
CCA apresenta nova exposição que explora a abordagem de Álvaro Siza para a construção da cidade

O Canadian Centre for Architecture (CCA) apresenta "The fortune of the city is that it has never been perfect", uma exposição dedicada à obra urbana do arquiteto português Álvaro Siza. Em exibição nas Galerias Principais da instituição de 21 de maio de 2026 a 10 de janeiro de 2027, a mostra examina a abordagem de Siza para a construção da cidade por meio de uma seleção de projetos que dialogam com as condições históricas, sociais e físicas dos ambientes urbanos existentes.
Com curadoria de Giovanna Borasi e assistência de curadoria de Laura Aparicio Llorente, a exposição explora como a prática arquitetônica de Siza se estende além do projeto de edifícios individuais para abranger bairros, espaços públicos e estruturas urbanas mais amplas. Em vez de apresentar a cidade como uma condição fixa ou idealizada, a mostra se concentra no método de Siza de trabalhar com contextos existentes, considerando a história, a topografia, a infraestrutura e a vida cotidiana como componentes fundamentais do processo de projeto. Sob essa perspectiva, a exposição propõe uma reflexão sobre questões que envolvem a transformação urbana, a continuidade do ambiente construído e a relação entre arquitetura e planejamento urbano.
De-Vice Kinetic Meditation Space / Studio Caspar Schols

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Arquitetos: Studio Caspar Schols
- Área: 10 m²
- Ano: 2026
Pequim é nomeada Capital Mundial da Arquitetura 2029 pela UNESCO-UIA

O título de Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA é uma iniciativa criada em conjunto pela UNESCO e pela União Internacional de Arquitetos (UIA). Em 5 de agosto de 2026, Pequim foi nomeada Capital Mundial da Arquitetura para 2029, um título concedido a cada três anos a uma cidade que sedia um ano de programação voltada à arquitetura, coincidindo com o Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA. A indicação foi feita sob recomendação do Comitê Conjunto para a Capital Mundial da Arquitetura, presidido pelo/a arquiteto/a Dominique Perrault. A nomeação ocorre após o recente encerramento do Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 em Barcelona, atual Capital Mundial da Arquitetura, e se apoia nas experiências anteriores do Rio de Janeiro e de Copenhague.
Sede da Novolife / Studio Krubka

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Arquitetos: Studio Krubka
- Área: 890 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Lamptitude, TLS Facade
Escola de Ciências Matemáticas, Universidade de Pequim / FEI Architects
Esh Hotel and Spa / FAMM Arquitectura + Sulkin Askenazi

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Arquitetos: FAMM Arquitectura, Sulkin Askenazi
- Área: 3700 m²
- Ano: 2024
Casa Paquetá / Zebulun Arquitetura
Colégio Feliza Bursztyn / AR-AR Martínez Arquitectura y Paisaje + MEC Arquitectura + Fiallo Atelier
Casa Coral Celeiro Alvorada / Nildo José Arquitetos

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Arquitetos: Nildo José Arquitetos
- Área: 213 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Dpot, Etel Design , Olho Interni, Silvestre Vidros , Taciela Gomes, +1
Tiger Track Ecolodge / Building Bureau

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Arquitetos: Building Bureau
- Área: 4250 ft²
- Ano: 2026
Centro Cultural Val d'Oust / Atelier 56S

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Arquitetos: Atelier 56S
- Área: 575 m²
- Ano: 2026
Ambientes que surgem: divisórias deslizantes e o espaço doméstico condicional

As portas de correr são frequentemente discutidas sob a ótica da eficiência. Elas poupam o raio de abertura de uma porta convencional, facilitam o funcionamento de cômodos compactos e ajudam pequenos apartamentos a ganhar alguns centímetros extras de espaço útil. Contudo, em muitos interiores, seu papel mais interessante não se limita à economia espacial. Divisórias deslizantes transformam a própria leitura do espaço. Um quarto, escritório, quarto de hóspedes, sala de jantar ou espaço de trabalho pode surgir quando um painel é fechado, desaparecer quando ele é aberto e permanecer ambíguo quando o limite é translúcido ou parcial.
Isso torna a divisória deslizante especialmente útil em contextos domésticos moldados pela densidade, por estruturas familiares em mutação, pelo trabalho híbrido e pelas negociações climáticas típicas de regiões como o Leste e o Sudeste Asiático. Ela permite privacidade sem permanência, fechamento sem separação total e abertura sem perda de controle. Ao contrário da parede fixa, ela não impõe uma identidade única ao cômodo. Em vez disso, permite que o espaço doméstico responda ao tempo: dia e noite, visitas e família, trabalho e descanso, exposição e recolhimento.
Pavilhão de Chengdu / IwamotoScott Architecture

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Arquitetos: IwamotoScott Architecture
- Área: 3000 m²
- Ano: 2025
Praça da Cultura da Baía de Shenzhen, do MAD, e Exposição PLACE, de Dorte Mandrup: Destaques da Semana

Nesta semana, a relação da arquitetura com a cultura ganhou destaque por meio de exposições, projetos públicos e novas infraestruturas que expandem o discurso arquitetônico para além do edifício em si. Ao mesmo tempo que grandes exposições na Austrália, em Xangai, Barcelona e Copenhague investigaram temas como habitação, paisagem e lugar por meio de pesquisa e projeto, obras recém-reveladas na China e na Itália demonstram como museus, espaços de performance e complexos de uso misto são cada vez mais concebidos como paisagens públicas abertas, e não como instituições isoladas. Paralelamente, novas mostras e marcos de construção refletem a experimentação contínua em reuso adaptativo, projetos responsivos ao contexto e ambientes urbanos flexíveis.
Masseria Ficazzella / Valari Studio
Grand Paris Express impulsiona a renovação urbana por meio de 68 estações projetadas por arquitetos/as

O projeto Grand Paris Express consiste em 200 quilômetros de novas linhas de metrô totalmente automatizadas, 68 novas estações e quatro novas linhas perimetrais (15, 16, 17 e 18), além da extensão da Linha 14. A rede está sendo entregue em etapas entre 2024 e 2031: as 8 estações da Linha 14 estão totalmente operacionais após sua extensão em 2024; a Linha 18 é a mais avançada das novas linhas, com testes em andamento antes de sua primeira inauguração; e a engenharia civil está praticamente concluída em muitos trechos, com trilhos, sistemas, acabamento arquitetônico e testes avançando estação por estação. Cada uma das 68 estações foi atribuída a um/a arquiteto/a ou equipe de arquitetura específica, por vezes em colaboração com arquitetos/as paisagistas para os elementos de superfície.



















