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As coleções de metais da Villeroy & Boch impressionam pelos seus materiais de alta qualidade e são ideais para banheiros exclusivos. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
Além de louças com design elegante, mobiliário sofisticado e acessórios práticos, a gama de banheiros da Villeroy & Boch também inclui elegantes metais. Assim como ocorre com todos os produtos da marca, sua ampla variedade oferece qualidade duradoura e funcionalidade confiável, garantindo vida útil prolongada graças aos materiais de alto padrão e ao acabamento meticuloso. Além disso, os metais são perfeitamente coordenados com as coleções de banheiro da própria empresa em termos de design e funcionalidade — o selo Top-Together, apresentado pela Villeroy & Boch, destaca combinações particularmente harmoniosas para profissionais de arquitetura e projetistas de banheiros. Ao todo, estão disponíveis 13 coleções de metais, oferecendo uma ampla gama de estilos, tamanhos e formas.
Na manhã de 11 de setembro de 2001, dois aviões comerciais sequestrados atingiram as Torres Gêmeas em Lower Manhattan, um terceiro avião atingiu o Pentágono e um quarto caiu na área rural da Pensilvânia. Ao todo, 2.977 pessoas perderam a vida nos ataques terroristas. Diante dessa perda sem precedentes, a cidade de Nova York prometeu reconstruir Lower Manhattan como um bairro vibrante, ao mesmo tempo em que honraria e preservaria a memória daquele dia. Teve início, assim, um dos maiores projetos de reconstrução da cidade de Nova York, um processo que continua em andamento hoje, 23 anos após a tragédia.
O arquiteto e humanitário japonês Shigeru Ban foi nomeado o 35º laureado do Prêmio Praemium Imperiale de Arquitetura. Criado em 1988 pela Associação de Arte do Japão, o prêmio anual busca reconhecer conquistas excepcionais em Pintura, Escultura, Arquitetura, Música e Teatro/Cinema. As contribuições de Shigeru Ban para a arquitetura têm sido significativas, não apenas por sua estética de design singular, mas também pelo uso inovador de materiais, especialmente no contexto de intervenções de emergência e trabalho humanitário.
Pavilhão do Azerbaijão. Imagem cortesia de Bellprat Partner
A República do Azerbaijão acaba de revelar o projeto de seu pavilhão para a Expo 2025 em Osaka, Kansai. Ao destacar a cultura, a história e as abordagens inovadoras do país, o pavilhão busca promover a conexão e a sustentabilidade. Projetado pela Bellprat Partner em colaboração com a Eleven, o espaço oferecerá aos visitantes uma viagem pelas ricas tradições do Azerbaijão, ao mesmo tempo que enfatiza seus objetivos modernos de sustentabilidade e cooperação internacional.
Resistindo a um contexto adverso e contornando suas restrições, surge o Grupo Finca, um coletivo que investiga a prática da arquitetura a partir de uma dimensão artística e pedagógica em Havana, Cuba. Dada a complexidade da situação política e social do país, a arquitetura informal é prática comum: a escassez de recursos, a dificuldade para obter materiais, os altos custos e a falta de mão de obra qualificada, entre outros, são alguns dos desafios enfrentados por profissionais independentes de arquitetura. Além da ausência de um marco legal regulatório que permita trabalhar em condições formais — tanto no mercado de trabalho quanto na aquisição de materiais e insumos —, a construção da arquitetura contemporânea em Cuba vê-se relegada a processos independentes que consigam, de alguma forma, superar esses obstáculos.
Cortesia de BCT Design Group e Gensler | The Wildset
Planos diretores são estratégias abrangentes de projeto que orientam o desenvolvimento futuro de cidades, distritos ou empreendimentos de grande escala. Sob a perspectiva do projeto e da arquitetura, eles buscam equilibrar a necessidade de flexibilidade, a visão de longo prazo e a integração da infraestrutura com o espaço público. Os temas-chave no planejamento de planos diretores costumam incluir desenvolvimento sustentável, conectividade urbana e integração cultural. Os planos diretores moldam não apenas o ambiente físico, mas também o tecido social das comunidades, ao enfatizarem a caminhabilidade, os espaços de uso misto e a fusão entre os ambientes natural e construído. Essas diretrizes de grande escala demonstram o papel fundamental da arquitetura na modelagem do futuro da vida urbana.
Esta seleção com curadoria de projetos não construídos,enviados pela comunidade do ArchDaily, ilustra uma série de estratégias urbanas visionárias. Seja no renascimento da aldeia de Ad-Damun na Palestina, reconectando-se com um rico passado histórico, ou na ousada reconstrução do Complexo Al-Nouri no Iraque como um polo cultural e espiritual, alguns desses projetos dialogam com narrativas complexas de memória e restauração. Do projeto sustentável de Mokolo Green Scarf City em Camarões ao centro de pesquisa de vida marinha no Iêmen, tais propostas evidenciam diversas abordagens para desafios arquitetônicos, com foco na comunidade, no meio ambiente e na preservação do patrimônio cultural. Ao abordarem contextos regionais singulares, essas propostas refletem um compromisso amplo em repensar como a arquitetura pode promover resiliência e inclusão.
A ascensão da sustentabilidade e da economia circular está transformando a indústria da construção, o que tem gerado uma crescente demanda por novos postos de trabalho especializados. Funções como a de gestor/a de sustentabilidade ou consultor/a em economia circular estão se tornando cada vez mais comuns nos projetos atuais.
Diana - Coleção Arcadia. Imagem cortesia de Glamora
As culturas grega e romana lançaram as bases da civilização moderna, deixando um legado duradouro na filosofia, na literatura, na matemática e na arte. Ainda que suas contribuições nessas áreas sejam significativas, por vezes elas acabam sendo negligenciadas. No entanto, em disciplinas como a escultura e a arquitetura, sua influência permanece praticamente inalterada, profundamente enraizada nos ideais clássicos de beleza. Isso se exemplifica em obras canônicas como o Partenon, o Panteão Romano e o Discóbolo, que continuam a cativar por sua proporção, simetria e riqueza de detalhes. Assim, não surpreende que o classicismo greco-romano continue relevante graças à sua atemporalidade estética, revitalizado ao longo de diferentes épocas, do neoclassicismo a propostas contemporâneas.
Nesse contexto moderno, a mitologia greco-romana, os contos épicos e os conceitos arquitetônicos clássicos inspiram um novo olhar sobre a estética dos interiores. Adotando uma abordagem vanguardista do neoclassicismo, uma nova onda de design de interiores utiliza traços marcantes para definir figuras e detalhes, como pilastras e capitéis, ecoando as sinópias dos afrescos históricos. Esses projetos transformam a monumentalidade em atmosferas acolhedoras e elegantes. Ao mesclar referências históricas e contemporâneas, oferecem soluções figurativas inovadoras que criam espaços poeticamente cenográficos. A coleção Arcadia exemplifica essa abordagem, destacando-se como um tributo ao classicismo e apresentando uma narrativa visual única por meio de seus revestimentos de parede.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140366/interiores-modernos-com-um-toque-historico-revestimentos-de-parede-figurativos-para-espacos-cenograficosEnrique Tovar
Borderless Studio, “Kohn School in Roseland,” Chicago, 2023. Fotografia digital. Foto: David Schalliol. Do subsídio de 2024 para o Borderless Studio e MAS Context para a publicação “Beyond Closure: Reimagining Possibilities for Chicago’s Closed Schools”. Imagem cortesia da Graham Foundation
A Graham Foundation, com sede em Chicago, destinou US$ 390.000 em subsídios para apoiar 33 projetos inovadores em todo o mundo. Essas iniciativas incluem exposições, publicações e apresentações que buscam enriquecer o debate sobre a arquitetura e seu papel na sociedade. Os projetos, desenvolvidos por arquitetos/as, artistas, curadores/as e educadores/as, abrangem diversas cidades como Joanesburgo, Nova York, Chicago, entre outras, refletindo uma perspectiva global sobre questões arquitetônicas contemporâneas.
O National Building Museum em Washington, D.C. acaba de anunciar Walter Hood como o 26º vencedor do prestigiado Vincent Scully Prize. Walter Hood é um celebrado paisagista que atua em espaços públicos e ambientes urbanos. Estabelecido em 1999, o prêmio homenageia contribuições de destaque em arquitetura, preservação histórica e desenho urbano por meio da prática profissional, pesquisa acadêmica ou crítica. Hood agora se junta a nomes notáveis que já receberam a honraria, como Theaster Gates, Dolores Hayden e Mabel O. Wilson.
Reconhecido como uma prática essencial na arquitetura contemporânea, o retrofit vem ganhando destaque ao combinar os benefícios da revitalização de edifícios existentes — sem a necessidade de demolição — com diversas vantagens econômicas e sociais. Essa abordagem tem se consolidado no campo arquitetônico, tanto por meio de exemplos icônicos quanto por iniciativas públicas e privadas.
Desafios contemporâneos e desenvolvimentos tecnológicos inevitavelmente desencadeiam mudanças na forma como projetamos e construímos nossas cidades. A indústria da construção tradicional sofre com ineficiências que tornam os métodos lentos, caros ou prejudiciais ao meio ambiente. O desperdício excessivo de materiais e os longos prazos de execução impõem desafios significativos aos/às profissionais do ambiente construído, evidenciando a complexidade e a rigidez dos processos convencionais de construção. A otimização do tempo e dos recursos físicos na construção exige métodos inovadores que ampliem a eficiência.
Em um setor no qual a inovação costuma avançar no ritmo de cura da argamassa, a WoHo Systems, uma das Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, surge como uma força disruptiva que busca enfrentar os desafios globais de sustentabilidade e acessibilidade à habitação. Nascida das raízes experimentais do Ensamble Studio, esta startup de arquitetura utiliza a pré-fabricação e a sustentabilidade como pilares centrais para redefinir as normas da construção e entregar soluções arquitetônicas adaptáveis. Suas soluções visam acelerar e simplificar o processo construtivo, bem como reduzir custos e minimizar o impacto ambiental.
O documentário Tokyo Ride, de Bêka & Lemoine, apresenta o vencedor do Prêmio Pritzker Ryue Nishizawa. Imagem cortesia de Bêka & Lemoine
Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, fundadores do renomado escritório de arquitetura SANAA, foram anunciados como os vencedores do Le Prix Charlotte Perriand 2025 pelo Créateurs Design Awards. Anunciado hoje em Paris, na França, o prêmio homenageia contribuições excepcionais para a arquitetura e o design modernos. Conhecidos por seus projetos minimalistas que integram forma, função e meio ambiente, Sejima e Nishizawa seguem sendo reconhecidos como inovadores na área, tendo sido laureados anteriormente com o prestigiado Prêmio Pritzker de Arquitetura em 2010. Sejima e Nishizawa receberão o Le Prix Charlotte Perriand na cerimônia do Créateurs Design Awards em Paris, no dia 18 de janeiro de 2025.
Como a arquitetura flutuante se relaciona com a natureza? De que maneira os espaços de bem-estar se vinculam aos ambientes naturais? Habitar espaços no entorno da água representa um dos grandes interesses e atrativos para a maior parte da população mundial até os dias de hoje. Embora projetar sobre a água implique levar em consideração uma série de variáveis estruturais, econômicas, construtivas, materiais e tecnológicas, conhecer os aspectos climáticos da região — relacionados a precipitações, correntes, ventos, temperaturas e afins — é fundamental para criar arquiteturas que convivam com o mundo natural e não causem danos graves aos ecossistemas.
O Pavilhão do Chile, recentemente revelado pelo escritório Constructo Architects para a Expo Osaka 2025, combina o design industrial contemporâneo com a arte têxtil tradicional Mapuche. Construído em madeira industrializada (CLT) e revestido com tecidos feitos à mão, o pavilhão destaca tanto a inovação quanto o patrimônio cultural. A estrutura foi projetada para ser um "pavilhão nômade", de fácil montagem e desmontagem, permitindo seu transporte do Chile para o Japão e seu posterior retorno.
O fogo é uma força primordial da natureza, possuindo um poder tanto destrutivo quanto protetor ao longo da história humana. Capaz de devastar paisagens, plantações e cidades inteiras, ele também fornece calor, viabiliza o cozimento de alimentos e é utilizado para gerar energia. Essa dualidade evidencia a importância de equilibrar seu uso e controle, especialmente na construção civil, onde a segurança contra incêndios é crucial. Os códigos de obras voltados para a proteção contra incêndios são rigorosos, frequentemente complexos e restritivos, porém essenciais para garantir a segurança dos/as ocupantes.
Em áreas urbanas densas, a possibilidade de se conectar com o exterior para lazer e bem-estar torna-se crucial. Isso ficou particularmente evidente durante a pandemia da COVID-19, quando milhões de pessoas em todo o mundo tiveram que permanecer confinadas em suas casas por longos períodos. Independentemente disso, à medida que o mundo se urbaniza cada vez mais, o projeto habitacional de qualidade é vital, o que inclui o acesso ao ambiente externo. Em uma cidade como Londres, essa necessidade foi reconhecida, e garantir um espaço externo em cada habitação tornou-se obrigatório por volta do ano de 2010. Em edifícios multifamiliares de múltiplos pavimentos, a provisão desse espaço externo costuma assumir a forma de uma varanda. As possibilidades de projeto são infinitas; portanto, quais são as principais considerações ao incorporar varandas em um edifício residencial urbano?
Biosphere no Treehotel / BIG. Imagem Cortesia de BIG
Atualmente, a população vive em cidades grandes, vibrantes e, por vezes, caóticas. Por isso, ao escolher um lugar para descansar das responsabilidades e da rotina diária, as opções mais procuradas envolvem a fuga para cenários naturais, como florestas remotas, selvas tropicais ou praias intocadas. Para quem busca se desconectar completamente da vida urbana sem deixar de manter uma forte conexão com a natureza, hotéis de pequena escala, cabanas e refúgios são excelentes opções. Seja uma casa de veraneio privada ou um hotel de cabanas, essas acomodações são projetadas para fazer de seu entorno natural o seu maior atrativo, permitindo que as edificações se integrem perfeitamente à paisagem.
O estúdio multidisciplinar BIOSIS, com sede em Copenhague, revelou o projeto de um novo complexo habitacional em Nuuk, na Groenlândia. O projeto busca propor uma arquitetura de baixo impacto e orientada pelas condições climáticas, integrando a intervenção ao terreno natural da área e adaptando as soluções à realidade local. O complexo residencial Qullilerfik consiste em cinco edifícios de formato prismático, projetados para se implantarem em um terreno inclinado que inicialmente era considerado inadequado para a construção.
Cortesia de COOP HIMMELB(L)AU | Aeroporto Internacional Al Maktoum
O escritório Coop Himmelb(l)au foi selecionado para liderar o projeto arquitetônico do novo Aeroporto Internacional Al Maktoum em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Desenvolvido em colaboração com a Dubai Aviation Engineering Projects (DAEP) e a Dar Al-Handasah, o projeto integra soluções estruturais avançadas, eficiência energética e tecnologias modernas para criar uma infraestrutura de relevância global.
Porto, a segunda maior cidade de Portugal, é uma mistura cativante de charme histórico e inovação contemporânea. Situado às margens do Rio Douro, este local declarado Patrimônio Mundial da UNESCO ostenta uma rica tapeçaria arquitetônica que atravessa séculos. A paisagem urbana do Porto é um testemunho de sua identidade em constante evolução, desde o bairro medieval da Ribeira, com suas ruelas de paralelepípedos, até a icônica Ponte Luís I. A silhueta da cidade é pontuada por igrejas barrocas, palácios neoclássicos e estruturas modernistas, criando um contraste visual marcante que reflete sua história dinâmica.
O Porto passou por um notável renascimento arquitetônico nos últimos anos, tornando-se um polo de atração para talentos locais e internacionais. A cidade se transformou em uma tela dinâmica onde projetos contemporâneos ousados se integram perfeitamente ao seu rico tecido histórico. A influência de arquitetos de renome como Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura, ambos laureados com o Prêmio Pritzker e naturais do Porto, consolidou o status da cidade como protagonista no cenário arquitetônico global. Entre os marcos contemporâneos mais impressionantes da cidade está a Casa da Música, um centro cultural futurista em forma de diamante projetado pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas, que se ergue como um testemunho do espírito vanguardista do Porto. Essa sofisticada fusão entre tradição e modernidade, aliada a um forte compromisso com a regeneração urbana, transformou o Porto em um vibrante polo de inovação arquitetônica, tornando-o um destino indispensável para entusiastas da arquitetura e exploradores culturais.
"Ó bela, por teus céus espaçosos, por tuas ondas douradas de trigo, terá existido outro lugar na Terra onde tantas pessoas de riqueza e poder pagaram por e toleraram tanta arquitetura que detestavam quanto dentro de tuas fronteiras abençoadas hoje em dia?"
Tom Wolfe escreveu isso em seu livro de 1981, Da Bauhaus ao Nosso Caos. O conflito entre o designmoderno e o tradicional mal diminuiu desde então, como fica evidente neste artigo recente. Nos Estados Unidos, os edifícios modernos frequentemente enfrentam aversão por parte da comunidade, por motivos já conhecidos: a percepção de frieza e a falta de sensibilidade contextual, o impacto no caráter local e a perda de continuidade histórica. Contudo, sob outra perspectiva, a crítica ao design moderno encontra ainda mais força em uma escala maior: a da cidade. As cidades estadunidenses modernas são marcadas por congestionamentos e poluição, desigualdade social e gentrificação, perda de senso comunitário e de espaços culturais, além da escassez de áreas públicas utilizáveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140781/arquitetura-contemporanea-e-a-cidade-modernaGerhard W. Mayer
A madeira é, indiscutivelmente, uma escolha elegante para projetos de arquitetura, oferecendo uma estética natural e acolhedora que valoriza qualquer espaço. No entanto, quando exposta às intempéries, essa mesma madeira exige um alto nível de manutenção. A ação do sol, da chuva e das variações de temperatura pode comprometer sua aparência e integridade ao longo do tempo, demandando cuidados regulares para preservar sua beleza original. Para muitos, esse é o preço a se pagar pela estética insubstituível do material, mas tem crescido a busca por alternativas que aliem beleza natural e durabilidade, permitindo desfrutar do charme da madeira com menos esforço.