A livraria contemporânea é um espaço paradoxal. É comercial, mas raramente comercializada; pública, mas frequentemente de propriedade privada; de escala reduzida, mas de impacto abrangente. À medida que tipologias arquitetônicas adjacentes evoluem sob as pressões do consumo digital, da precariedade econômica e da mudança de hábitos sociais, a livraria não encolheu, mas se adaptou ao século XXI. Não se trata de um local para trocas literárias privadas ou institucionais, mas de um híbrido espacial que acolhe o ritual, o descanso, a performance e a socialização.
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Ecophon Solo™ Square. Image Cortesía de Volcan
Para além de sua estética, materialidade ou método de instalação, o papel dos forros na arquitetura contemporânea já não se limita apenas a ocultar estruturas ou instalações internas nos edifícios. Ao agregar qualidades funcionais como absorção acústica, isolamento térmico, eficiência energética, proteção contra o fogo, iluminação integrada ou facilidade de manutenção, as diferentes disposições de forros são capazes de combinar flexibilidade e versatilidade de acordo com as diferentes necessidades e usos de seus/suas ocupantes. Interiores de escritórios, restaurantes, consultórios, estabelecimentos comerciais e outros espaços ganham protagonismo por meio da aplicação de forros com intenções e mensagens claras a transmitir.
O processo de projeto na arquitetura sempre foi moldado pelas ferramentas disponíveis. No passado, desenhava-se com caneta e nanquim sobre folhas frágeis, reproduzidas por cópia heliográfica e protegidas contra borrões e rasgos; então surgiu o Mylar, facilitando revisões e a preservação, e direcionando os desenhos para uma economia de linhas mais enxuta e deliberada. O desenho auxiliado por computador veio em seguida, acelerando a coordenação e transformando nossa percepção de escala e precisão. Hoje, a IA adiciona mais uma camada—reunindo informações em segundos e gerando imagens sob comando—prometendo novas eficiências ao mesmo tempo em que levanta novas questões sobre autoria e ofício. O que criamos, e como criamos, evoluiu com cada ferramenta; a história de nossos métodos é a história de nossas ideias.
A partir do pós-guerra, o Mylar (desenvolvido na década de 1950) facilitou a reprodução de desenhos e acelerou a transição das cópias heliográficas para os processos de cópia diazográfica. Antes do Mylar, a simples preservação dos desenhos—manter uma ideia intacta, legível e sem danos—era uma tarefa monumental. As prioridades de projeto no pós-guerra frequentemente se voltavam para a eficiência, a simplicidade e um minimalismo industrial alinhado às necessidades de reconstrução. As ferramentas reforçavam isso: o trabalho de arquitetura permanecia predominantemente desenhado à mão, onde cada linha levava tempo para ser traçada e ainda mais tempo para ser apagada. Esse esforço aguçava a economia do desenho; cada traço precisava justificar sua existência.
Criando espaços habitacionais em um mundo entre o ligado e o desligado. Imagem cortesia de GIRA
No debate arquitetônico recente, o design de interiores tem se concentrado em como os espaços moldam a experiência psicológica e atmosférica, e no que confere ressonância emocional aos ambientes internos. A atenção deslocou-se para os pequenos detalhes, em vez de se apoiar primordialmente na forma ou na estrutura. A luz, por exemplo, não é apenas um requisito técnico, mas também um material arquitetônico por direito próprio. Ela é capaz de estruturar o espaço, animar superfícies, definir texturas e moldar a atmosfera, ao mesmo tempo em que influencia o bem-estar. Paralelamente, as características entre o minimalismo e o maximalismo moldam a forma como as atmosferas são percebidas, instigando uma reflexão sobre como as abordagens voltadas à simplicidade ou à exuberância podem influenciar o estado de espírito. Longe de existirem como estéticas opostas, essas tendências investigam a maneira como os interiores interagem com os estados mentais, refletem a identidade pessoal e respondem às mudanças sutis na forma como as pessoas habitam e vivenciam o espaço.
Localizado na extremidade do icônico Dakpark de Roterdã, o novo projeto Kop Dakpark, projetado pelos escritórios de arquitetura INBO e h3o, apresenta-se como um modelo inovador de habitação sustentável e inclusiva. Desenvolvido por Woonstad Rotterdam, este complexo residencial inclui 153 habitações acessíveis —63 sociais e 90 de faixa média— que não apenas respondem à demanda por moradia, mas também integram a natureza e a comunidade para qualificar tanto a paisagem urbana quanto a ecológica.
Atribui-se a Aristóteles o provérbio "uma andorinha só não faz verão". Na natureza, a chegada dessas aves migratórias costuma anunciar a mudança das estações, um símbolo universal de renovação e esperança. Contudo, é apenas quando muitas delas levantam voo que o verdadeiro calor do verão se inicia. O mesmo pode acontecer na arquitetura: um projeto isolado, por mais exemplar que seja, raramente transforma uma realidade por si só. Quando, no entanto, uma obra ensina, inspira e pode ser replicada, ela se torna o prenúncio de algo maior.
Iniciativas que combinam tecnologias simples, materiais locais e processos participativos mostram como construir também pode ser um ato de aprendizado. Estruturas e tijolos moldam lugares de ensino mútuo, onde arquitetos/as e moradores/as compartilham conhecimentos e constroem juntos, multiplicando habilidades e fortalecendo laços. Esses projetos apontam para a possibilidade de um verão coletivo, um futuro no qual o conhecimento se propague de forma tão ampla quanto as paredes que o abrigam.
Nicolás Valencia conversa com a arquiteta chilena Sofía Carrión Bobadilla e o arquiteto chileno Matías González Ulloa, criadores do Área Verde e líderes do Arquitectura Maulina, uma plataforma digital focada em arquitetura, território e reflexões da inspiradora região de Maule, no Chile.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142705/arquitetura-do-sul-do-mundo-com-matias-gonzalez-e-sofia-carrionArchDaily Team
Historicamente, os banhos públicos eram uma necessidade fundamental de higiene, dando origem a casas de banho comunitárias em regiões onde banheiros privados eram raros. No Japão, por exemplo, as casas de banho sento surgiram no início do período Edo, servindo como instalações essenciais quando a maioria das residências não dispunha de espaços próprios para o banho. Da mesma forma, em outras partes do mundo onde os sistemas hidráulicos e a gestão da água eram considerados luxos, os banhos públicos compartilhados tornaram-se componentes vitais da vida urbana. Com o tempo, esses espaços evoluíram para além de sua função prática, tornando-se locais de socialização, relaxamento e de fuga temporária da rotina diária.
No entanto, na era moderna, os banheiros privados tornaram-se onipresentes nas residências contemporâneas, solucionando de forma eficaz as preocupações de higiene que outrora tornavam as casas de banho públicas indispensáveis. Com o surgimento de espaços sociais alternativos — como cafés, academias, bares e lounges de jazz —, o banho comunitário tradicional deixou de desempenhar essa função essencial. Embora alguns ainda apreciem o aspecto social dos banhos públicos, o desconforto de se trocar e se molhar na frente de estranhos pode afastar muitas pessoas dessa experiência.
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Solución estructural Termomuro. Image Cortesía de Melón Hormigones
Na busca por soluções inovadoras para alcançar a neutralidade de carbono na construção, o reconhecimento, tratamento e gestão das emissões geradas são de vital importância. Isso permite compreender e investigar cada etapa do processo produtivo e do ciclo de vida dos materiais. A otimização de processos construtivos, a minimização do uso de combustíveis fósseis, a aplicação de energias renováveis ou a valorização de materiais reciclados são algumas das muitas estratégias disponíveis para avançar no caminho dessa transformação. A Melón tomou a iniciativa de desenvolver uma calculadora de Pegada de Carbono de Produto, visando oferecer produtos e soluções construtivas mais sustentáveis, contribuindo ativamente na luta contra as mudanças climáticas.
A Bi-City Biennale of Urbanism\Architecture (UABB) é um evento cultural bienal estabelecido de forma colaborativa por Shenzhen e Hong Kong. A 10ª UABB contará com uma sub-sede em Huaqiangbei, com abertura prevista para dezembro de 2025. Huaqiangbei, conhecida mundialmente como a "Rua Eletrônica Nº 1 da China", sediará exposições sob o tema "Cidade do Futuro x Tecnologia x Arte" durante a 10ª UABB. Diante disso, convidamos pessoas e organizações de todo o mundo a enviarem propostas e ideias criativas para dinamizar a inovação espacial de Huaqiangbei. Esta convocatória de propostas divide-se em duas categorias principais: "Propostas de Renovação Criativa" e "Documentos Arquivísticos".
https://www.archdaily.com.br/pt/1142762/chamada-internacional-de-ideias-criativas-e-documentos-de-arquivo-da-sub-sede-huaqiangbei-da-10a-uabb韩爽 - HAN Shuang
A renovação urbana é, por natureza, repleta de tensões — financeiramente complexa, politicamente exposta, com uma multiplicidade de partes interessadas e com a quase certeza de deixar alguém insatisfeito. Justamente por isso, muitas cidades optam pela inércia a arriscar as transformações profundas que vêm com a reconfiguração de tecidos urbanos consolidados, suas habitações e suas dinâmicas; afinal, uma vez provocado o "gigante adormecido", as complicações inesperadas tendem a se multiplicar.
O Parque Miyashita (Miyashita Kōen), localizado em Shibuya, Tóquio, cristaliza esse dilema. Sua configuração atual — um complexo de uso misto em camadas que equilibra a atividade comercial com um parque de livre acesso — resultou de anos de negociações, críticas e recalibrações. O resultado é um exemplo singular de parceria público-privada que busca alinhar atrativos urbanos, lazer cotidiano e viabilidade econômica, produzindo um novo fragmento de cidade que acolhe a vida pública ao mesmo tempo em que viabiliza financeiramente sua própria manutenção.
MVRDV e Universidade de Tecnologia de Delft publicam _Le Grand Puzzle_, um estudo urbano de Marselha no sul da França. Imagem cortesia de HÇläne Bossy, Manifesta
Na arquitetura, a maior parte da prática profissional gira em torno da entrega de projetos aos clientes. Os escritórios são moldados por prazos, orçamentos e diretrizes (briefings) claras. Embora essa estrutura produza edifícios, raramente deixa espaço para que profissionais da arquitetura questionem questões mais amplas — sobre como vivemos, como as cidades estão mudando ou o que o futuro exige do design. Contudo, paralelamente a esse sistema focado na produção, surgiu um movimento mais silencioso: estúdios, coletivos e fundações que priorizam a pesquisa, a experimentação e a reflexão. São os chamados think tanks de arquitetura — espaços concebidos não para construir de imediato, mas para pensar primeiro.
A ideia de um think tank não é nova. Tradicionalmente presentes na política, na economia ou na ciência, os think tanks reúnem especialistas para estudar problemas complexos e propor soluções. Na arquitetura, sua ascensão revela uma tensão no cerne da disciplina. Para que a arquitetura continue social e ambientalmente relevante, ela pode continuar dependendo apenas de uma prática orientada pelo cliente? Ou deve abrir espaço para investigações mais lentas e profundas?
Rota do Pérola - Muharraq. Imagem via Shutterstock - Kirk Fisher
O Reino do Bahrein tem ganhado grande destaque recentemente por suas contribuições arquitetônicas globais na Expo 2025 em Osaka, com o pavilhão Anatomy of a Dhow, de Lina Ghotmeh; e na Bienal de Veneza, onde a exposição Heatwave recebeu o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional. Contudo, nos últimos anos, cidades do Bahrein como Muharraq têm servido de palco para que arquitetos e arquitetas regionais e internacionais explorem a arquitetura típica do Golfo Pérsico e deixem suas próprias marcas nos sítios locais. É por meio de projetos de Leopold Banchini, Anne Holtrop ou Valerio Olgiati que o passado ganha nova vida, em consonância com os esforços das autoridades locais e de figuras do meio cultural.
Globalmente, a arquitetura contemporânea continua investigando ferramentas e metodologias de projeto para integrar a natureza nos espaços habitáveis, dados os seus comprovados benefícios e contribuições para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Embora existam diferentes crenças religiosas ao redor do mundo, a arquitetura religiosa geralmente vai além de seus usos e funções para conectar-se com o sagrado. Sentidos, memórias e emoções são transmitidos nesses espaços a partir do uso de certos materiais, organizações espaciais e até sons e aromas que potencializam as experiências em atmosferas de espiritualidade, divindade e reflexão. No México, Chile, Equador, Brasil ou Uruguai, projetos de espaços de culto abertos para o exterior revelam uma arquitetura capaz de se adaptar a diferentes ambientes naturais, mantendo a premissa de que cada religião está ligada a uma identidade social e exige um vínculo particular com sua comunidade e a paisagem circundante.
O papel da cozinha passou por uma transformação notável, evoluindo de um espaço puramente funcional para o hub central do lar, onde a criatividade prospera e conexões significativas são estabelecidas. Essa mudança está intimamente ligada à crescente popularidade do ato de cozinhar como um hobby, impulsionada pela profusão de programas de TV voltados à culinária e canais dedicados ao tema. Trata-se de um reflexo de um movimento cultural mais amplo em direção à autenticidade em um mundo cada vez mais digital — um contraponto ao ritmo acelerado da vida moderna que valoriza um estilo de vida mais lento e consciente, frequentemente chamado de "slow living".
Essa tendência também se alinha a um foco crescente na saúde e no bem-estar, bem como a uma valorização renovada da natureza e do patrimônio cultural. Hoje, a cozinha é muito mais do que um local de preparação de refeições: é onde as famílias se reúnem, amigos e amigas se conectam, e as habilidades culinárias são aprimoradas e celebradas. Contudo, mesmo uma atividade tão elementar e prática quanto cozinhar pode ser transformada pela tecnologia. Para além dos eletrodomésticos e utensílios eletrônicos tradicionais que simplificam diversos processos, a Inteligência Artificial desponta como uma forte aliada na cozinha moderna.
O evento convidou designers a refletirem sobre um dos elementos mais antigos e simbólicos da arquitetura: a escada. Indo além de seu papel funcional como conector de níveis, a escada foi posicionada aqui como um meio de narrativa arquitetônica — um convite para explorar ideias de percurso, sequência, espaço e forma.
Para esta primeira edição, solicitou-se aos participantes que conceitualizassem uma escada não como uma solução técnica, mas como um artefato expressivo — uma personificação de sua sensibilidade de projeto e de seus valores arquitetônicos. Não havia restrições de terreno, escala, material ou programa. Em vez disso, os/as designers foram desafiados/as a reimaginar a escada como uma construção escultórica, poética e até mesmo filosófica, capaz de provocar, questionar ou elevar nossa compreensão do espaço vertical.
As cidades estão se remodelando lentamente. Ruas caminháveis, redes cicloviárias e bairros de uso misto vêm se tornando prioridades de planejamento, à medida que metas climáticas, mudanças nos estilos de vida e o trabalho remoto reconfiguram as rotinas cotidianas. No entanto, mesmo com o avanço dessas propostas centradas nas pessoas, a maioria das cidades ainda depende fortemente dos carros particulares, gerando uma tensão entre os futuros urbanos que estamos projetando e os hábitos de mobilidade que persistem na atualidade.
Essa tensão tem levado arquitetos/as e incorporadores/as a repensar uma das peças mais complexas do quebra-cabeça urbano: o estacionamento. Edifícios de uso misto estão se multiplicando, sobrepondo moradias, espaços de trabalho e serviços em projeções de implantação mais compactas, o que exige o máximo aproveitamento de cada metro quadrado. O desafio já não consiste apenas em encontrar um lugar para os carros, mas em integrar o estacionamento de forma a favorecer a densidade, a habitabilidade e a adaptabilidade a longo prazo — permitindo que as cidades evoluam sem que os veículos dominem seu desenho urbano.
Este concurso internacional convidou arquitetos/as a projetar um refúgio de bem-estar boutique ao longo das margens serenas do Rio Vez, no norte de Portugal. O projeto desafiou os/as participantes a proporem um espaço de tranquilidade e renovação que se harmonizasse com seu extraordinário cenário natural e complementasse um moinho de água histórico já restaurado no local. O parceiro do projeto, proprietário do terreno, planeja construir uma das propostas vencedoras.
A trajetória diversificada de Hana Abdel conecta arquitetura de interiores, arte e um profundo apreço pelo patrimônio cultural, moldando sua abordagem singular na curadoria de conteúdo de arquitetura no ArchDaily. De origem libanesa e atualmente baseada no Canadá, Hana passou mais de uma década explorando a arquitetura de interiores em paralelo com práticas artísticas como escultura, cerâmica e desenho. Embora não atue mais diretamente na arquitetura de interiores, essas experiências continuam a enriquecer sua compreensão das narrativas espaciais e da relação entre materialidade e lugar.
Como gestora da equipe de curadoria de projetos, Hana concentra-se em identificar uma arquitetura que conte histórias instigantes para além da estética. Sua visão editorial prioriza projetos que dialogam de forma reflexiva com o contexto cultural, técnicas tradicionais e vozes emergentes, garantindo uma representação diversa e inclusiva. Ela se empenha em dar visibilidade a comunidades sub-representadas e a práticas inovadoras que expandem os limites da arquitetura.
Criar uma atmosfera que valorize as exposições e enriqueça a experiência de quem visita e frequenta o espaço exige um equilíbrio cuidadoso entre preservar o caráter único de um local e adaptá-lo para atender às demandas da produção artística e cultural. O desafio reside em manter a atmosfera industrial da edificação ao mesmo tempo em que se acomodam as exigências específicas do design de exposições ou os diversos usos que o novo edifício exigirá. Essa delicada tarefa envolve uma reflexão minuciosa sobre a organização espacial, a escolha dos materiais e as soluções de iluminação, fatores que desempenham um papel fundamental na configuração do novo ambiente.
Pelo terceiro ano consecutivo, Melbourne foi eleita uma das cinco cidades mais habitáveis do mundo. A cidade é amplamente considerada o principal polo arquitetônico da Austrália por sua cultura urbana única e pela diversidade de suas expressões de design, repletas de camadas e de uma mistura ousada de estilos. Dos edifícios da era vitoriana minuciosamente restaurados, com sua ornamentação e detalhamento complexos, aos marcos contemporâneos vizinhos, a cidade parece alcançar um equilíbrio harmonioso entre todas as tipologias e movimentos de design, mantendo-se acolhedora e atraente para seus cidadãos.
Aeroporto Internacional de Tampa. Imagem cortesia de Hensel Phelps e HNTB, em associação com Gensler
De Bangkok a Billund, uma nova onda de anúncios de projetos de arquitetura está remodelando a forma como os espaços de trabalho, cultura, mobilidade e vida pública são concebidos. Na Noruega, na Tailândia, nos Estados Unidos, na Dinamarca e na Austrália, essas propostas refletem uma ênfase cada vez maior na integração tecnológica, na construção sustentável e em ambientes flexíveis e preparados para o futuro. Seja projetando polos de produção para profissionais de criação digital, campi de mídia adaptáveis ou paisagens cívicas repletas de história e intenção ecológica, cada proposta oferece uma visão de como a arquitetura está evoluindo para dar suporte a indústrias emergentes, programação cultural e novas formas de engajamento público. Esta edição do Architecture Now reúne uma seleção de projetos anunciados recentemente que destacam a interseção entre design, tecnologia e inovação em um contexto global.