. Ele deve se estruturar como um sistema de decisões, e não como uma mera coleção de partes. Desse modo, a qualidade já não é medida apenas pela singularidade, mas sim pela consistência e pela capacidade de gerar uma experiência previsível para quem o ocupa.
Em janeiro de 2026, o World Monuments Fund/Knoll Modernism Prize foi concedido ao escritório australianoArchitectus pela conservação do Africa Hall em Adis Abeba, Etiópia. O prêmio reconhece que edifícios modernistas, outrora vistos como vanguarda da arquitetura, estão se deteriorando e são pouco valorizados pelo público. A situação na África reflete esse sentimento global, sendo esta a primeira vez que um edifício no continente foi agraciado com a honraria. O prêmio também coloca sob os refletores o rico inventário modernista da Etiópia, que marca seu papel de protagonismo continental nos meados e final do século XX.
O patrimônio arquitetônico é frequentemente descrito como aquilo que sobrevive ao tempo. No entanto, a sobrevivência não explica por que certos edifícios são preservados enquanto outros desaparecem. Muitas obras hoje protegidas como patrimônio cultural já foram criticadas, contestadas ou abertamente rejeitadas; foram acusadas de serem socialmente equivocadas, materialmente falhas ou simbolicamente excessivas. Com o tempo, contudo, essas mesmas deficiências tornaram-se fundamentais para o seu significado, à medida que o patrimônio se revela como um processo lento e instável de interpretação.
A arquitetura contemporânea opera sob intenso escrutínio, pressionada pela responsabilidade ambiental, equidade social, volatilidade econômica e aceleração das mudanças tecnológicas. Espera-se que os edifícios tenham um desempenho ético, eficiente e simbólico, muitas vezes de forma simultânea. Diante disso, o fracasso arquitetônico deixa de ser uma exceção para se tornar uma condição cada vez mais comum. Os projetos envelhecem mais rápido, os materiais revelam limitações mais cedo e as estratégias urbanas perdem rapidamente a sintonia com as mutáveis realidades políticas, sociais e ambientais.
Há dezoito anos, uma dupla de estudantes de arquitetura decidiu que tinha um projeto que valia a pena levar adiante. Não se tratava de uma estrutura construída, mas de um projeto digital que acabou revolucionando a forma como as pessoas em todo o mundo consomem conteúdo de arquitetura. Foi assim que o ArchDaily foi fundado, e essa premissa continua a guiar nosso trabalho até hoje. O futuro da arquitetura está sendo continuamente moldado em salas de aula, estúdios e workshops ao redor do mundo, e queremos continuar apoiando os/as estudantes que participam ativamente dessa evolução. Reconhecer a criatividade e a visão de estudantes que estão redefinindo o discurso arquitetônico global foi o que nos levou a criar o Student Project Awards.
Temos o prazer de apresentar os projetos selecionados para a lista longa desta primeira edição do ArchDaily Student Project Awards. Com centenas de projetos enviados de todas as partes do mundo, nossa equipe interna de arquitetos/as e editores/as analisou cuidadosamente cada proposta, reduzindo a seleção a 104 projetos na lista longa. Os/As estudantes participantes representam a própria diversidade do panorama arquitetônico, com propostas de todos os continentes, de diversos níveis acadêmicos e em variadas escalas e typologias.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093898/explore-a-longlist-do-archdaily-student-project-awardsDaniela Porto
In a história arquitetônica do território mexicano, o ambiente construído funcionou não apenas como um palco humano, mas como uma infraestrutura biológica projetada para organizar a proximidade entre as espécies. A lógica espacial resultante não é uma performance solo, mas uma coexistência negociada entre corpos humanos e animais. Examinar essa herança hoje significa desviar o foco analítico da autoria estilística em direção a um fenômeno mais fundamental: a persistência de práticas espaciais que surgiram para sustentar formas de vida compartilhadas.
Muitas das características arquitetônicas hoje interpretadas como marcadores culturais ou estéticos — portais monumentais, pátios amplos e superfícies duráveis — podem ser compreendidas, na verdade, como vestígios materiais de um contrato entre espécies. Durante séculos, cavalos, mulas e o gado não foram elementos externos à arquitetura, mas habitantes essenciais cuja presença física moldou a escala, a circulação e as escolhas materiais. Seus corpos deixaram marcas mensuráveis no espaço, desde a altura das entradas que acomodavam cavaleiros e amazonas até sistemas de pavimentação projetados para resistir aos cascos, ao atrito e ao desgaste biológico. Em nenhum lugar esse contrato era mais visível do que no térreo da casa colonial.
Em uma tarde quente de maio, quando o ar sobre o oeste da Índia se torna metálico pelo calor, ninguém se lembra da composição da fachada. Lembram-se de onde a sombra se projeta. Lembram-se de qual corredor respirava. Lembram-se da casa que era mais fresca que a rua. O que permanece na memória é o conforto para além da forma. A preferência térmica repetida se estabiliza em uma configuração espacial e, com o tempo, essas configurações se tornam tipologias edilícias.
Azm / Samu por Hassan Qureshi. Imagem cortesia de Riyadh Art
Durante séculos, a escultura esteve associada à materialização de valores religiosos, à celebração de conquistas heroicas ou à consolidação do poder político. Hoje, ela também atua como um instrumento crítico e um mediador urbano. Muitas obras contemporâneas questionam o presente, desafiam a escala, dialogam com o movimento e a circulação, e reconfiguram a percepção do espaço público. A escultura já não é concebida como um objeto isolado, mas como parte de processos mais amplos de transformação urbana.
Riad, a capital da Arábia Saudita, exemplifica uma cidade em processo de intensa expansão e reestruturação. Sobretudo no âmbito da agenda Vision 2030, o município tem investido na qualificação dos espaços públicos, na diversificação de sua paisagem cultural e na consolidação de uma identidade urbana que alia tradição, infraestrutura e projeção global. Nesse contexto, a produção cultural desempenha um papel estruturante, contribuindo para redefinir a experiência urbana cotidiana e expandir as referências simbólicas da cidade.
Em Hong Kong, onde interiores e edifícios de pequena escala são rotineiramente encurralados entre dois extremos — acabamentos de "luxo" de alto brilho, por um lado, e a rusticidade industrial de baixo custo, por outro —, uma terceira postura surge a partir da calibração de ambos: uma execução singularmente precisa, pertinente e materialmente honesta que não depende do orçamento. Trata-se da crueza calibrada. A crueza calibrada descreve uma arquitetura que preserva o caráter direto da matéria e da materialidade — concreto, metal, blocos de alvenaria, estrutura exposta, instalações aparentes —, submetendo-os a um controle rigoroso.
O "cru" não é um mero disfarce, e o "refinado" não significa polimento; trata-se de uma disciplina de execução precisa, que produz espaços equilibrados e ponderados, sem nunca parecerem artificiais ou excessivos. O Studio 1:1 demonstra essa postura de forma consistente em todo o seu portfólio — e sua próxima publicação, Architecture under the Radar: Three Projects in Asia (com prefácio de Nader Tehrani), oferece uma estrutura oportuna para compreender esse ethos não apenas como estética, mas como um método arquitetônico replicável.
Porous City / MVRDV e The Why Factory. Imagem cortesia de Frans Parthesius, MVRDV e The Why Factory
Este artigo faz parte de nossa nova seção de Opinião, um espaço para ensaios argumentativos sobre questões críticas que moldam o nosso campo profissional.
Cada época da arquitetura foi definida por seus instrumentos. O compasso, a prancheta, a câmera e o computador alteraram, cada um a seu modo, a maneira como se pensa e se produz arquitetura. No entanto, o momento atual parece qualitativamente diferente. À medida que a inteligência artificial e os sistemas generativos entram nos fluxos de trabalho cotidianos, as ferramentas deixam de ser extensões passivas da mão do/a arquiteto/a e passam a operar como agentes semiautônomos. Elas propõem, otimizam e simulam, produzindo resultados que, por vezes, escapam à plena antecipação do/a autor/a.
Nos primeiros dias após o nascimento, a abelha permanece dentro do ninho, limpando os alvéolos e sendo alimentada por outras operárias. Com o tempo, ela começa a organizar os estoques de pólen, regular a temperatura da colmeia e guardar a entrada. Apenas nas últimas semanas de vida ela deixa o abrigo para voar. É no momento do voo que sua trajetória começa a se cruzar com a arquitetura e a cidade. Em busca de néctar, ela se move por um território moldado não apenas por sua memória espacial e pela disponibilidade de flores, mas também pela forma como construímos o ambiente edificado. Cada movimento torna-se uma negociação com o espaço urbano: superfícies impermeáveis que interrompem os ciclos naturais, correntes de ar intensificadas entre edifícios, vazios desprovidos de vegetação, fragmentos verdes dispersos entre lotes e coberturas técnicas.
Cortesia de SolarLab, Foto de doublespacephoto.com. Imagem RRC Polytech Manitou a bi Bii daziigae / Diamond Schmitt Architects & Number TEN Architectural Group
À medida que a responsabilidade ambiental se consolida na cultura de projeto, o envelope do edifício passa a ser reconsiderado não apenas como uma pele protetora, mas como uma superfície ativa de produção de energia. Tratar a tecnologia solar como um material, e não como um mero acessório, reformula a maneira como a arquitetura é concebida e detalhada. Cor, textura, ritmo e montagem tornam-se indissociáveis do desempenho. A tecnologia fotovoltaica integrada a edifícios (BIPV) opera justamente nessa definição ampliada de materialidade. Ao integrar a tecnologia solar em fachadas e fachadas ventiladas desde as etapas iniciais de um projeto, arquitetos e arquitetas podem reduzir redundâncias, alinhar metas energéticas às intenções de projeto e repensar a composição dos envelopes. No entanto, traduzir essa ambição em sistemas construtivos viáveis exige precisão técnica e inteligência executiva.
Programas voltados à hospitalidade, especificamente cafeterias e centros sociais, são definidos em parte por seu papel como "terceiros lugares": âncoras sociais que fazem a ponte entre a vida privada e a pública. Ao contrário de programas residenciais ou comerciais de escritórios, que exigem divisões rígidas para privacidade e funcionalidade, esses espaços dependem de ambientes amplos e em plano aberto. Isso viabiliza uma estratégia arquitetônica de intervenção mínima, permitindo que o envelope estrutural permaneça intacto. Ao evitar a subdivisão do espaço, a equipe de projeto mantém linhas de visão desimpedidas para a alvenaria original, as estruturas de madeira ou os tetos decorativos, garantindo que a narrativa histórica do edifício permaneça como protagonista. Simultaneamente, a atividade comercial proporciona a manutenção necessária e o engajamento público indispensáveis para garantir a existência contínua do local.
Como principal interface entre os espaços internos e o ambiente externo, as fachadas desempenham um papel central tanto no desempenho quanto na expressão arquitetônica dos edifícios. Cada vez mais, elas deixam de ser vistas como envelopes estáticos para se tornarem mediadoras ativas entre clima, energia, uso e estética. Em contextos urbanos densos, no entanto, elas também ganham relevância por outro motivo: enquanto as superfícies de cobertura costumam ser limitadas, fragmentadas ou já ocupadas por equipamentos técnicos, os envelopes verticais permanecem amplamente subutilizados em termos de produção de energia.
Os ambientes de trabalho contemporâneos prometem colaboração, mas enfrentam cada vez mais dificuldades para oferecer espaços de privacidade. Em uma era dominada por layouts em plano aberto, pequenos espaços acústicos, como cabines telefônicas e nichos de foco, tornaram-se essenciais para manter a produtividade e a privacidade. Contudo, o paradoxo dos "conflitos de reserva" somado a "espaços subutilizados" transformou essas áreas em desafios operacionais. Diante disso, a questão é como os ambientes de trabalho podem equilibrar eficiência, produtividade e experiências de uso individualizadas dentro de contextos cada vez mais complexos.
Restauração de Bir Ettin / Bled El Abar Collective. Imagem cortesia de Bled El Abar Collective
Em alguns idiomas, a própria palavra para edifício (como *immeuble*, em francês) refere-se à sua imobilidade. A disciplina de engenharia relacionada às edificações é denominada *estática*. Assim, a arquitetura está intimamente associada ao que é fixo e imóvel. No entanto, para milhões de pessoas nômades em todo o mundo, os abrigos devem ter uma estrutura leve e essencialmente móvel, enquanto o lar é a vasta paisagem onde residem. Esses estilos de vida, que carregam séculos de tradição, são constantemente ameaçados pela atração exercida pela vida sedentária em vilas e cidades. Na Tunísia, um projeto reconhece o risco de perda desse patrimônio e busca melhorar as condições de vida de pastores/as nômades.
Vila dos Atletas dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 (HARUMI FLAG). Imagem via Wikimedia Commons CC 2.0
Com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano–Cortina 2026 em andamento, vale a pena analisar como a Vila Olímpica evoluiu de uma solução puramente funcional para um projeto urbano estratégico. De complexos habitacionais improvisados a peças-chave de regeneração urbana, as Vilas Olímpicas têm funcionado repetidamente como experimentos em grande escala sobre como partes de uma cidade podem ser construídas em um curto espaço de tempo.
Projetados sob intensa pressão de tempo e para uma população altamente específica, esses ambientes revelam transformações nas ideias de habitação, vida coletiva e no legado urbano de megaeventos. Ao longo de diferentes edições, a Vila Olímpica reflete as maneiras mais amplas pelas quais eventos, habitação e cidades se cruzam em condições de urgência.
Para compreender plenamente o patrimônio arquitetônico de uma cidade, é preciso olhar além de seus marcos tombados e edifícios icônicos. Para muitas pessoas, entender o tecido urbano de uma cidade e o que a faz pulsar também significa descobrir edifícios preservados de menor escala, valorizados localmente, e espaços de encontro populares. Isso é ainda mais evidente nas movimentadas cidades vietnamitas, cujas peculiaridades arquitetônicas só podem ser apreciadas quando compreendemos suas múltiplas inspirações e camadas históricas. Essas camadas combinam elementos tradicionais vietnamitas, modernismo, materialidade local e soluções de projeto adaptadas ao clima, mas se revelam, sobretudo, nas soluções encontradas para as restrições dos lotes através das estreitas casas-tubo (tube houses) e edifícios de baixa altura.
Esses estilos e movimentos arquitetônicos fundamentais costumam ser mantidos e até destacados quando arquitetos e arquitetas dão uma segunda vida a edifícios deteriorados ou abandonados, transformando-os em cafeterias populares. Desse modo, revitalizam patrimônios de menor escala ao promover sua restauração e uso regular pela comunidade, incentivando as pessoas que os frequentam a reconhecer a relevância histórica do espaço enquanto o desfrutam.
Alguns tipos de trabalho só se tornam visíveis quando deixam de ser realizados. São discretos, repetitivos, raramente celebrados, mas sustentam silenciosamente o funcionamento de qualquer operação. Na arquitetura, essa dimensão raramente aparece nas imagens que circulam. Ao pensarmos na disciplina, evocamos renders sedutores, perspectivas cuidadosamente iluminadas, plantas precisas, desenhos que prometem futuros possíveis ou até utópicos. No entanto, a camada que sustenta esses gestos formais não se encontra na imagem, mas na especificação, no detalhamento e na documentação.
Desde que a inteligência artificial passou a ocupar o centro do debate arquitetônico, a discussão tem sido amplamente pautada por sua capacidade de gerar formas e atmosferas em segundos. Simulações estilísticas, variações conceituais e experimentações visuais passaram a simbolizar o avanço tecnológico na área. Há algo compreensível nesse fascínio: a arquitetura sempre se relacionou com a representação como uma forma de imaginar o que ainda não existe.