
Em uma era tão obcecada por cuidados com a pele e aparências, poucos profissionais da arquitetura estão de fato interessados nos intestinos de nossos edifícios. Com uma prática enraizada na consciência contextual e no pragmatismo técnico, sensível às necessidades das pessoas atendidas e às limitações de recursos, a arquiteta marroquina Aziza Chaouni se concentra nos sistemas ocultos que viabilizam a existência da arquitetura. Ao longo das últimas duas décadas, ela vem trabalhando em projetos em diversas geografias, especialmente na região do Saara, engajando-se ativamente com as comunidades e o patrimônio locais.
Atualmente liderando o South–North (SoNo) Lab for Sustainable Construction and Conservation na EPFL em Lausanne, na Suíça, Chaouni leva para o meio acadêmico sua experiência prática em atuar sob restrições severas, defendendo uma colaboração recíproca entre o Sul Global e o Norte Global. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Aziza sobre sua experiência na África e como ela pode fomentar maneiras mais sustentáveis de projetar edifícios para o futuro das nossas cidades.
Argumentando que arquitetos e arquitetas geralmente trabalham com os recursos disponíveis, ela se recusa a focar em edifícios singulares, direcionando seus esforços para uma mudança estrutural e escalável na prática profissional. Nesta entrevista, Aziza reflete sobre o envolvimento comunitário, a inovação de materiais, o patrimônio africano e como esses temas convergem no SoNo.

Romullo Baratto (ArchDaily): Seu trabalho parece estar enraizado em um território comum entre engajamento comunitário, sensibilidade contextual, práticas tradicionais, conservação do patrimônio e pragmatismo técnico. Como você chegou a esse posicionamento?
Aziza Chaouni: Eu queria ser arquiteta desde muito jovem, em grande parte porque tinha uma tia que era arquiteta. Eu costumava acompanhá-la nas visitas às obras e ficava fascinada com o processo: como algo imaginado por meio de desenhos podia, eventualmente, se tornar um espaço no qual se podia entrar e habitar.
Ao mesmo tempo, meu pai insistia muito para que eu me tornasse engenheira. Eu o ouvi, mas também sabia que acabaria encontrando meu caminho de volta para a arquitetura. Por isso, decidi estudar engenharia estrutural, pensando que isso me daria uma compreensão mais profunda das estruturas — e deu. Essa formação tornou-se uma base sólida para tudo o que veio a seguir.
Sempre fui fascinada pelo que gosto de chamar de "intestinos" dos edifícios — os sistemas que costumam ficar ocultos ou ser deixados inteiramente a cargo de engenheiros e engenheiras. Energia, água, resíduos, estrutura: esses elementos são frequentemente tratados como dados adquiridos, mas, desde cedo, tive um profundo interesse em entender como funcionam e de que maneira poderiam ser integrados ao projeto de arquitetura.
Devido a essa bagagem, nunca vi uma separação rígida entre técnica, sistemas construtivos ou até mesmo inovação de materiais. Eu era, e ainda sou, movida pela curiosidade: por que as coisas funcionam da maneira que funcionam e por que aceitamos certas soluções como inevitáveis?
Mais tarde, meu interesse em trabalhar de perto com as pessoas surgiu de forma muito natural. Veio de testemunhar, repetidas vezes, como muitos projetos celebrados no Sul Global acabavam falhando. Eram edifícios que ganhavam prêmios, eram amplamente publicados e fotografados de maneira belíssima, mas que enfrentavam sérias dificuldades quando passavam a ser utilizados.

Durante meus estudos em Harvard, recebi uma bolsa de viagem que me permitiu passar um longo período realizando pesquisa de campo. Decidi fazer algo que, mesmo na época, parecia bastante extremo: cruzar o Saara sozinha e visitar projetos de perto. Isso foi entre 2005 e 2006. Passei quase um ano viajando, visitando, vistoriando, fotografando, medindo e documentando esses projetos.
O que mais me impressionou nessa jornada foi a generosidade das pessoas que vivem em condições extremamente severas. No Saara, sem água, sem eletricidade, completamente fora da rede, as pessoas eram extraordinariamente acolhedoras. Essa experiência me mudou fundamentalmente. Ela remodelou minha compreensão sobre arquitetura, autonomia, sustentabilidade e o que o "desenvolvimento" realmente significa quando projetado do Norte Global para esses contextos.

RB: O portfólio do seu escritório apresenta uma ampla gama de projetos que abrangem diferentes escalas. Gostaria de ouvi-la sobre os planos diretores, especificamente aqueles concebidos com foco no ecoturismo, e a relação deles com a paisagem.
AC: Meu envolvimento com planos diretores começou de fato durante meu período em Harvard. Sob a orientação de Hashim Sarkis, minha tese de mestrado focou em um plano diretor para o rio que atravessa a antiga cidade de Fez, no Marrocos, e o que começou como um projeto acadêmico rapidamente confrontou a realidade. Eu o apresentei ao prefeito e, por ter formação em engenharia, comecei a colaborar com o município na área de infraestrutura, especialmente saneamento. Esse encontro moldou minha compreensão sobre como o planejamento urbano funciona na prática.
Após minha pesquisa de campo pelo Saara, continuei desenvolvendo trabalhos sobre paisagens frágeis, particularmente por meio do Programa Aga Khan em Harvard, com foco em ecoturismo em ambientes áridos. Estudei projetos em todo o Marrocos e fora dele, analisando de perto o que deu certo e o que falhou. Muitos planos diretores continuavam sendo belos desenhos que nunca saíram do papel. Esse abismo entre visão e realidade tornou-se central no meu trabalho.
Um ponto de virada fundamental foi o projeto Abaynou. O que começou como uma demanda por novas instalações de banho tornou-se um plano diretor abrangente e participativo, abordando sistemas de água, agricultura, risco climático e o uso social da paisagem. O objetivo nunca foi produzir um documento para ficar guardado em uma prateleira, mas sim ancorar o plano em projetos concretos e faseados. O que torna Abaynou realmente significativo para mim é que ele está entrando em fase de construção. Nesse momento, o plano diretor deixa de ser uma abstração e passa a fazer parte da realidade vivida.

RB: Falando em transformar a realidade das pessoas, você conduziu um processo participativo em Serra Leoa com crianças da educação infantil. Poderia nos contar sobre essa experiência?
AC: Sim, esse projeto foi concluído há algum tempo, mas continua sendo uma das experiências mais significativas que já tive. Começou quando um amigo próximo foi nomeado Ministro da Educação em Serra Leoa, em um momento no qual o país ainda se recuperava da guerra civil e enfrentava uma grave escassez de infraestrutura educacional. Ele me disse: "Preciso construir 200 escolas muito rapidamente e não sei como fazer isso."
Desde o início, havia restrições severas. As escolas eram baseadas em módulos pré-fabricados já definidos por uma verba de desenvolvimento internacional, de modo que a liberdade de projeto era limitada. Expliquei que, antes de propor qualquer ajuste de desenho, eu precisava compreender o contexto de forma adequada: o clima, as rotinas diárias e, acima de tudo, como estudantes e docentes vivenciavam de fato esses espaços. Eu não queria fazer suposições à distância.

Desenvolvemos um jogo participativo simples que permitia às crianças imaginar sua escola ideal a partir de elementos da sua própria realidade: salas de aula, pontos de água, banheiros e áreas externas sombreadas. O exercício foi intencionalmente tátil e prático, não abstrato ou aspiracional a ponto de ignorar as condições locais.
O projeto acabou funcionando como uma consultoria, ajudando a refinar a organização espacial, o conforto e os serviços básicos das 200 escolas que seriam construídas. Contudo, para mim, o aspecto mais importante foi o próprio processo. Ele reforçou a ideia de que, mesmo sob fortes restrições, uma participação significativa é possível; e que ouvir com atenção as crianças, docentes e as comunidades pode melhorar fundamentalmente a forma como a arquitetura responde às necessidades reais.

RB: Então sua participação se deu mais na fase de projeto e consultoria do que na construção em si?
AC: O processo de construção já estava predefinido pela estrutura de financiamento. Para evitar o desvio de recursos, as escolas eram entregues em módulos pré-fabricados padronizados, quase como contêineres. Meu papel foi trabalhar dentro dessas limitações e aprimorar o que ainda podia ser melhorado: isolamento, orientação no terreno, espaços ao ar livre, acesso à água e saneamento.
Os orçamentos eram extremamente limitados, por isso tudo se resumia a prioridades. Pessoalmente, acho essas restrições estimulantes. Elas forçam uma certa clareza. Em muitos contextos africanos, simplesmente não é possível fazer tudo, então a questão torna-se muito direta: se você tem muito pouco, onde investe esse recurso para causar o impacto mais significativo na capacidade de aprendizado das crianças?

RB: Atualmente, você lidera o SoNo Lab (Laboratório Sul-Norte para Construção Sustentável e Conservação) na EPFL, que reúne muitos desses interesses por meio de processos que vão do projeto aos testes e à implementação. Poderia nos contar mais sobre o laboratório e seus objetivos centrais?
AC: O SoNo Lab surgiu de um encontro muito concreto. Quando cheguei à EPFL, conheci Karen Scrivener, uma cientista de materiais inventora do LC3, um cimento de baixa emissão que produz cerca de 40% menos CO₂ do que as alternativas convencionais. Conhecê-la foi um verdadeiro divisor de águas para mim.
Antes disso, meu trabalho era fortemente focado em reutilização adaptativa, construção com terra e soluções de baixa tecnologia de base biológica. Contudo, minhas experiências anteriores já haviam deixado algo claro: até 2050, o maior crescimento na construção civil ocorrerá na África. Não na China, não na Índia: na África. E cerca de 70% dessa construção é autoconstrução, utilizando o material mais barato disponível, que é o cimento. A construção com terra, apesar de toda a atenção que recebe, continua sendo muito marginal.
A realidade é que as pessoas estão construindo com blocos de concreto, muitas vezes em condições precárias de segurança. Como profissionais da arquitetura, podemos continuar projetando edifícios belos e premiados, mas, no cotidiano das cidades, a maioria das pessoas constrói por conta própria. E é daí que virá uma enorme parcela das futuras emissões de CO₂.

Naturalmente, precisamos continuar trabalhando com materiais biológicos e construção com terra. No entanto, a indústria não mudará com a velocidade necessária diante do ritmo acelerado das construções atuais. Portanto, se quisermos reduzir as emissões em escala, também precisamos trabalhar com o cimento. É aí que o LC3 se torna importante. Ele custa praticamente o mesmo, utiliza as mesmas fábricas de cimento e apenas altera a mistura. Mesmo assim, o impacto é gigantesco: cerca de 40% menos poluição na produção. Na escala do continente africano, isso é monumental.
O que me interessa agora é como projetar sistemas que trabalhem com esses materiais de forma mais inteligente: utilizando menos recursos, aumentando a segurança, acelerando a construção e tornando os edifícios mais resilientes.
Profissionais da arquitetura trabalham com os materiais disponíveis, de modo que a verdadeira questão é: queremos um edifício singular, feito para ser belamente fotografado, ou queremos transformar as práticas em larga escala? É isso que o SoNo Lab torna possível.

RB: É muito mais sedutor apostar em "materiais heróis", mas eles não transformam necessariamente o processo como um todo.
AC: Além disso, as pessoas frequentemente não querem morar em uma construção de terra. É por isso que desenvolvi blocos de encaixe, quase como peças de Lego, pois a terra pode ser um dos sistemas mais seguros e rápidos para áreas sísmicas. No entanto, muitas pessoas me diziam: Não queremos morar em uma casa de terra. Uma casa de blocos parece mais moderna.
RB: Você está falando do protótipo antissísmico, certo? Poderia relacionar esse projeto ao trabalho que está desenvolvendo agora no SoNo?
AC: O protótipo antissísmico é anterior e, de certa forma, embasa muito do que é desenvolvido no SoNo. Elaboramos uma proposta utilizando uma mistura chamada Dura-Brick, com 5% de cimento e 95% de terra. Isso foi importante porque nos permitiu trabalhar com a terra e, ao mesmo tempo, atender às expectativas locais de durabilidade e segurança. O foco era a rapidez e a facilidade de construção; por isso, propusemos um sistema de encaixe sem argamassa e uma cobertura de tijolos em abóbada. Inicialmente, o governo o classificou como um protótipo de reconstrução, o que deu ao projeto visibilidade e urgência. Com essa experiência, meu posicionamento também evoluiu. Se quisermos reduzir ainda mais a pegada de carbono, precisamos desenvolver blocos que utilizem menos concreto, que sejam estruturais, seguros e fáceis de montar.
Iniciei minha carreira como uma arquiteta bastante purista, trabalhando quase exclusivamente com pedra, terra e materiais naturais, enxergando o concreto como o inimigo. Contudo, a experiência me ensinou que precisamos atuar em duas frentes paralelas. Uma delas lida com a realidade como ela se apresenta e tenta reduzir seu impacto. A outra continua impulsionando sistemas alternativos e mudanças culturais. Ambas precisam coexistir.

RB: Mudando um pouco o foco da conversa, dos materiais para os edifícios existentes, um dos estúdios do SoNo se dedica especificamente à documentação e ao reuso do patrimônio, o que me parece, hoje, uma das abordagens mais pertinentes.
AC: Sem dúvida. Para mim, isso ficou muito evidente na África, principalmente ao lidar com o patrimônio pós-colonial. Em muitas cidades, há grandes populações de baixa renda, demandas urgentes por infraestrutura — como escolas, hospitais e centros comunitários —, além de escassez de terrenos disponíveis e verbas públicas muito limitadas. Paralelamente, existem edifícios das décadas de 1960 e 1970 que muitas vezes foram construídos sob padrões de qualidade excepcionalmente altos.
No Marrocos, Senegal, Burkina Faso e em outros locais, esses edifícios foram projetados antes de o ar-condicionado se popularizar. Tudo era passivo: a ventilação, o sombreamento, a inércia térmica. São edifícios incrivelmente inteligentes. Assim, a conclusão tornou-se óbvia para mim: se precisamos de infraestrutura e já temos esses edifícios disponíveis...
Muitas vezes eles estão abandonados, são vistos como "monstros" ou simplesmente deixados sem uso por serem caros demais para demolir. No entanto, eles fazem parte do patrimônio da independência. Frequentemente são descartados como "estrangeiros" ou não genuinamente locais, mas, na realidade, muitos deles incorporam elementos vernaculares, inteligência bioclimática e saberes construtivos locais. Eles narram uma história fundamental sobre um momento de otimismo, ambição e construção nacional.

Por meio de parcerias com a Getty Foundation e o World Monuments Fund, venho trabalhando há vários anos na reabilitação do patrimônio moderno. Dois livros estão finalmente sendo publicados, um sobre a Maison du Peuple, em Burkina Faso, e outro sobre Sidi Harazem, no Marrocos, os quais documentam tanto as edificações em si quanto os processos de conservação.
O que foi crucial nesses projetos, e que agora estamos implementando no SoNo, foi a dimensão participativa. Trabalhamos em estreita colaboração com autoridades que, a princípio, queriam demolir esses edifícios. No entanto, quando conheceram especialistas internacionais, visitaram locais semelhantes no exterior e começaram a ver essas estruturas sob uma nova perspectiva, a atitude deles mudou. Essa transformação na percepção foi tão importante quanto qualquer intervenção física.

RB: Antes do SoNo, você já tinha uma experiência muito forte com os Banhos Termais de Sidi Harazem, correto?
AC: Sim. Eu cresci frequentando Sidi Harazem com minha avó. Ela acreditava que a água curava seu reumatismo. Para mim, quando criança, o complexo parecia quase irreal, como algo saído de Star Wars.
Anos depois, quando o projeto começou, eu sabia desde o início que ele precisava ser colaborativo — não apenas em termos técnicos, mas também políticos. A intenção inicial do governo era transformar Sidi Harazem em um hotel cinco estrelas. Contudo, historicamente, o local sempre fora frequentado por pessoas de poucos recursos. Era um destino popular e acessível, profundamente enraizado nas práticas sociais e culturais locais.
Convencer as autoridades sobre o valor arquitetônico do complexo não foi fácil, especialmente devido ao duplo estigma que ele carregava: o brutalismo e a história colonial. Jean-François Zevaco, o arquiteto contratado, era francês e, apesar de Sidi Harazem ser um dos maiores projetos de lazer encomendados pelo governo marroquino pós-independência, a obra ainda era vista como algo "estrangeiro".

A partir de 2018, trabalhamos de forma contínua na pesquisa e na preparação. Então, veio a COVID. Por acaso, eu estava no Marrocos quando as fronteiras fecharam e estava com as chaves de todo o complexo. Perguntei ao governo se poderia ativar o espaço temporariamente para que ele não ficasse abandonado.
Foi aí que tudo mudou. Começamos a organizar eventos — residências artísticas, performances, concertos — e convidamos jovens marroquinos, muitos dos quais nunca tinham ouvido falar desse patrimônio, a se apropriar do espaço por meio da cultura. Um rapper se apresentou na piscina. Um coreógrafo montou um espetáculo dentro do complexo. Essas ativações culturais criaram uma conexão emocional imediata. As pessoas começaram a se importar.
Provamos que um edifício nem sequer precisa estar restaurado para ganhar vida. Ao abrir o espaço, organizar eventos públicos e convidar as comunidades — incluindo jovens de assentamentos informais —, transformamos o local em um terreno cultural compartilhado. E isso cresceu de forma incrivelmente rápida.
RB: É revigorante ver o patrimônio ganhar vida dessa maneira, por meio do uso e da experiência.
AC: No início, eu nunca imaginei que a ativação aconteceria dessa forma. Acreditava que o restauro devia vir primeiro. A COVID nos forçou a repensar tudo.
Hoje, trabalho com a mentalidade de que, mesmo que um edifício venha a ser demolido, o conhecimento e a conscientização sobre ele sobreviverão. Em Sidi Harazem, capacitamos mulheres da região e estudantes para liderar visitas guiadas de arquitetura. As pessoas agora sabem quem foi Zevaco. Compreendem o brutalismo. Sentem orgulho desse lugar.
RB: Acho que não há muito mais que se possa pedir ao trabalhar com arquitetura.
AC: Não é verdade? Se algo me acontecesse amanhã, a comunidade protegeria aquele edifício. E esse senso de apropriação coletiva é, em última análise, a forma mais poderosa de preservação. Para mim, essa é a verdadeira vitória.

Este artigo é parte do Tema do ArchDaily: Reavaliando o Patrimônio: Como a arquitetura de hoje molda a memória de amanhã. Mensalmente, exploramos um tema em profundidade por meio de artigos, entrevistas, notícias e projetos de arquitetura. Convidamos você a saber mais sobre os Temas do ArchDaily. E, como sempre, no ArchDaily valorizamos as contribuições de nosso público leitor; se você deseja enviar um artigo ou projeto, entre em contato conosco.
Este artigo foi escrito por Romullo Baratto. A tradução é gerada por IA.























