A adoção de soluções avançadas de controle de acesso é fundamental para manter a proteção e a segurança em diversos contextos, de empresas e instituições a residências e espaços públicos. Seu principal objetivo é regular quem pode acessar ou utilizar um recurso, local ou sistema específico, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham permissão de entrada. Em um mundo cada vez mais interconectado e digital, a implementação de sistemas de controle de acesso tornou-se indispensável para proteger informações confidenciais, assegurar a integridade de ambientes físicos e virtuais e evitar acessos não autorizados que possam resultar em roubos, violações de dados ou outros incidentes de segurança. Esses sistemas podem abranger uma variedade de métodos — como senhas, cartões de acesso, biometria e equipes de segurança —, todos operando em conjunto para verificar e liberar a entrada apenas de pessoas autorizadas.
“Um banheiro é um lugar onde todos são iguais, não tem rico e pobre, idoso e jovem, todos são parte da humanidade”. Essa reflexão foi compartilhada por Wim Wenders, expoente do Cinema Novo Alemão e diretor do filmeDias Perfeitos (2023), ao ser questionado sobre os marcantes cenários de sua mais recente obra. Os banheiros públicos de Tóquio foram escolhidos por Wenders para construir uma narrativa que oferece profundas reflexões sobre a solidão, a simplicidade e a beleza da vida cotidiana.
A história gira em torno de Hirayama, um homem de meia-idade que trabalha como faxineiro de banheiros públicos em Tóquio. Sua vida é simples e rotineira, mas preenchida por pequenos prazeres e momentos de contemplação. Um cotidiano humilde que contrasta com as arquiteturas tecnológicas, coloridas e inovadoras dos banheiros públicos nos quais o protagonista passa o dia limpando.
Iniciativa de Resiliência Climática de Abu Dhabi / CBT Architects. Imagem cortesia de CBT Architects
À medida que as temperaturas globais se elevam, os impactos das ilhas de calor urbano — outrora consideradas uma ameaça invisível — tornam-se cada vez mais pronunciados e perigosos. A despeito dessa ameaça crescente, o espaço público, que constitui cerca de 30% das cidades, oferece um imenso potencial para proporcionar alívio contra o calor sufocante e introduzir novas oportunidades para fortalecer os esforços de resiliência urbana. Diante do aumento das temperaturas globais, cidades em regiões como os Emirados Árabes Unidos e a Índia enfrentam desafios sem precedentes para manter seus espaços urbanos habitáveis.
Uma porta pivotante é uma porta de giro que rotaciona sobre um eixo vertical. Diferencia-se das portas de dobradiça comuns, nas quais as dobradiças são fixadas na lateral da folha e na parede adjacente. Embora a porta pivotante exista há séculos, ela ainda é desconhecida por muitas pessoas. No entanto, um recente ressurgimento em seu uso a colocou em destaque como uma opção atraente para arquitetos/as, designers e proprietários/as.
O leste e o sul da Europa enfrentam uma intensa onda de calor, com temperaturas que ultrapassam os 40 graus Celsius em vários países, incluindo Grécia, Croácia, Macedônia e Romênia. Impulsionada por uma massa de ar quente vinda do norte da África, essa onda de calor prolongada trouxe sérias ameaças para a população e sobrecarregou os mecanismos de proteção e mitigação climática das cidades. À medida que o calor extremo expõe as vulnerabilidades da infraestrutura urbana, governos municipais por toda a Europa se esforçam para implementar medidas que enfrentem esses desafios.
Schmidt Hammer Lassen (SHL), da Dinamarca, e o Assar Universum Architects, de Luxemburgo, colaboraram no desenvolvimento de um novo polo urbano para Hollerich, em Luxemburgo. O empreendimento visa criar um espaço verde e vibrante com uso misto, transformando a área em um destino urbano. Tirando partido da topografia singular da cidade, o projeto integra um programa dinâmico de espaços residenciais, comerciais, culturais e públicos. O polo, batizado de “NEI HOLLERICH”, também foi concebido para suprir a demanda por habitação acessível.
Os Jogos Olímpicos de Paris 2024, oficialmente conhecidos como os Jogos da XXXIII Olimpíada, estão programados para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. Sendo a segunda cidade a sediar os Jogos Olímpicos de Verão por três vezes — depois de Londres —, tendo a primeira ocorrido em 1900 e a segunda em 1924, Paris irá exibir seu patrimônio cultural ao sediar os jogos de 2024 em marcos icônicos como o Grand Palais, a Torre Eiffel, os Jardins de Versalhes e a Place de la Concorde. Paralelamente, a capital francesa também passa por grandes reformas em suas vias navegáveis com um "Plano de Balneabilidade" bilionário, que visa transformar o rio Sena em uma rota aquática própria para banho durante os Jogos Olímpicos, buscando restaurar sua importância histórica como um rio urbano vibrante.
Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o ArchDaily selecionou uma série de artigos e notícias que oferecem uma visão abrangente dos ambientes construídos e não construídos que servirão de palco para os jogos.
O termo "holístico" refere-se a uma abordagem que considera o sistema como um todo, em vez de focar em componentes individuais. Ele enfatiza a interconexão de vários elementos e visa criar algo equilibrado e harmonioso que promova o conforto geral. Essa abordagem é de extrema importância em um momento no qual o bem-estar pessoal e a sustentabilidade estão na vanguarda do design. Isso inclui a integração de elementos naturais, como luz e água, para criar ambientes calmos e rejuvenescedores, onde o equilíbrio e a harmonia garantem que todos os elementos de projeto funcionem de forma coesa para formar um espaço unificado. Os banheiros holísticos vão além da mera funcionalidade ao engajar os sentidos, promover o relaxamento e utilizar os recursos de forma responsável — uma abordagem abrangente adotada por marcas premium de soluções para banheiros como a hansgrohe.
A constante evolução das condições urbanas exige a transformação do ambiente construído, e os retrofits têm sido um mecanismo fundamental para permitir que os edifícios se adaptem e respondam a novas necessidades. Diante das preocupações ambientais globais, os retrofits climáticos tornaram-se uma estratégia popular para modernizar edificações com base na melhoria da eficiência operacional. Planos globais de descarbonização têm inclusive defendido retrofits em escala urbana, como no caso de Londres, para atingir metas municipais. Embora essas intervenções reduzam significativamente o consumo de energia, elas costumam trazer um custo oculto: o carbono incorporado nos materiais de retrofit e o potencial de geração de resíduos no futuro.
O patrimônio industrial, outrora fundamental para o crescimento urbano e a prosperidade econômica, hoje é frequentemente negligenciado e subutilizado. Ao redor do mundo, diversas fábricas, moinhos e galpões encontram-se abandonados, e suas estruturas singulares caem em desuso. Esses edifícios costumavam ser construídos com materiais como tijolo, aço, concreto e grandes janelas de vidro. Reconhecidos por sua resistência e durabilidade, tais materiais tornam essas estruturas candidatas ideais para reformas, preservando sua integridade estrutural.
URB revelou detalhes sobre o projeto Dubai Green Spine, uma iniciativa de desenvolvimento urbano que visa implantar um corredor verde de 64 quilômetros de extensão em Dubai. O projeto, alinhado ao Plano Diretor Urbano Dubai 2040, busca melhorar a mobilidade urbana e a qualidade ambiental ao converter uma das principais vias arteriais da cidade em um espaço público multifuncional com áreas verdes generosas, fazendas urbanas, infraestrutura integrada de transporte não motorizado e zonas comunitárias.
É extremamente interessante aprofundar-se na prática de Iván Bravo. Em primeiro lugar, porque o percurso em direção à sua obra arquitetônica nos submerge em um vasto universo criativo através do interesse e da curiosidade do arquiteto por diversas disciplinas tangenciais, que depois se refletem diretamente em sua obra construída. Uma constante reflexão sobre a metodologia do fazer, os processos, as peças, o design e a materialidade converge em uma arquitetura nobre e honesta.
Os escritórios de arquitetura e as incorporadoras imobiliárias estão sempre em busca de soluções construtivas industrializadas para otimizar os prazos e custos associados à execução. No entanto, é fundamental não abrir mão da estética e da eficiência energética. Uma possível solução reside no amplo portfólio de soluções dentro do ecossistema de tijolos aparentes.
Três projetos recentes desenvolvidos na Espanha exemplificam a integração de fachadas de tijolo aparente, tornando-os únicos. Além disso, todos são finalistas do Prêmio de Arquitetura em Tijolo da Hispalyt 2021-2023 na categoria ‘Industrialização’.
O que torna algo sagrado? Quando um edifício passa a significar mais para nós do que quase todos os outros lugares, espaços, objetos ou atividades em nossas vidas?
No entanto, embora seu caráter hermético possa parecer um obstáculo para a adaptação a novas funções, o que se tem observado nas últimas décadas são iniciativas as quais valorizam essas estruturas, integrando-as à dinâmica urbana e destacando sua importância como parte da memória coletiva local.
Praga, a capital da República Tcheca, é uma das cidades mais bem preservadas da Europa, tendo sobrevivido milagrosamente aos bombardeios generalizados da Segunda Guerra Mundial. Como capital do país, Praga abriga mais de 1,3 milhão de habitantes e apresenta um patrimônio arquitetônico que se estende por séculos, abrangendo diversos estilos, do românico, gótico, renascentista, barroco e rococó ao modernismo, desconstrutivismo e tendências contemporâneas. A Praça da Cidade Velha, onde coexistem diferentes estilos, é um testemunho dessa diversidade. Conhecida como a "Mãe de todas as cidades", a "Cidade de Ouro" e a "Cidade das Cem Torres", Praga integra perfeitamente história e cultura contemporânea. Suas origens, repletas de lendas, somam-se ao charme da cidade.
A partir da análise de uma inovadora estrutura de grelha de bambu criada com o uso de realidade aumentada pelos/as arquitetos/as Kristof Crolla e Garvin Goepel em agosto de 2023, mergulhamos no complexo universo da arquitetura com bambu. O foco recai sobre sua aplicação em cúpulas, por meio de uma série de ilustrações detalhadas que revelam a profundidade do potencial desse material sustentável.
Empresas, agências e profissionais de design e arquitetura de todo o mundo estão convidados a enviar seus produtos e projetos para o German Design Awards 2025. Organizado pelo German Design Council, o prêmio estabelece padrões internacionais para o desenvolvimento de design original e competitividade no mercado global, seja por meio da digitalização ou da inteligência artificial (IA). A plataforma reconhece exclusivamente projetos pioneiros no cenário do design alemão e internacional que promovam avanços positivos no design circular, dando visibilidade ao sucesso alcançado, ao mesmo tempo que abre portas para uma valiosa rede de contatos, alcance internacional e novas oportunidades de mercado para os projetos premiados.
A ICON, empresa pioneira na impressão 3D em grande escala, anunciou um novo empreendimento de casas impressas em 3D em Wimberley Springs, no Texas, Estados Unidos. O complexo, composto por 8 residências unifamiliares, apresenta projetos do Catálogo Digital de Arquitetura CODEX da ICON. Atualmente em construção e disponíveis para venda, as casas utilizam as tecnologias robóticas da ICON para viabilizar um processo construtivo de baixo carbono e alta eficiência energética.
Atualmente, existem múltiplas vozes que abordam as diversas questões da arquitetura contemporânea. Os temas são numerosos e transitam desde a sustentabilidade e a inclusão até a justiça social e a crise na gestão do solo. À primeira vista, parece não haver um terreno comum onde todos esses conceitos possam coexistir de maneira transversal. No entanto, se olharmos em retrospectiva, podemos ver que, para além dos conceitos arquitetônicos formais, o verdadeiro propósito da arquitetura são, provavelmente, as pessoas e as vidas que nela se desenvolvem.
Assim, muitos poderiam argumentar que a vida é, possivelmente, mais importante do que a arquitetura, abrindo espaço para um amplo debate. O fato é que, hoje, surgem e se consolidam narrativas e vozes orientadas à renovação de ferramentas e linguagens arquitetônicas, transformando o ambiente construído em um meio para promover um futuro mais equitativo e otimista para todas as pessoas. Uma dessas vozes é a de Tatiana Bilbao, reconhecida por sua abordagem centrada no processo, onde a vida e as interações humanas desempenham um papel crucial na definição do hábitat.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140271/a-vida-muda-a-cada-segundo-e-a-arquitetura-nao-muda-nunca-uma-conversa-com-tatiana-bilbaoEnrique Tovar
O mais recente projeto do escritório Büro Ole Scheeren, Scenic City Towers, está atualmente em construção na Base de Super Sedes de Shenzhen Bay, na China. O projeto para as novas instalações da JD.com busca enfatizar os espaços "intermediários" que mesclam o tecido social da vida urbana com a natureza, propondo um novo modelo de trabalho. Situada no distrito de Nanshan, em Shenzhen, uma próspera área comercial e financeira, a sede se integrará a uma comunidade de corporações globais estabelecidas no entorno.
A cidade de Barcelona e a região se preparam para sediar a Manifesta, a bienal nômade europeia de arte, arquitetura e urbanismo, que celebrará sua 15ª edição no próximo dia 8 de setembro de 2024. O evento acontecerá em doze cidades ao longo de doze semanas, onde uma extensa lista de participantes materializará projetos que servirão para reimaginar o futuro por meio da arte e da arquitetura.
A primeira edição da Manifesta ocorreu em Roterdã em 1996 e, em suas 14 edições anteriores ao longo de 25 anos, passou por diferentes cidades europeias, como Luxemburgo, Liubliana, Frankfurt, Donostia/San Sebastián, Trentino-Tirol do Sul, Múrcia, Genk, São Petersburgo, Zurique, Palermo, Marselha e Prishtina. Um dos principais eixos da Manifesta baseia-se na investigação urbana crítica, promovendo a construção de comunidades e programas culturais com identidade local que atuem como agentes de mudança. Embora o caráter nômade seja uma marca registrada do evento, em cada cidade trabalha-se com comunidades artísticas locais, a cidadania e organizações locais para realizar projetos que possam abordar questões inerentes ao próprio território.
Este artigo é o décimo de uma série com foco na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino, bem como compreender suas limitações. Neste artigo especial, o arquiteto John Marx questiona os limites e capacidades da IA na arquitetura e na criação de edifícios que ressoem profundamente com as pessoas e as comunidades.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o arquiteto espanhol Mauro Gil-Fournier, autor do livro “As casas que me habitam”, publicado por Arquitecturas afectivas em 2022.
Em “As casas que me habitam”, Gil-Fournier propõe que, como cidadãos e cidadãs, pensamos que habitamos nossas casas, nossas praças e nossas cidades, quando na verdade habitamos apenas nossas práticas cotidianas. As casas apresentadas aqui são os afetos que nos habitam no dia a dia.
“As arquiteturas afetivas permitem criar um espaço onde é possível se expressar de maneira honesta, sem preconceitos e com segurança”, afirma Gil-Fournier nesta entrevista.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140770/mauro-gil-fournier-todos-falam-sobre-como-os-ambientes-nos-afetam-mas-ninguem-fala-sobre-como-nos-afetamos-os-espacosArchDaily Team