1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa

Acesso exclusivo | 

Durante grande parte da história da arquitetura moderna, as imagens funcionaram mais como ferramentas interpretativas do que como registros literais. Renderizações, desenhos e representações de concursos eram tradicionalmente compreendidos como instrumentos especulativos que ofereciam atmosferas, intenções e futuros possíveis, em vez de realidades estáticas. Essa ambiguidade permitia aos/às arquitetos/as comunicar ideias ainda em formação, moldando uma cultura visual na qual a representação era valorizada tanto por seu caráter sugestivo quanto por sua precisão.

Nos últimos anos, essa relação histórica começou a se transformar. As imagens de arquitetura não se tornaram apenas mais refinadas ou tecnologicamente avançadas; elas assumiram um novo significado social e institucional. À medida que extrapolaram os contextos profissionais e ganharam circulação pública, seu papel se expandiu. Deixaram de ser apenas métodos de comunicação interna da disciplina para se tornarem objetos de interpretação pública, debate e, por vezes, disputa. Isso marcou uma mudança sutil, mas profunda, na maneira como as representações visuais da arquitetura eram compreendidas e utilizadas.

Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa - Image 1 of 4Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa - Image 2 of 4Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa - Image 3 of 4Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa - Image 4 of 4Como 2025 transformou as visualizações arquitetônicas em mídias em disputa - Mais Imagens+ 3

Além da função: placas elétricas como solução tecnológica e de design de interiores

Acesso exclusivo | 

Os espaços que habitamos são repletos de movimentos, atividades e encontros: a cozinha onde preparamos a comida, a sala onde nos reunimos, o escritório onde trabalhamos. No meio de tudo isso, alguns elementos passam despercebidos, mas conectam a nossa experiência com o entorno: interruptores, tomadas e placas elétricas. Esses dispositivos não apenas permitem a distribuição de energia, mas também estruturam e facilitam a interação com o espaço, atuando como nós que vinculam funções e fluxos, ao mesmo tempo em que reforçam a identidade estética dos interiores.

Do Brasil à Ucrânia: 7 espaços conceituais de aprendizagem que expandem as fronteiras da educação

Acesso exclusivo | 

No mundo de hoje, o aprendizado não está mais confinado às salas de aula nem se define apenas pela educação formal; ele acontece em todos os lugares, de diversas formas. De salas de música e bibliotecas sensoriais a centros de treinamento em neurodiversidade e escolas públicas reinventadas, os espaços que apoiam o aprendizado estão se tornando tão variados quanto as maneiras como aprendemos. Esta seleção de projetos educacionais não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, reflete essa mudança, explorando como a arquitetura pode acolher a diferença, cultivar a curiosidade e criar ambientes que atendam a um amplo espectro de necessidades cognitivas, emocionais e sociais.

Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades

Acesso exclusivo | 

Formuladores/as de políticas urbanas e incorporadores/as qualificam, cada vez mais, seus projetos como temporários, testando parques temporários, instalações artísticas e estruturas provisórias em cidades de todo o mundo. Essas iniciativas costumam ser apresentadas como intervenções experimentais voltadas à ativação de terrenos ociosos. Na prática, contudo, elas frequentemente funcionam como estratégias provisórias para gerir terras subutilizadas até que formas mais lucrativas de desenvolvimento se concretizem. O rótulo do temporário funciona como uma camuflagem urbana, ocultando agendas permanentes sob uma retórica provisória.

Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 1 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 2 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 3 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 4 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - Mais Imagens+ 2

E se os edifícios evoluíssem em vez de serem reconstruídos?

Os edifícios precisam mudar mais rápido do que o ritmo para o qual foram concebidos. A constante transformação nas necessidades dos inquilinos, o endurecimento das políticas climáticas e o aumento da vacância de escritórios expõem o custo do patrimônio imobiliário estático: desperdício, ruído, períodos de inatividade e, na pior das hipóteses, ativos obsoletos. A consequência é clara: edifícios de todas as tipologias devem ser projetados para se adaptarem ao longo do tempo. A edição inaugural da Adaptable Building Conference (ABC), que ocorrerá em 22 de janeiro de 2026 no Nieuwe Instituut, em Roterdã, reunirá o setor para transformar a adaptabilidade de princípio em prática.

Emoldurando interiores e paisagens em alumínio e vidro para dominar a vista

Acesso exclusivo | 

As janelas há muito desempenham um papel ambivalente na arquitetura, pois definem e delimitam os interiores ao mesmo tempo em que criam uma conexão com o exterior. Essa dupla função vai além de simplesmente atender às necessidades construtivas ou fornecer luz natural, influenciando diretamente a forma como os ocupantes vivenciam e se relacionam com a paisagem. O século XX testemunhou a introdução de materiais como o aço, o alumínio e o vidro, que viabilizaram diferentes tipos de janelas com caixilhos mais esguios e grandes painéis, aumentando a transparência e reforçando a conexão visual com o entorno.

Nomes da arquitetura norte-americana como Frank Lloyd Wright e Philip Johnson exploraram essas possibilidades para harmonizar a arquitetura com a paisagem. Na Casa da Cascata (Fallingwater), as janelas e os terraços conectam de forma fluida a residência à cachoeira e à floresta circundante, ao passo que a caixilharia mínima da Glass House praticamente dissolve o limite entre interior e exterior, trazendo o ambiente natural para dentro da casa. Ao longo de sua evolução, as janelas se tornaram um elemento que une espaço, materialidade e percepção, abrindo novos caminhos para explorar a relação entre a arquitetura e seu entorno.

Tema editorial de setembro: Arquitetura sem limites

Acesso exclusivo | 

Profissionais de arquitetura hoje atuam em múltiplos universos: desde o design de mobiliário, paisagismo e quadras urbanas até a criação de cenários cinematográficos, fotografias e vídeos. Restauram e realizam o retrofit de edifícios antigos em vez de construir do zero, ao mesmo tempo em que escrevem, pesquisam e publicam. Alguns/as projetam espaços virtuais para videogames ou especulam sobre habitats no espaço sideral e subaquáticos. Outros/as se engajam diretamente com a sociedade por meio da política, do ativismo ou de projetos comunitários. Muitos/as experimentam com a biologia, testam novos materiais e assumem o papel de cientistas. Ao descolonizar narrativas antigas e descarbonizar a indústria da construção, e ao entrelaçar paixões pessoais com desafios sociais e ambientais urgentes, esses/as profissionais expandem o escopo da profissão e tensionam seus limites.

Diante de tantas transformações na profissão, especialmente nos últimos anos, cabe perguntar: como o papel do/a arquiteto/a está evoluindo em resposta às crises globais e às mudanças nas necessidades da sociedade? De que maneiras a interdisciplinaridade pode expandir o escopo e o impacto da prática arquitetônica? E quais habilidades que vão além do projeto tradicional estão se tornando essenciais para esses/as profissionais no mundo de hoje?

Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana

Acesso exclusivo | 

No extremo sul de Viena, um conjunto de terraços monumentais ergue-se sobre a paisagem urbana, com varandas escalonadas repletas de vegetação em cascata e coberturas coroadas por piscinas. Trata-se do Wohnpark Alterlaa, um dos projetos de habitação social mais ambiciosos da Europa do pós-guerra. Projetado pelo arquiteto austríaco Harry Glück e construído entre 1973 e 1985, o complexo fundamentou-se em um princípio provocativo: a habitação municipal não deve apenas fornecer abrigo acessível, mas também oferecer os prazeres e as comodidades normalmente reservados aos mais ricos.

Com mais de 3.000 apartamentos que abrigam quase 9.000 residentes, Alterlaa foi concebido como uma cidade dentro da cidade. Paralelamente às suas torres residenciais, o complexo incorpora lojas, escolas, serviços médicos e instalações culturais, garantindo que a vida cotidiana possa se desenrolar inteiramente dentro de seus limites. O projeto reflete um momento de otimismo na política urbana de Viena, quando a habitação era entendida como infraestrutura para o bem-estar coletivo, e não como mercadoria.

Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana - Imagem 1 de 4Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana - Imagem 2 de 4Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana - Imagem 3 de 4Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana - Imagem 4 de 4Wohnpark Alterlaa: A visão monumental de Viena para a vida cotidiana - Mais Imagens+ 28

Vencedores do Prêmio ArchDaily China Obra do Ano 2025

Acesso exclusivo | 

Mais um ano se passa e celebramos mais uma edição de sucesso do ArchDaily China Building of the Year Awards! Mais uma vez, a premiação se consolida como o maior prêmio de arquitetura baseado na opinião do público. Em um processo de escolha coletiva, os projetos mais relevantes do ano foram indicados e selecionados por nosso público leitor.

O China Building of the Year Awards 2025 é apresentado por Dornbracht, marca reconhecida por seus designs de vanguarda para arquitetura, presentes em banheiros e cozinhas de prestígio internacional.

Nova vida para espaços antigos: Buildner anuncia os resultados de seu primeiro concurso anual Re-Form

A Buildner anunciou os resultados do Re-Form: New Life for Old Spaces, um concurso internacional de ideias que investiga o reuso adaptativo de edificações existentes em pequena escala. O certame convidou profissionais de arquitetura e design a propor transformações de estruturas usadas, abandonadas ou negligenciadas com uma área de implantação aproximada de 250 metros quadrados, localizadas em qualquer parte do mundo. Sem terreno ou programa predefinidos, estimulou-se a busca por alternativas à demolição e a novas construções por meio de estratégias de reuso fundamentadas em preocupações sociais e ambientais contemporâneas.

Por ser um concurso de formato aberto, o Re-Form priorizou a sustentabilidade, a viabilidade e o impacto comunitário em detrimento de restrições formais ou tipológicas. As propostas enviadas variaram de inserções urbanas precisas a intervenções rurais mais especulativas, refletindo uma ampla gama de abordagens no trabalho com o tecido preexistente. Muitos projetos focaram em como espaços limitados e, frequentemente, marginais poderiam ser reativados para viabilizar novas formas de uso coletivo, respondendo simultaneamente a condicionantes materiais, climáticas e ecológicas.

Guia para especificar soluções construtivas sustentáveis

Acesso exclusivo | 

Na construção civil, cada tarefa requer ferramentas específicas e cada necessidade, uma solução particular. Aspectos como a tipologia do edifício, os requisitos construtivos, a geração de resíduos, os tempos de execução e o contexto influenciam diretamente a qualidade e a complexidade da obra, o que torna fundamental basear as decisões de especificação nesses fatores. Os métodos tradicionais podem dificultar o processo devido à sua rigidez e limitações, tornando necessário recorrer a abordagens mais eficazes e flexíveis que se adaptem às demandas específicas de cada projeto. Isso é comum em obras residenciais, hotéis e hospitais, onde a rapidez e o desempenho são essenciais. Nesses casos, as soluções leves e a seco —que utilizam placas de Volcanita ou fibrocemento sobre estruturas metálicas leves— representam uma alternativa eficaz e de alto desempenho, melhorando a funcionalidade e, consequentemente, a experiência do/a usuário/a.

Do funcional ao sensorial: como se projeta a experiência de um banheiro sem contato?

Acesso exclusivo | 

A arquitetura jamais deixará de buscar a funcionalidade, pois nela reside um de seus princípios essenciais. A essa condição somam-se fatores como a estética e a operacionalidade, que também influenciam na valorização do design contemporâneo. Com o tempo, o conceito de funcionalidade evoluiu, estendendo-se para além da resolução e da eficiência, vinculando-se à criação de experiências. Assim, a qualidade de um ambiente depende tanto de seu design quanto da forma como seus elementos e sistemas se articulam para gerar uma experiência global de habitar. Inovar, nesse sentido, implica conceber ambientes fluidos e intuitivos, onde cada componente contribui para que a vivência seja natural e segura, algo especialmente relevante em espaços de uso cotidiano como os banheiros.

Um legado de madeira transformado em hub criativo

O que as nossas edificações existentes podem nos ensinar sobre como construir para o futuro? Em uma época de recursos escassos, cresce a demanda para que profissionais de arquitetura dialoguem—com o local, com sua história e com o potencial inexplorado do que já está de pé. Em vez de optar imediatamente pela demolição e por uma nova construção, o futuro da arquitetura pode residir na descoberta de possibilidades de inovação em edifícios que já resistiram ao teste do tempo.

Projetos de arquitetura inovadores reconhecidos no A' Design Award 2024/2025

A inovação está prosperando em todo o mundo — e os resultados mais recentes do A' Design Award & Competition deixam isso claro. A edição de 2024–2025 reconheceu 1.823 projetos notáveis de 115 países em 157 áreas criativas. Da arquitetura e design de produtos à moda e comunicação, esses trabalhos destacam o que acontece quando a imaginação se alia à maestria técnica.

Selecionados por um júri internacional de especialistas em design, os vencedores deste ano oferecem novas perspectivas e ideias ousadas. O A' Design Award vai além do mero reconhecimento — trata-se de celebrar o pensamento original e as mentes criativas que estão remodelando a maneira como interagimos com o mundo.

Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças

Acesso exclusivo | 

No que diz respeito a projetar para a imaginação infantil, o panorama da arquitetura apresenta duas filosofias distintas. A Disneyland e o Studio Ghibli, ambos mestres na narrativa imaginativa, representam essa divisão fundamental. Suas abordagens, longe de serem casuais, refletem visões divergentes sobre como as crianças vivenciam e interagem com o espaço. Um dos modelos proporciona o espetáculo de uma fantasia construída, ao passo que o outro oferece uma paisagem propícia para uma magia latente. Esses dois modelos colocam os/as arquitetos/as diante de uma escolha fundamental ao abordar esse tipo de projeto: desenhar espaços que atendam à necessidade inata da criança por descobertas sensoriais e pessoais, ou criar uma fantasia que dialogue com sua capacidade crescente de compreender narrativas e espaços mais complexos.

Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - 1 的图像 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - 2 的图像 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - 3 的图像 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - 4 的图像 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Mais Imagens+ 6

Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos

Acesso exclusivo | 

Os palácios e antigos armazéns coloniais da Índia estão testemunhando um novo tipo de restauração, que ocorre abaixo da superfície. De suportes discretos de aço embutidos atrás de alvenarias centenárias a sensores digitais inseridos em tetos com afrescos, a tecnologia está remodelando silenciosamente a forma como o patrimônio histórico é protegido para o futuro. Essas intervenções focam mais na precisão sutil do que no espetáculo — verdadeiras maravilhas invisíveis da engenharia.

À medida que o mundo avança em direção ao reúso adaptativo, profissionais de arquitetura e engenharia enfrentam o desafio constante de tornar as estruturas históricas seguras para o acesso público, mantendo ao mesmo tempo a autenticidade de sua arquitetura. Seja na modernização de palácios para um resfriamento eficiente ou no reforço sísmico de antigos armazéns vitorianos, o objetivo vai além da preservação: trata-se da coexistência inteligente entre o antigo e o novo.

Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos - Imagen 4 de 4Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos - Imagen 1 de 4Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos - Imagen 7 de 4Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos - Imagen 3 de 4Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos - Mais Imagens+ 3

No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana

Acesso exclusivo | 

O Juneteenth, celebrado anualmente em 19 de junho, comemora a emancipação dos afro-americanos escravizados nos Estados Unidos, marcando um momento de libertação e reflexão sobre uma história complexa e frequentemente negligenciada. Originalmente celebrado no Texas, o Juneteenth passou a simbolizar temas mais amplos de liberdade, resiliência e identidade cultural, promovendo debates sobre justiça e representatividade. Este dia também se apresenta como uma oportunidade para destacar as formas pelas quais a arquitetura pode servir como um meio de preservar e apresentar a história e os valores culturais afro-americanos.

Para além de suas qualidades funcionais e estéticas, a arquitetura pode refletir e reunir narrativas, valores e histórias ocultas, conferindo uma presença tangível e visual a comunidades que costumam ser sub-representadas nas paisagens urbanas. Edifícios dedicados à história e cultura afro-americanas tornam-se marcos físicos que ancoram essas narrativas no cotidiano das cidades. Funcionam como locais de aprendizado, reflexão e celebração, gerando espaços significativos que engajam o público e fortalecem o sentido de identidade comunitária.

No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana - Imagem 1 de 4No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana - Imagem 2 de 4No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana - Imagem 3 de 4No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana - Imagem 4 de 4No Juneteenth, descubra 8 museus e instituições culturais dedicados à história e cultura afro-americana - Mais Imagens+ 9

Relatório da Chaos revela como a IA está transformando papéis, riscos e habilidades na arquitetura

Quase três anos após a inteligência artificial capturar a atenção do mundo, a arquitetura ainda busca um terreno firme nessa discussão. Entre declarações categóricas e testes cautelosos, profissionais da área ainda se questionam se — e como — a IA está de fato transformando a prática cotidiana.

Um novo white paper da Chaos aborda essa questão por meio de entrevistas com profissionais da área e de uma profunda pesquisa interna, revelando como a tecnologia começa a remodelar a produtividade, a autoria e a identidade criativa em todo o setor.

O white paper oferece um olhar aprofundado sobre onde a IA gera valor, onde deixa a desejar e como arquitetos e arquitetas podem navegar pelo que vem a seguir.

A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção

Acesso exclusivo | 

Em 2025, os projetos de design de maior impacto na Índia desenrolaram-se, em grande parte, longe dos olhos do público. Enquanto a atenção pública convergia para museus, marcos culturais e fachadas de forte apelo visual, a arquitetura que moldou de forma mais decisiva a vida cotidiana situava-se no subsolo, nas franjas urbanas ou no interior de complexos de segurança que poucos habitantes chegariam a adentrar. Redes de esgoto foram reconstruídas, túneis de escoamento de enchentes foram escavados sob bairros densos, subestações foram elevadas acima de planícies de inundação e data centers se multiplicaram pelas paisagens periurbanas. Estas não eram obras periféricas de engenharia; eram os sistemas espaciais que permitiram às cidades indianas manterem-se funcionais sob ondas de calor recordes, monções erráticas e um crescimento urbano acelerado.

A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção - Image 1 of 4A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção - Image 2 of 4A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção - Image 3 of 4A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção - Image 4 of 4A Cidade Invisível: Projetos de infraestrutura urbana de 2025 na Índia que merecem atenção - Mais Imagens+ 5

De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar

Acesso exclusivo | 

Na histórica Stone Town, a principal cidade de Zanzibar, na Tanzânia, a história de um edifício de cinema e sua iminente restauração reflete tanto a história da cidade quanto a própria trajetória das salas de cinema em geral. O início do século XX testemunhou o surgimento da construção de cinemas, com um auge em meados do século, seguido por um declínio decorrente da concorrência com os multiplexes e a televisão doméstica. Embora muitos tenham sido demolidos ou alterados de forma irreversível, outros tantos permaneceram abandonados, como cápsulas do tempo de uma época passada. Eles constituem um registro instantâneo dos estilos e métodos arquitetônicos de seu tempo, funcionando como um lembrete de seu papel social. Restaurar e adaptar um cinema como o Majestic é um reconhecimento de seu valor patrimonial e comunitário.

De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar - Image 1 of 4De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar - Image 2 of 4De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar - Image 3 of 4De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar - Image 4 of 4De ruína a polo cultural: a transformação do Cine Majestic de Zanzibar - Mais Imagens+ 11

Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong

Acesso exclusivo | 

A arquitetura vernacular em Hong Kong originou-se como uma série de pequenos assentamentos costeiros — comunidades simples, semelhantes a vilas, que refletiam a identidade primordial da cidade como um polo pesqueiro. Essas vilas litorâneas eram tipicamente compostas por casas de baixa altura e estrutura de madeira, agrupadas ao redor de templos, formando comunidades coesas e intimamente ligadas aos ritmos das águas.

Um exemplo notável é Tai Hang, um dos primeiros assentamentos estabelecidos pelo povo Hakka em Hong Kong. Originalmente situada ao longo de um canal de água que descia das montanhas próximas em direção ao mar, a área servia como um ponto vital de lavagem para os moradores da vila — daí seu nome, que significa literalmente "Grande Drenagem". Antes de grandes obras de aterro marítimo, Tai Hang ficava muito próxima da linha de costa. Hoje, localiza-se a quase 700 metros terra adentro.

Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong - 1 的图像 4Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong - 2 的图像 4Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong - 3 的图像 4Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong - 4 的图像 4Vila na Cidade Vertical: Tai Hang e a Sobrevida do Vernáculo de Hong Kong - Mais Imagens+ 11

Edifício do Ano e Interior do Ano revelados no World Architecture Festival 2025

Acesso exclusivo | 

A Igreja do Santo Redentor e Centro Comunitário de Las Chumberas, de Fernando Menis, em La Laguna, Espanha, foi eleita o World Building of the Year no World Architecture Festival (WAF) de 2025.

As principais distinções do festival — World Building of the Year (com apoio da GROHE), World Interior of the Year, Future Project of the Year e Landscape of the Year — foram anunciadas hoje, no momento em que centenas de arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reuniram para o jantar de gala de encerramento no Miami Beach Convention Center, na Flórida. Diversos Prêmios Especiais, incluindo o American Beauty Prize (com apoio do Royal Fine Art Commission Trust), também foram revelados no evento de encerramento, que celebrou a décima oitava edição do festival. O anúncio ocorre após o último dia do WAF, no qual os projetos vencedores de todas as 43 categorias competiram pelos títulos principais.

Qual camada permanece? Restauro, identidade e design contemporâneo na Espanha

Acesso exclusivo | 

O teórico André Corboz, conhecido por suas contribuições para a leitura crítica do território, propõe que as cidades devem ser compreendidas como um palimpsesto. Ou seja, uma superfície continuamente reescrita, onde vestígios de camadas anteriores permanecem visíveis mesmo após sucessivas intervenções. Para ele, a cidade não é uma entidade estática, mas um organismo em constante transformação, no qual camadas históricas, funcionais e simbólicas se sobrepõem. Por essa razão, trabalhar em projetos de restauração ou reabilitação de edifícios históricos é algo particularmente complexo, que exige uma reflexão cuidadosa sobre a abordagem a ser adotada: as ampliações e reformas devem buscar total coerência com a linguagem original ou se afirmar como expressões arquitetônicas de seu próprio tempo?

Entre matéria e gesto, arquiteturas que pensam através dos detalhes

Acesso exclusivo | 

Um projeto pode ser desenhado em linhas gerais, mas é construído nos detalhes. Por mais simples que pareça, uma escada envolve um nível significativo de engenharia. Algumas são visivelmente mais cansativas ou difíceis de subir e descer. Para solucionar isso, no século XVII, o arquiteto François Blondel propôs uma fórmula para garantir a proporção ideal entre espelho e piso — uma equação que, quando respeitada, proporciona um percurso confortável. No entanto, há outro fator igualmente decisivo: todos os degraus devem ser idênticos. Isso pode soar trivial e lógico, mas executar qualquer coisa com precisão é sempre um desafio construtivo. Nosso corpo se adapta rapidamente às dimensões dos degraus, e qualquer variação (mesmo mínima) pode causar tropeços sucessivos ou passos em falso. Um detalhe aparentemente insignificante, quando mal resolvido, pode comprometer o bem-estar e a segurança de um edifício inteiro.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.