Laurian Ghinitoiu

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente discutida como se fosse um padrão universal—e, em princípio, deveria ser. Os edifícios são cada vez mais avaliados pelo desempenho energético, pelo carbono incorporado, por sistemas de certificação, pela eficiência de materiais, pela biodiversidade e pelo impacto ao longo de todo o ciclo de vida. No entanto, as regras que determinam o que realmente deve ser feito continuam sendo altamente locais. Um projeto desenvolvido em Londres, Nova York ou Copenhague pode ser moldado por códigos de energia rigorosos, avaliações de impacto ambiental, exigências de transparência de dados, diretrizes de planejamento urbano e metas de descarbonização cada vez mais ambiciosas. Por outro lado, o mesmo escritório, ao atuar em outras regiões, pode se deparar com um panorama regulatório bastante diferente.

Isso levanta uma questão complexa para a arquitetura internacional: quando a sustentabilidade não é imposta por lei com o mesmo rigor, que padrões arquitetos e arquitetas devem levar consigo?

Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Mais Imagens+ 4

Edifício de Programas Públicos da Fundação Bienal de Diriyah / Ariel André-GOLEM

Edifício de Programas Públicos da Fundação Bienal de Diriyah / Ariel André-GOLEM - Mais Imagens+ 27

  • Arquitetos: Ariel André-GOLEM
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  960
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2026

Moldando a continuidade arquitetônica: 25 projetos de revitalização em sítios históricos, industriais e naturais

Acesso exclusivo | 

Os sítios de patrimônio constituem arquivos espaciais complexos nos quais a arquitetura, a história e a memória coletiva convergem. Eles abrangem um amplo espectro de contextos—de vestígios arqueológicos, paisagens urbanas antigas e históricas e paisagens tombadas pela UNESCO a estruturas cívicas do início da era moderna e infraestruturas industriais. Contudo, esses ambientes enfrentam desafios: as mudanças climáticas, a transformação urbana, desastres, as novas demandas sociais e a erosão gradual do tecido material. Projetos de revitalização e restauração respondem a essas condições ao posicionar a prática arquitetônica e espacial como uma mediadora ativa entre a preservação e as topologias contemporâneas.

Na prática contemporânea, a conservação é entendida como um processo criativo de adaptação e reinterpretação que atende tanto às comunidades quanto aos habitantes. Ao mesmo tempo, a arquitetura monumental continua a definir a identidade e a paisagem de um lugar para públicos mais amplos e para as futuras gerações. Profissionais de arquitetura e planejamento urbano são chamados a negociar contextos históricos sensíveis ao mesmo tempo em que introduzem novos programas, técnicas e experiências espaciais. Estes profissionais exemplificam diversas abordagens projetuais, incluindo intervenções estruturais precisas, estratégias responsivas ao clima e restaurações materiais meticulosas, ao lado da inserção cuidadosa de novos elementos arquitetônicos. Igualmente importante é o seu compromisso com o conhecimento e a materialidade vernaculares, preservando o caráter local e a especificidade cultural de cada sítio.

Moldando a continuidade arquitetônica: 25 projetos de revitalização em sítios históricos, industriais e naturais - Mais Imagens+ 21

Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana

Acesso exclusivo | 

Outrora um assentamento najdi definido por muralhas de tijolos de adobe e casas com pátio, Riade passou por uma das transformações urbanas mais radicais dos séculos XX e XXI. A descoberta de reservas de petróleo, a consolidação do poder político e a rápida expansão da infraestrutura remodelaram a cidade, transformando-a de uma capital regional em uma metrópole em expansão em praticamente uma única geração. Como consequência, a malha urbana de Riade é marcada por descontinuidades, onde fragmentos de arquitetura vernacular coexistem com o modernismo institucional de meados do século e um skyline contemporâneo em rápida evolução.

Nas últimas décadas, essa condição estratificada foi ainda mais intensificada por estratégias de desenvolvimento em grande escala e programas de investimento cultural que posicionam a arquitetura como uma ferramenta para redefinir a identidade nacional. Escritórios internacionais desempenharam um papel decisivo na configuração de importantes instituições, infraestruturas e marcos urbanos, ao passo que estúdios locais contribuem cada vez mais com projetos que reinterpretam o clima, a materialidade e o espaço social dentro de uma perspectiva contemporânea.

Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana - Imagen 1 de 4Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana - Imagen 2 de 4Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana - Imagen 3 de 4Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana - Imagen 4 de 4Guia de arquitetura de Riade: 16 projetos do patrimônio à expansão urbana - Mais Imagens+ 17

Cidades dos Mortos: 10 projetos que exploram a arquitetura funerária

Acesso exclusivo | 

A morte é uma certeza, mas sua arquitetura nunca foi estável. Cada época e cultura inventou uma maneira diferente de situar os mortos no mundo (perto ou longe, visíveis ou resguardados, monumentais ou quase anônimos), e essas escolhas sempre carregaram um peso social e político. É nos cemitérios que esse peso se torna legível no espaço, transformando crenças e regulamentações em limites, trajetórias e nomes.

Nesse sentido, o cemitério se comporta como um exercício de fazer cidade. Ele exige acessos, limites e uma ordem interna capaz de crescer sem perder a clareza. Depende tanto do manejo do solo e da água quanto do simbolismo, e tanto da administração quanto da forma. Contudo, o seu verdadeiro desafio arquitetônico é tornar legível um território vasto e em constante evolução, preservando ao mesmo tempo a intimidade da visita. Os nomes precisam ser localizáveis; os percursos devem permanecer claros; as árvores crescem, os caminhos mudam, as pedras sofrem a ação do tempo, os registros se acumulam. O que parece estático é, na prática, um sistema vivo projetado para ser usado e revisitado muito tempo após a dor inicial do luto ter passado.

Cidades dos Mortos: 10 projetos que exploram a arquitetura funerária - Mais Imagens+ 14

Tornando a infraestrutura visível: quando os sistemas se tornam arquitetura

Acesso exclusivo | 

Durante séculos, a infraestrutura de grande escala operou em segundo plano. Portos, usinas e instalações de energia localizavam-se nos limites das cidades, projetados primordialmente com foco na eficiência e raramente considerados parte da vida cívica. Embora sua função fosse indispensável, sua presença arquitetônica permanecia secundária. Essas estruturas sustentavam o crescimento urbano e o intercâmbio global ao mesmo tempo em que mantinham um distanciamento espacial da experiência urbana cotidiana.

Hoje, esse cenário está mudando gradualmente. À medida que o comércio global se intensifica e os sistemas de energia expandem sua complexidade, os edifícios que coordenam e abrigam essas redes ganham visibilidade na paisagem urbana. Em vez de permanecerem como receptáculos neutros para operações técnicas, eles passam a afirmar uma identidade espacial. A infraestrutura já não é apenas operacional; torna-se cada vez mais institucional, simbólica e urbana. A arquitetura que dá suporte a esses sistemas agora participa ativamente da projeção da imagem das próprias cidades.

Tornando a infraestrutura visível: quando os sistemas se tornam arquitetura - Mais Imagens+ 6

Conheça os 75 finalistas do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2026

Acesso exclusivo | 

Duas semanas e mais de 85.000 indicações depois, foram definidos os finalistas do Building of the Year Awards deste ano. A seleção reflete o perfil do próprio público do ArchDaily que a escolheu: geograficamente diversa, generosa em ideias e precisa em suas intenções. Reunindo projetos de 46 países, em uma ampla variedade de tipologias e escalas, a lista apresenta um belo panorama do momento atual da arquitetura.

Convidamos você a navegar pela seleção e votar em seus projetos favoritos. Abaixo, apresentamos os 75 finalistas divididos em suas respectivas categorias. A votação estará aberta até o dia 18 de fevereiro, às 18:00 EST. Agradecemos a sua participação — ela é fundamental para consolidar este como o maior prêmio de arquitetura do mundo decidido pelo público.

Concéntrico 10 demonstra como criar engajamento lúdico e acolher perspectivas diversas

Acesso exclusivo | 

O Festival de Arquitetura e Design Concéntrico celebra seu 10º aniversário de 25 de abril a 1º de maio de 2024, com uma edição que busca refletir sobre o impacto do festival anual na cidade de Logroño, na Espanha, bem como analisar como a cidade continua a evoluir. Por meio de instalações, exposições, palestras, performances, oficinas e atividades, o Concéntrico propõe uma reflexão sobre o ambiente urbano, convidando arquitetos/as e designers a intervir e desafiá-lo, ao mesmo tempo em que abre debates sobre questões urgentes.

Embora o tema oficial do festival tenha se concentrado no futuro das cidades, os/as arquitetos/as e designers convidados/as levaram essa proposta além. Diversos temas e abordagens transversais surgiram durante o evento deste ano, desde a incorporação de conceitos de tempo — um elemento incomum de ser abordado por meio de instalações temporárias — até o desejo de dialogar de forma mais sincera com o público em geral, ouvindo suas demandas e criando plataformas onde diferentes perspectivas possam assumir o protagonismo.

Concéntrico 10 demonstra como criar engajamento lúdico e acolher perspectivas diversas - Mais Imagens+ 26

The Webster / Adjaye Associates

The Webster / Adjaye Associates - Mais Imagens+ 14

A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar

Áudio disponível

A arquitetura contemporânea aprendeu a celebrar a matéria viva. Painéis de micélio, sistemas de algas, paredes vivas — a vida agora é bem-vinda nos edifícios, sob a ótica da inovação. No entanto, a mesma disciplina que celebra esses organismos trata o mofo como contaminação. Ambos são biológicos. Ambos respondem à umidade, à temperatura e às condições dos materiais. A diferença não é científica; diz respeito a quais formas de vida a arquitetura está disposta a aceitar e quais prefere eliminar.

O mofo não se limita a edifícios abandonados ou interiores mal conservados. Ele surge em residências, escolas, escritórios, estruturas históricas e novas construções, nos mais diversos climas e contextos. Isso torna difícil ignorá-lo como um problema menor ou isolado. Se o mofo continua voltando, o que ele nos diz sobre os ambientes que os edifícios criam?

A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Mais Imagens+ 17

Para além do currículo: o ensino de arquitetura e a defesa da profissão

Acesso exclusivo | 

Discussões federais recentes nos Estados Unidos sobre a reclassificação da arquitetura como uma graduação que não confere mais habilitação profissional intensificaram a necessidade de articular o propósito e a estrutura dos programas credenciados. Esse cenário político gerou um momento no qual a coerência interna dos currículos de arquitetura se cruza com questões mais amplas de bem-estar público, responsabilidade técnica e os deveres éticos que definem a competência profissional. O ensino de arquitetura nos Estados Unidos exige uma análise que reconheça sua lógica pedagógica interna e as pressões externas que moldam sua recepção contemporânea.

Para além do currículo: o ensino de arquitetura e a defesa da profissão - Mais Imagens+ 17

Arquitetura no Ritmo do Tempo: Projetando Através de Ciclos Solares, Lunares e Biológicos

Acesso exclusivo | 

À medida que o solstício marca o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte, ele também chama a atenção para um aspecto com o qual a arquitetura lida há muito tempo, mas que muitas vezes negligencia: o tempo. Para além da forma ou da função, edifícios e espaços são continuamente moldados por ciclos de luz e escuridão, mudanças sazonais e ritmos ambientais que afetam a maneira como são habitados.

Nos últimos anos, um número crescente de projetos de arquitetura começou a trabalhar explicitamente com esses ciclos. Em vez de projetar espaços para funcionar de uma única maneira fixa, arquitetos/as estão criando ambientes que se transformam ao longo do dia, das estações ou em resposta a fenômenos naturais como o percurso do sol, as fases lunares, os padrões de vento ou os ritmos circadianos. Esses projetos operam em diálogo com o tempo, surgindo, transformando-se e ativando-se de forma diferente conforme as condições ambientais.

Arquitetura no Ritmo do Tempo: Projetando Através de Ciclos Solares, Lunares e Biológicos - Mais Imagens+ 11

Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares

Acesso exclusivo | 

"Dance, dance… otherwise we are lost." Esta frase frequentemente citada de Pina Bausch encapsula não apenas a urgência do movimento, mas sua capacidade de revelar o próprio espaço. Em suas coreografias, o espaço nunca é um plano de fundo neutro; ele se torna um parceiro, um obstáculo, uma memória. Pisos se inclinam, cadeiras se acumulam, paredes oprimem ou libertam. Trata-se de condições arquitetônicas, encenadas e contestadas pelo corpo. O que Bausch expõe — e o que a arquitetura frequentemente esquece — é que o espaço não é simplesmente construído, ele é performado. Seu trabalho convida arquitetos e arquitetas a pensar não apenas em termos de materiais e formas, mas de gestos, relações e ritmos. Ela sugere que a arquitetura, assim como a dança, trata fundamentalmente de como habitamos, estruturamos e carregamos emocionalmente os espaços pelos quais nos movemos.

Historicamente, a arquitetura e a dança operaram em paralelo, moldando a experiência humana por meio da orientação do corpo no espaço e no tempo. Dos rituais coreografados dos templos clássicos às lógicas axiais dos palácios barrocos, o espaço construído sempre implicou movimento. A Bauhaus levou isso adiante, à medida que o Ballet Triádico de Oskar Schlemmer visualizava o espaço como uma extensão geométrica do corpo. Não se tratava de cenário, mas de pensamento espacial tornado cinético. No século XX, coreógrafos e coreógrafas como William Forsythe e Anne Teresa De Keersmaeker integraram restrições arquitetônicas em suas partituras, ao passo que arquitetos e arquitetas como Steven Holl, Diller Scofidio + Renfro e Toyo Ito projetaram edifícios que se revelam como sequências espaciais, convidando ao movimento, ao desvio e à pausa.

Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - 1 的图像 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - 2 的图像 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - 3 的图像 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - 4 的图像 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Mais Imagens+ 35

Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza

Acesso exclusivo | 

Em meio à grade ordenada do Giardini della Biennale, o Pavilhão Suíço surge quase reticente. Seus volumes brancos e baixos, concluídos in 1952 por Bruno Giacometti, parecem se distanciar da exibição de orgulho nacional que o cerca. O edifício encarna uma vertente do modernismo que resiste à monumentalidade, na qual a precisão e a contenção substituem o espetáculo, e a arquitetura se torna menos um objeto e mais uma estrutura para o encontro.

Surgido de uma Europa em reconstrução, o pavilhão reflete um momento em que as nações reimaginavam sua presença no mundo. Para a Suíça, a neutralidade era há muito tempo tanto uma postura política quanto uma condição cultural, e Giacometti traduziu essa identidade em uma sequência de salas comedidas dispostas em torno de um pátio aberto, definidas não pelo que contêm, mas por como acolhem a luz, o movimento e a pausa. O resultado é uma arquitetura que não clama por pertencimento, mas convida à atenção por meio do equilíbrio e do cuidado.

Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza - 1 的图像 4Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza - 2 的图像 4Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza - 3 的图像 4Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza - 4 的图像 4Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza - Mais Imagens+ 88

Da rapidez à especificidade: múltiplas dimensões do desenvolvimento arquitetônico de Shenzhen

Acesso exclusivo | 

Shenzhen é a primeira Zona Econômica Especial (ZEE) da China, servindo como uma janela para a Reforma e Abertura do país e como uma cidade de imigrantes em ascensão. A cidade evoluiu para uma metrópole internacional influente e moderna, criando a mundialmente famosa "Velocidade de Shenzhen" e conquistando a reputação de "Cidade do Design". O projeto arquitetônico se destaca como a expressão mais intuitiva do espírito de integração e inovação de Shenzhen. Ao longo da última década (2015-2025), o desenvolvimento da arquitetura urbana em Shenzhen integrou-se estreitamente ao seu caráter urbano aberto e inclusivo, às suas vantagens ecológicas de estar situada entre as montanhas e o mar, e ao espírito local de fundir a cultura tradicional com a tecnologia inovadora, revelando o charme singular e a forte vitalidade de Shenzhen sob múltiplas dimensões.

Da rapidez à especificidade: múltiplas dimensões do desenvolvimento arquitetônico de Shenzhen - Mais Imagens+ 51

Repensando a arquitetura na escala dos sistemas planetários

Áudio disponível

A arquitetura tem sido tradicionalmente descrita como uma disciplina preocupada com o espaço, a forma e a presença material. No entanto, essa compreensão se mostra cada vez mais limitada diante das condições que moldam a construção contemporânea. Os edifícios já não surgem de uma relação estável entre lote, programa e material. Em vez disso, são produzidos no interior de uma densa teia de sistemas tecnológicos que operam em escalas territoriais, ecológicas e temporais. Redes de energia, infraestruturas de dados, processos de extração e a logística global moldam a arquitetura de forma tão decisiva quanto o clima ou o contexto urbano.

Sob essa perspectiva, a arquitetura é menos um objeto isolado e mais um momento dentro de um campo técnico ampliado. Cadeias de suprimentos, sistemas de dados, manutenção automatizada e redes de energia não funcionam "por trás" do ambiente construído. De certo modo, esses sistemas determinam o que pode ser construído, o que é economicamente viável, como os edifícios se comportam ao longo do tempo e que tipo de resíduos produzem. Quando a arquitetura é avaliada primordialmente por meio da forma, corre-se o risco de ignorar os sistemas que condicionam sua produção e sua sobrevida.

Repensando a arquitetura na escala dos sistemas planetários - Mais Imagens+ 30

Pavilhão Scenius 26003 / Daryan Knoblauch

Pavilhão Scenius 26003 / Daryan Knoblauch - Mais Imagens+ 12

  • Arquitetos: Daryan Knoblauch
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  250
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

Centro Estudantil Bloomberg/ BIG + Rockwell Group + Michael Van Valkenburgh Associates

Centro Estudantil Bloomberg/ BIG + Rockwell Group + Michael Van Valkenburgh Associates - Mais Imagens+ 19