Tom Dobbins

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Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos

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O Zeitz Museum of Contemporary Art Africa — ou simplesmente Zeitz MOCAA — conquistou recentemente o primeiro lugar no prêmio de Reforma em Arquitetura da ArchDaily, graças ao seu projeto impactante que transformou um antigo edifício industrial abandonado em um marco icônico no porto ativo mais antigo da África do Sul. Desenvolvido pela V&A Waterfront na Cidade do Cabo e projetado pelo escritório Heatherwick Studio, o empreendimento de uso misto é hoje “o maior museu do mundo dedicado à arte contemporânea da África e de sua diáspora”. Para celebrar a premiação, conversamos com o líder de grupo Matthew Cash para discutir os desafios enfrentados durante o projeto, sua importância cultural para a África e o interesse do escritório em projetos de reforma como um todo.

Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 1 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 2 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 3 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é "um chamado às armas" para os museus africanos - Image 4 of 4Por que o Zeitz MOCAA do Heatherwick Studio é um chamado às armas para os museus africanos - Mais Imagens+ 6

Time-lapse da construção dos estádios para a Copa do Mundo de 2022 no Qatar

Com a chegada da Copa do Mundo de 2018, nós, arquitetos, já podemos dar uma olhada no que está sendo construído para a próxima edição do maior evento esportivo do mundo. A Copa do Mundo da FIFA de 2022 no Qatar oferece tudo aquilo que há de mais emocionante na arquitetura de estádios, com a maioria das infraestruturas sendo construídas do zero. Vários arquitetos de renome mundial apresentaram propostas, e o seguinte conjunto de vídeos recém-lançados mostra a progressão de cada estádio, à medida que chegamos à aproximadamente quatro anos para o início da competição. Enfatizando a tecnologia da construção destas mega estruturas, os vídeos destacam um lado às vezes negligenciado dos projetos de estádios. Para materializar a incrível arquitetura destes estádios, sem a necessidade de renders fenomenais - como os produzidos por Foster + Partners e Zaha Hadid Architects - impressionantes tecnologias de engenharia e controle de compatibilização de projetos são necessários, e nos primeiros estágios da construção, isso se torna o ponto mais importante. Veja à seguir a beleza dessas maravilhas estruturais, mas esteja ciente - você poderá ficar com febre durante a próxima Copa do Mundo.

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"Juntos e Separados": O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018

Como parte da nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos o Pavilhão da Letônia concluído. Para ler a proposta inicial, consulte nossa publicação anterior, "Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza de 2018 destacará pontos de virada no projeto de edifícios de apartamentos do século XX.”

Paredes pretas e um piso de concreto aparente criam um cenário misterioso e inquietante para Together and Apart: 100 Years of Living—o Pavilhão da Letônia, que conta com a curadoria da urbanista Evelīna Ozola, do arquiteto Matīss Groskaufmanis, da cenógrafa Anda Skrējānem e da diretora Gundega Laiviņa.

"Juntos e Separados": O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018 - Imagen 1 de 4"Juntos e Separados": O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018 - Imagen 2 de 4"Juntos e Separados": O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018 - Imagen 3 de 4"Juntos e Separados": O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018 - Imagen 4 de 4Juntos e Separados: O Pavilhão da Letônia na Bienal de Veneza 2018 - Mais Imagens+ 4

Kéré Architecture projeta cenografia para exposição sobre racismo

Kéré Architecture concluiu recentemente o projeto expositivo para a mostra “Racismo. Uma invenção da raça humana", uma exposição promovida pelo Deutsches Hygiene-Museum, na cidade de Dresden na Alemanha. As atmosferas criadas dentro de cada um dos três espaços do museu são únicas, porém harmoniosas. O principal objetivo do projeto expográfico é conectar “a arquitetura das salas com o tema da exposição”. Utilizando uma variedade de materiais e estruturas atraentes, o percurso da mostra espera revelar os conflitos e desejos do homem por estabilidade e a necessidade orgânica por transformação social, enfatizando seu charme temporário e a importância da compreensão entre os homens.

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A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas

Quando os gregos esculpiram degraus de pedra na encosta de uma colina, o objetivo era criar uma área de assentos onde as pessoas pudessem descansar e ter uma vista excelente do palco no centro do anfiteatro. Mais de dois milênios depois, esses objetivos ainda são fundamentais para os princípios de projeto de estádios; no entanto, com um alcance global cada vez maior e a necessidade de múltiplos usos, os critérios para o que define uma arena de sucesso estão em constante evolução. Enquanto você se prepara para assistir à Copa do Mundo de 2018, sediada na Rússia, confira esta lista de projetos notáveis de estádios na história das Copas que influenciaram a evolução da arquitetura esportiva.

A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas - Imagem 1 de 4A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas - Imagem 2 de 4A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas - Imagem 3 de 4A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas - Imagem 4 de 4A evolução dos estádios: como a Copa do Mundo influenciou o projeto de instalações esportivas - Mais Imagens+ 6

"Island": O Pavilhão Britânico na Bienal de Veneza de 2018

Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos o Pavilhão Britânico concluído, que recebeu uma menção honrosa na premiação da Bienal. Para ler a proposta inicial, consulte nossa publicação anterior, "Caruso St. John transformará o Pavilhão Britânico em um espaço de encontros de teor político na Bienal de Veneza de 2018"

Fruto de uma colaboração entre o escritório Caruso St John Architects e o artista Marcus Taylor, "Island" cria um espaço público elevado, oferecendo vistas de Veneza e um local único tanto para encontros quanto para reflexão.

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Vendo vermelho: 4 vezes em que a cor valorizou a arquitetura e por quê

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© Helene Binet

O vermelho está em toda parte. De placas de pare a tijolos, de batons a vinhos, nosso uso constante dessa cor em objetos cotidianos tomou conta, pouco a pouco, do nosso subconsciente. O vermelho é uma cor que sempre se integra ao contexto, ditando como devemos nos sentir ou o que devemos pensar. Mas por que somos atraídos por ela? Por que nossos ancestrais escolheram pigmentos à base de ocre para desenhar nas paredes de suas cavernas? Por que as revoluções parecem sempre usar o vermelho para angariar apoio? Por que fazemos celebridades desfilarem por tapetes vermelhos, quando o verde ou o azul certamente fariam o mesmo papel? Embora as respostas para essas perguntas possam ser vagas e imprecisas, o uso do vermelho na arquitetura é quase sempre meticulosamente calculado.

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Anunciados os vencedores de 'Reside: Mumbai Mixed Housing'

Foram anunciados os vencedores do concurso Reside, promovido pela arch out loud, no qual as equipes participantes deveriam projetar um empreendimento residencial de uso misto em uma das últimas áreas não urbanizadas da costa de Mumbai. A iniciativa de pesquisa arquitetônica desafiou as pessoas participantes a projetarem "tanto para a comunidade pesqueira nativa que ocupa o local há centenas de anos quanto para uma nova demografia atraída pelo bairro nobre que agora cerca a área".

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Henning Larsen traz "abordagem de design escandinavo" para a cidade de Minneapolis

Projetado por Henning Larsen e MSR Design, o Novo Edifício de Serviços Públicos (New Public Service Building) para a cidade de Minneapolis visa consolidar vários departamentos, atualmente espalhados por diferentes locais, em um único edifício unificado. O projeto promove a saúde e o bem-estar de sua equipe de 1.300 pessoas ao maximizar a luz natural e as áreas verdes em toda a sua extensão, integrando uma diretriz significativamente sustentável à proposta de 11 pavimentos e 35.700 metros quadrados (385.000 pés quadrados). Localizado diagonalmente em frente à prefeitura atual, o Henning Larsen traz uma “abordagem de design escandinavo baseada no conhecimento” para o espaço de escritórios de alto desempenho, com o objetivo de estabelecer uma “nova agenda arquitetônica na América do Norte."

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7 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso

Um trecho de mais de 100 metros sob um viaduto de trem em Koganecho, distrito de Yokohama, Japão, sofreu uma reforma progressiva em que sete tipos diferentes de espaços comunitários, cada um projetado por um arquiteto diferente, foram construídos dentro de uma grade espacial pré-definida. Historicamente, havia muitas questões sociais na área, em grande parte em relação ao seu lucrativo mas perigoso mercado negro e como área de prostituição. Uma vez que a atividade ilegal foi erradicada em 2005, a passagem subterrânea apresentou uma grande oportunidade de redesenvolvimento social, e o projeto resultante - o Centro Koganecho - enfatizou um antigo compromisso cultural japonês, onde o que uma vez foi quebrado é usado para fazer algo novo .

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5 lições da palestra de Norman Foster no Barbican

Após ser condecorado cavaleiro em 1990 por seus serviços à arquitetura, vencer o Prêmio Pritzker em 1999 e, no mesmo ano, tornar-se membro da nobreza britânica, pode-se argumentar que não há arquiteto/a vivo/a que tenha causado maior impacto na vida urbana do que Norman Foster. Em uma palestra recente, Foster falou para um Barbican Hall lotado sobre o futuro de nossa paisagem urbana em crescimento, na sétima edição da série Architecture On Stage, organizada pela The Architecture Foundation em parceria com o Barbican. Embora o conteúdo estivesse repleto de declarações e previsões grandiosas, em uma escala semelhante à dos projetos realizados pelo escritório de Foster, foi a sua abordagem de resolução de problemas que ofereceu uma visão mais profunda sobre o homem por trás da obra. As 5 lições a seguir, extraídas da apresentação, não garantem níveis de sucesso semelhantes aos de Foster, mas podem ajudar a navegar pelos desafios que a arquitetura impõe, tanto pessoal quanto profissionalmente.

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O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico

O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Imagem 2 de 4
© Ste Murray

Apreciado no meio profissional, embora frequentemente criticado pelo público geral, o brutalismo definiu a arquitetura do pós-guerra no Reino Unido, assim como em diversos países ao redor do mundo. Em seu artigo de 1955, The New Brutalism, Reyner Banham afirma que o estilo deve apresentar: “1, legibilidade formal da planta; 2, clara exposição da estrutura; e 3, valorização dos materiais por suas qualidades inerentes, tais como encontrados”.

O One Kemble Street, um bloco de escritórios cilíndrico de 16 pavimentos originalmente chamado "Space House" e projetado por George Marsh e Richard Seifert, exibe claramente todas essas características, constituindo um marco no coração de Londres que permanece tão impressionante hoje quanto em sua conclusão, em 1968. Ao registrar o edifício tombado como patrimônio de Grau II ao longo do dia, o/a fotógrafo/a Ste Murray consegue capturar lindamente a essência da edificação, celebrando seu cinquentenário ao mesmo tempo em que destaca o fascínio de sua forma de uma maneira que sugere paralelos com ideologias contrastantes.

O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Imagem 1 de 4O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Imagem 2 de 4O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Imagem 3 de 4O marco brutalista de Londres, "Space House", é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Imagem 4 de 4O marco brutalista de Londres, Space House, é capturado sob uma nova perspectiva neste ensaio fotográfico - Mais Imagens+ 18

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Pershing Square, em Los Angeles, se prepara para um redesenho — e alguns temem a perda de um valioso espaço cívico

Cercados por todos os lados por “quarteirões comerciais de beleza arquitetônica e dimensões metropolitanas”, os planos que se interceptam da Pershing Square proporcionam um refúgio modernista para muitos angelinos no centro da cidade. Projetada por Ricardo Legorreta e Laurie Olin, a atual configuração da praça foi inaugurada em 1994, sucedendo várias outras versões que deram origem à sua reputação de “ambiente cívico e dinâmico” — reagindo constantemente aos altos e baixos de uma cidade em eterna mudança. Embora para alguns sua grande torre de estuque e o espelho d'água que remete a um aqueduto sirvam como um marco cultural, o espaço tem atraído críticas negativas devido à escassez de áreas verdes e à frequência de atividades relacionadas ao uso de drogas. Após anos de campanhas, a praça passará por uma reconfiguração — um projeto de redesenho “radicalmente plano”, desenvolvido pelos escritórios Agence Ter e Gruen Associates.