Como parte de um projeto colaborativo criado por mulheres criativas, surge "Ostras & Burbujas", um evento realizado no último dia 28 de agosto no Cucina, na Cidade do México. O evento foi concebido a partir da proposta de criar um espaço imersivo que jogasse com a percepção visual – contando com o design e controle de iluminação desenvolvidos por Paola Jose, fundadora da SOMBRA, com a tecnologia da Lutron - Ketra –, alterando a atmosfera por meio da luz e agregando uma experiência culinária liderada pela chef Montserrat Garza, que combinou paladar, olfato e tato através de um jantar composto por diversos tempos e harmonizado pelo Cavanegra Natural Wine Club.
As janelas sem esquadrias e portas de correr de fabricação suíça da Sky-Frame continuam a revolucionar a transição entre o interior e o exterior, proporcionando experiências espaciais sem limites com vistas espetaculares.
Temperatura, iluminação, qualidade do ar ou desenvolvimento de ruído: MyData Analysis da Regent Lighting mede as condições estruturais que influenciam se os funcionários se sentem confortáveis nos espaços de escritório. Imagem cortesia de Regent Lighting
Com o MyData Analysis, a Regent Lighting oferece uma solução tecnológica inteligente que reduz custos, aumenta a eficiência e simplifica os fluxos de trabalho – um resultado comprovado por sua aplicação bem-sucedida em um dos maiores projetos de edifícios inteligentes da Europa.
Tendo em mente as necessidades específicas dos profissionais de arquitetura, as empresas podem se beneficiar ao repensar seus investimentos em ações tradicionais de marketing, como materiais impressos ou presença em feiras de negócios, e considerar estratégias mais econômicas e práticas relacionadas à geração de conteúdo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130697/como-conectar-sua-marca-com-arquitetos-e-arquitetas-atraves-do-marketing-de-conteudoPola Mora
Sem dúvida, o distanciamento social e o autoisolamento que fomos forçados a enfrentar durante a pandemia de COVID-19 mudaram drasticamente o papel das redes sociais. Para nos mantermos conectados, informados e entretidos, fomos atraídos pelas plataformas digitais de uma forma sem precedentes. Por esse motivo, as empresas também descobriram que diferentes canais de redes sociais são a melhor maneira de manter contato com seu público e até mesmo construir conexões mais sólidas com ele. As marcas também conseguiram compreender melhor a percepção do público em relação a si mesmas, graças às interações mais profundas que as redes sociais proporcionam.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131319/como-promover-sua-empresa-de-materiais-de-construcao-nas-redes-sociaisPola Mora
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Instalação I Was Born / HAJIME YOSHIDA ARCHITECTURE + YOSHIHIRO MIKAMI. Foto: Cortesia de HAJIME YOSHIDA ARCHITECTURE + YOSHIHIRO MIKAMI
Um espaço é muito mais do que apenas sua imagem. Suas texturas, cheiro e som podem influenciar diretamente na experiência do usuário. É neste sentido que pensar uma arquitetura sensorial pode ser fundamental para que a interação existente entre as pessoas e o ambiente construído seja ainda mais profunda.
Historicamente, a estética e a funcionalidade representam dois dos principais valores relacionadas à arquitetura e ao planejamento urbano—e isso não é diferente quando lidamos com projetos de habitações sociais e acessíveis. Embora os princípios de beleza e utilidade, com a adição do conceito de firmeza, tenham sido utilizados para definir à arquitetura desde Vitrúvio, por outro lado, ao analisarmos a paisagem construída através destas três lentes apenas, acabamos deixando de contemplar uma série de outros importantes aspectos que caracterizam estas duas disciplinas. Frutos desta nossa inaptidão em perceber os diferentes valores que a arquitetura engendra são o preconceito em relação as qualidades (ou da suposta falta delas) estéticas em projetos de habitação social e habitações acessíveis, a estereotipação dos aspectos socioeconômicos que as fazem necessárias e o discurso discriminatório associado as pessoas que se beneficiam destas políticas habitacionais.
A deficiência e a variedade de corpos e pessoas deve ser um assunto estimulante para os arquitetos: trata-se da experiência vivida, da resolução de problemas e do design de um ambiente melhor construído.
Embora o tópico envolva a teoria crítica e as aspirações para a vida coletiva, muitas vezes é visto como um campo que requer o cumprimento de requisitos, ou pior, um assunto delicado repleto de termos desatualizados e hábitos de pensamento antiquados. As rotinas típicas de design nem sempre levam em consideração a variedade de corpos humanos.
Empenhado em criar ambientes para as mais distintas atividades humanas, Armando de Holanda, atuou como arquiteto no Nordeste e, inquieto com as tradições construtivas europeias que se mantinham e se demonstravam inadequadas para a região, criou um conjunto de estratégias que permitem projetar e construir com vista no desempenho da edificação que prioriza o ambiente tropical: a presença da natureza, luz e clima.
Todas as vezes que publicamos um artigo sobre o Hempcrete, ou Concreto de cânhamo, recebemos muitos comentários nas redes sociais, sempre com algum nível de ironia, de o que ocorreria se tudo pegasse fogo? De fato, essa é uma dúvida legítima, já que ainda há muita confusão sobre as diferenças entre a maconha e o cânhamo, ambas provindas da mesma espécie de planta (Cannabis Sativa). Mas enquanto a maconha apresenta efeitos psicoativos por conta do tetra-hidrocanabinol (THC), presente principalmente nas flores da planta, os materiais de construção à base de cânhamo são produzidos a partir do caule da planta moído, contendo doses ínfimas de THC. Portanto, respondendo rapidamente à pergunta do título: não, o edifício não se tornará um imenso baseado no caso de um incêndio. Inclusive, alguns testes têm mostrado que estes materiais apresentam ótimo desempenho ao fogo, dissipando as chamas, mantendo a integridade estrutural e não emitindo fumaça tóxica.
Nenhum edifício está isolado. Envolvendo redes ambientais e culturais, a arquitetura é uma arte inerentemente fundamentada. Assim, limites e restrições impulsionam o processo de projeto, gerando soluções que celebram o mundo como o encontramos. Incorporando essa dinâmica, os projetos de renovação e reutilização adaptativa abrangem problemas desafiadores e condições existentes. Isso é especialmente verdadeiro quando se trabalha com edifícios industriais, locais onde maquinários, manufatura e energia são combinados.
Desde o dia 30 de agosto deste ano, passou a vigorar em Paris, capital da França, um novo limite de velocidade para automóveis de 30 quilômetros por hora. Tornar as ruas mais seguras, silenciosas e menos poluídas são alguns dos objetivos da medida. Pode parecer lento demais para muitos, mas a iniciativa vem sendo pavimentada pouco a pouco. O limite de 30 km/h já se aplicava a cerca de 60% da área de Paris e agora se estende cobrindo quase toda a cidade. Além disso, há alguns anos, Paris vem implementando ações para restringir o uso do carro em algumas vias. Ao mesmo tempo tem aumentado as zonas restritas a pedestres.
"Bem-vindo a este estranho livro. Com todos os desenhos, ele pode parecer um manual, mas não é. O livro é tanto sobre juntas quanto sobre peças. Acima de tudo, busca a ordem que é inerente às coisas". Estas palavras fazem parte da introdução ao livro de Koen Mulder - The Thrilling Surface: The Brick Bond as a Composers Tool. Disponível em alemão, o livro de 160 páginas rigorosamente ilustradas apresenta um universo de possíveis variações de padrões que podem ser criados quando se começa a projetar.
Por esta razão, entrevistamos Koen para descobrir o que o inspirou a discutir este assunto, para entender como ele conseguiu reunir todas as informações e para visualizar o impacto que este tipo de estudo pode ter na arquitetura.
Apesar da pandemia de Covid-19 ter adiado a COP26 até novembro de 2021, os negociadores da ONU ainda estavam trabalhando duro ainda em 2020. Depois de uma série de eventos virtuais em junho do ano passado, mais de três mil delegados de países concluíram os Diálogos sobre o Clima, um conjunto de 80 encontros virtuais em que os países revelaram, revisaram e discutiram questões pendentes nas negociações internacionais sobre o clima.
Desde o início, os países concordaram que os diálogos não incluiriam as negociações formais que normalmente ocorrem nas COPs e não levariam a quaisquer decisões oficiais. Em vez disso, os diálogos abordaram eventos que os países haviam determinado previamente que ocorressem em 2020 e outras trocas informais. Os diálogos serviram como uma plataforma para os países e atores não estatais fazerem um balanço do progresso geral da ação climática em 2020 e ofereceram um espaço informal para que os negociadores compreendessem melhor questões pendentes em sua preparação para retomar as negociações em 2021.
Quando David Chipperfield foi questionado sobre o que os visitantes deveriam esperar quando as obras de reforma da Neue Nationalgalerie de Mies van der Rohe em Berlim fossem concluídas, ele disse categoricamente: “Imagine uma Mercedes 1965. É um modelo bonito, sem dúvida, mas que estava caindo aos pedaços devido ao uso incessante e contínuo. Esta obra foi como levar um carro velho no mecânico para que cada uma das peças pudessem ser desmontadas, reparadas e engraxadas e então devolvidas ao seu respectivo lugar de origem para que quando fossemos ligar o motor, ele rodasse como se fosse novo”. Devido aos protocolos de saúde pública impostos como medidas de controle em tempos de pandemia, a cerimonia de reinauguração foi assistida por um número bastante limitado de jornalistas e visitantes, os quais tiveram a oportunidade de caminhar ao lado de Chipperfield sob a novíssima cobertura de aço da Neue Nationalgalerie de Mies. Uma das poucas felizardas a estar presente naquela ocasião, a editora e fotógrafa Gili Merin teve a oportunidade de fotografar o projeto durante o evento que antecedeu a inauguração do pavilhão e entrevistar o arquiteto responsável por trazer esta bela máquina de volta à vida.
Jingdezhen Imperial Kiln Museum / Studio Zhu-Pei. Image Courtesy of Studio Zhu-Pei
Ao longo dos últimos anos testemunhamos um interesse crescente por técnicas tradicionais e processos artesanais de construção, assim como no papel cada vez mais significativo dos materiais locais na arquitetura contemporânea. Conscientes do impacto ambiental e também econômico da industria da construção civil no mundo hoje, arquitetos e urbanistas estão mudando o rumo de nossa disciplina ao adotar novas estratégias e abordagens em seus projetos e processos com o principal objetivo de “atender às demandas da nossa sociedade sem, no entanto, comprometer ou esgotar os recursos naturais que atualmente encontram-se à nossa disposição”.
Miguel Lawner, Prêmio Nacional de Arquitetura de 2019, foi diretor-executivo da CORMU durante o governo da Unidade Popular e se destacou ao longo de sua trajetória na luta pelo direito à moradia adequada no Chile. Alejandro Aravena, Prêmio Pritzker 2016, é sócio do escritório ELEMENTAL e seus trabalhos em habitação social o transformaram em um ícone mundial desde que despontou no cenário arquitetônico com o projeto da Quinta Monroy em Iquique.
Por esses motivos, foi extremamente interessante ouvir os posicionamentos de duas gerações distintas que se reuniram não apenas para conversar e analisar o passado, o presente e o futuro de suas vidas e carreiras, mas também para debater o desafio do acesso à moradia no Chile.
Pesquisadores apontam os Jardins Suspensos da Babilônia como os primeiros exemplos de telhados verdes. Ainda que não exista comprovação de sua localização exata e pouquíssima literatura sobre a estrutura, a teoria mais aceita é que o rei Nabucodonosor II construiu uma série de terraços elevados, ascendentes e com espécies variadas como presente à esposa, que sentia falta das florestas e montanhas da Pérsia, sua terra local. Segundo Wolf Schneider [1] os jardins eram sustentados por abóbadas de tijolos, e sob eles, existiam salões sombreados e refrigerados pela irrigação artificial dos jardins, com uma temperatura muito mais amena que o exterior, na planície da Mesopotâmia (atual Iraque). Desde então, exemplos de coberturas verdes apareceram por todo mundo, de Roma à Escandinávia, nos mais diversos climas e tipos.
Ainda assim, a solução de inserir plantas na cobertura ainda é vista com desconfiança por muitos, como uma solução custosa e difícil de manter. Outros, no entanto, defendem que os custos elevados de implantação são amortizados rapidamente com economias na climatização e que, principalmente, ocupar a quinta fachada da edificação com vegetação é uma saída, antes de tudo, racional. De toda a forma, fica a dúvida de como os telhados verdes podem realmente ajudar nas mudanças climáticas.
Archivo de Ideas Recibidas é um projeto interdisciplinar de pesquisa e difusão que busca registrar e relacionar as ideias de pessoas que contribuem para o ecossistema criativo contemporâneo a partir da arte, do design e da arquitetura. O projeto se constrói a partir de conversas que a equipe mantém com diversos criadores, nas quais são aprofundados temas relacionados à memória, à academia, ao contexto cultural, às suas principais influências e metodologias de trabalho.
Quem gosta de plantar e cultivar alimentos ou outros tipos de planta, sabe que uma estufa pode ser muito importante em diversas situações. Seja para proteger as plantas do frio, para abrigar espécies específicas que são mais sensíveis ao vento ou ainda para o desenvolvimento de brotos e mudas que depois serão replantados em outros lugares.
Ter a sua própria estufa requer espaço. Existem muitas opções de estufas “prontas” e também é possível contratar profissionais especializados para a construção do seu espaço de cultivo. Mas também é possível usar a criatividade e um pouco de tempo e disposição para construir a sua própria estufa.
O grande interesse da mãe por arquitetura, a infância em São Paulo, as aulas na FAU-USP, a proximidade de Ernest Mange, os primeiros projetos, a experiência como professor, a construção do próprio repertório. Neste episódio do Betoneira Podcast, o arquiteto Marcos Acayaba relembra momentos fundamentais de sua formação e sua carreira, como a residência Milan (1972-1975).
A Foster + Partners acaba de apresentar novas vizualizações do seu projeto para o plano diretor de La Fabrica, em pleno coração de Santiago, Chile. Concebido para revitalizar a estrutura da antiga fábrica e o seu contexto imediato, o plano diretor pretende desencadear um amplo processo de transformação da região central da capital chilena, promovendo uma maior diversidade de usos e programas assim como novas iniciativas de regeneração urbana e reuso adaptativo. Como o primeiro projeto do escritório no Chile, além do plano diretor para a área e a reforma propriamente dita do edifício existente da fábrica, a Foster + Partners será responsável ainda pelo projeto de um amplo complexo residencial nas proximidades do local, o qual deverá ser construído a partir de estruturas de madeira laminada colada de origem certificada.
Talvez o mais elementar dos materiais de construção, o termo “tijolo” é utilizado muitas vezes como sinônimo do bloco cerâmico, mas ele não se limita apenas a isso. Usar tijolos em sua construção significa optar por projetos que podem ser modulares, otimizados, e principalmente, versáteis. Este artigo explora o que são e quais as finalidades dos diferentes tipos de tijolos mais usuais na construção civil.
A restauração, a reabilitação e o reconhecimento de nossos rios e canais urbanos são fundamentais nas políticas estaduais e federais, indo além do uso prático do recurso. Em diversos países em desenvolvimento, incluindo o México, muitos problemas relacionados à água se concentram nas cidades devido ao crescimento urbano desordenado das últimas décadas.