Enrique Tovar

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design

Acesso exclusivo | 

Fazer perguntas é o primeiro passo para questionar o que tomamos como certo e abrir novas possibilidades para planejar e construir. Essas perguntas, valiosas por si só, ganham ainda mais força quando compartilhadas e examinadas sob diferentes perspectivas. Ao cruzarem-se com as experiências de profissionais e marcas, tecem olhares que enriquecem a discussão. As feiras e eventos de design em todo o mundo tornaram-se espaços onde essas conversas ganham força, favorecendo as conexões e fomentando dinâmicas colaborativas. Nesse cenário, a Colômbia se consolidou como um ponto de encontro, funcionando como uma plataforma que impulsiona a arquitetura e o design na América Latina e no Caribe, ao mesmo tempo que projeta a voz da região no cenário global.

Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design - Image 1 of 4Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design - Image 2 of 4Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design - Image 3 of 4Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design - Image 4 of 4Perspectivas de La Feria De Diseño Medellín: Bem-estar, Inovação e Olhares Globais do Design - Mais Imagens+ 17

12 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas

Acesso exclusivo | 

Pavilhão do Uzbequistão / Atelier Brückner

12 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas - 1 的图像 412 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas - 2 的图像 412 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas - 3 的图像 412 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas - 4 的图像 412 pavilhões na Expo 2025 Osaka destacam experiências espaciais imersivas - Mais Imagens+ 27

O despertar do banheiro: conceitos de design contemporâneo para uma experiência sensorial

Acesso exclusivo | 

A água é um catalisador de experiências sensoriais: manifesta-se no contato direto pelo toque, em sua presença ao ser ouvida ou vista refletida, e em suas transformações—seja pela temperatura, do frio ao calor, ou pelo estado físico, do líquido ao vapor. Trata-se de um elemento fundamental no design para os sentidos, capaz de evocar atmosferas percebidas física e emocionalmente. Como sugere Juhani Pallasmaa, a arquitetura não se dirige apenas aos olhos, mas envolve todo o corpo e a memória sensorial. O banheiro, em especial, concentra grande parte da experiência física e emocional associada à água, abrindo possibilidades para criar ambientes que intensificam essa conexão sensorial. Diante disso, surge a questão: quais elementos ou conceitos devem moldar esse espaço para que a experiência do banho escape do comum?

Além da função: placas elétricas como solução tecnológica e de design de interiores

Acesso exclusivo | 

Os espaços que habitamos são repletos de movimentos, atividades e encontros: a cozinha onde preparamos a comida, a sala onde nos reunimos, o escritório onde trabalhamos. No meio de tudo isso, alguns elementos passam despercebidos, mas conectam a nossa experiência com o entorno: interruptores, tomadas e placas elétricas. Esses dispositivos não apenas permitem a distribuição de energia, mas também estruturam e facilitam a interação com o espaço, atuando como nós que vinculam funções e fluxos, ao mesmo tempo em que reforçam a identidade estética dos interiores.

Emoldurando interiores e paisagens em alumínio e vidro para dominar a vista

Acesso exclusivo | 

As janelas há muito desempenham um papel ambivalente na arquitetura, pois definem e delimitam os interiores ao mesmo tempo em que criam uma conexão com o exterior. Essa dupla função vai além de simplesmente atender às necessidades construtivas ou fornecer luz natural, influenciando diretamente a forma como os ocupantes vivenciam e se relacionam com a paisagem. O século XX testemunhou a introdução de materiais como o aço, o alumínio e o vidro, que viabilizaram diferentes tipos de janelas com caixilhos mais esguios e grandes painéis, aumentando a transparência e reforçando a conexão visual com o entorno.

Nomes da arquitetura norte-americana como Frank Lloyd Wright e Philip Johnson exploraram essas possibilidades para harmonizar a arquitetura com a paisagem. Na Casa da Cascata (Fallingwater), as janelas e os terraços conectam de forma fluida a residência à cachoeira e à floresta circundante, ao passo que a caixilharia mínima da Glass House praticamente dissolve o limite entre interior e exterior, trazendo o ambiente natural para dentro da casa. Ao longo de sua evolução, as janelas se tornaram um elemento que une espaço, materialidade e percepção, abrindo novos caminhos para explorar a relação entre a arquitetura e seu entorno.

Guia para especificar soluções construtivas sustentáveis

Acesso exclusivo | 

Na construção civil, cada tarefa requer ferramentas específicas e cada necessidade, uma solução particular. Aspectos como a tipologia do edifício, os requisitos construtivos, a geração de resíduos, os tempos de execução e o contexto influenciam diretamente a qualidade e a complexidade da obra, o que torna fundamental basear as decisões de especificação nesses fatores. Os métodos tradicionais podem dificultar o processo devido à sua rigidez e limitações, tornando necessário recorrer a abordagens mais eficazes e flexíveis que se adaptem às demandas específicas de cada projeto. Isso é comum em obras residenciais, hotéis e hospitais, onde a rapidez e o desempenho são essenciais. Nesses casos, as soluções leves e a seco —que utilizam placas de Volcanita ou fibrocemento sobre estruturas metálicas leves— representam uma alternativa eficaz e de alto desempenho, melhorando a funcionalidade e, consequentemente, a experiência do/a usuário/a.

Do funcional ao sensorial: como se projeta a experiência de um banheiro sem contato?

Acesso exclusivo | 

A arquitetura jamais deixará de buscar a funcionalidade, pois nela reside um de seus princípios essenciais. A essa condição somam-se fatores como a estética e a operacionalidade, que também influenciam na valorização do design contemporâneo. Com o tempo, o conceito de funcionalidade evoluiu, estendendo-se para além da resolução e da eficiência, vinculando-se à criação de experiências. Assim, a qualidade de um ambiente depende tanto de seu design quanto da forma como seus elementos e sistemas se articulam para gerar uma experiência global de habitar. Inovar, nesse sentido, implica conceber ambientes fluidos e intuitivos, onde cada componente contribui para que a vivência seja natural e segura, algo especialmente relevante em espaços de uso cotidiano como os banheiros.

Edifício do Ano e Interior do Ano revelados no World Architecture Festival 2025

Acesso exclusivo | 

A Igreja do Santo Redentor e Centro Comunitário de Las Chumberas, de Fernando Menis, em La Laguna, Espanha, foi eleita o World Building of the Year no World Architecture Festival (WAF) de 2025.

As principais distinções do festival — World Building of the Year (com apoio da GROHE), World Interior of the Year, Future Project of the Year e Landscape of the Year — foram anunciadas hoje, no momento em que centenas de arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reuniram para o jantar de gala de encerramento no Miami Beach Convention Center, na Flórida. Diversos Prêmios Especiais, incluindo o American Beauty Prize (com apoio do Royal Fine Art Commission Trust), também foram revelados no evento de encerramento, que celebrou a décima oitava edição do festival. O anúncio ocorre após o último dia do WAF, no qual os projetos vencedores de todas as 43 categorias competiram pelos títulos principais.

Feito para (não) durar: como a arquitetura reversível está redefinindo a forma como construímos

Acesso exclusivo | 

E se imaginássemos os edifícios como sistemas vivos, projetados para montagem e desmontagem com o mínimo de impacto? Uma forma de arquitetura aberta, modular e adaptável, concebida para evoluir junto com o seu entorno, respondendo às mudanças sazonais e às demandas pontuais em vez de permanecer estática. À primeira vista, a ideia parece paradoxal, já que muitos edifícios foram construídos para durar, projetados para resistir à passagem do tempo e evitar a demolição. Por conta disso, reverter ou desfazer uma construção poderia ser visto como um retrocesso. Mas e se essa forma de pensar já não se aplicar a todos os cenários?

Sem caixilho é mais: como as janelas minimalistas moldam as atmosferas arquitetônicas

Acesso exclusivo | 

Desafiar convenções tem sido uma constante na produção artística ao longo da história, sempre buscando ressignificar limites estabelecidos. No século XX, transformações sociais, históricas e tecnológicas criaram o contexto ideal para uma profunda reconfiguração arquitetônica. Nesse processo, o modernismo introduziu novas ideias sobre funcionalidade, rompendo com a ornamentação do passado. No entanto, partindo dessa base, o minimalismo refinou ainda mais a redução da forma à sua essência. Ao focar na relação entre espaço, sobriedade e luz, o movimento minimalista transformou a arquitetura contemporânea e o design de interiores, convertendo as janelas em um recurso fundamental para a percepção sensorial e a interação com a atmosfera e o espaço, abrindo um campo de exploração introspectivo, sensível e refinado.

E se cada tijolo tivesse um futuro? Repensando a demolição e o reuso de materiais na economia circular

Acesso exclusivo | 

Durante décadas, o ciclo de vida dos edifícios seguiu uma fórmula simples: planejamento, projeto, construção, demolição e, claro, o grande vilão dessa história: o aterro sanitário. Com o tempo, a prática arquitetônica passou a incorporar conceitos como reuso, desmontagem e demolição circular — contudo, frequentemente como elementos secundários, integrantes de uma transição gradual em direção a uma economia circular na construção civil. Mas e se esses princípios deixassem de ser exceções? E se projetássemos ou escolhêssemos cada componente construtivo para manter seu valor e propósito muito além do uso original? A verdade é que existe vida após a demolição. Essa transição — da demolição para práticas focadas em reuso, ressignificação e desmontagem sustentável — está cada vez mais próxima da realidade. Até a chegada de 2030, poderemos remodelar fundamentalmente nossa abordagem sobre os processos, os edifícios e o próprio mercado. À medida que essas mudanças se desdobram, torna-se essencial avaliar como nossas estratégias se alinham às metas e aos desafios em constante evolução relacionados à sustentabilidade — e, evidentemente, às novas oportunidades que surgem com eles.

Estudos de Caso em Habitação Centrada na Comunidade: Design Residencial Inovador

Acesso exclusivo | 

A arquitetura evolui, sobretudo na forma como reflete as relações entre as pessoas, seu comportamento e o ambiente. Mesmo variações sutis nessas dinâmicas podem influenciar nossa maneira de pensar e viver em comunidade. Segundo o Banco Mundial, atualmente 56% da população vive em ambientes urbanos, e estima-se que até 2050 esse número chegue a 70%. Essa projeção reflete a velocidade e a magnitude do crescimento urbano, impondo desafios para arquitetos/as e escritórios de design — desde a viabilidade das edificações até a sustentabilidade do ambiente construído, englobando a arquitetura residencial e outras tipologias que influenciam a vida cotidiana.

Projetando Cidades Inclusivas: O Papel do Desenho Universal na Criação de Atmosferas Urbanas Acessíveis

Acesso exclusivo | 

As cidades contemporâneas são vibrantes, complexas e estão em constante evolução. Acima de tudo, são mutáveis, dinâmicas e diversas. Que transformações estão ocorrendo e para onde elas estão nos levando? A urbanização continua a ganhar força em muitas regiões do mundo, gerando transformações visíveis e estruturais. Diante desse cenário, começam a surgir dados sobre a evolução de sua configuração e os desafios que enfrentamos. Segundo o Banco Mundial, a população urbana continuará em trajetória de crescimento, com 90% dos novos moradores urbanos concentrados na África e na Ásia. Esse crescimento levanta questões essenciais: como podemos consolidar uma abordagem de projeto que garanta o acesso equitativo a espaços, recursos e serviços? Como podemos tornar as metrópoles emergentes e consolidadas mais inclusivas e acessíveis?

Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo

Acesso exclusivo | 

Todos os materiais têm uma origem, inseridos em uma cadeia de extração, fornecimento, produção e descarte que, a depender de sua escala, deixa marcas mais ou menos profundas no meio ambiente. Na arquitetura, costumamos abordar essa trajetória sob a ótica da circularidade dos materiais, considerando como eles podem reingressar nos ciclos de produção em vez de se tornarem resíduos. No entanto, ampliar nosso olhar para lugares inesperados revela sistemas paralelos nos quais os subprodutos de uma indústria se transformam em recursos para outra. Essa abordagem encontrou terreno fértil no reaproveitamento de resíduos orgânicos transformados em biomateriais, sendo um dos exemplos mais recentes o trabalho do coletivo Fahrenheit Works. Com a instalação "From the Tagus to the Tile" (Do Tejo ao Azulejo), o grupo reaproveita conchas de ostras inicialmente descartadas pela indústria alimentícia para criar uma releitura dos icônicos azulejos de Lisboa.

Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo - 1 的图像 4Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo - 2 的图像 4Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo - 3 的图像 4Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo - 4 的图像 4Reimaginando os azulejos de Lisboa: ladrilhos de biomaterial regenerativo do Rio Tejo - Mais Imagens+ 10

"A arquitetura é uma segunda pele, a bolha onde a vida transcorre": Casa Áureo, projetada por Elías Rizo Arquitectos

Acesso exclusivo | 

A Casa Áurea é um projeto de Elías Rizo e do Taller Elías Rizo Arquitectos, com design de interiores assinado por Cristina Grappin. Localizada em Santa Catarina, no estado de Nuevo León, a residência faz parte do Programa Líderes del Mañana do Tecnológico de Monterrey, no contexto do 218º Tradicional Sorteo Tec, cujo objetivo é fortalecer uma iniciativa focada na transformação, na mobilidade social e no desenvolvimento de jovens de excelência acadêmica.

Cercada pelas formações da Sierra Madre Oriental, a casa foi concebida para priorizar a privacidade desde o seu acesso principal. Conforme se percorre o espaço, a transição entre as áreas sociais do térreo e os níveis superiores define diferentes hierarquias de privacidade: o segundo pavimento abriga espaços mais reservados, enquanto no rooftop o ambiente se abre gradualmente em direção ao cenário montanhoso, integrando-se visualmente à paisagem.

Os sistemas de assentos modulares estão redefinindo nossa percepção dos espaços públicos?

Acesso exclusivo | 

Qual é a nossa visão dos espaços públicos do passado? Pense, por exemplo, em um parque — possivelmente o exemplo mais emblemático dessa tipologia. Trata-se de um ambiente projetado com caminhos sinuosos e áreas de descanso, onde frequentemente encontramos mesas e bancos fixos ao longo do trajeto. Seu desenho prioriza a permanência e a contemplação. Mas, ao olharmos para o presente, como o concebemos agora? De fato, o conceito tradicional de espaço público não desapareceu por completo. No entanto, nossa maneira de interagir com ele mudou, impulsionada pela necessidade de flexibilidade em ambientes em constante transformação. Essa mudança estimulou a exploração de novas abordagens projetuais. Como resultado, os sistemas de assentos modulares tornaram-se um campo dinâmico de experimentação, adaptando-se continuamente às transformações de uso e percepção.

Arquitetura sensível ao contexto na Espanha: 7 projetos que destacam estratégias materiais

Acesso exclusivo | 

Andanzas y visiones españolas é o livro no qual Miguel de Unamuno reúne suas experiências durante excursões pelas cidades e campos da Espanha, acompanhado por amigos e colegas. Mais do que uma descrição geográfica precisa, o texto consiste em narrativas nas quais cada região e cada aspecto do território deixam uma marca profunda em seu pensamento. O discurso literário tece ativamente a diversidade do cenário, o clima e o contextualismo como fios condutores fundamentais, apresentando o território não apenas como um lugar físico, mas também como um espaço de reflexão e contemplação. Esse olhar atento para a paisagem — tão diversa na arquitetura espanhola — também ressoa no ambiente construído, promovendo na prática contemporânea uma adaptação sensível às variadas condições climáticas do país, tanto por meio de estratégias de projeto quanto de escolhas de materiais.

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha?

Acesso exclusivo | 

A inovação está no cerne da arquitetura, manifestando-se através de novas abordagens projetuais, da experimentação material e, naturalmente, das formas de habitar. Diante disso, a concepção de edifícios e espaços internos passa por uma constante evolução. Esse processo é especialmente evidente em regiões com um rico patrimônio cultural, como a Espanha, onde a inovação reinterpreta as maneiras tradicionais de se relacionar com o espaço. Essa atenção à memória e à vida cotidiana estende-se aos interiores, nos quais cada intervenção tem o potencial de remodelar ativamente a experiência espacial das pessoas e abrir novas possibilidades de convivência e interação.

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Mais Imagens+ 10