Enrique Tovar

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Deixando o céu entrar: 4 estudos de caso sobre soluções de iluminação natural na arquitetura aquática

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Condensação, manutenção e umidade são três desafios corriqueiros que continuam a testar os edifícios que projetamos e construímos. Sejam decorrentes de condições climáticas, de uma ventilação limitada ou de especificidades no detalhamento construtivo, esses fatores afetam não apenas a durabilidade dos materiais, mas também o conforto cotidiano e o desempenho dos espaços ocupados. Tratando-se de um centro aquático ou de uma piscina coberta, as exigências são ainda maiores. A presença constante de vapor, o acúmulo de umidade e o risco de mofo podem comprometer tanto a eficiência energética quanto a experiência dos/as usuários/as. Em ambientes como esses, a ventilação e o acesso à luz natural, para além de seu valor estético, tornam-se ferramentas essenciais para manter o equilíbrio, aumentar o conforto interno e, em última análise, otimizar a forma como o espaço é percebido e usufruído.

World Architecture Festival 2025: Anunciados os vencedores do segundo dia

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A segunda rodada de vencedores do World Architecture Festival (WAF) de 2025 foi anunciada após o encerramento do segundo dia do maior evento internacional de arquitetura com julgamento ao vivo do mundo, realizado no Miami Beach Convention Center, na Flórida.

Ao todo, o festival de três dias contará com mais de 460 apresentações ao vivo dos finalistas de 2025, avaliadas por mais de 160 jurados e juradas internacionais. Hoje, projetos selecionados de todo o mundo competiram em 21 categorias nas áreas de Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores. Entre os premiados estão OMA, Sordo Madaleno, Studio Arthur Casas e NIKKEN SEKKEI.

Arquitetura inflável: estruturas pneumáticas que transformam o ambiente construído

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À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.

No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.

Fachadas de Proteção Solar: Dos Sistemas de Tecido Cerâmico ao Vidro de Pele Dupla

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A dualidade da luz solar no campo do projeto de arquitetura apresenta contrastes fascinantes, especialmente ao abordar a questão de como interagir com ela por meio do ambiente construído e dos materiais que definem a arquitetura. A influência do sol nesta disciplina tornou-se parte essencial do patrimônio cultural de alguns países, como demonstra a arquitetura espanhola, onde a interação com a luz solar se manifesta por meio de elementos como as celosias. Essas estruturas são marcantes em fachadas de edifícios que remontam à Idade Média, com exemplos célebres como a Alhambra, chegando até construções do século XX, como a Casa Gomis, consideradas monumentos históricos.

A fachada, sendo a pele do edifício, é o componente arquitetônico que costuma estar diretamente exposto à luz solar. Partindo dessa premissa, busca-se estabelecer um diálogo entre a abertura para o entorno e a necessidade de proteção, criando assim uma sinergia entre funcionalidade e estética. Nesse contexto, as fachadas de controle solar têm sido desenvolvidas sob diversas abordagens, destacando-se por sua capacidade de responder a essa condicionante de projeto. Por esse motivo, selecionamos soluções de controle solar de marcas espanholas que se destacam por suas características técnicas e pela diversidade no uso dos materiais.

O limiar entre a luz natural e a arquitetura: alçapões de acesso a coberturas planas

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Muito além de ser apenas um fenômeno físico perceptível pelo olho humano, a luz natural é um recurso arquitetônico inesgotável que, por vezes, não recebe o devido valor. Assim como o ar que respiramos, todos temos consciência da existência da luz, mas raramente buscamos ir além em seu aproveitamento. É fundamental reconhecer sua presença como um agente viabilizador de experiências no espaço, dada a sua relação intrínseca com a arquitetura e o ser humano.

A incidência de luz na arquitetura influencia diretamente a nossa percepção da passagem do tempo. Desde a antiguidade, construções como os zigurates já integravam estratégias para capturar as variações da luz do dia através de suas coberturas — uma abordagem que evoluiu e se manteve presente em obras modernas, como a Villa Savoye. Mais recentemente, a horizontalidade das coberturas planas na arquitetura contemporânea consolidou-se como um excelente recurso para incorporar elementos de projeto que também viabilizam seu uso habitável, como as escotilhas de acesso à cobertura, que funcionam como um elo entre a luz natural e os terraços.

A seguir, apresentamos algumas das tecnologias mais recentes em claraboias e escotilhas de acesso, como as desenvolvidas pela LAMILUX.

Repensando o desenvolvimento urbano: adensando as cidades para uma ação climática acelerada

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Cidades são definidas como áreas geográficas densamente povoadas, caracterizadas pelo desenvolvimento urbano. Elas funcionam como centros econômicos, políticos e culturais, oferecendo diversos serviços, infraestrutura e oportunidades. No entanto, o adensamento urbano frequentemente é associado a aspectos negativos, tais como problemas de saúde, poluição e desigualdades sociais. Países como a Índia e a China, com suas populações massivas que ultrapassam a marca dos bilhões, enfrentam uma demanda significativa por serviços e moradia.

Pesquisas recentes, incluindo estudos de instituições como a Berkeley Cool Climate Network, trouxeram uma mudança de paradigma na percepção do adensamento urbano. Essa mudança visa reduzir a pegada de carbono das cidades e apoiar esforços colaborativos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O adensamento é proposto como uma estratégia crucial para promover a prosperidade social, o bem-estar e o combate às mudanças climáticas. Diante disso, surge uma questão relevante: como podemos viabilizar o adensamento de forma eficaz e, ao mesmo tempo, enfrentar o aquecimento global? Empresas como a Holcim têm respondido a esse desafio desenvolvendo soluções construtivas sustentáveis e promovendo discussões produtivas com profissionais de arquitetura, como Shajay Bhooshan, diretor associado na Zaha Hadid Architects. Essas colaborações trazem reflexões valiosas sobre o conceito de adensamento urbano como um catalisador para a ação climática.

Camadas metálicas em diálogo com a luz: uma intervenção abstrata na Casa Batlló

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Alguns nomes da arquitetura deixaram sua marca na história; um desses casos é Antoni Gaudí. Através de suas concepções inspiradas na natureza, ele se tornou o principal expoente do modernismo catalão. O impacto da obra de Gaudí pode ser visto em várias escalas arquitetônicas, incluindo a Sagrada Família, o Parc Güell, a Colònia Güell, a Casa Milà e a Casa Batlló, sendo esta última um marco icônico da arquitetura de Barcelona.

A Casa Batlló surgiu da reforma de um edifício de 1877, adquirido em 1903 e posteriormente confiado a Gaudí para sua transformação. Inspirada em formas animais, em especial marinhas, a fachada e o interior foram renovados por meio de curvas e de uma combinação de cores vibrantes. Essa intervenção marcou um ponto de virada para a residência, pois alterou significativamente a fachada, redistribuiu o interior e proporcionou uma interação sublime com a luz natural. Dando continuidade ao espírito da reforma iniciada por Gaudí, um novo projeto de interiores para a escadaria e o átrio da Casa Batlló foi desenvolvido em 2021. Essa renovação é o resultado do diálogo entre as correntes de alumínio anodizado desenvolvidas pela Kriskadecor e a abstração do uso engenhoso da luz na Casa Batlló por meio do projeto de Kengo Kuma.

Quatro soluções de sombreamento retrátil para áreas externas residenciais

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O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.

5 estilos de cozinhas modulares e como combiná-los

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O papel do fogo no desenvolvimento da humanidade é inegável. Nossos ancestrais aproveitaram essa descoberta para enfrentar as baixas temperaturas, proteger-se de predadores e transformar os alimentos para torná-los mais digestíveis. Assim, ao longo do tempo, o ritual da cozinha evoluiu de uma simples fogueira em espaços abertos para o confinamento do fogo em câmaras, que se sofisticaram paulatinamente com o passar dos anos até se tornarem elementos complexos e modernos que marcaram o ponto de partida para o surgimento das cozinhas como espaços arquitetônicos sociais.

Independentemente de seu tamanho ou configuração, a cozinha como espaço de convivência mantém sua ritualidade até os dias de hoje. Na antiguidade, nos reuníamos ao redor do fogo para preparar alimentos e contar histórias; hoje, nos reunimos na cozinha de nossos lares para nos conectar com os outros. A relevância desse espaço na vida cotidiana é potencializada por linhas de mobiliário de cozinha como a Wasser, marca distribuída pela CHC que equilibra estética e funcionalidade para conceber as cozinhas como espaços utilitários e de convivência, com atenção especial ao seu design.

Mesclado e atemporal: Por que arquitetos/as e designers especificam o terrazzo epóxi?

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Concebido inicialmente como uma forma de reaproveitar fragmentos de resíduos de construção de mármore, o terrazzo é um material amplamente utilizado em todo o mundo, com suas raízes modernas remontando a séculos atrás, em Veneza, na Itália. Sua estética é inconfundível, caracterizada por padrões mesclados e uma ampla gama de cores vertidas sobre o piso. Não surpreende que esse material seja amplamente apreciado por profissionais de arquitetura em diversos tipos de projeto devido à sua aparência única. Um exemplo notável do uso do terrazzo é o Museu Guggenheim de Nova York, projetado por Frank Lloyd Wright. Ao descobri-lo em uma de suas viagens, Wright reconheceu que, graças ao seu apelo estético e à sua versatilidade, o material resistiria ao tempo como acabamento interno do museu.

A evolução dos materiais de construção transformou o terrazzo da mistura tradicional usada por Wright, que incluía o cimento como aglomerante, para uma versão que incorpora uma matriz epóxi, aprimorando sua estética icônica e integrando novas capacidades técnicas. Hoje, a Terrazzo & Marble capacita designers contemporâneos/as a criar padrões singulares e paletas de cores vibrantes que se alinham perfeitamente ao contexto da arquitetura moderna. Isso se viabiliza por meio de quatro princípios fundamentais que orientam os/as profissionais de arquitetura na especificação do terrazzo epóxi.

Modelos de Construção Sustentável: Uma estrutura ecológica de ardósia natural em um bairro multiecológico

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Caminhar rumo à modernidade implica questionar conceitos estabelecidos. Atualmente, testemunhamos diversos projetos e abordagens na arquitetura que exploram alternativas a sistemas construtivos, materiais e tecnologias de alto consumo energético comumente utilizados na construção civil contemporânea. Longe de adotar posturas que rejeitam a tecnologia, esses projetos buscam promover práticas arquitetônicas conscientes. O objetivo é retornar ao essencial por meio de estratégias passivas, utilizando materiais naturais e uma compreensão contextual para desenvolver uma arquitetura sustentável.

Para impulsionar a arquitetura sustentável, é fundamental contar com modelos construtivos e materiais que se tornem ícones reconhecíveis em seu contexto imediato, estabelecendo assim um precedente para o desenvolvimento de propostas futuras. Um exemplo disso está na Espanha, com o projeto "Impulso Verde", realizado na cidade de Lugo, que se destaca por seu modelo construtivo baseado em estratégias passivas e materiais regionais. Nesse projeto, a utilização da ardósia natural como revestimento do sistema de fachada ventilada e o emprego de recursos locais na estrutura foram essenciais para reduzir a pegada ecológica do edifício. Além disso, esses elementos fortalecem a identidade da edificação ao conectá-la com a paisagem circundante.

Desafiando os limites do mobiliário para banheiros por meio do design sob medida

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Ao longo da história, a essência funcional dos banheiros permaneceu inalterada devido ao fato de seu design ser moldado por parâmetros biológicos. Inicialmente, a função dos banheiros limitava-se à higiene e à gestão de resíduos, resultando na concepção desses ambientes como espaços insalubres e meramente utilitários. Esse cenário levou à sua separação das demais áreas destinadas à convivência.

No entanto, a implantação de sistemas de abastecimento de água e de redes de esgoto resgatou o papel do banheiro nos espaços habitáveis. Esses ambientes assumiram um papel primordial nos projetos de design de interiores, refletindo a personalidade do/a usuário/a por meio da combinação de cores, revestimentos, acessórios e elementos decorativos. Na evolução do design de banheiros, surgiram propostas que se destacam pela pureza formal, múltiplas nuances, coexistência sutil de elementos e possibilidades de personalização. Marcas como a antoniolupi desenvolveram mobiliários para banheiro que integram essas propostas e levam os limites do design ainda mais longe, colaborando com arquitetos/as e designers de renome, como Paolo Ulian, Brian Sironi, Luca Galofaro e Mario Ferrarini, para citar apenas alguns. Dando continuidade a essa série de colaborações, Carlo Colombo ficou encarregado de desenvolver a coleção Borderline.

Texturas, Arranha-céus e Paisagens Urbanas: Quando o Anime Encontra a Arquitetura

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A Segunda Guerra Mundial exerceu uma profunda influência na evolução da sociedade, introduzindo transformações significativas nos campos do planejamento urbano e da arquitetura. Durante a década de 1930, os Congrès Internationaux d'Architecture Moderne (CIAM) promoveram o modernismo em escala internacional. No pós-guerra, esse movimento arquitetônico consolidou-se como a corrente dominante, impulsionado pela urgência da reconstrução e pelos avanços tecnológicos. Figuras influentes como Le Corbusier e Alvar Aalto lideraram essa vertente.

Em 1959, no mesmo ano do último encontro do CIAM, arquitetos japoneses como Kenzō Tange, Kishō Kurokawa —responsável pelo projeto da Nakagin Capsule Tower— e Kiyonori Kikutake começaram a explorar novas abordagens para o desenho urbano e a arquitetura, no que ficou conhecido como Movimento Metabolista. Essa investigação foi particularmente significativa no contexto do rápido repovoamento de Tóquio no pós-guerra e da escassez de recursos para a reconstrução. Surgiram conceitos inovadores como a Marine City, The City in the Air e o plano de 1960 para Tóquio, que propunham a cidade como um organismo em constante evolução e enfatizavam a relação entre os seres humanos e seu ambiente construído. Essas ideias moldaram o conceito de "megacidades" e refletiram a resposta criativa do Japão diante de sua desafiadora situação pós-guerra.

Do croqui à pintura: uma galeria de arte digital para inspirar o trabalho diário na arquitetura

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A relação entre arte e arquitetura é um tema recorrente de debate, dado que a arquitetura se posiciona na interseção entre estrutura, tecnologia e estética. Apesar do uso do conhecimento técnico, a arquitetura e o design de interiores também incorporam conceitos artísticos em seus processos. De ilustrações cativantes na fase de desenvolvimento do projeto a murais e peças artísticas que integram a concepção espacial, a arte desempenha um papel essencial na produção arquitetônica e na sociedade.

No contexto da sociedade contemporânea, muitas de nossas atividades são realizadas digitalmente, desde a reserva de acomodações para viagens até a fabricação de materiais e a criação de exposições de arte. Nesse sentido, a digitalização também permeou o mundo da arte, dando origem a iniciativas como a SINGULART, que desafia o conceito tradicional de galeria de arte ao existir em formato digital. Essa plataforma reúne obras de diversas fontes de inspiração e técnicas artísticas, englobando desde esboços e pinturas até fotografia de arquitetura. Ela funde múltiplas influências de vários contextos, incluindo o trabalho arquitetônico.

Moodboards com revestimentos de grande formato para inspirar o design de interiores

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A percepção espacial é a capacidade cognitiva de processar informações visuais relacionadas à posição, ao movimento, ao tamanho e à forma dos objetos no espaço. Segundo Auguste Perret, em sua obra "Contribuição para uma teoria da arquitetura", a arquitetura pode influenciar essa percepção ao delimitar, fechar e cercar o espaço. Quando essa habilidade se alia à arquitetura, nosso cérebro interpreta e processa as informações visuais para definir se um espaço é visualmente amplo ou estreito. Em espaços interiores, existem elementos capazes de influenciar de forma determinante a nossa percepção espacial, tais como a cor, as dimensões do mobiliário e os materiais que o compõem. Estes últimos são particularmente importantes, uma vez que seu uso em condições específicas pode modificar nossa percepção espacial e a maneira como vivenciamos o ambiente, dependendo de sua textura e formato.

Arquitetura à prova de clima: Revestimentos supertexturizados para condições extremas

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Uma das principais funções da arquitetura é proporcionar abrigo, atendendo às necessidades fisiológicas e de segurança na base da hierarquia da motivação humana de Abraham Maslow. Ao longo da história, a necessidade de proteção ficou evidente no comportamento de nossos ancestrais, que buscavam refúgio em cavernas para se proteger de intempéries climáticas e predadores. À medida que as sociedades passaram do estilo de vida nômade para o sedentário e as necessidades básicas foram mais facilmente supridas, os abrigos tornaram-se mais avançados, evoluindo para espaços construídos com propósitos específicos. Esses primeiros abrigos resistiram aos elementos de seu tempo e lançaram as bases para a arquitetura moderna como a conhecemos hoje.

Hoje, as condições climáticas extremas decorrentes das mudanças no clima testam cidades, edifícios e materiais. Veneza sofre com inundações, e o Svalbard Global Seed Vault enfrenta o derretimento do gelo. Sem medidas concretas, a situação continuará a se agravar, aumentando a necessidade de estratégias eficazes que nos permitam coexistir com o meio ambiente e desenvolver materiais mais resistentes para nossos edifícios. Um exemplo desses materiais do futuro é o NATURCLAD-B, um sistema de painéis de madeira de alta qualidade e livre de manutenção, projetado para arquitetura, design de interiores e construção.

BIM e o Futuro da Arquitetura: Acelerando Processos de Projeto com o Archicad 27

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A arquitetura é um campo único que combina necessidades estéticas e funcionais igualmente constantes, ao mesmo tempo em que está imersa em ambientes tecnológicos dinâmicos. Diante disso, os processos de projeto e os edifícios tornam-se cada vez mais complexos, exigindo que as equipes de arquitetura gerenciem projetos de forma eficiente, ao mesmo tempo em que fomentam a colaboração multidisciplinar e em múltiplos níveis nos fluxos de trabalho. Além disso, as novas tecnologias e ferramentas empregadas no processo devem evoluir no mesmo ritmo — às vezes até mais rápido —, incorporando aspectos como sustentabilidade e eficiência, sem nunca perder de vista o futuro.

As ferramentas disponíveis no ambiente multidisciplinar da arquitetura evoluíram de forma significativamente rápida. Tanto estudantes quanto profissionais experientes de arquitetura já realizaram uma transição quase completa dos métodos manuais para os softwares de desenho auxiliado por computador. Hoje, nos vemos imersos em uma era da arquitetura impulsionada por tecnologias como o Building Information Modeling (BIM), inteligência artificial e processos digitais. Paralelamente, os fundamentos do BIM e seu contexto histórico remontam aos primórdios da computação, da pesquisa e das novas tecnologias, o que desencadeou uma rápida evolução na indústria AEC e entre seus profissionais.

Clássico e Vanguarda: Metais para Cozinha que Equilibram Tradição e Modernidade

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Pode-se afirmar que as cozinhas são espaços onde a interação de elementos estabelece um delicado equilíbrio em sua composição; design, materiais e metais moldam coletivamente o ambiente interno. Não surpreende, portanto, que elas frequentemente se tornem o foco de discussões contínuas. O papel cultural e utilitário das cozinhas em nossas vidas é tão significativo que sua influência transcende a mera arquitetura, tornando-se objeto de exploração artística e histórica. Desse modo, tanto as cozinhas quanto os elementos que as compõem evoluíram e mudaram de estilo — desde as robustas cozinhas do século XIX até as inovações originadas na cozinha de Frankfurt no século XX.

O cenário doméstico se transforma diariamente, e os metais de cozinha não são exceção, adaptando-se às constantes mudanças de influências estilísticas e necessidades. Hoje, as cozinhas incorporam elementos tradicionais e contemporâneos no mesmo espaço, criando uma linguagem que conecta e transita perfeitamente entre essas referências, potencializando-as mutuamente. Nesse contexto, a Dornbracht concebeu a linha VAIA, uma série de metais desenvolvida pelo escritório Sieger Design que funde tradição e modernidade em cozinhas contemporâneas por meio de linhas finas, silhuetas estilizadas e transições fluidas.