O A' Design Award, "nascido do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos", reconhece talentos excepcionais e originais de todo o mundo. O prêmio representa tanto uma grande conquista para profissionais de design quanto uma fonte de inspiração para marcas, agências de design e profissionais de arquitetura premiados. As inscrições e indicações estão abertas a participantes de todo o mundo. As inscrições para o período de 2024-2025 do A' Design Award & Competition já estão abertas. Registre-se e envie seu projeto aqui.
A Harvard University Graduate School of Design (GSD) acaba de anunciar Thandi Loewenson como a vencedora do Wheelwright Prize de 2024. A prestigiada bolsa de US$ 100.000 destina-se a apoiar pesquisas inovadoras em arquitetura contemporânea sob uma perspectiva global. O projeto de Loewenson, “Black Papers: Beyond the Politics of Land, Towards African Policies of Earth & Air”, investiga as dinâmicas sociais e espaciais na África moderna.
Nas primeiras décadas do século XXI, Honduras registrou índices de criminalidade e violência mais elevados que os de seus vizinhos na América Central. Essa situação fez com que o país fosse amplamente evitado por visitantes e investidores. No entanto, isso não impediu que Tegucigalpa, sua capital, vivenciasse uma explosão de empreendimentos residenciais e de escritórios que hoje redesenham seu skyline. Caracterizada por uma topografia singular e clima tropical, a cidade serviu como campo de testes para princípios urbanísticos modernistas que contribuíram para transformar um pequeno vilarejo de mineração em uma das maiores metrópoles da América Central.
À medida que o mundo testemunha um êxodo sem precedentes das áreas rurais para as urbanas, as cidades enfrentam um desafio monumental: como acomodar uma população em constante crescimento? Esse fenômeno, caracterizado pelo rápido crescimento populacional e pelo aumento da densidade, pressiona recursos, infraestruturas e serviços urbanos. Diante de problemas complexos que exigem soluções ainda maiores, torna-se mais necessário do que nunca repensar as ferramentas à nossa disposição. Nesse contexto desafiador, o surgimento de tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), a análise de dados e a inteligência artificial (IA) apresenta-se como uma luz no fim do túnel. Essas tecnologias, inicialmente concebidas para simplificar tarefas cotidianas e facilitar a comunicação, constituem instrumentos potenciais para viabilizar respostas eficazes aos desafios urbanos contemporâneos.
Localizado na Cidade do México, o município de Iztapalapa abriga algumas das áreas mais densamente povoadas da metrópole. Com uma população de 1.800.000 pessoas, muitas delas de baixa renda, o município enfrenta dificuldades para oferecer espaços públicos e infraestrutura de lazer suficientes. Em uma iniciativa para reverter esse cenário, a administração municipal propôs recuperar terrenos subutilizados e abandonados para transformá-los em espaços de uso público. O projeto Utopia Estrella é uma dessas iniciativas. Situado próximo à maior estação de tratamento de água da Cidade do México, o complexo combina um programa arquitetônico de forte engajamento social com uma abordagem pedagógica sobre o papel das infraestruturas hídricas no ecossistema mais amplo. Projetado pelo escritório Cano Vera Arquitectura, o projeto foi reconhecido com o Prêmio de Ouro do Holcim Awards 2023 para a América Latina. Em uma entrevista em vídeo para o ArchDaily, Juan Carlos Cano, da equipe do Cano Vera Arquitectura, discute o impacto desse projeto, seus objetivos e as condições singulares que levaram ao seu desenvolvimento.
Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).
Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.
Celebrando projetos inovadores que demonstram práticas de construção sustentável, os vencedores deste ano do prêmio da Holcim Foundation for Sustainable Construction 2023 destacam abordagens pioneiras em diversas escalas, formas, geografias e tipologias. O Prêmio de Ouro para a América do Norte foi concedido ao escritório Partisans Architects e à incorporadora Well-Grounded Real Estate por sua solução de habitação modular de alta tecnologia e baixo custo para a vida urbana em Toronto. Em entrevista em vídeo ao ArchDaily, Jonathan Diamond, da Well-Grounded Real Estate, discute o desenvolvimento do projeto vencedor e as forças que o moldaram.
As manchetes recentes do continente africano evidenciam uma série de questões urgentes que afetam seus centros urbanos: inundações severas ameaçam Nairóbi, a capital do Quênia; o sistema de VLT em Adis Abeba, na Etiópia, cambaleia após um início promissor. Enquanto isso, no Cairo, capital do Egito, os gastos com novas infraestruturas e habitação se mostraram excessivos e exigiram um resgate financeiro governamental. As cidades africanas enfrentam uma infinidade de desafios, mas também guardam o potencial de transformar a vida de milhões de pessoas. Diante das profundas semelhanças históricas entre a América do Sul e a África, o contexto sul-americano pode servir tanto de referência quanto de exemplo positivo para o enfrentamento dessas questões no âmbito urbano.
O Dia Internacional das Cooperativas, comemorado anualmente no primeiro sábado de julho, é uma oportunidade para conscientizar e celebrar o cooperativismo. Celebrado nesta data pelas Nações Unidas desde 1992, o cooperativismo é um movimento social e econômico que capacita indivíduos e comunidades por meio da criação de empreendimentos de propriedade coletiva e geridos de forma democrática por seus membros. O tema deste ano é "Cooperativas: Parceiras para um Desenvolvimento Sustentável Acelerado". Além de destacar o papel fundamental que as cooperativas desempenham no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o lema também enfatiza a tipologia singular das cooperativas na exploração de novas formas de vida coletiva. Pautadas pelo crescimento comunitário, as cooperativas apostam no desenvolvimento comum, priorizando as pessoas e apoiando-as na melhoria do bem-estar coletivo.
O escritório de arquitetura e design Beta Realities apresentou um plano diretor para transformar uma antiga área industrial em Jinan, na China, em um bairro circular e campus de energia verde. O novo Parque de Hidrogênio Cuizhai incorporará princípios de construção circular, adaptando a estrutura do local para acomodar tanto funções sociais quanto a produção sustentável. Amplas áreas verdes oferecem espaços abertos para o desenvolvimento de tecnologias futuras, garantindo ao mesmo tempo um ambiente seguro e saudável para toda a comunidade.
Considerado uma atividade extremamente necessária para as crianças e, ao mesmo tempo, em constante evolução, o brincar deixou de ser um conceito livre e informal para incorporar uma variedade de fatores voltados a fomentar o desenvolvimento físico, cognitivo, criativo e socioemocional. Estudado por nomes da pedagogia como Friedrich Fröbel, este se destacou por suas teorias sobre o jardim de infância, promovendo o desenvolvimento espontâneo por meio de atividades lúdicas. Com o tempo, isso lançou as bases de um conceito que se difundiu por toda a Europa no século XIX e chegou aos Estados Unidos com a criação do primeiro playground em Chicago, em 1892, marcando um ponto de virada na maneira como o espaço físico se relaciona com a diversão.
Mais de 100 anos depois, muita coisa mudou. Hoje em dia, as estruturas de lazer evoluem junto aos hábitos dos/as usuários/as e se adaptam a contextos onde historicamente não estavam presentes, como os espaços fechados e internos. Isso se deve, em grande medida, à otimização de suas dimensões, a melhorias técnicas e à aplicação de tecnologia de ponta que viabiliza materiais cada vez mais resistentes, versáteis e sustentáveis. Tudo isso hoje abre caminho para soluções que propiciam novas formas de vivenciar esses espaços, adquirindo uma abordagem alternativa que converge com o lazer. A partir dessa dinâmica, a Urbanplay apresentou um novo conceito de lazer para ambientes internos por meio das soluções modulares da Kompan, principal fabricante de equipamentos lúdicos de alto padrão no mundo. Essa abordagem se concentra na criação de áreas de lazer personalizadas, com o objetivo de potencializar a experiência dos/as usuários/as e fomentar atmosferas recreativas mais amigáveis, transversais e de fácil acesso.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140619/playgrounds-publicos-internos-a-evolucao-dos-espacos-comerciais-em-transformacaoEnrique Tovar
Projetar para a experiência humana tem estado no centro das intenções e motivações por trás do trabalho de arquitetos/as. Embora os processos tradicionais se mostrem benéficos, o setor busca superar limites para encontrar oportunidades de colaboração com outras áreas do design e de outros campos do conhecimento. Novas abordagens têm surgido a partir de colaborações entre arquitetos/as e designers de serviço, ou mesmo psicólogos/as, para criar espaços mais centrados nas pessoas. Uma nova interseção vem chamando a atenção de profissionais, impulsionada em especial por uma recente instalação sobre neuroarquitetura no Salone del Mobile. O ArchDaily detalha o escopo e o potencial dessa nova disciplina com Federica Sanchez, arquiteta e pesquisadora de neurociência no escritório italiano Lombardini22, responsável pela reestruturação do Salone.
O termo "holístico" refere-se a uma abordagem que considera o sistema como um todo, em vez de focar em componentes individuais. Ele enfatiza a interconexão de vários elementos e visa criar algo equilibrado e harmonioso que promova o conforto geral. Essa abordagem é de extrema importância em um momento no qual o bem-estar pessoal e a sustentabilidade estão na vanguarda do design. Isso inclui a integração de elementos naturais, como luz e água, para criar ambientes calmos e rejuvenescedores, onde o equilíbrio e a harmonia garantem que todos os elementos de projeto funcionem de forma coesa para formar um espaço unificado. Os banheiros holísticos vão além da mera funcionalidade ao engajar os sentidos, promover o relaxamento e utilizar os recursos de forma responsável — uma abordagem abrangente adotada por marcas premium de soluções para banheiros como a hansgrohe.
A constante evolução das condições urbanas exige a transformação do ambiente construído, e os retrofits têm sido um mecanismo fundamental para permitir que os edifícios se adaptem e respondam a novas necessidades. Diante das preocupações ambientais globais, os retrofits climáticos tornaram-se uma estratégia popular para modernizar edificações com base na melhoria da eficiência operacional. Planos globais de descarbonização têm inclusive defendido retrofits em escala urbana, como no caso de Londres, para atingir metas municipais. Embora essas intervenções reduzam significativamente o consumo de energia, elas costumam trazer um custo oculto: o carbono incorporado nos materiais de retrofit e o potencial de geração de resíduos no futuro.
Ao longo dos anos, a paisagem noturna das cidades tem passado por uma transformação significativa, marcada pelo surgimento de mais de 80 prefeitos/as noturnos/as globalmente — uma tendência em ascensão desde o início dos anos 2000. Andreina Seijas, atualmente associada na Gehl, analisou essas dinâmicas de mudança na governança noturna em suas pesquisas e durante seu doutorado na Harvard GSD. Na entrevista, Seijas fala sobre esse desenvolvimento, os desafios e as oportunidades relacionados aos/às prefeitos/as noturnos/as, as diferenças globais e o papel das mudanças climáticas. A infância de Seijas em Caracas, Venezuela, onde as preocupações com a segurança impunham toques de recolher rigorosos, despertou sua paixão pela criação de ambientes urbanos mais seguros e inclusivos, especialmente para os jovens. Sua busca por um futuro melhor para a noite urbana explora o potencial de as cidades se tornarem mais seguras, inclusivas e produtivas ao criar espaços de trabalho e lazer após o anoitecer.
Tomás Bravo foi selecionado para integrar as Novas Práticas ArchDaily 2024, destacando seu trabalho em relação ao diálogo entre a arquitetura e o território, e ao uso de tecnologias avançadas para analisar a natureza e o patrimônio a partir de um processo que constitui um projeto em si mesmo. Com origem na diversa e complexa geografia do Chile, propões o uso da representação arquitetônica clásica em combinação con ferramentas tecnológicas e metodologias de mensuração para aproximar o território e o patrimônio de profissionais da arquitetura e de seus clientes.
O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os 26 vencedores do RIBA National Awards for Architecture 2024, que reconhecem os melhores exemplos de arquitetura no Reino Unido e destacam as tendências sociais e de design do país. Criada em 1996, a premiação destaca projetos arquitetônicos excepcionais em todo o território britânico, da Irlanda do Norte e da Escócia ao sul da Inglaterra. A edição deste ano celebra propostas que trazem "exemplos inspiradores de edifícios e estruturas existentes que ganharam uma nova vida". Reconhecidos pelo design inteligente e pela colaboração com clientes e comunidades locais, os projetos vencedores também se destacam por técnicas construtivas inovadoras e pela seleção cuidadosa de materiais.
A personalização de elementos de arquitetura e design tornou-se uma tendência global importante na criação de espaços excepcionais e individualizados. Atualmente, qualquer elemento passível de personalização torna-se uma oportunidade, com clientes e arquitetos/as ansiosos por se destacar e criar projetos que reflitam fielmente seus gostos pessoais e estilos de vida. No universo dos porcelanatos, a personalização é uma maneira fundamental de infundir personalidade ao design — foco que a marca Kaolin vem priorizando por meio de seu Programa de Customização.
Os escritórios de arquitetura e as incorporadoras imobiliárias estão sempre em busca de soluções construtivas industrializadas para otimizar os prazos e custos associados à execução. No entanto, é fundamental não abrir mão da estética e da eficiência energética. Uma possível solução reside no amplo portfólio de soluções dentro do ecossistema de tijolos aparentes.
Três projetos recentes desenvolvidos na Espanha exemplificam a integração de fachadas de tijolo aparente, tornando-os únicos. Além disso, todos são finalistas do Prêmio de Arquitetura em Tijolo da Hispalyt 2021-2023 na categoria ‘Industrialização’.
Uma porta pivotante é uma porta de giro que rotaciona sobre um eixo vertical. Diferencia-se das portas de dobradiça comuns, nas quais as dobradiças são fixadas na lateral da folha e na parede adjacente. Embora a porta pivotante exista há séculos, ela ainda é desconhecida por muitas pessoas. No entanto, um recente ressurgimento em seu uso a colocou em destaque como uma opção atraente para arquitetos/as, designers e proprietários/as.
O Deutsches Architekturmuseum (DAM) anunciou os indicados para o prêmio International High-Rise Award 2024/25. Selecionados entre mais de 1.000 novos edifícios em altura construídos nos últimos dois anos em todo o mundo, os projetos indicados estão localizados em 13 países de 5 continentes. No outono, serão anunciados os cinco finalistas, e a revelação do vencedor está prevista para 12 de novembro de 2024. O principal objetivo da premiação é destacar boas práticas na tendência contínua de edifícios altos de uso misto.
Com o aumento na construção de arranha-céus, características especiais como a introdução de vegetação no projeto, formas inusitadas ou a construção de complexos de torres tornaram-se o novo normal. A pesquisa do DAM deste ano também mostra uma crescente consciência ecológica, já que o foco na construção de edifícios altos se volta cada vez mais para o reaproveitamento de estruturas existentes. Embora a maioria dos edifícios altos continue a ser erguida na China, seguida pelos EUA, a Austrália e Singapura surgem como novos polos da arquitetura de arranha-céus.
A Segunda Guerra Mundial foi um marco na história da humanidade, deixando um profundo impacto político e social. Seu fim marcou um ponto de virada significativo, que levou à suburbanização do pós-guerra e ao baby boom. Esses fenômenos resultaram em um rápido crescimento urbano e em uma explosão na construção de moradias, que atingiu o auge na década de 1960 e continuou a prosperar ao longo das décadas seguintes, desacelerando gradualmente até os dias de hoje. Atualmente, enfrentamos um cenário muito diferente, no qual a escassez de habitação acessível, combinada com uma perspectiva econômica desafiadora e uma agenda climática, gerou a necessidade de transformar o ambiente construído em um espaço mais limpo e eficiente no uso de recursos, alinhado ao Acordo de Paris.
Diante disso, com a demanda cada vez maior por moradia aliada a iniciativas políticas como o Pacto Ecológico Europeu, o modelo de hiperprodução do pós-guerra está se tornando insustentável. Como consequência, a reforma de edifícios abandonados ou subutilizados surge como uma alternativa viável. Diferente do modelo de demolição e nova construção, essa abordagem oferece oportunidades de retrofit energético, o que ajuda a mitigar a obsolescência ambiental, estender a vida útil das edificações e revitalizar o patrimônio existente e deteriorado — incluindo as habitações do pós-guerra —, melhorando ao mesmo tempo a qualidade de vida das pessoas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140651/reforma-vs-demolicao-aprimorando-a-habitacao-para-a-eficiencia-energetica-sustentavelEnrique Tovar
A cidade de Barcelona e a região se preparam para sediar a Manifesta, a bienal nômade europeia de arte, arquitetura e urbanismo, que celebrará sua 15ª edição no próximo dia 8 de setembro de 2024. O evento acontecerá em doze cidades ao longo de doze semanas, onde uma extensa lista de participantes materializará projetos que servirão para reimaginar o futuro por meio da arte e da arquitetura.
A primeira edição da Manifesta ocorreu em Roterdã em 1996 e, em suas 14 edições anteriores ao longo de 25 anos, passou por diferentes cidades europeias, como Luxemburgo, Liubliana, Frankfurt, Donostia/San Sebastián, Trentino-Tirol do Sul, Múrcia, Genk, São Petersburgo, Zurique, Palermo, Marselha e Prishtina. Um dos principais eixos da Manifesta baseia-se na investigação urbana crítica, promovendo a construção de comunidades e programas culturais com identidade local que atuem como agentes de mudança. Embora o caráter nômade seja uma marca registrada do evento, em cada cidade trabalha-se com comunidades artísticas locais, a cidadania e organizações locais para realizar projetos que possam abordar questões inerentes ao próprio território.
Cortesia de Foster + Partners | Plano Diretor de Larnaca
O escritório Foster + Partners iniciou o desenvolvimento do projeto para a fase inicial do plano diretor "Land of Tomorrow" em Larnaca, no Chipre. Com o objetivo de transformar a orla marítima de Larnaca em uma comunidade vibrante e sustentável, a primeira fase foca em empreendimentos residenciais. Integrando áreas comerciais com lojas, escritórios e restaurantes, o plano diretor prioriza a transição fluida com a orla e enfatiza a conexão com o entorno natural.