Como a arquitetura e o projeto de edifícios se adaptaram a usos futuros imprevistos? À medida que as cidades evoluem, suas necessidades em relação às edificações inevitavelmente mudam. Os edifícios podem transitar entre funções culturais, comerciais, industriais e corporativas, dependendo da identidade e da atividade econômica de cada centro urbano. Em um mundo cada vez mais dinâmico e acelerado, torna-se essencial considerar os desafios que as estruturas estáticas enfrentam ao serem demandadas a atender novas necessidades. As cidades têm reaproveitado essas estruturas estáticas de maneiras não previstas em seus projetos originais, com muitos casos de sucesso na reconversão de edifícios industriais. Diferentemente de estruturas projetadas com foco na flexibilidade, a maioria das instalações fabris não foi inicialmente pensada para usos múltiplos. No entanto, de que forma as cidades, as comunidades e os/as ocupantes têm utilizado esses espaços, e quais são os desafios de transformar os usos existentes de um edifício?
A Espanha, com seu vasto território e notável diversidade de paisagens, tem sido uma referência no desenvolvimento de infraestruturas externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. O turismo tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, com foco na criação de espaços que maximizem o usufruto do entorno natural e a integração das paisagens locais nas áreas urbanizadas. Isso deu origem a intervenções que vão desde a criação de passeios marítimos, mirantes e parques naturais, até projetos de parques urbanos em diferentes cidades. Além disso, o crescimento urbano impulsionou a criação de infraestruturas verdes, como jardins botânicos, trilhas ecológicas e reservas que buscam proteger o entorno, ao mesmo tempo em que se abrem ao público de maneira sustentável.
A arquiteta hondurenha Angela Stassano vem contribuindo para a paisagem arquitetônica da América Central com sua pesquisa aplicada sobre projetos bioclimáticos. Sediada em San Pedro Sula, em Honduras, seus projetos partem de técnicas do patrimônio local para atender às demandas de ambientes tropicais quentes e úmidos. Stassano desenvolveu sua especialidade ao longo de mais de 30 anos de pesquisa prática, culminando em um guia de arquitetura bioclimática que detalha seus métodos construtivos para essa região. Um de seus projetos mais notáveis, o Las Casitas, é um complexo residencial que materializa essa pesquisa. O projeto engloba várias residências tropicais energeticamente eficientes que tiram proveito do clima local, resultando em baixos custos operacionais e de energia.
A Serapool, marca líder em revestimentos cerâmicos de porcelana para piscinas e produtos complementares de porcelana, inova e produz há 40 anos soluções de design sustentável para residências, centros de spa e bem-estar, hotéis, parques aquáticos e piscinas olímpicas em todo o mundo. A abordagem holística da marca em relação ao design de piscinas resultou em uma coleção abrangente de porcelana que inclui revestimentos, quinas de degrau, bordas para piscinas, grelhas de porcelana para piscinas, revestimentos para borda infinita, alças de transbordo ocultas, bordas de terraço e canais de escoamento. Com anos de experiência no setor, a empresa se consolida como um exemplo de inovação, entregando consistentemente produtos seguros e duráveis.
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões aprofundadas e debates pessoais.
Diversos temas são abordados com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para outros/as designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem o modelo Design-Build na construção residencial. Eles abordam a definição do modelo; a ausência de arquitetos/as licenciados/as em empresas de Design-Build; eficiência e economia; qualidade da construção; de que forma os custos são reduzidos; a falta de transparência; quem deve ou não contratar essas empresas; entre outros pontos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140675/the-second-studio-podcast-o-s-problema-s-do-design-buildThe Second Studio Podcast
Carpa Itinerante / Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte. Image Cortesía de Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte
Com uma extensão de mais de 20 milhões de quilômetros quadrados e apresentando praticamente todos os climas do mundo, a região latino-americana abriga uma riqueza biológica endêmica e uma diversidade geográfica que abrange desde alguns dos rios mais significativos do mundo até a cordilheira dos Andes, as florestas da Amazônia, as planícies da Patagônia, as costas do mar do Caribe e muito mais. Diante de um trabalho coletivo que envolve desde as comunidades locais até as novas gerações, a construção de instalações e estruturas nesses ambientes naturais não se destina apenas a satisfazer necessidades funcionais, mas também educativas, de pesquisa e de conservação ambiental.
Desafios contemporâneos e desenvolvimentos tecnológicos inevitavelmente desencadeiam mudanças na forma como projetamos e construímos nossas cidades. A indústria da construção tradicional sofre com ineficiências que tornam os métodos lentos, caros ou prejudiciais ao meio ambiente. O desperdício excessivo de materiais e os longos prazos de execução impõem desafios significativos aos/às profissionais do ambiente construído, evidenciando a complexidade e a rigidez dos processos convencionais de construção. A otimização do tempo e dos recursos físicos na construção exige métodos inovadores que ampliem a eficiência.
Em um setor no qual a inovação costuma avançar no ritmo de cura da argamassa, a WoHo Systems, uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, surge como uma força disruptiva que busca enfrentar os desafios globais de sustentabilidade e acessibilidade à habitação. Nascida das raízes experimentais do Ensamble Studio, esta startup de arquitetura utiliza a pré-fabricação e a sustentabilidade como pilares centrais para redefinir as normas da construção e entregar soluções arquitetônicas adaptáveis. Suas soluções visam acelerar e simplificar o processo construtivo, bem como reduzir custos e minimizar o impacto ambiental.
Projetos de infraestrutura de grande escala frequentemente buscam conectar locais distantes dentro de áreas urbanas, facilitando o transporte, a logística e as atividades comerciais ao longo de suas rotas. Contudo, embora esses projetos interliguem destinos distantes, sua presença física marcante pode afetar significativamente as comunidades locais. Isso pode resultar no isolamento e no distanciamento de bairros anteriormente conectados, na desestruturação de espaços públicos e, de modo geral, em experiências negativas ao ar livre causadas por ruídos, poluição e pela falta de atenção e manutenção dessas infraestruturas.
Ainda assim, diversos projetos bem-sucedidos no ambiente construído conseguiram reintegrar infraestruturas controversas às comunidades por meio de um desenho urbano cuidadoso de espaços abertos. A Coulée verte René-Dumont, em Paris, desponta como um dos primeiros exemplos, enquanto o High Line de Nova York é um dos mais célebres. O High Line demonstra como intervenções ao ar livre bem concebidas podem mitigar o distanciamento causado por grandes infraestruturas, promover a reconexão comunitária, funcionar como polos culturais e econômicos e, inclusive, impulsionar o desenvolvimento imobiliário de seu entorno, como ocorreu em Hudson Yards.
Imagine entrar em um ambiente que compreende você por completo, conhece seus hábitos e trabalha ativamente para apoiar seu bem-estar como ocupante. A qualidade do ar poderia ser monitorada e gerenciada, e os ritmos circadianos dos ocupantes poderiam ser rastreados para sugerir estados ideais de produtividade. Profissionais de design de interiores e arquitetura corporativa vêm considerando a saúde e o bem-estar de quem ocupa o espaço em seus projetos para os escritórios do futuro. Ao especular sobre o que o amanhã nos reserva, há argumentos sólidos de que a arquitetura e o design de interiores sencientes serão forças disruptivas na maneira como interagimos com nossos ambientes de trabalho.
Documentário “Women in Architecture”: Tosin Oshinowo. Imagem cortesia de SkyFrame
A arquitetura é uma disciplina em que teoria e prática se encontram, transformando ideias abstratas em espaços que moldam e respondem às vidas e identidades humanas. Para a arquiteta e curadora nigeriana Tosin Oshinowo, essa dinâmica está no cerne de seu trabalho. Como fundadora do Oshinowo Studio e curadora da Trienal de Arquitetura de Sharjah de 2023, ela traçou um caminho singular na arquitetura contemporânea, combinando especificidade cultural, consciência climática e relevância global.
Diz o ditado popular: 'Diga-me com quem andas e te direi quem és'. Em outras palavras, as pessoas com quem escolhemos nos associar revelam muito sobre o nosso próprio caráter.
A julgar por esse provérbio, a reputação da Mara, empresa sediada em Brescia, parece estar em alta. A marca com o selo Made in Italy, há muito especializada na produção de sistemas e elementos de mobiliário com forte componente técnica, vive um momento de renovação de identidade, transitando de uma fabricante tradicional de escritórios para uma marca que atende tanto ao segmento corporativo quanto ao residencial. Além disso, as parcerias de design externo que firmou recentemente revelam o nível de sua ambição. AMDL CIRCLE e Michele De Lucchi, Christophe Pillet, Ferruccio Laviani e Marcello Ziliani trazem, cada um, uma indiscutível bagagem de experiência em design e uma produção amplamente premiada.
Dos desenhos a nanquim em papel vegetal aos modelos digitais 3D altamente detalhados, o papel do/a arquiteto/a evoluiu, e os softwares de projeto de última geração estão capacitando os/as profissionais de hoje com dados valiosos e flexibilidade projetual. No passado, o trabalho era meticuloso e exigia um enorme esforço manual, com cada linha e detalhe desenhados à mão com o auxílio de réguas e outros instrumentos. Com o tempo, programas como o Revit revolucionaram o campo ao permitir a criação de desenhos precisos e organizados digitalmente, simplificando edições e a replicação de componentes.
Videos
Cortesia do Architecture & Design Film Festival
Uma jornada pelo legado de Eileen Gray e sua casa mais famosa na Riviera Francesa, "E.1027 – Eileen Gray and the House by the Sea", dos diretores Beatrice Minger e Christoph Schaub, convida o espectador a adentrar o complexo legado da pioneira arquiteta irlandesa e sua visão única do modernismo. Projetada no final da década de 1920, a casa não apenas materializa o gênio arquitetônico de Gray, mas também carrega a sombra de uma narrativa desconfortável envolvendo Le Corbusier e Jean Badovici. Através de seu documentário de ficção, Minger e Schaub iluminam a obra inovadora de Gray e criticam as narrativas predominantes de dominância masculina na história do modernismo.
Buildner anunciou os resultados de seu concurso, o Last Nuclear Bomb Memorial No. 4. A competição é realizada anualmente em apoio à proibição universal de armas nucleares. Em 2017, no 75º aniversário dos bombardeios de 1945 em Nagasaki e Hiroshima, que tiraram a vida de mais de 100 mil pessoas, a Organização das Nações Unidas adotou o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares.
Em reconhecimento a esse tratado, a Buildner convida o desenvolvimento de projetos conceituais para um memorial a ser implantado em qualquer local conhecido de testes de armas nucleares desativado. O memorial conceitual busca refletir sobre a história e a ameaça contínua das armas nucleares, com o objetivo de promover a conscientização pública sobre o desarmamento nuclear.
O Aedes Architectural Forum, em Berlim, apresenta ao longo dos próximos dois meses a trajetória e as obras de Christoph Hesse Architects. A exposição, intitulada "Rural Rebellion", concentra-se nos projetos arquitetônicos do escritório que abordam os desafios de se trabalhar em áreas rurais, especialmente em Korbach — cidade natal de Hesse — e em outros vilarejos da Alemanha. A mostra destaca como a prática reimagina e reinterpreta métodos construtivos tradicionais, traduzindo-os para contextos contemporâneos e enfatizando uma abordagem coletiva e colaborativa da arquitetura.
A cultura do café continua a prosperar no mundo contemporâneo, com uma transição perceptível da dominância de redes e franquias para um mercado em crescimento para o café prosumer. À medida que cada vez mais consumidores/as de café se tornam prosumers — pessoas que tanto produzem quanto consomem —, o ato de fazer café se transforma em um hobby, ou até mesmo um ritual, gerando a expectativa de que as cafeterias acompanhem esse movimento. Esse público consumidor está cada vez mais instruído, prestando muita atenção à origem e ao tipo de grão, aos métodos de extração e aos equipamentos. Além disso, valoriza-se o design do maquinário de café, não apenas por sua funcionalidade, mas também por sua estética, eficiência e gestão do espaço. Esse aumento de interesse, especialmente na Ásia, tem provocado mudanças nas operações das cafeterias. Muitas cafeterias independentes, respondendo ao aumento do poder de compra e do interesse de seus clientes, sentem-se motivadas a focar na criação de experiências únicas e imersivas para um público-alvo em constante crescimento.
É possível imaginar uma experiência de aprendizado na qual o conhecimento arquitetônico tradicional se funde perfeitamente com jogos, IA, simulação e realidade aumentada (RA)? É exatamente isso que o currículo do MA2 do SCI-Arc oferece. Essa combinação inovadora não apenas capacita estudantes com habilidades essenciais em projeto, teoria e prática tradicionais, mas também oferece as ferramentas necessárias para explorar tecnologias de ponta que estão redefinindo o setor do design.
Diversas métricas fundamentais podem ser mensuradas, desde objetivos financeiros até a gestão do relacionamento com clientes, inovação, influência e desenvolvimento profissional, ajudando arquitetos/as e designers a avaliarem seu desempenho sob diferentes perspectivas. Como diz o famoso ditado, "o que é medido é gerenciado". Para apoiar essa iniciativa, o 2024 Architecture Business Benchmarks Report, da Monograph, oferece uma análise minuciosa de cinco métricas fundamentais.
O mundo perdeu 60% de suas populações de animais desde 1970. Esse declínio impressionante reflete as crescentes pressões sobre os ecossistemas, desde a destruição de habitats até as mudanças climáticas. Além disso, um milhão de espécies enfrentam hoje a ameaça de extinção. À medida que esses problemas continuam a se agravar, a importância de preservar a biodiversidade e restaurar os ecossistemas torna-se cada vez mais evidente.
O movimento *farm-to-table* (da fazenda à mesa) representa uma mudança profunda na forma como os alimentos são cultivados, distribuídos e consumidos. Baseado na sustentabilidade e no apoio às economias locais, o movimento prioriza ingredientes frescos de origem local e promove relações diretas entre produtores e consumidores. Embora o conceito se concentre na comida, os espaços onde essas conexões ocorrem são igualmente importantes na construção da experiência, destacando o papel fundamental da arquitetura.
A superprovisão tradicionalmente implica oferecer mais do que o necessário, muitas vezes carregando uma conotação negativa devido ao potencial de excesso e desperdício. No entanto, haveria cenários no ambiente construído em que a superprovisão se mostra vantajosa? Essa questão examina criticamente como o superdimensionamento pode aumentar a flexibilidade de um edifício e sua adaptabilidade a condições diversas e em constante evolução.
A premissa subjacente de prover com precisão o que é necessário para um edifício é que as partes interessadas — incluindo proprietários/as, arquitetos/as e designers — possam prever e atender com exatidão às necessidades atuais e futuras de uma estrutura. Essa suposição, contudo, é difícil de se concretizar, já que mudanças sociais, econômicas e culturais frequentemente ocorrem de maneiras imprevisíveis. Nesse contexto, a superprovisão surge como uma estratégia contraintuitiva, mas potencialmente benéfica. À medida que edifícios e estruturas inevitavelmente se transformam, aqueles projetados com adaptabilidade inerente reduzem a necessidade de reformas onerosas ou reconstruções completas.
Jane Drew e Maxwell Fry com uma maquete de um de seus muitos edifícios para a Costa do Ouro, 1945. / Tropical Modernism - Architecture and Independence no V&A South Kensington. Imagem cortesia do RIBA
Ao refletir sobre 2024, observa-se que inúmeras exposições de arquitetura foram inauguradas pelo mundo, abordando variados temas, formatos expográficos e arquitetos/as de destaque. O projeto arquitetônico e a prática profissional influenciam nosso cotidiano de maneiras sutis e muitas vezes imperceptíveis, nas quais os/as usuários/as finais aceitam os ambientes construídos tais como são. Essa reação pode decorrer de uma combinação de fatores, como o sentimento de impotência para promover mudanças significativas após a construção de um edifício ou a experiência de crescer em ambientes sobre os quais as pessoas tiveram pouca ou nenhuma autonomia de transformação. Por essas razões, as exposições de arquitetura cumprem um papel fundamental, oferecendo à sociedade a oportunidade de pausar, refletir e examinar criticamente a infinidade de questões que surgem durante o processo de projeto e construção. Esses temas muitas vezes são negligenciados ou precisam de maior reconhecimento, uma vez que os/as profissionais da área tendem a priorizar a entrega de projetos em prazos rígidos em detrimento de reflexões mais profundas.
Em 2024, museus, galerias e curadores/as responderam aos desafios em constante evolução do ambiente construído por meio de diversas abordagens. Algumas exposições questionaram a ética dos materiais de construção e as práticas por trás das cadeias de suprimentos, chamando a atenção para as implicações mais amplas das escolhas materiais. Outras focaram em documentar movimentos arquitetônicos pelo mundo, enfatizando sua relevância cultural e histórica e a necessidade urgente de preservar e adaptar em vez de substituir por novas construções. Esses esforços destacam o papel das exposições na conscientização sobre questões urgentes, ao mesmo tempo em que fomentam um diálogo mais crítico sobre a disciplina arquitetônica.
Sendo um material altamente translúcido que resiste a quase todas as condições climáticas, exceto as mais extremas, é facilmente moldado em qualquer tamanho ou forma e, uma vez moldado, dura por milhares de anos, o vidro continua sendo um dos materiais mais inovadores e cruciais utilizados na arquitetura. Embora as práticas construtivas contemporâneas nos permitam criar imensos e brilhantes arranha-céus de vidro que se elevam a centenas de metros de altura, o propósito original desse material milenar — trazer luz para interiores protegidos das intempéries e seguros — continua sendo o mais importante, mesmo mais de mil anos depois.
Por mais importante que o vidro seja para quase todas as tipologias arquitetônicas sob a forma de janelas, quando se trata da cobertura de um edifício, o uso desse material não é tão simples. Compreendemos o poder e o perigo de combinar luz e vidro desde que vimos, nos desenhos animados da nossa infância, uma lupa sendo usada para concentrar o calor do sol em temperaturas incrivelmente altas. Sob uma cobertura de vidro, o ganho de calor solar pode resultar em ambientes internos desconfortáveis se não forem tomadas as precauções de proteção corretas.