Em muitas cidades latino-americanas, os bairros periféricos historicamente têm menos acesso aos recursos que tornam a vida urbana algo mais do que apenas habitável. Habitação, transporte e serviços públicos são os marcadores habituais dessa lacuna. No entanto, existe outra disparidade que é mais difícil de quantificar: a ausência de lugares onde as pessoas possam se reunir, aprender, descansar e participar da vida coletiva. Quando esses espaços não existem, a cidade não apenas deixa de prestar um serviço, mas também falha em reconhecer uma presença.
Nas últimas décadas, um número crescente de projetos tem tentado enfrentar essa ausência de forma direta. Em vez de se concentrarem apenas na infraestrutura física, essas iniciativas investem em espaços projetados para apoiar a educação, a cultura, o lazer e a vida comunitária, muitas vezes integrando várias dessas funções em um único edifício, em bairros onde tais espaços costumam ser escassos.
O segundo episódio da série de podcasts Room For Dreams apresenta uma imersão profunda sobre como a arquitetura pode abraçar o futuro sem perder sua alma. Gravado ao vivo na Milan Design Week 2026 em parceria com a INDX|GLOBAL, este episódio traz os/as arquitetos/as Arun Sharma e Jaskaran Singh para desvendar o verdadeiro significado do vernacular digital.
"Sabemos que não nascemos para morrer", dizia frequentemente o arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. "Nascemos para continuar." Na arquitetura, essa ideia de continuidade está no cerne do patrimônio — não como uma herança estática, mas como algo que resiste, se transforma e é constantemente reinterpretado. No entanto, o que continua e o que se permite desaparecer nunca é algo neutro. As decisões sobre preservação são moldadas pelo poder, pela memória e pelo valor, levantando uma questão fundamental para a prática contemporânea: quem define o que vale a pena ser levado adiante, e para quem?
Segundo Lugar + Prêmio de Estudante Buildner: Silent Equilibrium
A Buildner tem o prazer de anunciar os resultados da Architect's Chair Competition Edition 4, um concurso internacional anual que convida arquitetos/as e designers de todo o mundo a enviar propostas para uma cadeira autoral. Seguindo os passos de figuras icônicas como Charles e Ray Eames, Ludwig Mies van der Rohe, Marcel Breuer e Arne Jacobsen, os/as participantes têm a tarefa de criar cadeiras personalizadas que reflitam suas filosofias e visões de design únicas.
Uma mesa longa pode ser colocada em quase qualquer lugar e ainda desempenhar a mesma função. Ela pode se estender sob a cobertura de um mercado, alinhar-se ao refeitório de uma escola ou ocupar o centro de uma sala de estar compartilhada, alterando imediatamente a temperatura do ambiente.
É por isso que a mesa longa é menos um objeto e mais um instrumento espacial. Ela não garante uma conexão e raramente parece "inclusiva" por padrão. Em vez disso, estabelece condições: uma borda compartilhada, um ritmo comum de chegada, um campo de visibilidade mútua ou uma regra que transforma o ato de comer em uma cena compartilhada. Estudos sobre alimentação descrevem essa prática como comensalidade, o ato de comer junto e a ordem social que ele pode criar, reforçar ou contestar. No entanto, o que importa aqui não é uma dimensão específica ou a função da mesa, mas a maneira como uma superfície longa comporta a diferença, a conversa e o silêncio; a intimidade e a distância; a decisão de se juntar e o direito de hesitar.
A arquitetura residencial continua sendo um dos campos mais ativos para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, oferecendo uma lente através da qual arquitetos e arquitetas repensam como o espaço doméstico pode responder à paisagem, ao clima e aos modos de vida contemporâneos. Nesta edição de Projetos Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem uma variedade de projetos residenciais que abordam casas, vilas e refúgios como locais de recolhimento, mediação e habitação cotidiana. Em vez de tratar a casa como um objeto estático ou isolado, esses projetos a abordam como uma estrutura espacial que negocia exposição, privacidade e conexão com o lugar.
Ao desenvolver um projeto de arquitetura, existem múltiplos pontos de partida possíveis. Há profissionais que começam pelo volume, esculpindo a forma gradualmente em diálogo com o contexto. Outros partem do corte longitudinal, enquanto há quem organize o projeto a partir da distribuição funcional da planta. Não existe um método certo ou errado, mas sim abordagens distintas que refletem diferentes maneiras de pensar e fazer arquitetura. No entanto, desde a ampla adoção dos painéis solares e da energia fotovoltaica, surgiu um padrão recorrente: esses sistemas são quase sempre introduzidos tardiamente no processo, enquadrados como otimizações técnicas ou respostas a exigências regulatórias e de eficiência energética. Como resultado, tendem a ser tratados como elementos secundários, frequentemente relegados a coberturas ou áreas menos visíveis e desvinculados da linguagem arquitetônica do edifício.
O ano que passou marcou um momento decisivo na evolução do ArchDaily: um ano de recalibração, intencionalidade e um renovado propósito editorial.
Em um panorama de mídia cada vez mais veloz e saturado, aproveitamos a oportunidade para fazer perguntas fundamentais: O que a mídia de arquitetura precisa ser hoje? Quais responsabilidades carregamos como uma plataforma global? E de que maneira podemos contribuir significativamente para uma profissão que atravessa transformações sociais, ambientais e culturais?
Ao nos aprofundarmos nessas reflexões, assumimos plenamente o nosso papel, definindo com maior clareza a identidade do ArchDaily e a sua forma de atuar.
O modernismo na arquitetura foi, talvez, a primeira filosofia de projeto de edifícios verdadeiramente global. Surgido no início do século XX, seus primeiros expoentes foram grandes nomes europeus, como Le Corbusier, Walter Gropius, e Mies van der Rohe. Em 1923, Le Corbusier publicou sua obra teórica seminal, conhecida em português como Por uma arquitetura. A novidade e a rejeição da história eram preceitos centrais do modernismo, manifestando-se no uso de novos materiais, como o aço e o concreto, que propiciaram uma liberdade de expressão formal sem precedentes.
Em meados do século XX, o modernismo foi adotado em todo o mundo por nações que se recuperavam da Segunda Guerra Mundial e superavam o legado do colonialismo. O movimento tornou-se a linguagem da reconstrução e da afirmação nacional, fortalecido por sua rejeição ao passado. Sua ênfase na tecnologia se adequava a esse "admirável mundo novo" da indústria, do desenvolvimento em larga escala e das novas tipologias arquitetônicas. Um século após seu surgimento, o próprio modernismo tornou-se o legado. À medida que os edifícios se tornam obsoletos ou atingem o fim de sua vida útil, cresce a valorização do patrimônio histórico dessas estruturas, tanto como objetos de design quanto como símbolos do espírito da época em que foram construídos. Apresentamos aqui cinco edifícios modernistas de cinco regiões diferentes que passam por propostas de reutilização adaptativa. Se outrora a forma seguia a função, aqui, a função deve seguir a forma.
Em 2026, a Apple celebrou cinquenta anos de fundação. Ao longo das últimas duas décadas, a empresa desenvolveu uma linguagem arquitetônica consistente que estende sua marca ao ambiente construído, transformando lojas, locais de trabalho e espaços voltados ao público em componentes ativos de sua identidade. Esses ambientes orientam o movimento, emolduram a interação e condicionam as maneiras pelas quais o público entra em contato tanto com os produtos quanto com a própria empresa.
Do dispositivo portátil ao interior urbano, a Apple tem buscado manter um rígido controle sobre forma, materialidade e experiência. A arquitetura passa a integrar esse sistema a partir do momento em que a empresa define como é percebida e vivenciada no espaço físico. Pesquisas sobre ambientes de varejo demonstram como o layout espacial, a visibilidade e os padrões de circulação podem moldar comportamentos e interações, transformando a arquitetura em uma interface entre a marca e o público.
O mundo da arquitetura evolui rapidamente. Diante da transformação tecnológica, da urgência ambiental e da crescente complexidade cultural, arquitetos e arquitetas devem combinar criatividade com destreza técnica, sensibilidade cultural, habilidades analíticas e capacidade de trabalhar em diversas disciplinas. O Mestrado em Arquitetura da Universidad CEU Cardenal Herrera responde a essas demandas a partir de uma experiência acadêmica transformadora.
Em Seis propostas para o próximo milênio, Italo Calvino explora a leveza sob uma perspectiva literária e argumenta: "À leveza se opõe o peso. Retirar peso produz leveza; ela é um valor, não um defeito." Apoiando-se na mitologia grega, ele reflete sobre um dos feitos de Perseu após decapitar a terrível Górgona Medusa sem ser transformado em pedra. Auxiliado pelos deuses Hades, Hermes e Atena, Perseu voa com suas sandálias aladas e usa um escudo de bronze como espelho para refletir a imagem dela. Apoiando-se, como muitos arquitetos e arquitetas, naquilo que há de mais leve — o vento e as nuvens —, ele também fixa o olhar no que se revela por meio de uma visão indireta: uma imagem refletida no espelho.
Historicamente, a transparência foi naturalizada como uma condição inerente à arquitetura moderna. Com a transição das pesadas paredes portantes para os fechamentos leves em vidro, este material foi introduzido na disciplina, diluindo as fronteiras entre os espaços internos e externos. Em relação à arquitetura inflável, a transparência vincula-se à leveza e à impermanência, deixando rastros temporários nas paisagens que habita. Ao utilizar tecidos ou plásticos como principais materiais e o ar como sistema estrutural, a busca pela leveza no ambiente construído agora reconhece mais de uma única atmosfera de aplicação.
Após explorarmos a adaptabilidade em escala urbana, direcionamos agora o foco para o edifício em si — e, fundamentalmente, para a prática profissional. Como arquitetos/as, incorporadores/as e consultores/as podem consolidar a adaptabilidade como um resultado mensurável e convencional? Essa questão estará em pauta na Adaptable Building Conference (ABC) no dia 22 de janeiro, no Nieuwe Instituut, em Roterdã, onde arquitetos/as, engenheiros/as, formuladores/as de políticas e lideranças do setor debaterão o potencial dos edifícios adaptáveis — e como viabilizá-los em larga escala.
Azm / Samu por Hassan Qureshi. Imagem cortesia de Riyadh Art
Durante séculos, a escultura esteve associada à materialização de valores religiosos, à celebração de conquistas heroicas ou à consolidação do poder político. Hoje, ela também atua como um instrumento crítico e um mediador urbano. Muitas obras contemporâneas questionam o presente, desafiam a escala, dialogam com o movimento e a circulação, e reconfiguram a percepção do espaço público. A escultura já não é concebida como um objeto isolado, mas como parte de processos mais amplos de transformação urbana.
Riad, a capital da Arábia Saudita, exemplifica uma cidade em processo de intensa expansão e reestruturação. Sobretudo no âmbito da agenda Vision 2030, o município tem investido na qualificação dos espaços públicos, na diversificação de sua paisagem cultural e na consolidação de uma identidade urbana que alia tradição, infraestrutura e projeção global. Nesse contexto, a produção cultural desempenha um papel estruturante, contribuindo para redefinir a experiência urbana cotidiana e expandir as referências simbólicas da cidade.
Nos últimos anos, a Albânia passou por uma rápida e visível transformação, despontando como um dos ambientes urbanos mais dinâmicos do Sudeste Europeu. Esse crescimento se reflete não apenas na expansão de seu tecido construído, mas também na escala e na ambição de novas intervenções arquitetônicas que buscam redefinir a imagem do país. Ao longo de seu território, uma série de grandes empreendimentos, instituições culturais e projetos de infraestrutura vêm sendo implantados como parte de um esforço mais amplo para reposicionar a Albânia e sua capital, Tirana, em redes regionais e internacionais.
Um número significativo dessas intervenções está sendo projetado por escritórios de arquitetura de reconhecimento internacional, cuja presença se tornou uma característica definidora da atual fase de desenvolvimento da cidade. Em vez de se apoiar primordialmente em processos incrementais ou de base local, a transformação de Tirana é cada vez mais moldada por visões de autoria externa que introduzem novas linguagens formais, tipologias e estratégias urbanas. Esses projetos frequentemente operam como objetos singulares ou fragmentos em grande escala, contribuindo para uma paisagem na qual a cidade é montada a partir de gestos distintos e altamente visíveis.
Longe da percepção do espaço expositivo como um lugar estéril, intocável e quase sagrado, o museu de tecnologia contemporâneo surge como um participante performativo nos sistemas que busca documentar. A arquitetura dessas instituições tornou-se cada vez mais fluida e audaciosa, muitas vezes refletindo a velocidade e a complexidade dos sistemas que abriga. Essas instituições operam como mediadoras entre os domínios humano, ecológico e tecnológico, transformando-se de depósitos enciclopédicos em motores educacionais ativos. Ao espacializarem dados científicos complexos por meio de salas imersivas, essas estruturas tornam as redes tecnológicas do nosso mundo acessíveis, envolventes e tangíveis.
Durante séculos, a infraestrutura de grande escala operou em segundo plano. Portos, usinas e instalações de energia localizavam-se nos limites das cidades, projetados primordialmente com foco na eficiência e raramente considerados parte da vida cívica. Embora sua função fosse indispensável, sua presença arquitetônica permanecia secundária. Essas estruturas sustentavam o crescimento urbano e o intercâmbio global ao mesmo tempo em que mantinham um distanciamento espacial da experiência urbana cotidiana.
Hoje, esse cenário está mudando gradualmente. À medida que o comércio global se intensifica e os sistemas de energia expandem sua complexidade, os edifícios que coordenam e abrigam essas redes ganham visibilidade na paisagem urbana. Em vez de permanecerem como receptáculos neutros para operações técnicas, eles passam a afirmar uma identidade espacial. A infraestrutura já não é apenas operacional; torna-se cada vez mais institucional, simbólica e urbana. A arquitetura que dá suporte a esses sistemas agora participa ativamente da projeção da imagem das próprias cidades.
No século XIX, redes ferroviárias inteiras tornaram-se obsoletas quase da noite para o dia, não por deterioração física, mas devido a mudanças nos padrões técnicos que as sustentavam. A expansão das ferrovias pela Europa e América do Norte adotou diferentes bitolas (a distância transversal entre os trilhos) e, à medida que um padrão dominante surgia gradualmente, essas infraestruturas tornaram-se incompatíveis entre si. Isso exigiu adaptações em larga escala, conversões ou mesmo reconstruções completas, no episódio que ficou conhecido como a "Guerra das Bitolas".
Com a adoção em massa das redes de telecomunicações no século XX, cidades do mundo todo construíram grandes edifícios de centrais telefônicas, repletos de equipamentos eletromecânicos responsáveis pelo roteamento de chamadas entre regiões. Essas estruturas eram elementos de infraestrutura altamente especializados, que frequentemente ocupavam quarteirões inteiros e se organizavam em torno de maquinários técnicos de grande escala. Com a transição para as tecnologias de comutação digital e, posteriormente, a ampla adoção da telefonia móvel, grande parte desse equipamento tornou-se obsoleta em poucas décadas. Os próprios edifícios muitas vezes permaneciam estruturalmente íntegros, mas os sistemas que haviam sido projetados para suportar já tinham evoluído além deles.
Se pedirmos a uma criança para desenhar uma casa, quase certamente surgirá uma silhueta triangular, com dois planos inclinados se encontrando em uma cumeeira. Poucas formas arquitetônicas são tão universalmente reconhecidas quanto a casa de telhado inclinado. Sob uma perspectiva semiótica, essa imagem elementar funciona como um signo condensado de abrigo que, em apenas alguns traços, sintetiza proteção, interioridade e pertencimento. O que hoje lemos como um símbolo universal, no entanto, surgiu de uma necessidade concreta. Dos chalés alpinos que escoam a neve às telhas mediterrâneas que atenuam o calor do verão, a inclinação respondeu a desafios climáticos e construtivos muito antes de se tornar um código estético.
Embora a arquitetura moderna tenha privilegiado planos horizontais e plantas ortogonais, o telhado inclinado exige que o projeto seja concebido em corte. Sua inclinação permite o aproveitamento eficiente do volume sob a cobertura e introduz variações de altura, compressão e expansão espacial. Quando aberturas são incorporadas a esse plano, essa condição se intensifica. Diferente das janelas verticais, que captam luz lateral, as aberturas na cobertura recebem uma porção maior do céu visível e uma luminância significativamente superior à do horizonte, oferecendo até três vezes mais luz do que o envidraçamento vertical em dias nublados.
Representação gráfica da Gateway via Flickr sob licença CC BY-NC-ND 2.0. Imagem cortesia da NASA
O conceito de tecnosfera fornece uma estrutura para compreender a escala do impacto humano na Terra. O termo foi cunhado por Peter K. Haff e é definido como a rede global de artefatos criados pelo ser humano: uma camada física de infraestrutura, edifícios, veículos e maquinários que funciona paralelamente à biosfera e à atmosfera. Atualmente estimada em 30 trilhões de toneladas, essa massa construída pela humanidade é dominada pelo ambiente construído. Nesse contexto, a arquitetura atua como a principal interface, moldando a forma como a tecnologia interage com as ecologias locais. Contudo, ao que tudo indica, em breve a tecnosfera não estará mais limitada à superfície terrestre. Por meio do programa Artemis da NASA, essa rede de massa artificial está se expandindo para além da atmosfera da Terra, buscando estabelecer uma nova infraestrutura orbital que representa a primeira extensão permanente desse sistema criado pela humanidade fora do nosso planeta.
A apenas cinco dias do anúncio dos finalistas do Prêmio Obra do Ano 2026, ainda há tempo para escolher seus projetos favoritos do ano. O maior prêmio de arquitetura do mundo hispânico, decidido por sua comunidade, o Obra do Ano tem como objetivo reconhecer os projetos arquitetônicos mais influentes publicados a cada ano no ArchDaily em Espanhol.
No dia 8 de abril, serão revelados os 15 finalistas, escolhidos pela comunidade do ArchDaily ao longo destas duas semanas de indicações. Ao indicar projetos, cada leitor e leitora passa a integrar um júri global e imparcial, dando visibilidade ao melhor da arquitetura nos países de língua espanhola.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093791/ultima-oportunidade-para-escolher-os-finalistas-do-premio-obra-do-ano-2026ArchDaily Team
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Para muitos/as arquitetos/as, o estudo preliminar é definido por uma tensão bastante familiar. Trata-se da fase de exploração aberta — onde múltiplas ideias são testadas, questionadas e refinadas para que os clientes definam a direção do projeto. Em essência, é onde a mágica da concepção acontece. O desafio raramente é a falta de ideias, mas sim o esforço necessário para testar e avaliar essas propostas de maneira adequada sob restrições de tempo, recursos e orçamento. Trata-se de um desafio especialmente complexo para os/as profissionais, já que o trabalho inicial de projeto deve equilibrar criatividade com as necessidades do cliente e a viabilidade comercial.