Considerado uma atividade extremamente necessária para as crianças e, ao mesmo tempo, em constante evolução, o brincar deixou de ser um conceito livre e informal para incorporar uma variedade de fatores voltados a fomentar o desenvolvimento físico, cognitivo, criativo e socioemocional. Estudado por nomes da pedagogia como Friedrich Fröbel, este se destacou por suas teorias sobre o jardim de infância, promovendo o desenvolvimento espontâneo por meio de atividades lúdicas. Com o tempo, isso lançou as bases de um conceito que se difundiu por toda a Europa no século XIX e chegou aos Estados Unidos com a criação do primeiro playground em Chicago, em 1892, marcando um ponto de virada na maneira como o espaço físico se relaciona com a diversão.
Mais de 100 anos depois, muita coisa mudou. Hoje em dia, as estruturas de lazer evoluem junto aos hábitos dos/as usuários/as e se adaptam a contextos onde historicamente não estavam presentes, como os espaços fechados e internos. Isso se deve, em grande medida, à otimização de suas dimensões, a melhorias técnicas e à aplicação de tecnologia de ponta que viabiliza materiais cada vez mais resistentes, versáteis e sustentáveis. Tudo isso hoje abre caminho para soluções que propiciam novas formas de vivenciar esses espaços, adquirindo uma abordagem alternativa que converge com o lazer. A partir dessa dinâmica, a Urbanplay apresentou um novo conceito de lazer para ambientes internos por meio das soluções modulares da Kompan, principal fabricante de equipamentos lúdicos de alto padrão no mundo. Essa abordagem se concentra na criação de áreas de lazer personalizadas, com o objetivo de potencializar a experiência dos/as usuários/as e fomentar atmosferas recreativas mais amigáveis, transversais e de fácil acesso.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140619/playgrounds-publicos-internos-a-evolucao-dos-espacos-comerciais-em-transformacaoEnrique Tovar
AI Generated Image (Gemini). Concept by Eduardo Souza (ArchDaily)
A cannabis tem sido amplamente utilizada ao longo da história da humanidade para uma variedade de fins: têxteis, papel, alimentos, medicamentos, biocombustíveis e mesmo as estigmatizadas drogas recreativas. Considerada uma das primeiras plantas cultivadas pela humanidade, sua história se estende por milênios e frequentemente se entrelaça com o universo da construção. O cânhamo, uma das variedades da cannabis, foi um material essencial na história da construção, reverenciado por sua excepcional resistência e versatilidade.
É evidente que a infraestrutura educacional é fundamental para qualquer comunidade. Quanto melhor for a qualidade desses espaços, melhor será o aprendizado de quem os utiliza. No entanto, esses estabelecimentos frequentemente desempenham uma função muito mais abrangente do que a meramente educativa. Em comunidades do Sul Global, em países como Peru ou Vietnã, onde grande parte da população vive em zonas rurais distantes dos centros urbanos, não apenas os espaços educativos são escassos, mas também faltam pontos onde toda a comunidade — e não apenas os/as estudantes — possa se reunir.
Com a conclusão dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, destaca-se a linguagem arquitetônica e o fenômeno urbano que transformaram a cidade para receber os locais de competição das Olimpíadas e das próximas Paralimpíadas. Distribuídas por toda a cidade e arredores, as intervenções integraram marcos icônicos e instalações modernas para abrigar uma ampla variedade de modalidades esportivas. Para além das arenas esportivas, os projetos também incluíram centros de visitantes singulares e alojamentos para atletas que continuarão a servir a população após o término dos eventos de verão.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de design, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem suas maiores frustrações no projeto de arquitetura. A dupla aborda elementos históricos mal adaptados; o uso inconsistente de materiais e detalhes em um projeto; corredores sem saída; falhas de execução na obra e muito mais.
Destaques e Minutagem
https://www.archdaily.com.br/pt/1140292/podcast-the-second-studio-o-que-mais-irrita-na-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Na Cidade do México, a icônica Casa Praxis(1975), projetada pelo renomado escultor, poeta e arquiteto mexicano Agustín Hernández Navarro, tornou-se o palco principal de "El Luchador" (O Lutador), um curta-metragem produzido pela Simon edirigido pelo escritório RA! Arquitectos ao lado dos cineastas René Batista e Tito Sánchez. O filme marca o lançamento da 5ª edição do Living Places-Simon Architecture Prize. A Simon, empresa familiar centenária especializada em iluminação, energia e gestão de espaços, é reconhecida globalmente por seu compromisso com a excelência arquitetônica.
A história do filme acompanha a jornada de um jovem sonhador que entra na casa para viver sua maior fantasia: tornar-se um lutador, enquanto enfrenta acontecimentos inesperados. O curta destaca o poder dos espaços oníricos de realizar os desejos de seus habitantes, ilustrando que, por trás de cada espaço habitado, existe um/a arquiteto/a com uma história para contar.
À medida que o mundo testemunha um êxodo sem precedentes das áreas rurais para as urbanas, as cidades enfrentam um desafio monumental: como acomodar uma população em constante crescimento? Esse fenômeno, caracterizado pelo rápido crescimento populacional e pelo aumento da densidade, pressiona recursos, infraestruturas e serviços urbanos. Diante de problemas complexos que exigem soluções ainda maiores, torna-se mais necessário do que nunca repensar as ferramentas à nossa disposição. Nesse contexto desafiador, o surgimento de tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), a análise de dados e a inteligência artificial (IA) apresenta-se como uma luz no fim do túnel. Essas tecnologias, inicialmente concebidas para simplificar tarefas cotidianas e facilitar a comunicação, constituem instrumentos potenciais para viabilizar respostas eficazes aos desafios urbanos contemporâneos.
Os diretores da National Public Radio (NPR) achavam que tinham um plano sólido. Há mais de uma década, eles começaram a planejar novos escritórios no bairro de NoMa, em Washington, D.C., para consolidar 800 funcionários em três edifícios. O projeto de reuso adaptativo de um antigo galpão, orçado em US$ 201 milhões, somado a uma nova torre de sete andares, foi inaugurado em 2013 com pés-direitos monumentais, uma academia 24 horas, um café gourmet com chef residente e dezenas de bicicletários para incentivar o uso da bicicleta. Há apenas um problema: quase ninguém trabalha lá hoje em dia.
Pelo menos três quartos das baias de trabalho compactas que tomam andares inteiros do edifício estavam estranhamente vazios durante uma visita guiada da convenção anual do American Institute of Architects (AIA), realizada em junho — e isso não se devia ao fato de os repórteres estarem na rua cobrindo pautas. Devido às políticas de trabalho remoto, poucos profissionais de redação e edição usufruem dos US$ 44 milhões investidos em equipamentos de áudio e multimídia de ponta, além dos 14 estúdios e seis cabines de gravação do edifício.
Nas primeiras décadas do século XXI, Honduras registrou índices de criminalidade e violência mais elevados que os de seus vizinhos na América Central. Essa situação fez com que o país fosse amplamente evitado por visitantes e investidores. No entanto, isso não impediu que Tegucigalpa, sua capital, vivenciasse uma explosão de empreendimentos residenciais e de escritórios que hoje redesenham seu skyline. Caracterizada por uma topografia singular e clima tropical, a cidade serviu como campo de testes para princípios urbanísticos modernistas que contribuíram para transformar um pequeno vilarejo de mineração em uma das maiores metrópoles da América Central.
Vencer desníveis com conforto e aproveitar o espaço de forma eficiente é a principal função das escadas. Sua invenção não é atribuída a um único indivíduo ou civilização específica, tendo evoluído de forma independente em várias culturas ao longo da história. As primeiras evidências de escadas são encontradas na antiga Mesopotâmia, no Egito e na civilização do Vale do Indo, com exemplos notáveis como os zigurates da Mesopotâmia e a Grande Pirâmide de Gizé. Os gregos e romanos refinaram ainda mais o design e, durante o período medieval, as escadas em caracol eram comuns nos castelos por suas funções defensivas. O Renascimento trouxe exemplos ainda mais elaborados e decorativos, feitos de pedra, mármore e, mais tarde, de ferro e aço. Na era moderna, surgiram inovações com concreto e componentes pré-fabricados, refletindo avanços nos materiais e na engenharia. As escadas flutuantes, por exemplo, tornaram-se uma tendência ao ampliar visualmente o espaço e melhorar a iluminação natural do ambiente. Elas se caracterizam por um design elegante e minimalista, no qual os degraus parecem flutuar no ar sem suportes visíveis, sendo fixados em uma única parede.
Centro de Serviços para Membros do Partido e Comunidade da Vila de Lujia, Zona Econômica Aeroportuária de Zhengzhou | Edifício Público | Em Construção | 2023-2024
Fundado em Paris em 2010, o Wild City Studio estabeleceu o escritório Wild City Factory em Pequim em 2015. Trata-se de um escritório de arquitetura interdisciplinar, inovador e experimental, cujas pesquisas e práticas abrangem arquitetura, urbanismo, paisagismo, design de interiores e expografia, curadoria de arte, planejamento de eventos, produção de conteúdo, fusão entre arte e tecnologia, desenvolvimento do metaverso, entre outras áreas.
O fundador e arquiteto titular, Ye Cheng, graduou-se em Ciências da Terra pela Universidade de Nanjing e posteriormente ingressou na École Spéciale d'Architecture (ESA) em Paris, onde seu projeto de graduação recebeu o prêmio anual da instituição. Ele foi o primeiro cidadão chinês a receber o "Prêmio Jovem Artista" do Institut de France. Com mais de uma década de vivência na França, aliando uma formação científica ao campo das artes e da arquitetura, Ye Cheng destaca-se na China como uma figura emblemática da integração transdisciplinar e transcultural. Como curador, realizou diversas exposições de grande porte na China e no exterior, incluindo as cinco edições da mostra de arte arquitetônica "Reconstructing Utopia", a série de exposições de arquitetura contemporânea sino-francesa "Interconexão Urbana" em celebração ao 60º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, a exposição de instalações e ensaios visuais de arquitetura contemporânea chinesa "Unknown City", a exposição principal da Beijing Design Week 2015, o primeiro Festival de Lanternas Artísticas dos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing em 2019, a exposição de arte digital "Along the River During the Qingming Festival 3.0" em Hong Kong, e a exposição "Architecture of Emotion" no Pavilhão do Laboratório de Paris. Suas grandes instalações e obras de arte espacial, como Huntian City, Empty Shanshui, Net City, Hyper-Axis, Ecological Mandala e Wormhole City, fundem a filosofia e a estética orientais com a tecnologia moderna, propondo uma visão poética de "Shan-Shui Urbano Oriental" para os espaços urbanos e as formas sociais do futuro. Em paralelo, Ye Cheng produziu de forma independente o curta-metragem de ficção científica Interstellar Folding, utilizando a linguagem cinematográfica para elucidar seu conceito de cidade espacial da "Grande Baía Interestelar". Em 2022, como urbanista-chefe da cidade virtual "Meta City" (元邦), colaborou com a Meta Media e a Baidu no desenvolvimento deste aplicativo de metaverso pioneiro no cenário internacional, inaugurando a vertente do metaverso "Futurismo Oriental", que funde filosofias orientais e ocidentais com teorias urbanas.
Filosofia de Projeto O escritório Wild City Factory pauta-se continuamente pela filosofia de projeto da "ontologia do espaço". Do espírito à matéria, do ser humano ao mundo, do real ao virtual, todas as questões são, em última análise, indissociáveis do espaço. Tudo parte do espaço, ancora-se no presente e transita pela tríplice dimensão temporal do passado, presente e futuro. O espaço não é apenas um receptáculo, mas um elemento de conexão. O espaço conecta pessoas, conecta espaços e conecta pessoas ao próprio espaço. Ele reside tanto no instante efêmero quanto na eternidade do tempo. Nesse sentido, da arquitetura à arte, da expografia à escrita, da observação à crítica, toda a produção do Wild City Factory articula-se em torno da problemática espacial, compreendendo o espaço como a raiz de todas as questões.
Nossa atuação externa consiste em explorar, perceber, conceber, construir, desconstruir, destituir e regenerar o espaço a partir de sua própria finitude. Já nossa busca interna reside em atravessar continuamente o "entre" (间) na infinitude do espaço, aproximando-nos do "vazio" (空) essencial — ou seja, da ontologia do espaço.
O Wild City Factory defende a máxima de que "projetar é resolver problemas" e adota a estratégia espacial da trindade "Espaço-Conteúdo-Evento", realizando análises aprofundadas do contexto de cada projeto para integrar esta filosofia e metodologia espacial a soluções inovadoras. Essa abordagem reflete a natureza multifacetada, multidirecional e transfronteiriça da atuação interdisciplinar do escritório.
Na busca por conservar certos traços arquitetônicos, históricos e culturais das habitações catalãs originais, a renovação de apartamentos é concebida como um meio de conexão entre o passado e o presente através da recuperação e/ou restauração de revestimentos, pisos, esquadrias, fachadas, entre outros. A história da cerâmica na Espanha evoluiu com o passar dos anos, atravessando períodos de florescimento produtivo e também de declínio. No entanto, a linguagem expressiva, a versatilidade e a adaptabilidade dos ladrilhos hidráulicos à tradição e ao futuro destacam-se na espacialidade interna e externa das residências, com sua ampla combinação de cores, texturas e padrões.
As manchetes recentes do continente africano evidenciam uma série de questões urgentes que afetam seus centros urbanos: inundações severas ameaçam Nairóbi, a capital do Quênia; o sistema de VLT em Adis Abeba, na Etiópia, cambaleia após um início promissor. Enquanto isso, no Cairo, capital do Egito, os gastos com novas infraestruturas e habitação se mostraram excessivos e exigiram um resgate financeiro governamental. As cidades africanas enfrentam uma infinidade de desafios, mas também guardam o potencial de transformar a vida de milhões de pessoas. Diante das profundas semelhanças históricas entre a América do Sul e a África, o contexto sul-americano pode servir tanto de referência quanto de exemplo positivo para o enfrentamento dessas questões no âmbito urbano.
Durante décadas, a indústria da construção seguiu um ritmo familiar: o projeto vinha primeiro, os materiais vinham depois. A necessidade urgente de edifícios sustentáveis quebrou essa rotina. A seleção de materiais já não é uma consideração tardia, mas sim uma decisão crítica tomada logo no início, com potencial para reduzir drasticamente a pegada ambiental de um projeto. Essa mudança é ainda mais crucial diante do apetite da indústria da construção por matérias-primas — impressionantes 3 bilhões de toneladas extraídas anualmente. Para navegar por esse novo cenário, as bibliotecas de materiais digitais e as avaliações orientadas por dados surgem como ferramentas poderosas, criando uma cultura na qual a materialidade assume o papel central para moldar um ambiente construído mais sustentável.
Projeto vencedor do Prêmio de Mérito de Tese de Pós-Graduação 2023 por Mackenzie Champlin com o orientador Ramiro Diaz Granados
Há mais de 50 anos, o SCI-Arc impulsiona estudantes a conduzirem a liderança do design em novas direções. Reconhecido por sua abordagem de vanguarda e por seu compromisso em desafiar os limites da arquitetura, o programa de Mestrado em Arquitetura 1 (M.Arch 1) do SCI-Arc exemplifica essas qualidades por meio de um currículo estruturado de forma singular e voltado para o futuro. Ao promover a competência técnica e o discurso crítico, o programa M.Arch 1 projeta seus/suas egressos/as para o sucesso duradouro não apenas na arquitetura, mas também em setores criativos de ponta, como inteligência artificial, jogos digitais, realidade virtual e construção de mundos cinematográficos.
À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?
Reconhecido como uma das Melhores Práticas Emergentes de 2024 do ArchDaily, (ab)Normal está redefinindo os limites da inspiração, da arquitetura e do design contemporâneos. Sediado em Milão, este estúdio interdisciplinar liderado pelos/as arquitetos/as Mattia Inselvini, Davide Masserini e Luigi Savio busca fundir de forma fluida arquitetura, design de produto e direção criativa em uma prática coesa. Fundado em 2017 em parceria com Marcello Carpino, o trabalho do (ab)Normal abrange diversos campos, incluindo arte, cultura, design, interiores e moda. Seus projetos atravessam múltiplas escalas e formatos, transitando entre o virtual e o tangível, o efêmero e o permanente, o especulativo e o comercial, ao mesmo tempo que integram elementos icônicos a referências da cultura popular, concentrando-se nas implicações do progresso tecnológico. Atuando como direção criativa para o ambiente construído, o (ab)Normal opera em diversas escalas e formatos, movendo-se entre o virtual e o tangível, o efêmero e o permanente, o performático e o estático.
O horizonte de Nova York narra a longa relação da região com a inovação e o estilo arquitetônico. Entre os diversos materiais que revestem o ambiente construído da cidade, a terracota assume uma relevância singular. Esse material à base de argila foi um elemento marcante em edifícios do final do século XIX até a década de 1920 e, após um breve hiato, experimenta uma retomada no design contemporâneo. Esse resgate presta homenagem ao patrimônio arquitetônico da "Grande Maçã", ao mesmo tempo que lidera um movimento em prol de materiais sustentáveis na metrópole.
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Seafront Villas. Imagem cortesia de MODplus
Cada nova ideia de design demanda uma solução projetual única. Mesmo o conceito mais brilhante necessita de suporte para se transformar em algo tangível, belo e em uma experiência completa.
A instalação de 5.500 m² da MODplus em Thiva, na Grécia, integra um estúdio de design e uma fábrica de última geração, contando com uma equipe dedicada à produção sob medida de mobiliário premium para residências, hotelaria, varejo e espaços de trabalho contemporâneos em todo o mundo. O espaço funciona como um polo de soluções e produção inovadora, com departamentos especializados em marcenaria, moldagem a vácuo, pintura industrial, metalurgia, estofaria e moldagem em poliuretano. Ao longo dos anos, a empresa consolidou parcerias estreitas com seus clientes, criando experiências singulares por meio do mobiliário. Até o momento, cada projeto desenvolvido representou um diálogo colaborativo, auxiliando profissionais de design a concretizarem o que, muitas vezes, começa apenas como uma ideia abstrata.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140699/mobiliario-sob-medida-para-design-exclusivo-em-hoteis-residencias-e-espacos-comerciaisMark C. O'Flaherty
Videoclipe do 2 World Trade Center / BIG, Squint/Opera. Imagem cortesia de BIG
Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.
Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.
Um relatório recente vindo da Nigéria, elaborado pelo Ministério da Agricultura, prevê que pelo menos 31,5 milhões de pessoas possam enfrentar uma crise alimentar e nutricional entre junho e agosto deste ano. Estes dados alarmantes evidenciam a gravidade da crise de abastecimento que tem escalado progressivamente nos últimos anos. A alta dos preços de frutas e legumes e a consequente escassez nos mercados locais já são evidentes, à medida que alimentos básicos desaparecem das mesas. Essa situação projeta um futuro sombrio para o país, onde a maior parte da população já luta para garantir o sustento básico, mesmo em períodos mais favoráveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140708/agricultura-urbana-um-caminho-sustentavel-para-superar-a-crise-alimentar-em-curso-na-nigeriaMathias Agbo, Jr.
A maneira como percebemos o espaço é um aspecto crucial da arquitetura e do design de interiores, influenciando profundamente nossa interação com o ambiente. Nesse sentido, a percepção espacial é moldada por elementos como a disposição do mobiliário, a iluminação, as escolhas de cores e os materiais. Estes últimos são particularmente significativos, pois um mesmo material pode ser empregado de diversas maneiras, resultando em atmosferas com características únicas.
O revestimento canelado é um excelente exemplo do potencial de variação no uso de materiais. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear projetado para decorar paredes e tetos internos. Podem ser aplicados em diversas superfícies, embora devam ser utilizados apenas em áreas livres de umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações. Dependendo de sua disposição e do tipo de canelado, essas configurações podem modificar a experiência espacial ao destacar, direcionar, envelopar e equilibrar visualmente residências, escritórios, espaços comerciais e outros ambientes.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140742/como-usar-revestimento-canelado-em-paredes-internasEnrique Tovar