1. ArchDaily
  2. social

social: O mais recente de arquitetura e notícia

Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto

Após décadas de crises socioculturais e econômicas em todo o mundo, a comunidade arquitetônica percebeu que é hora de "projetar como se ela se importasse". E com isso, abraçou um movimento que viu arquitetos e designers usarem suas habilidades a fim de desenvolver soluções para crises humanitárias, desde a construção de habitações modulares e mapeamento de paisagens, até o desenvolvimento de aplicativos ou documentários, tudo de um ponto de vista altruísta. Mas, já que, o trabalho pro bono ainda não está enraizado no ethos da arquitetura, como os arquitetos romperam com o modelo tradicional de arquitetura “corporativa” e estabeleceram uma forma de garantir a responsabilidade ética pelo bem-estar humano?

Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto - Image 1 of 4Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto - Image 2 of 4Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto - Image 3 of 4Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto - Image 4 of 4Respostas arquitetônicas para crises humanitárias: indo além do projeto - Mais Imagens+ 3

"Urbanismo cidadão é um conceito que estamos promovendo a partir da América Latina": Lucía Nogales da Ocupa tu Calle

Lucía Nogales é a coordenadora geral da "Ocupa tu Calle" - uma iniciativa promovida por Lima Cómo Vamos e apoiada pela Fundação Avina e pela ONU Habitat - que se concentra no "urbanismo cidadão" na América Latina para cidades mais justas, inclusivas e resilientes.

Acesso exclusivo

A Casa de Jajja: casas auto-construídas para mulheres em Uganda

Este artigo é uma colaboração do Colectivo RE e foi publicado originalmente em 02 de agosto de 2020, na segunda edição de Huevo de Pato, uma publicação que tem por objetivo compartilhar reflexões e experiências como estratégia para a democratização do saber e do fazer.

Acesso exclusivo

O que significa co-living?

Muitos de nós já moramos, estão morando ou viverão em uma república de estudantes - uma boa mistura entre moradia barata e convivência intensa com amigos e colegas. Por uma quantia razoável, é possível ter um quarto individual e dividir espaços comuns. Pois, cada vez mais, não são só universitários que estão vivendo desta forma. O conceito de co-living vem se firmando como uma solução atrativa e eficaz.

O que significa co-living? - Image 1 of 4O que significa co-living? - Image 2 of 4O que significa co-living? - Image 3 of 4O que significa co-living? - Image 4 of 4O que significa co-living? - Mais Imagens+ 2

Arrecadação para Realocação das famílias do Mangue UFRJ

Os moradores da Praia do Mangue, também conhecida como Praia do Oi, pertencentes à Família Silva, habitavam o local desde meados de 1928. Os Silva sofreram, e sofrem, sucessivos processos de remoções até serem despejados de suas moradias por decisão judicial, em 25 de julho de 2018.

7 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso

Um trecho de mais de 100 metros sob um viaduto de trem em Koganecho, distrito de Yokohama, Japão, sofreu uma reforma progressiva em que sete tipos diferentes de espaços comunitários, cada um projetado por um arquiteto diferente, foram construídos dentro de uma grade espacial pré-definida. Historicamente, havia muitas questões sociais na área, em grande parte em relação ao seu lucrativo mas perigoso mercado negro e como área de prostituição. Uma vez que a atividade ilegal foi erradicada em 2005, a passagem subterrânea apresentou uma grande oportunidade de redesenvolvimento social, e o projeto resultante - o Centro Koganecho - enfatizou um antigo compromisso cultural japonês, onde o que uma vez foi quebrado é usado para fazer algo novo .

7 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso - Image 6 of 47 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso - Image 2 of 47 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso - Image 3 of 47 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso - Image 4 of 47 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso - Mais Imagens+ 18

Acesso exclusivo

Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile

Mais de um milhão e meio de pessoas no Chile pertencem a um dos nove povos originários reconhecidos pelo Estado pela Lei 19.253: Aymara, Quechua, Atacameño, Colla, Diaguita, Rapa Nui, Mapuche, Kawéskar e Yagán. Apesar de representarem 9,1% da população nacional, não são reconhecidos a nível constitucional, e sua cultura (inclusive sua existência) é desconhecida pela grande maioria dos chilenos.

Alinhada à Lei 19.253, que exige "respeitar, proteger e promover o desenvolvimento dos indígenas, suas culturas, famílias e comunidades, adotando as medidas adequadas para tais fins", a Direção de Arquitetura do Ministério de Obras Públicas (MOP) do Chile publicou, em 2003, o primeiro guia de desenho arquitetônico para os povos originários Mapuche e Aymara, os mais populosos do país.

Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile - Image 5 of 4Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile - Image 6 of 4Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile - Image 11 of 4Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile - Image 13 of 4Conheça e baixe os guias oficiais de desenho arquitetônico Mapuche e Aymara no Chile - Mais Imagens+ 12

Acesso exclusivo

Reinterpretação do habitar wichi: a construção de uma residência para os povos nativos

Recentemente concluiu-se a construção de um protótipo de residência modular para uma comunidade original da Argentina. Trata-se da materialização de um projeto dos estudantes Tomás Gulle, Rodrigo Carnero Vidal e Ariel Álvarez Cueto, da Universidade Nacional de Córdoba, que reinterpreta as características das residências Wichis localizadas na província de Salta.

O projeto permite conhecer e refletir, no âmbito acadêmico, sobre a realidade na qual vivem os povos nativos na Argentina, fornecendo um meio adequado onde aprendam, deem valor e, assim, potencializem seus costumes e cultura.

Conheça o processo de projeto e construção de uma residência para os Wichis, a seguir.

Acesso exclusivo

Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador

Junto à assessoria técnica de ENSUSITIO Arquitectura, o escritório acadêmico Con lo que hay da Faculdade de Arquiteturam, Design e Artes da Pontifícia Universidade Católica do Ecuador (FADA-PUCE) compartilha conosco o processo de projeto e construção de seu sexto projeto: a Capela San José de Oales na comunidade agrícola equatoriana de mesmo nome.

"Comunidade que se respeita tem uma capela", proclamaram os vizinhos ao encarregar a construção, antes de deixar claro seu categórico repúdio à tipologia convencional da capela. Em resposta, Con lo que hay optou por resgatar a estreita relação que a comunidade desenvolve com a natureza, a agricultura e sua coesão familiar para o projeto final. Tal como a visão da natureza como pai e mãe, tudo gira em torno dela: uma grande árvore altar atua como eixo central de uma estrutura atirantada, onde os fiéis estão dispostos radialmente em torno dele.

"Quando a arquitetura não se reduz aos espaços, mas a como estes são concebidos, isso dá a voz necessária aos sem voz. Das mães, suas famílias e campos nasce esta capela", explica Enrique Villacis Tapia de ENSUSITIO.

Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador - Image 1 of 4Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador - Image 13 of 4Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador - Image 19 of 4Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador - Image 20 of 4Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador - Mais Imagens+ 27