Cortesia de Saint-Gobain Architecture Student Contest
Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.
Incorporadores/as costumam fazer parecer que seu mais recente edifício de escritóriosLEED Platinum reverterá, sozinho, as mudanças climáticas. A triste realidade é que poderiam passar a vida inteira projetando e construindo todas as suas obras de acordo com os padrões ambientais mais rigorosos, mas isso não irá resolver o problema. O planeta ficará mais quente, os mares subirão e as tempestades se intensificarão. Um século de queima de combustíveis fósseis já consolidou o aquecimento global na atmosfera para o resto de nossas vidas.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com Marie Combette e Daniel Moreno, a dupla franco-equatoriana por trás do La Cabina de la Curiosidad e do livro “Los caminos del agua”, publicado pela Arquine em 2023.
Em “Los caminos del agua”, desdobra-se uma série de viagens em diferentes escalas que trazem informações objetivas, contundentes e detalhadas sobre o surgimento dos fluxos de água na geografia da América Latina. O desenho à mão, lento, paciente e rigoroso das bacias hidrográficas propõe uma assimilação consciente das riquezas naturais deste território.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140453/la-cabina-de-la-curiosidad-tal-como-a-agua-para-desenhar-e-preciso-deixar-fluirArchDaily Team
No desenho, as linhas são elementos fundamentais de composição. Elas delineiam o espaço, esboçam estruturas e definem limites. Quando se trata de mapas e fronteiras, a linha adquire um significado particular, pois essa "simples" expressão gráfica marca uma divisão poderosa entre regiões, estabelecendo o início ou o fim de um território. Essa linha tem um significado profundo no limite entre o México e os Estados Unidos, onde ela constantemente se dissolve e questiona a própria fronteira. Nesses locais, o multiculturalismo é uma vivência cotidiana, com uma negociação contínua de limites presente em todos os aspectos da vida. A dinâmica dessas fronteiras envolve o design e a geração de uma complexa rede de interações e colaborações.
Em vez de se dividir entre tijuanenses de um lado e habitantes de San Diego de outro, essa região singular se destaca como uma comunidade cuja essência se harmoniza com um profundo legado de colaboração transfronteiriça, distanciando-se da ideia de cidades separadas por uma linha física. Sendo a primeira indicação binacional na história do programa Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), a região de Tijuana-San Diego compartilha um interesse comum em enfrentar questões urbanas, sociais e econômicas por meio do design. Assim, por meio de conferências, cúpulas de políticas públicas e workshops, a região busca potencializar a catalisação de ideias a partir desse título.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140730/de-linhas-de-fronteira-a-limites-difusos-san-diego-tijuana-como-a-capital-mundial-do-design-2024Enrique Tovar
A noção de bem-estar vai muito além da ausência de doenças. Ela abrange aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais, refletindo um estado de harmonia e equilíbrio em todas essas esferas. A busca pelo bem-estar é um processo contínuo que exige atenção e cuidado integrais com o corpo e a mente, no qual o contato com a natureza e os rituais de autocuidado desempenham um papel fundamental. De fato, no mundo acelerado de hoje, dominado por dispositivos digitais e pela vida urbana — onde desconectar-se de verdade é um grande desafio —, encontrar momentos de paz e conexão consigo e com a natureza tornou-se cada vez mais essencial. Integrar práticas de bem-estar a ambientes externos surge como uma solução atraente, que combina os benefícios terapêuticos dos cenários naturais com tecnologias de ponta voltadas à saúde. O resultado é um refúgio holístico que nutre o corpo e a mente, convidando as pessoas a relaxar e a se reconectar com o mundo ao seu redor.
“Em diversas regiões do planeta, a natureza impõe condições adversas ao corpo humano. Nesses locais, projetar um edifício é quase como criar uma vestimenta: um artefato que protege e oferece conforto. Esse desafio exige um desempenho tecnológico que deve estar aliado à estética. Fazer o ser humano sentir-se bem envolve mais do que apenas atender às noções de conforto e segurança; é também uma questão de trabalhar os espaços em suas dimensões simbólicas e perceptivas.” Este é o início da descrição para o projeto da Estação Antártica Comandante Ferraz, do Estúdio 41, localizada na Península Keller, onde o mar ao redor congela por cerca de seis a sete meses do ano, em que tudo e todos chegam por avião ou navio e a loja de ferragens mais próxima está a dias de distância. Se projetar uma edificação já apresenta inúmeras complexidades, não é difícil imaginar os desafios adicionais ao desenvolver algo em um ambiente extremo, como temperaturas muito altas ou baixas, ou em locais suscetíveis à corrosão, radiação, entre outros. Neste artigo, vamos explorar as dificuldades, as principais soluções e os materiais utilizados nesses contextos.
A pedra, como material de construção, tem sido fundamental desde os primórdios da sociedade humana, estando presente de diversas formas em nosso ambiente. Desde estruturas arquitravadas até robustos muros de pedra seca, sua presença enraizada em nosso entorno e nas primeiras construções sempre foi evidente. Alvar Aalto destacou esse fato ao afirmar que essa arquitetura primitiva poderia ser considerada a "genialidade da descoberta", uma vez que, naquela época, a natureza era a única fornecedora de materiais de construção.
Com o passar do tempo e o aprimoramento dos processos de transporte, manipulação e beneficiamento da pedra, este material tornou-se muito mais nobre e fácil de manusear. Embora preserve suas características fundamentais, hoje é possível ampliar sua aplicação como revestimento — principalmente em banheiros e cozinhas — utilizando pedras de menor tamanho, conhecidas como *pebbles* (seixos). Isso as transforma em um elemento de design que agrega interesse visual e uma nova experiência tátil, adicionando, assim, uma dimensão extra ao seu uso.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140223/malhas-de-pedra-natural-mesclando-tradicao-e-inovacao-no-design-de-interioresEnrique Tovar
“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.
As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140505/acao-climatica-significa-escolher-materiais-locais-e-de-baixo-carbonoJared Green
A flexibilidade é a palavra de ordem do nosso tempo, confrontando-nos em todos os aspectos e desafiando diariamente tanto a nós quanto aos nossos espaços. Os ambientes de vida e trabalho atuais são definidos por layouts fluidos e adaptáveis, em vez de estruturas rígidas — desde a residência urbana multifuncional até o escritório flexível em plano aberto que opera de forma tão ágil quanto nossa própria filosofia de trabalho.
Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.
Cidades nos Estados Unidos estão adotando as Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês) para enfrentar a crise habitacional que afeta o país. Frequentemente construídas em lotes de residências unifamiliares já existentes, as ADUs oferecem uma alternativa acessível para aumentar a oferta de moradia em bairros consolidados. Contudo, assim como ocorre com qualquer novo desenvolvimento habitacional, uma regulamentação eficaz é fundamental para que haja uma ampla adoção. Los Angeles despontou como um laboratório urbano no uso de ADUs para mitigar seu déficit habitacional, oferecendo lições valiosas para outras cidades. A experiência do município evidencia os desafios de se estabelecer uma regulamentação, ao mesmo tempo em que promove os benefícios dessas unidades como uma solução de moradia acessível.
Os resíduos são um tema central nos debates sobre as mudanças climáticas, e o conhecido apelo para reduzir, reutilizar e reciclar continua sendo um imperativo válido que se aplica a todos, em qualquer escala. Ainda assim, alguns setores precisam prestar atenção especial aos materiais utilizados, e a construção civil é certamente um deles. Com os resíduos de construção e demolição (RCD) representando aproximadamente 25% a 30% de todos os resíduos gerados na União Europeia, este é um setor desafiador que necessita urgentemente de reinvenção no que diz respeito aos materiais. Como parte de uma abordagem holística, as membranas de EPDM (Terpolímero de Etileno-Propileno-Dieno), como a RubberGard EPDM da Elevate, podem ajudar a reduzir significativamente o impacto ambiental das edificações. Entenda o porquê a seguir.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta peruana Michelle Llona, coautora do premiado livro “Catálogo Arquitectura Movimiento Moderno Perú”, publicado pela Universidad de Lima em 2016.
“Catálogo de Arquitectura del Movimiento Moderno del Perú” (CAMMP) é o resultado da pesquisa de mesmo nome que, com o apoio do Instituto de Investigación Científica da Universidad de Lima, Llona desenvolveu junto a Alejandra Acevedo entre 2013 e 2015. Trata-se da primeira iniciativa no Peru que se propôs a inventariar e documentar os edifícios mais importantes da produção peruana no período moderno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140665/michelle-llona-a-arquitetura-moderna-no-peru-esta-desaparecendoArchDaily Team
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos (3 Body Problem), para discutir sua trajetória profissional; os motivos que a levaram a estudar arquitetura; a transição de carreira para a cenografia; a evolução de cenógrafo/a a designer de produção; a experiência de se tornar designer de produção em Game of Thrones; suas responsabilidades no cargo; a relação entre cenários físicos e digitais (CGI); os desafios de trabalhar em diferentes projetos, e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140535/the-second-studio-podcast-deborah-riley-designer-de-producao-de-game-of-thrones-e-o-problema-dos-3-corposThe Second Studio Podcast
A massa térmica é a capacidade de um material de absorver, armazenar e liberar calor. Utilizado para moderar as temperaturas internas dos edifícios ao atenuar as oscilações térmicas, esse conceito é crucial para aumentar a eficiência energética. Materiais com massa térmica relativamente alta, como pedra, concreto, taipa de pilão e tijolo, conseguem absorver uma quantidade significativa de calor durante o dia e liberá-lo lentamente quando a temperatura cai à noite, reduzindo a demanda por sistemas de climatização. Propriedades como capacidade calorífica, condutividade térmica e densidade são fundamentais para avaliar a massa térmica de um material.
Uma abordagem holística do design e da arquitetura torna-se evidente ao explorarmos o trabalho do NO ARCHITECTURE, escritório com sede em Nova York fundado por Andrew Heid em 2014. O portfólio e as pesquisas do escritório revelam uma forma integradora de construir, por meio de projetos que demonstram uma forte conexão entre o ambiente edificado e seu entorno imediato, seja em paisagens naturais ou em contextos urbanos. Seus programas priorizam a flexibilidade, as possibilidades e a inclusão, colocando o bem-estar humano acima de tudo.
Em Londres, onde moro, existem 23 universidades. Juntas, essas instituições abrigam uma população de quase meio milhão de pessoas. Em uma cidade com quase 10 milhões de habitantes, 5% pode parecer pouco, mas é um número expressivo — equivalente, grosso modo, à população de Atlanta. Se reduzirmos a escala da cidade, essa proporção aumenta drasticamente. Nas vizinhas Oxford (150 mil habitantes) e Cambridge (125 mil habitantes), essa população acadêmica representa 40% e 33% do total, respectivamente. Nesses locais, o campus e o tecido urbano estão tão integrados que planejar um significa, quase que obrigatoriamente, planejar o outro.
Embora a abordagem sensorial no ambiente construído seja frequentemente baseada, em primeiro lugar, em aspectos visuais como a cor e a luz, à medida que nos aprofundamos na relação da arquitetura com os sentidos, surgem outros elementos essenciais, tais como aromas, texturas, sons e até sabores. Esses componentes são fundamentais para criar uma experiência profunda entre o/a usuário/a e o ambiente onde ela ocorre, demonstrando que o design e a experiência sensorial estão intrinsecamente conectados.
Dessa forma, o design sensorial oferece uma atmosfera imersiva para um espectro completo de sentidos, cuja percepção se estende além dos limites físicos. Um exemplo disso é o Vertical Panorama Pavilion, localizado em uma região da Califórnia (EUA) com uma forte identidade ligada à tradição vinícola. Esta estrutura, com uma cobertura de vidro composta por intercalares de PVB colorido, serve de abrigo para a hospitalidade. Inspirada na natureza, a cobertura do pavilhão desperta todos os sentidos: desde a textura do cascalho no caminho de pedestres até as correntes de vento locais e os aromas característicos da região.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140784/uma-cobertura-de-vidro-multicolorido-para-os-sentidos-abrigo-e-hospitalidade-o-pavilhao-panorama-verticalEnrique Tovar
A história do uso da cal na indústria da construção civil remonta a milhares de anos, atravessando culturas e comunidades em âmbito global. De fato, por volta do ano 4000 a.C., os antigos egípcios já empregavam cal virgem misturada com água como material de construção para suas pirâmides. Embora a cal apresente múltiplas aplicações nas indústrias alimentícia, agrícola, química, mineradora, siderúrgica, entre outras, na arquitetura ela representa um dos principais materiais de construção. Isso se deve à sua versatilidade, aderência, impermeabilidade, trabalhabilidade, rendimento, tempo de pega e durabilidade, que permitem a elaboração de argamassas de alvenaria, rebocos internos ou externos, entre outras funções.
Projeto desenvolvido por Revit. Imagem gerada por IA: VERAS. Image Cortesia de ZIGURAT
No âmbito da arquitetura, observa-se um crescente interesse dos consumidores por soluções integradas que ofereçam suporte abrangente em todas as fases de um projeto, que simplifiquem e otimizem cada fase do ciclo de vida dos projetos de construção, proporcionando maior eficiência e precisão. Isso perpassa etapas como a orçamentação, o planejamento e gerenciamento da obra, a gestão orçamentária de recursos e suprimentos, a compra de materiais e chega até a venda do imóvel.
Não é exagero dizer que Renzo Piano é um dos arquitetos mais unânimes que existem no mundo da arquitetura. Com uma obra que mescla respeito ao contexto, leveza e tecnologia para criar estruturas ambientalmente conscientes e esteticamente agradáveis, sua abordagem combina materiais avançados com técnicas tradicionais. Em projetos de diversas escalas, o arquiteto genovês mantém um fio condutor essencial: a implementação de estratégias arquitetônicas passivas, destacando a importância desses métodos para a sustentabilidade e a eficiência energética. Isso é frequentemente explicitado em seus croquis, como uma preocupação inicial, e se concretiza claramente nas obras finalizadas. Veja, a seguir, alguns exemplos em projetos icônicos desenvolvidos pelo seu escritório nas últimas décadas.
O We Live Architects (未见筑) é um escritório de design de vanguarda sediado em Chongqing. Caracterizado por uma prática orientada pela pesquisa e pela busca de originalidade, o estúdio conta com uma equipe criativa e internacional, cujos profissionais principais são graduados em conceituadas instituições de design nacionais e internacionais, como a Bartlett School of Architecture (UCL), a Escola de Arquitetura da Academia Central de Belas Artes (CAFA), Goldsmiths (University of London), a Universidade de Nottingham e a Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).
A partir de uma abordagem que integra humanidades e tecnologia, fundamentada na tríplice relação entre o ser humano e o meio ambiente, a sociedade e si mesmo, o escritório utiliza o espaço como plataforma. O trabalho de design é desenvolvido sob três dimensões — forma, morfologia e conceito —, com o compromisso de criar experiências espaciais singulares para a cidade.
O escopo de atuação do estúdio abrange desde a renovação urbana e edifícios públicos até o planejamento cultural e turístico e espaços comerciais. O portfólio inclui projetos de arquitetura e revitalização de alta qualidade, como o Edifício Amarelo de Liziba, o Jiangxiaobai Yi Mu San Fen Di, o Distrito de Curadores de Luxelakes e a Vila Jialing Bridge East.
Filosofia de Design O We Live Architects é um escritório de design vanguardista e, ao mesmo tempo, autêntico. Tendo a imaginação como ponto de partida e a originalidade como princípio, buscamos revelar a identidade singular de cada projeto; com a responsabilidade como pilar fundamental, controlamos todo o processo para garantir uma execução de alto padrão. Atuamos sintonizados com o ecossistema e com a época em que vivemos, transitando no limiar entre "o razoável e o proibido". Desafiamos premissas de projeto que sejam "imperfeitas, porém interessantes" e defendemos uma postura "talvez impopular, mas genuína". Focados na relação tríplice entre as pessoas e o ambiente, a sociedade e si mesmas, propomos o espaço como plataforma de experimentação, trabalhando a partir da forma, da morfologia e do conceito para criar dinâmicas e experiências singulares que inspirem novas perspectivas.
As paisagens urbanas metropolitanas trazem consigo o apelo da sofisticação, do luxo e da exclusividade. Seus horizontes cintilantes e sua energia vibrante atraem, anualmente, milhares de turistas e residentes em busca de experiências sofisticadas. Para atender a esse mercado, diversas marcas de renome e empresas do setor imobiliário se uniram para oferecer "branded residences" – uma tipologia moderna que transforma o viver com serviços de hotel em um privilégio cotidiano.
A origem do conceito de branded residences remonta a quase um século, mais precisamente a 1927, quando o Sherry-Netherland Hotel and Apartments, em Nova York, uniu forças ao famoso restaurante Sherry's. Na última década, essa tendência registrou um crescimento de 230%, com mais de 580 empreendimentos de 133 marcas diferentes, totalizando quase 100.000 unidades residenciais implantadas em todo o mundo. O motor dessa demanda vai além da estética e da imponência arquitetônica. Serviços e comodidades de padrão internacional, como spas, academias, cinemas privativos e serviços de concierge oferecidos por condomínios residenciais de luxo, reforçam uma sensação de exclusividade e indulgência.
Gazeley Regional Distribution Centre. Imagem cortesia de Kingspan
O isolamento desempenha um papel essencial nas edificações atuais — seja para proporcionar eficiência térmica visando reduzir a demanda de energia e mitigar as emissões de carbono, seja para atenuar a transmissão de ruídos e garantir o conforto acústico. Cada edificação apresenta requisitos específicos em relação ao tipo de isolamento necessário para pisos, coberturas, tetos e paredes. Para atender a essas diferentes demandas, a Kingspan desenvolveu uma gama de soluções holísticas de isolamento adequadas ao futuro do ambiente construído.
De produtos com menor pegada de carbono incorporado a materiais de base biológica, a redução do impacto ambiental é uma área de crescente importância. Ao mesmo tempo, a necessidade urgente de melhorar a eficiência térmica de edifícios existentes muitas vezes exige tecnologias de isolamento que possam se integrar às estruturas atuais sem demandar espessuras excessivas. Para sistemas de revestimento, a reação ao fogo pode ser tão importante quanto a condutividade térmica, enquanto para painéis acústicos que integram a decoração interna, a estética é tão crucial quanto a absorção sonora.