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A nova mixtape com seus/suas designers favoritos/as

A arquitetura há muito tempo serve de inspiração para profissionais da música, com artistas tão diversos quanto Art Garfunkel e Kanye inspirando-se (por assim dizer) na área. Alguns nomes da música, inclusive, iniciaram suas carreiras profissionais na arquitetura — entre eles, Weird Al, Ice Cube e três dos membros fundadores do Pink Floyd.

Putucos: a arquitetura vernacular tem algo a dizer sobre sustentabilidade

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No contexto do XV Taller Social Latinoamericano, que atualmente ocorre em Puno, no Peru, visitamos a região de Iruito Tupi (província de Huancané) acompanhados por Francisco Mariscal, Diretor da Direção Desconcentrada de Cultura de Puno do Ministério da Cultura, que em sua conferência apresentou a história dos putucos, habitações construídas unicamente com blocos de terra e capim extraídos do próprio solo.

Às vezes, tem-se a impressão de que a história gira sobre si mesma. Um mesmo roteiro com outros nomes, outros rostos e outros lugares. Há 10.000 anos, o planalto andino e a bacia do Lago Titicaca — atualmente compartilhada por Peru e Bolívia — começaram a ser povoados por grupos de caçadores e coletores que chegaram a essas altitudes atraídos pelas lhamas, vicunhas, aves e peixes disponíveis.

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Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México

Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 1 de 4
© Dellekamp Arquitectos

Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 1 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 2 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 3 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Imagen 4 de 4Após o 19S: Apoie a iniciativa da Dellekamp Arquitectos para reconstruir lares em Ecatzingo, Estado do México - Mais Imagens+ 19

É nosso dever colocar a dignidade humana no centro do processo de reconstrução.
Telar Social México

Em 19 de setembro de 2017, o México sofreu um dos terremotos mais fortes de sua história. Com 7,1 graus na escala Richter, o sismo deixou mais de 369 vítimas e 150 mil residências destruídas em cinco estados do país, sendo os mais afetados Oaxaca, Morelos, Estado do México e Guerrero.    

Ecatzingo, localizado a sudoeste do vulcão Popocatépetl, no Estado do México, continua sendo um dos municípios com mais danos causados pelo terremoto, com 1.587 residências afetadas — das quais 601 ficaram inabitáveis —, deixando famílias inteiras desabrigadas. 

As cidades estão evitando sediar as Olimpíadas. Não deveriam.

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Objeto de desejo de todo atleta, os Jogos Olímpicos atraem os olhares do mundo para uma cidade-sede a cada dois anos, exibindo o melhor que o esporte tem a oferecer em eventos de verão e de inverno. Em meio a uma atmosfera de grande expectativa, o burburinho geral pela cidade antes e durante as quatro semanas de evento é palpável, com turistas, imprensa e atletas contribuindo para o fervor coletivo. Com uma resposta pública quase exclusivamente positiva (a maioria das candidaturas olímpicas conta com aprovação de 70% ou mais), os Jogos tornam-se uma oportunidade para uma nação exibir sua cultura e tudo o que tem a oferecer. À primeira vista, trata-se de uma oportunidade que seria tolice desperdiçar.

No entanto, quando a poeira baixa, essas "afortunadas" cidades-sede frequentemente se deparam com estruturas que carecem da relevância e da função de suas vidas iniciais e efêmeras. Centros aquáticos vazios, pistas de atletismo abandonadas e estádios subutilizados tornaram-se uma marca registrada dos Jogos tanto quanto os anéis olímpicos, com a manutenção estrutural e as implicações sociais sobrecarregando as antigas cidades-sede por muitos anos. Nos últimos anos, menos cidades têm participado do processo de candidatura, o que sugere que o impacto dos Jogos está começando a se sobrepor ao entusiasmo inicial. Enquanto 12 cidades disputaram a honra de sediar os Jogos de 2004, apenas duas se candidataram para 2024/2028.

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Wienerberger Brick Award 2018: Uma homenagem à arquitetura em tijolo de alta qualidade

Profissionais de arquitetura de todo o mundo apresentam seus conceitos modernos e inovadores com materiais cerâmicos: quase 600 projetos de 44 países foram inscritos. Os vencedores do Wienerberger Brick Award 2018 impressionaram com conceitos arquitetônicos ousados e criativos para espaços habitacionais sustentáveis e voltados para o futuro.

O Wienerberger Brick Award oferece a arquitetos e arquitetas de todo o mundo a oportunidade de apresentar uma arquitetura moderna e inovadora com materiais cerâmicos. O prêmio busca inspirar tanto profissionais quanto o público em geral, compartilhando conceitos de design e explorando novas formas de viabilizar ideias construídas. O ano de 2018 marca a oitava edição deste prêmio de prestígio internacional. Quase 600 projetos de 44 países foram inscritos, com um foco europeu particularmente forte nesta edição.

Francis Kéré e Joaquín Vaquero Palacios na programação da Fundação ICO para este 2018

Cristina Cabrera, diretora da Fundación ICO, apresentou a programação que a instituição preparou para 2018, ano em que celebra seu 25º aniversário. A diretora expôs as principais diretrizes da programação nas três áreas de atuação da Fundação: Arte, Economia e Internacional.

No campo da Arte, apresentou as três exposições temporárias do Museo ICO focadas na arquitetura e no resgate de figuras de grande relevância nesta disciplina, embora não suficientemente reconhecidas: Joaquín Vaquero Palacios, Carlos Cánovas e Diébédo Francis Kéré.

Os estádios que poderiam sediar a Copa do Mundo de 2026 nos EUA, Canadá e México

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Espero que você já tenha recuperado o fôlego após a Copa do Mundo da FIFA deste ano. A vitória da França no Estádio Luzhniki, em Moscou, marcou o fim de uma era: a última Copa do Mundo no formato clássico. Após o torneio de inverno de 2022 no Catar, a competição será expandida para 48 seleções (em vez das 32 atuais).

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Bee Breeders anuncia os/as vencedores/as do SKYHIVE Skyscraper Challenge

A Bee Breeders anunciou os vencedores do SKYHIVE Skyscraper Challenge. O objetivo do concurso era permitir que arquitetos/as, estudantes de design, engenheiros/as e artistas de todo o mundo pudessem "gerar ideias de projeto para edifícios altos icônicos em cidades de todo o globo".

O Comitê de Design do AIA realiza sua primeira conferência sul-americana no Chile

A primeira Conferência do Comitê de Design do Instituto Americano de Arquitetos (AIA COD) na América do Sul acontecerá nas cidades de Santiago e Valparaíso, no Chile, entre os dias 20 e 27 de outubro de 2018, organizada pela Copperbridge Foundation em colaboração com as entidades chilenas Constructo e Massantiago.

A arquitetura de Santiago do Chile, herdada do período colonial, mas conectada à visão do design contemporâneo, será protagonista da Conferência, oferecendo uma perspectiva global sobre "Blueprint for Better Cities", tema do ano do AIA escolhido por seu presidente, Carl Elefante.

Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França

Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Imagem 5 de 4
Cortesia de JAGG

O escritório francês JAGG foi selecionado como vencedor do concurso The Great Mine, que buscou propostas para a transformação do Rio Garona em Bègles, na França, por meio da intervenção em duas áreas ribeirinhas.

Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Imagem de DestaqueBelas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Imagem 1 de 4Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Imagem 2 de 4Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Imagem 3 de 4Belas representações gráficas ilustram a transformação vencedora de concurso do JAGG ao longo do Rio Garona, na França - Mais Imagens+ 9

Mulheres arquitetas dominam os Prêmios CA 2018 do Colégio de Arquitetos do Chile

Por ocasião da celebração dos 75 anos do Colégio de Arquitetos do Chile, a entidade de classe anunciou os arquitetos e arquitetas vencedores dos Prêmios CA 2018, as honrarias mais importantes do país no setor.

Após uma edição de 2017 duramente criticada pela ausência de mulheres entre as premiadas, a edição atual não apenas contou com dois novos prêmios promovidos pela organização Mujer Arquitecta — Dora Riedel e Eliana Caraball — e um que reconhece a contribuição de profissionais nas regiões do país, mas as mulheres também conquistaram 9 das 12 categorias concedidas pelo Colégio de Arquitetos aos seus membros associados.

Apresentamos a seguir os vencedores desta edição:

Columbário e Crematório para o Pátio 29 do Cemitério Geral de Santiago

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Columbário e Crematório para o Pátio 29 do Cemitério Geral de Santiago - Imagem 1 de 4
Cortesía de Sebastian Quiroz Lara

Na edição deste ano, o Concurso de Arquitetura Electrolux abordou a problemática da arquitetura vertical para cidades sustentáveis, promovendo novas formas de gerar projetos inovadores de programa, benefício público e integração comunitária, com uma relação especial com o contexto, permitindo valorizar o espaço público e a qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs.

O primeiro prêmio foi concedido aos estudantes de arquitetura Mateo Loayza Montalvo, Gabriel Ceballos Melillán, Sebastián Quiroz Lara e Francisco Beltrán Ayala, da Escola de Arquitetura da Universidad Andrés Bello, sob a orientação dos professores Juan Agustín Soza e Mauricio Bruna e do professor externo Eduardo Maldonado. O projeto, situado em frente ao histórico Pátio 29, é uma proposta que busca vislumbrar uma relação entre os cemitérios do futuro e as edificações em altura.

Conheça o projeto em detalhes a seguir, através das palavras de seus autores.

Cidade Ferida: um relato sobre o S19 no México por Santiago Arau

Como parte da série de documentários "En los ojos de México" do New York Times –na qual seis cineastas apresentam um olhar sobre seu país–, Santiago Arau e Diego Rabasa apresentam "Ciudad Herida", um relato do terremoto de 2017 na região central do México que, por meio de imagens de drone, mostra a força e a resiliência demonstradas em um momento de crise.

O redesenho do Snøhetta acalmará os protestos gerados por sua polêmica proposta original?

Classificada como "vandalismo" e "assassinato" de um ícone do pós-modernismo, a proposta de reforma do escritório Snøhetta, com sede em Oslo, para a antiga sede da AT&T, projetada por Philip Johnson e John Burgee, foi recebida com forte e imediata rejeição por parte da comunidade arquitetônica no ano passado. O arquiteto Robert A. M. Stern chegou a participar de um protesto em frente ao edifício no número 550 da Madison Avenue, e até mesmo o crítico Norman Foster, que nunca demonstrou simpatia pelo movimento pós-moderno, manifestou-se publicamente, afirmando que "[o edifício] é uma parte importante do nosso patrimônio e deve ser respeitado como tal".

Uma rejeição à funcionalidade fria e monótona dos arranha-céus de vidro de Midtown, o edifício da AT&T foi concebido para incentivar uma abordagem mais lúdica da arquitetura no mundo corporativo — como meias divertidas sob um terno de três peças. O projeto, no entanto, não esteve isento de controvérsias. Logo após a sua conclusão, o edifício foi criticado por seu frontão decorativo e desproporcional, além de seus espaços internos por vezes escuros. De fato, as entradas em arco do edifício estiveram entre os únicos elementos arquitetônicos a receber elogios tanto da crítica quanto do público.

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A casa existencial: comportamentos antiurbanos em Loja, Equador

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Titulada originalmente como "La casa existencial, comportamientos "anti-urbanos" en la ciudad de Loja", o arquiteto equatoriano David Medina Jiménez desenvolveu em 2015 esta pesquisa para a obtenção de título na Universidad Técnica Particular de Loja.

Como registra o Colegio de Arquitectos del Ecuador Pichincha em seu blog, a tese de Medina Jiménez "explora a importância da “consciência”, a partir de uma ótica existencialista, e sua relação com a arquitetura e a cidade. O autor chega a conclusões intrépidas ao questionar um preconceito urbanístico que a maioria toma como certo: a suposta necessidade de densificar as cidades a todo custo".

O que é a Arquitetura? Provavelmente não se encontrará uma resposta plena nas palavras, ao menos não nas que aqui se transmitem; no entanto, sustenta-se que aquilo que chamamos de “Arquitetura” — ou que reconhecemos como tal — é imanente à consciência e à consciência [1] (e estas, por sua vez, à inconsciência, como luz e sombra). A primeira, conhecimento de si mesmo, do Dasein [2]; a segunda, conhecimento da realidade circundante.

Entre um mundo de ideias e o material / DOSA Studio

Texto de Raúl Medina e Paola Monreal.

La eterna tarea de la arquitectura es crear metáforas existenciales encarnadas y vividas que concretan y estructuran nuestro ser-en-el-mundo. La arquitectura refleja, materializa y hace eternas ideas e imágenes de la vida real. Los edificios y las ciudades nos permiten estructurar, entender y recordar quiénes somos. -J. Pallasmaa

Entendemos a arquitetura como uma série de processos vinculados diretamente a duas fases: a primeira diz respeito ao nascimento das ideias, ao surgimento e à criação constante de perguntas, afirmações e negações. É um ir e vir entre a afirmação e o autoquestionamento, entre a narrativa e a utopia, resultado de nossas propostas arquitetônicas. No entanto, decidimos dedicar este documentário à segunda fase, que é o próprio processo de materialização daquele devir de ideias.

Por dentro da vida rock 'n' roll do arquiteto mexicano Michel Rojkind

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Hoje, Michel Rojkind é amplamente reconhecido como um dos arquitetos mais bem-sucedidos e, por vezes, extravagantes do México no século XXI. No entanto, apesar de seu sucesso, sua trajetória na arquitetura nunca foi linear: antes de fundar o escritório Rojkind Arquitectos, ele passou mais de uma década como baterista da banda de pop-rock Aleks Syntek y La Gente Normal — uma experiência que ele próprio aponta como o ponto de partida para seu interesse pela arquitetura. Um artigo publicado esta semana pela Surface Magazine traz um perfil detalhado de Rojkind, de sua infância aos tempos de baterista, passando pelas dificuldades que enfrentou em sua carreira na arquitetura — incluindo a desastrosa inauguração da Cineteca Nacional da Cidade do México, em 2014. Leia a seguir alguns trechos do artigo da Surface Magazine.

Urban Sketchers Bogotá homenageia Rogelio Salmona com estes desenhos

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Conversamos com a arquiteta Mayerlly Cuta que, junto ao arquiteto e artista plástico Carlos Alberto Hernández, fundou o Urban Sketchers Bogotá, um movimento mundial de desenho promovido a partir da prática de desenhar nas ruas de Bogotá e que, por meio de encontros gratuitos e abertos a todo o público, motiva os/as artistas a capturarem em tempo real traços do que está ao seu redor.

De 24 de outubro a 9 de novembro, realizou-se uma exposição em homenagem ao arquiteto Rogelio Salmona. Segundo Mayerlly, a ideia surgiu após um dos encontros de desenho, enquanto tomavam um café e manifestaram a intenção de homenagear os 11 anos de seu falecimento registrando suas obras presentes na cidade de Bogotá. “Como gestores/as, começamos a desenhar e a promover os encontros, e logo surgiram oportunidades de transformar os trabalhos em uma exposição. A Sociedade Colombiana de Arquitetos e a Fundação Rogelio Salmona uniram-se ao projeto, que coincidiu com as atividades de outubro dessas entidades, resultando na convocatória 'Desenhando Salmona'. Essa chamada reuniu mais de 100 pessoas e foram coletados mais de 300 desenhos de diferentes cidades do país e do mundo.

Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito

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Os anos 70 e 80 testemunharam a nova imagem urbana da capital equatoriana. Rafael Vélez Calisto formou-se em 1970 e, desde então, foi um de seus mais destacados e prolíficos arquitetos. Expressou sua arquitetura para um país e uma capital pujantes que ofereciam oportunidades únicas aos profissionais, como consequência da exploração petrolífera, do crescimento das esferas pública e privada e do acelerado crescimento urbano.

A capital mudou o perfil de seus eixos principais, configurando-se como uma cidade vertical. Na avenida Amazonas, em Quito, a imagem dominante de grandes casarões, ainda com vida útil, foi desaparecendo, substituída pela de edifícios em altura (1); uma paisagem urbana que se estendeu por novas artérias em direção ao norte.

Nesses setores, destacam-se notáveis edifícios de sua autoria, contemporâneos e cosmopolitas.

Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 1 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 2 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 7 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Image 11 of 4Rafael Vélez Calisto, ícone da imagem contemporânea e cosmopolita de Quito - Mais Imagens+ 7

Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos

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O Zeitz Museum of Contemporary Art Africa — ou simplesmente Zeitz MOCAA — conquistou recentemente o primeiro lugar no prêmio de Reforma em Arquitetura da ArchDaily, graças ao seu projeto impactante que transformou um antigo edifício industrial abandonado em um marco icônico no porto ativo mais antigo da África do Sul. Desenvolvido pela V&A Waterfront na Cidade do Cabo e projetado pelo escritório Heatherwick Studio, o empreendimento de uso misto é hoje “o maior museu do mundo dedicado à arte contemporânea da África e de sua diáspora”. Para celebrar a premiação, conversamos com o líder de grupo Matthew Cash para discutir os desafios enfrentados durante o projeto, sua importância cultural para a África e o interesse do escritório em projetos de reforma como um todo.

Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 1 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 2 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 3 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 4 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é um chamado às armas para os museus africanos - Mais Imagens+ 6

99% Invisible investiga as histórias utópicas e distópicas do Bijlmermeer

Como podemos planejar uma cidade melhor? A resposta tem desafiado arquitetos/as e urbanistas desde o surgimento da cidade industrial. Uma das primeiras tentativas de resposta veio na forma de uma espetacular proposta modernista nos arredores de Amsterdã chamada Bijlmermeer. E, como revela o novo episódio em duas partes do 99% Invisible, o projeto fracassou miseravelmente. Contudo, como em toda história, a realidade não é tão simples quanto parece à primeira vista.

Snøhetta projeta hotel de energia positiva à beira de um lago no Círculo Polar Ártico

O escritório Snøhetta revelou seu projeto para o "Svart", um hotel para a empresa de turismo sustentável Arctic Adventure of Norway. Localizado no Círculo Polar Ártico, às margens do fiorde Holandsfjorden, na Noruega, junto ao sopé da geleira Svartisen, o edifício foi projetado de acordo com o padrão de construção "Powerhouse", um sistema desenvolvido pelo Snøhetta e por um grupo de colaboradores/as para criar edifícios sustentáveis energeticamente positivos.

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Um conto de confiança equivocada na mídia vence o concurso Fairy Tales 2018

Blank Space, em colaboração com o National Building Museum, anunciou os vencedores da quinta edição do seu concurso anual Fairy Tales, revelados ao público no National Building Museum, em Washington, D.C. A competição recebeu propostas de 65 países, selecionando três projetos vencedores, um segundo colocado e nove menções honrosas por sua exploração de acontecimentos atuais e do processo criativo através de contos e trabalhos artísticos bem elaborados. Os vencedores foram selecionados por um júri composto por 20 arquitetos/as de destaque, incluindo Daniel Libeskind, Bjarke Ingels e Maria Aiolova.

Deveriam os/as futuros/as estudantes de arquitetura desconfiar de tudo?

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Nesta oportunidade, o Blog da Fundación Arquia, juntamente com o artigo do arquiteto e docente Santiago de Molina, faz um chamado a quem deseja se tornar arquiteto/a em breve, para que cultive uma culta desconfiança de quase tudo, tenha a coragem de não confiar em nada e se esforce para manter e alimentar uma imaginação cultivada.

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