Enrique Tovar

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Além da função: placas elétricas como solução tecnológica e de design de interiores

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Os espaços que habitamos são repletos de movimentos, atividades e encontros: a cozinha onde preparamos a comida, a sala onde nos reunimos, o escritório onde trabalhamos. No meio de tudo isso, alguns elementos passam despercebidos, mas conectam a nossa experiência com o entorno: interruptores, tomadas e placas elétricas. Esses dispositivos não apenas permitem a distribuição de energia, mas também estruturam e facilitam a interação com o espaço, atuando como nós que vinculam funções e fluxos, ao mesmo tempo em que reforçam a identidade estética dos interiores.

Emoldurando interiores e paisagens em alumínio e vidro para dominar a vista

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As janelas há muito desempenham um papel ambivalente na arquitetura, pois definem e delimitam os interiores ao mesmo tempo em que criam uma conexão com o exterior. Essa dupla função vai além de simplesmente atender às necessidades construtivas ou fornecer luz natural, influenciando diretamente a forma como os ocupantes vivenciam e se relacionam com a paisagem. O século XX testemunhou a introdução de materiais como o aço, o alumínio e o vidro, que viabilizaram diferentes tipos de janelas com caixilhos mais esguios e grandes painéis, aumentando a transparência e reforçando a conexão visual com o entorno.

Nomes da arquitetura norte-americana como Frank Lloyd Wright e Philip Johnson exploraram essas possibilidades para harmonizar a arquitetura com a paisagem. Na Casa da Cascata (Fallingwater), as janelas e os terraços conectam de forma fluida a residência à cachoeira e à floresta circundante, ao passo que a caixilharia mínima da Glass House praticamente dissolve o limite entre interior e exterior, trazendo o ambiente natural para dentro da casa. Ao longo de sua evolução, as janelas se tornaram um elemento que une espaço, materialidade e percepção, abrindo novos caminhos para explorar a relação entre a arquitetura e seu entorno.

Guia para especificar soluções construtivas sustentáveis

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Na construção civil, cada tarefa requer ferramentas específicas e cada necessidade, uma solução particular. Aspectos como a tipologia do edifício, os requisitos construtivos, a geração de resíduos, os tempos de execução e o contexto influenciam diretamente a qualidade e a complexidade da obra, o que torna fundamental basear as decisões de especificação nesses fatores. Os métodos tradicionais podem dificultar o processo devido à sua rigidez e limitações, tornando necessário recorrer a abordagens mais eficazes e flexíveis que se adaptem às demandas específicas de cada projeto. Isso é comum em obras residenciais, hotéis e hospitais, onde a rapidez e o desempenho são essenciais. Nesses casos, as soluções leves e a seco —que utilizam placas de Volcanita ou fibrocemento sobre estruturas metálicas leves— representam uma alternativa eficaz e de alto desempenho, melhorando a funcionalidade e, consequentemente, a experiência do/a usuário/a.

Do funcional ao sensorial: como se projeta a experiência de um banheiro sem contato?

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A arquitetura jamais deixará de buscar a funcionalidade, pois nela reside um de seus princípios essenciais. A essa condição somam-se fatores como a estética e a operacionalidade, que também influenciam na valorização do design contemporâneo. Com o tempo, o conceito de funcionalidade evoluiu, estendendo-se para além da resolução e da eficiência, vinculando-se à criação de experiências. Assim, a qualidade de um ambiente depende tanto de seu design quanto da forma como seus elementos e sistemas se articulam para gerar uma experiência global de habitar. Inovar, nesse sentido, implica conceber ambientes fluidos e intuitivos, onde cada componente contribui para que a vivência seja natural e segura, algo especialmente relevante em espaços de uso cotidiano como os banheiros.

Edifício do Ano e Interior do Ano revelados no World Architecture Festival 2025

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A Igreja do Santo Redentor e Centro Comunitário de Las Chumberas, de Fernando Menis, em La Laguna, Espanha, foi eleita o World Building of the Year no World Architecture Festival (WAF) de 2025.

As principais distinções do festival — World Building of the Year (com apoio da GROHE), World Interior of the Year, Future Project of the Year e Landscape of the Year — foram anunciadas hoje, no momento em que centenas de arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reuniram para o jantar de gala de encerramento no Miami Beach Convention Center, na Flórida. Diversos Prêmios Especiais, incluindo o American Beauty Prize (com apoio do Royal Fine Art Commission Trust), também foram revelados no evento de encerramento, que celebrou a décima oitava edição do festival. O anúncio ocorre após o último dia do WAF, no qual os projetos vencedores de todas as 43 categorias competiram pelos títulos principais.

Sem caixilho é mais: como as janelas minimalistas moldam as atmosferas arquitetônicas

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Desafiar convenções tem sido uma constante na produção artística ao longo da história, sempre buscando ressignificar limites estabelecidos. No século XX, transformações sociais, históricas e tecnológicas criaram o contexto ideal para uma profunda reconfiguração arquitetônica. Nesse processo, o modernismo introduziu novas ideias sobre funcionalidade, rompendo com a ornamentação do passado. No entanto, partindo dessa base, o minimalismo refinou ainda mais a redução da forma à sua essência. Ao focar na relação entre espaço, sobriedade e luz, o movimento minimalista transformou a arquitetura contemporânea e o design de interiores, convertendo as janelas em um recurso fundamental para a percepção sensorial e a interação com a atmosfera e o espaço, abrindo um campo de exploração introspectivo, sensível e refinado.

E se cada tijolo tivesse um futuro? Repensando a demolição e o reuso de materiais na economia circular

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Durante décadas, o ciclo de vida dos edifícios seguiu uma fórmula simples: planejamento, projeto, construção, demolição e, claro, o grande vilão dessa história: o aterro sanitário. Com o tempo, a prática arquitetônica passou a incorporar conceitos como reuso, desmontagem e demolição circular — contudo, frequentemente como elementos secundários, integrantes de uma transição gradual em direção a uma economia circular na construção civil. Mas e se esses princípios deixassem de ser exceções? E se projetássemos ou escolhêssemos cada componente construtivo para manter seu valor e propósito muito além do uso original? A verdade é que existe vida após a demolição. Essa transição — da demolição para práticas focadas em reuso, ressignificação e desmontagem sustentável — está cada vez mais próxima da realidade. Até a chegada de 2030, poderemos remodelar fundamentalmente nossa abordagem sobre os processos, os edifícios e o próprio mercado. À medida que essas mudanças se desdobram, torna-se essencial avaliar como nossas estratégias se alinham às metas e aos desafios em constante evolução relacionados à sustentabilidade — e, evidentemente, às novas oportunidades que surgem com eles.

Feito para (não) durar: como a arquitetura reversível está redefinindo a forma como construímos

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E se imaginássemos os edifícios como sistemas vivos, projetados para montagem e desmontagem com o mínimo de impacto? Uma forma de arquitetura aberta, modular e adaptável, concebida para evoluir junto com o seu entorno, respondendo às mudanças sazonais e às demandas pontuais em vez de permanecer estática. À primeira vista, a ideia parece paradoxal, já que muitos edifícios foram construídos para durar, projetados para resistir à passagem do tempo e evitar a demolição. Por conta disso, reverter ou desfazer uma construção poderia ser visto como um retrocesso. Mas e se essa forma de pensar já não se aplicar a todos os cenários?

Projetando Cidades Inclusivas: O Papel do Desenho Universal na Criação de Atmosferas Urbanas Acessíveis

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As cidades contemporâneas são vibrantes, complexas e estão em constante evolução. Acima de tudo, são mutáveis, dinâmicas e diversas. Que transformações estão ocorrendo e para onde elas estão nos levando? A urbanização continua a ganhar força em muitas regiões do mundo, gerando transformações visíveis e estruturais. Diante desse cenário, começam a surgir dados sobre a evolução de sua configuração e os desafios que enfrentamos. Segundo o Banco Mundial, a população urbana continuará em trajetória de crescimento, com 90% dos novos moradores urbanos concentrados na África e na Ásia. Esse crescimento levanta questões essenciais: como podemos consolidar uma abordagem de projeto que garanta o acesso equitativo a espaços, recursos e serviços? Como podemos tornar as metrópoles emergentes e consolidadas mais inclusivas e acessíveis?

Os sistemas de assentos modulares estão redefinindo nossa percepção dos espaços públicos?

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Qual é a nossa visão dos espaços públicos do passado? Pense, por exemplo, em um parque — possivelmente o exemplo mais emblemático dessa tipologia. Trata-se de um ambiente projetado com caminhos sinuosos e áreas de descanso, onde frequentemente encontramos mesas e bancos fixos ao longo do trajeto. Seu desenho prioriza a permanência e a contemplação. Mas, ao olharmos para o presente, como o concebemos agora? De fato, o conceito tradicional de espaço público não desapareceu por completo. No entanto, nossa maneira de interagir com ele mudou, impulsionada pela necessidade de flexibilidade em ambientes em constante transformação. Essa mudança estimulou a exploração de novas abordagens projetuais. Como resultado, os sistemas de assentos modulares tornaram-se um campo dinâmico de experimentação, adaptando-se continuamente às transformações de uso e percepção.

Arquitetura sensível ao contexto na Espanha: 7 projetos que destacam estratégias materiais

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Andanzas y visiones españolas é o livro no qual Miguel de Unamuno reúne suas experiências durante excursões pelas cidades e campos da Espanha, acompanhado por amigos e colegas. Mais do que uma descrição geográfica precisa, o texto consiste em narrativas nas quais cada região e cada aspecto do território deixam uma marca profunda em seu pensamento. O discurso literário tece ativamente a diversidade do cenário, o clima e o contextualismo como fios condutores fundamentais, apresentando o território não apenas como um lugar físico, mas também como um espaço de reflexão e contemplação. Esse olhar atento para a paisagem — tão diversa na arquitetura espanhola — também ressoa no ambiente construído, promovendo na prática contemporânea uma adaptação sensível às variadas condições climáticas do país, tanto por meio de estratégias de projeto quanto de escolhas de materiais.

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha?

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A inovação está no cerne da arquitetura, manifestando-se através de novas abordagens projetuais, da experimentação material e, naturalmente, das formas de habitar. Diante disso, a concepção de edifícios e espaços internos passa por uma constante evolução. Esse processo é especialmente evidente em regiões com um rico patrimônio cultural, como a Espanha, onde a inovação reinterpreta as maneiras tradicionais de se relacionar com o espaço. Essa atenção à memória e à vida cotidiana estende-se aos interiores, nos quais cada intervenção tem o potencial de remodelar ativamente a experiência espacial das pessoas e abrir novas possibilidades de convivência e interação.

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Mais Imagens+ 10

Deixando o céu entrar: 4 estudos de caso sobre soluções de iluminação natural na arquitetura aquática

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Condensação, manutenção e umidade são três desafios corriqueiros que continuam a testar os edifícios que projetamos e construímos. Sejam decorrentes de condições climáticas, de uma ventilação limitada ou de especificidades no detalhamento construtivo, esses fatores afetam não apenas a durabilidade dos materiais, mas também o conforto cotidiano e o desempenho dos espaços ocupados. Tratando-se de um centro aquático ou de uma piscina coberta, as exigências são ainda maiores. A presença constante de vapor, o acúmulo de umidade e o risco de mofo podem comprometer tanto a eficiência energética quanto a experiência dos/as usuários/as. Em ambientes como esses, a ventilação e o acesso à luz natural, para além de seu valor estético, tornam-se ferramentas essenciais para manter o equilíbrio, aumentar o conforto interno e, em última análise, otimizar a forma como o espaço é percebido e usufruído.

World Architecture Festival 2025: Anunciados os vencedores do segundo dia

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A segunda rodada de vencedores do World Architecture Festival (WAF) de 2025 foi anunciada após o encerramento do segundo dia do maior evento internacional de arquitetura com julgamento ao vivo do mundo, realizado no Miami Beach Convention Center, na Flórida.

Ao todo, o festival de três dias contará com mais de 460 apresentações ao vivo dos finalistas de 2025, avaliadas por mais de 160 jurados e juradas internacionais. Hoje, projetos selecionados de todo o mundo competiram em 21 categorias nas áreas de Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores. Entre os premiados estão OMA, Sordo Madaleno, Studio Arthur Casas e NIKKEN SEKKEI.

Arquitetura inflável: estruturas pneumáticas que transformam o ambiente construído

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À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.

No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.

Fachadas de Proteção Solar: Dos Sistemas de Tecido Cerâmico ao Vidro de Pele Dupla

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A dualidade da luz solar no campo do projeto de arquitetura apresenta contrastes fascinantes, especialmente ao abordar a questão de como interagir com ela por meio do ambiente construído e dos materiais que definem a arquitetura. A influência do sol nesta disciplina tornou-se parte essencial do patrimônio cultural de alguns países, como demonstra a arquitetura espanhola, onde a interação com a luz solar se manifesta por meio de elementos como as celosias. Essas estruturas são marcantes em fachadas de edifícios que remontam à Idade Média, com exemplos célebres como a Alhambra, chegando até construções do século XX, como a Casa Gomis, consideradas monumentos históricos.

A fachada, sendo a pele do edifício, é o componente arquitetônico que costuma estar diretamente exposto à luz solar. Partindo dessa premissa, busca-se estabelecer um diálogo entre a abertura para o entorno e a necessidade de proteção, criando assim uma sinergia entre funcionalidade e estética. Nesse contexto, as fachadas de controle solar têm sido desenvolvidas sob diversas abordagens, destacando-se por sua capacidade de responder a essa condicionante de projeto. Por esse motivo, selecionamos soluções de controle solar de marcas espanholas que se destacam por suas características técnicas e pela diversidade no uso dos materiais.

O limiar entre a luz natural e a arquitetura: alçapões de acesso a coberturas planas

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Muito além de ser apenas um fenômeno físico perceptível pelo olho humano, a luz natural é um recurso arquitetônico inesgotável que, por vezes, não recebe o devido valor. Assim como o ar que respiramos, todos temos consciência da existência da luz, mas raramente buscamos ir além em seu aproveitamento. É fundamental reconhecer sua presença como um agente viabilizador de experiências no espaço, dada a sua relação intrínseca com a arquitetura e o ser humano.

A incidência de luz na arquitetura influencia diretamente a nossa percepção da passagem do tempo. Desde a antiguidade, construções como os zigurates já integravam estratégias para capturar as variações da luz do dia através de suas coberturas — uma abordagem que evoluiu e se manteve presente em obras modernas, como a Villa Savoye. Mais recentemente, a horizontalidade das coberturas planas na arquitetura contemporânea consolidou-se como um excelente recurso para incorporar elementos de projeto que também viabilizam seu uso habitável, como as escotilhas de acesso à cobertura, que funcionam como um elo entre a luz natural e os terraços.

A seguir, apresentamos algumas das tecnologias mais recentes em claraboias e escotilhas de acesso, como as desenvolvidas pela LAMILUX.

Quatro soluções de sombreamento retrátil para áreas externas residenciais

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O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.