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Museums: O mais recente de arquitetura e notícia

Equipe liderada pelo SANAA revela projeto selecionado para o novo Museu Nacional do Equador em Quito

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Uma equipe internacional liderada pelo escritório SANAA, em colaboração com Estudio A0, Caá Porá Arquitectura, Jerome Haferd Studio e Taller Capital Landscape, foi selecionada para projetar o novo Museo Nacional del Ecuador (MuNA) em Quito. Intitulada "Living Strata", a proposta foi escolhida após a fase de avaliação final revisada do concurso, que combinou a deliberação do júri com uma votação pública, e concebe o museu como uma paisagem cívica que integra espaços de exposição, programas públicos e áreas verdes abertas. O anúncio conclui o concurso internacional lançado para projetar o futuro museu nacional do Equador.

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Selldorf Architects revela projeto de ampliação do Clark Art Institute em Massachusetts

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O Clark Art Institute, uma importante instituição de arte localizada na região de Berkshires, no oeste de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou imagens do projeto de ampliação de suas instalações atuais. Inaugurada em 1955, a instituição funciona tanto como museu de arte quanto como centro de pesquisa, debate crítico e ensino superior em artes visuais. A nova ala, encomendada ao escritório Selldorf Architects em outubro de 2024, expandirá o espaço atual de galeria e armazenamento de arte, conectando o Edifício do Museu ao Manton Research Center, ambos reformados anteriormente pela mesma firma. O novo edifício será complementado pelo projeto paisagístico desenvolvido por Reed Hilderbrand, reforçando a experiência que integra arquitetura, arte e a paisagem circundante de Berkshires.

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Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional

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O anúncio da proposta vencedora para o novo Museu Nacional do Equador (MuNA) desencadeou um dos debates arquitetônicos mais significativos do país nos últimos anos. Desde então, a resposta do público remodelou o próprio concurso, ao mesmo tempo em que levantou questões mais amplas sobre como um museu nacional dá forma arquitetônica à interpretação de uma nação. Embora a discussão tenha começado com um único projeto, ela expôs um desafio que se estende muito além do Equador.

Não se espera dos museus nacionais que apenas representem uma nação; espera-se que lhe deem forma arquitetônica. Contudo, a identidade não pode ser construída de forma direta. Antes de se tornar arquitetura, ela deve primeiro ser interpretada e traduzida por meio de decisões de projeto.

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O edifício como escultura: 5 projetos de museus não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

O conceito de museu historicamente suscita reflexões sobre identidade, representação e estruturas institucionais. Atualmente, os museus são concebidos como espaços cada vez mais complexos, que combinam áreas de exposição com outras funções culturais e educativas, estimulando o engajamento cívico, a experimentação artística e a responsabilidade arquivística. Ao longo deste ano, inúmeros projetos de museus foram anunciados e avançaram em várias regiões do mundo, com cronogramas de conclusão que se estendem, em sua maioria, de 2026 a 2030. A essa variedade soma-se a ampla gama de conceitos desenvolvidos no campo das ideias, propostas e especulações. É nesse território que se insere esta seleção de projetos enviados pela comunidade de leitores do ArchDaily: propostas cujos desenhos expandem os limites da nossa imaginação.

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Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell

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O Museu de Arte ARoS Aarhus, na Dinamarca, inaugurou As Seen Below – The Dome, um novo Skyspace do/a artista estadunidense James Turrell que completa o The Next Level, a expansão subterrânea de aproximadamente 4.000 metros quadrados do museu, projetada pelo escritório de arquitetura Schmidt Hammer Lassen. Aberto ao público em 19 de junho de 2026, o projeto marca o ápice de mais de duas décadas de colaboração entre a cidade de Aarhus, o ARoS e o escritório dinamarquês de arquitetura, após a conclusão do edifício do museu em 2004 e a adição de Your Rainbow Panorama, de Olafur Eliasson, em 2011. Localizada sob o renovado Musikhusparken, no centro de Aarhus, a instalação é a peça central da mais recente expansão do museu e acrescenta uma nova obra em grande escala de Turrell ao seu acervo.

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Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia

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O Brandywine Conservancy & Museum of Art, localizado próximo a Filadélfia, dedica-se a promover as conexões naturais e culturais entre as paisagens, os marcos históricos e os artistas da região. A Conservancy protege terras e recursos hídricos ao longo do Vale do Brandywine e outras áreas prioritárias de conservação, enquanto o museu abriga uma coleção de arte estadunidense, com destaque para a pintura de paisagens e naturezas-mortas, retratos e ilustrações. Em 6 de maio de 2026, a instituição anunciou um projeto para transformar seu campus de 15 acres (cerca de 6 hectares), o qual inclui a reforma do edifício histórico do museu, um novo edifício projetado por Kengo Kuma & Associates e intervenções de conservação e paisagismo pelo escritório Field Operations, criando uma reserva de 325 acres (cerca de 131 hectares) aberta ao público com 10 milhas (cerca de 16 quilômetros) de trilhas.

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OMA / Shohei Shigematsu conclui seu primeiro projeto público no Japão no recém-renovado Museu Edo-Tokyo

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O Museu Edo-Tokyo reabriu ao público após uma renovação de vários anos, revelando uma série de intervenções cenográficas e instalações projetadas pelo OMA sob a direção de Shohei Shigematsu. Sendo o primeiro projeto público do escritório no Japão, a comissão faz parte da renovação mais ampla do icônico edifício do museu, projetado pelo/a arquiteto/a metabolista Kiyonori Kikutake. Inaugurada originalmente em 1993 como o primeiro museu dedicado à história de Tóquio, a instituição traça a evolução da cidade desde o período Edo até os dias atuais, e as novas intervenções visam fortalecer sua relação com o público contemporâneo, preservando a identidade da arquitetura de Kikutake.

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Cobe transformará antigo galpão da IKEA em nova sede para o Museu de Estudos do Mobiliário em Älmhult, Suécia

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O Museum of Furniture Studies foi fundado em 2017 em Estocolmo, apresentando um acervo de mais de 1.300 peças de mobiliário criadas por mais de 44 designers internacionais. A sede física do museu fechou em 2022, mas a instituição manteve sua visibilidade por meio de seu Arquivo Digital de Design de Mobiliário até ser adquirida pela IKEA em 2024. Nesta semana, o escritório dinamarquês de arquitetura Cobe anunciou a transformação de um antigo galpão da IKEA em Älmhult, na Suécia, na nova sede do museu. O projeto prevê a conversão de um depósito fechado em um espaço aberto e acessível voltado ao design, preservando sua estrutura industrial. A inauguração do edifício está prevista para o início de fevereiro de 2027.

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Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres

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O V&A East Museum, projetado pelos/as arquitetos/as O'Donnell + Tuomey, abrirá ao público em 18 de abril de 2026. Comissionado ao escritório em 2015, o novo edifício está localizado no Queen Elizabeth Olympic Park, próximo à sua instalação irmã recentemente inaugurada, o V&A East Storehouse, projetada por Diller Scofidio + Renfro. Situado na região leste de Londres, o mais novo distrito cultural do Reino Unido, apoiado pela Prefeitura de Londres, o complexo de dois edifícios tem como objetivo "destacar as diversas maneiras pelas quais artistas, designers e criadores/as de todo o mundo usam a criatividade para moldar o planeta". Dedicados à oportunidade criativa e ao seu poder de gerar mudanças, os cinco níveis públicos do museu contam com duas galerias permanentes, uma galeria de exposições temporárias de 900 m², um espaço para projetos e eventos no último pavimento, instalações de aprendizagem e um café.

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Sordo Madaleno e építész stúdió são selecionados para projetar o novo Centro de Coleções de História Natural em Debrecen, Hungria

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O escritório de arquitetura Sordo Madaleno, em colaboração com o építész stúdió e a Buro Happold, foi selecionado para projetar o novo Centro de Coleções de Debrecen, com 43 mil metros quadrados, destinado ao Museu de História Natural da Hungria. Debrecen, a segunda maior cidade da Hungria, é atualmente o foco de um importante desenvolvimento urbano e universitário, que inclui planos para transferir o Museu de História Natural da Hungria de Budapeste para as proximidades da Grande Floresta de Debrecen. O Centro de Coleções proposto foi concebido como uma instalação dedicada ao armazenamento controlado e ao estudo de mais de 11 milhões de objetos, inspirando-se conceitualmente nos tradicionais vasos de argila húngaros, estruturas historicamente utilizadas para proteger e conservar. O projeto marcará a primeira comissão cultural europeia do escritório de arquitetura mexicano, que possui filiais em Londres e na Cidade do México.

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CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália

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Um novo museu dedicado à ciência da fibra de carbono foi inaugurado em Fiorenzuola d'Arda, Itália, em 17 de dezembro de 2025. O projeto remonta a 2021 e foi desenhado pelo escritório CRA–Carlo Ratti Associati em colaboração com o falecido arquiteto italiano Italo Rota. Encomendado pela MAE, fabricante de equipamentos para a produção de fibra de carbono, o projeto transforma um dos maiores acervos do mundo sobre fibra de carbono em um museu dinâmico, unindo a pesquisa à preservação arquivística e convertendo o arquivo em um espaço de exploração interativa. O projeto é descrito pela equipe de projeto como um "museu vivo", um lugar para ler, indagar e conectar ideias.

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Repensando os museus: uma conversa com Béatrice Grenier sobre a arquitetura como política cultural

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A abertura da nova Fondation Cartier pour l'Art Contemporain em Paris, em outubro passado, despertou novas discussões sobre o papel, a forma e o futuro dos museus. Diante da contínua proliferação de instituições culturais pelo mundo nesta era digital, o próprio museu parece necessitar, cada vez mais, de uma redefinição. Em vez de propor um modelo ou solução única, Architecture for Culture: Rethinking Museums, escrito pela historiadora da arquitetura e curadora Béatrice Grenier, defende uma compreensão mais contextual e plural do que um museu pode ser: uma instituição moldada por seu entorno, por seu público e pelas questões culturais específicas que busca abordar.

O ArchDaily teve a oportunidade de discutir essas ideias com a autora no contexto da recém-inaugurada sede da Fondation Cartier na Rue de Rivoli. Instalado em um edifício haussmaniano restaurado que outrora abrigou os Grands Magasins du Louvre, o espaço foi radicalmente reinventado por Jean Nouvel como uma arquitetura dinâmica e transformável.

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Louvres pelo mundo: a exportação dos museus e a arquitetura como marca global

Não se pode negar que, à primeira vista, a notícia de um Louvre em Abu Dhabi ou de um Centre Pompidou no Brasil causa certo estranhamento. A imagem desses museus, mundialmente reconhecidos, parece — de algum modo — indissociável de seus contextos originais. E, em parte, realmente o é. O Louvre, enraizado na história da França como antiga fortaleza e posterior residência real, representa um conjunto de valores patrimoniais inestimáveis, realçados ainda mais pela emblemática intervenção piramidal de I. M. Pei, em 1989. O Pompidou, por sua vez, é lembrado como um ponto de inflexão histórico: ao redefinir o conceito de equipamento público por meio de uma arquitetura extremamente disruptiva, fez com que, pela primeira vez, a cultura atraísse multidões.

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Liminal Studio, Snøhetta e Rush Wright vencem concurso para Centro de Educação da UNESCO na Tasmânia

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© Brick Visuals

A firma australiana Liminal Studio, em colaboração com a Snøhetta e a Rush Wright Associates, foi selecionada como vencedora de uma competição internacional para o projeto do novo Centro de História e Interpretação do Local Histórico de Cascades Female Factory em South Hobart, na Tasmânia.

Um dos locais penais femininos mais significativos que remonta ao século 19, quando a Austrália ainda era uma colônia penal britânica, a Colônia Feminina Cascades foi inscrita como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2010. O novo Centro de História e Interpretação permitirá que os visitantes aprendam sobre a história do local e como suas implicações sociais, culturais e políticas impactaram a atual Austrália.