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Revitalizando ecossistemas urbanos: 4 projetos que reconectam as cidades com seu patrimônio hídrico

A arquitetura da água sempre desempenhou um papel fundamental ao longo da história humana. Dos aquedutos da Roma Antiga aos grandes canais de Veneza, a água não apenas sustentou a vida, mas também teve papel crucial na configuração do ambiente urbano. Ela facilitou o comércio, nutriu terras agrícolas e proporcionou um senso de pertencimento e identidade a diferentes comunidades. Apesar desse protagonismo histórico, durante o século XX, muitas cidades optaram por canalizar e enterrar seus cursos d'água, principalmente por razões de segurança e higiene, uma vez que esses canais frequentemente funcionavam como esgotos a céu aberto.

No cenário atual de rápida urbanização, em que as cidades dominam a paisagem, a água vem sendo redescoberta como um vetor de regeneração ecológica. Há um movimento crescente para reabrir e renaturalizar os cursos d'água urbanos, restaurando-os como corredores ecológicos vitais dentro da cidade. Cada vez mais cidades voltam sua atenção para a água na tentativa de se reconectar com a natureza e criar espaços onde a vida urbana e os ecossistemas naturais possam coexistir harmoniosamente. Essa tendência crescente reflete uma compreensão mais profunda da água não apenas como um recurso, mas como uma ponte para um futuro mais sustentável e resiliente para nossas cidades.

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Cabanas de Esqui Inovadoras na Islândia: Projetos Premiados do Concurso Internacional da Buildner

A Buildner concluiu recentemente seu Iceland Ski Snow Cabin International Design Competition, convidando arquitetos/as e designers a criarem uma cabana de esqui acolhedora e ecológica que se integre harmoniosamente à impressionante paisagem da Islândia. O objetivo do concurso era desenvolver propostas práticas e sustentáveis que oferecessem um refúgio para quem pratica esqui, equipado com comodidades essenciais, como armazenamento de equipamentos e um espaço comum acolhedor. O desafio foi ambientado na região de Mývatn, uma área pitoresca no norte da Islândia, famosa por suas belezas naturais impressionantes, incluindo o Lago Mývatn, as crateras de Skútustaðagígar e a maravilha geotérmica da caldeira de Krafla.

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Além da arquitetura verde: 5 projetos no Oriente Médio que redefinem o paisagismo

A arquitetura paisagística tradicionalmente se associa à vegetação exuberante, uma relação enraizada no desenvolvimento histórico de jardins e parques como espaços que trazem a natureza para as áreas urbanas. Essa ligação com o verde está profundamente arraigada nas origens do campo, onde a criação de refúgios verdejantes era vista tanto como esteticamente agradável quanto benéfica para o bem-estar humano. No entanto, em regiões como o Oriente Médio, onde a escassez de água e os climas áridos são mais predominantes, há uma tendência crescente de utilização de materiais locais, como areia, pedra, minerais e plantas nativas. Essa mudança reflete uma abordagem mais sustentável, reimaginando o paisagismo em consonância com os contextos ambientais e culturais da região.

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Refutando o mito de que estruturas pré-fabricadas são rígidas e pouco atrativas

Generative AI (Gemini / Google DeepMind). Concept: Eduardo Souza / ArchDaily

O termo "pré-fabricado" pode evocar imagens de construções padronizadas e sem variação, lembrando a arquitetura utilitária e repetitiva do período pós-guerra, onde a urgência por habitação rápida e econômica levou à criação de unidades uniformes e, muitas vezes, monótonas. No entanto, a realidade contemporânea é bem diferente. Com o avanço das tecnologias e métodos de construção, a pré-fabricação evoluiu para se tornar sinônimo de inovação, adaptabilidade e design personalizado. Hoje, essa técnica permite a criação de espaços multifuncionais e flexíveis, que respondem não apenas às necessidades práticas, mas também às demandas estéticas e sustentáveis da arquitetura moderna, com integração de materiais de ponta e com a inclusão de novas tecnologias, atendendo às demandas contemporâneas por personalização e adaptabilidade. 

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Megacidades, megaprojetos e megafavelas: explorando a urbanização na Índia

Impulsionada pelas ardentes aspirações de crescimento e desenvolvimento da nação, a paisagem social, econômica e física da Índia se transformou. Uma parcela significativa da população da região está em idade ativa e constitui um mercado de dimensões massivas, tornando a Índia uma terra de oportunidades, especialmente aos olhos de investidores/as estrangeiros/as.

Refletindo esse contexto, múltiplas megacidades e megaprojetos caracterizam o ambiente construído e impulsionam a nação rumo ao status de superpotência. Por outro lado, esses projetos visionários, somados à tendência de rápida urbanização, também trazem consigo uma série de efeitos colaterais — a disseminação de assentamentos informais e, consequentemente, os desafios para o desenvolvimento equitativo.

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Top 20 Vencedores do A' Design Award na Categoria de Design de Arquitetura, Edificações e Estruturas

O A' Design Award foi criado para destacar o melhor do design em todo o mundo. O prêmio internacional serve como uma plataforma para profissionais de design, arquitetura e inovação de todas as disciplinas apresentarem seus trabalhos a um público global. As inscrições para a edição de 2024-2025 já estão abertas.

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A essência dos materiais naturais: Explorando porcelanatos tipo pedra em ambientes residenciais

Os porcelanatos se consolidaram como uma opção versátil na arquitetura contemporânea graças à sua ampla gama de formatos e superfícies. Especialmente no que diz respeito às texturas, esses revestimentos se destacam por sua capacidade de capturar a essência de materiais naturais, traduzindo sua estética e detalhes. Ao mesmo tempo, mantêm as vantagens técnicas inerentes aos revestimentos porcelânicos, como durabilidade e resistência, oferecendo um equilíbrio perfeito entre apelo visual e funcionalidade.

No projeto residencial, as qualidades desses revestimentos adquirem uma relevância ainda maior. Com a evolução da estética residencial, observa-se um retorno constante aos materiais naturais, como a pedra, em diferentes acabamentos e tonalidades. A capacidade dos porcelanatos de emular essas materialidades atemporais permite criar atmosferas únicas no design de interiores desses espaços. Seu uso, combinado a outros materiais e elementos decorativos, possibilita a criação de ambientes esteticamente harmoniosos e bem integrados.

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O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente

A superprovisão tradicionalmente implica oferecer mais do que o necessário, muitas vezes carregando uma conotação negativa devido ao potencial de excesso e desperdício. No entanto, haveria cenários no ambiente construído em que a superprovisão se mostra vantajosa? Essa questão examina criticamente como o superdimensionamento pode aumentar a flexibilidade de um edifício e sua adaptabilidade a condições diversas e em constante evolução.

A premissa subjacente de prover com precisão o que é necessário para um edifício é que as partes interessadas — incluindo proprietários/as, arquitetos/as e designers — possam prever e atender com exatidão às necessidades atuais e futuras de uma estrutura. Essa suposição, contudo, é difícil de se concretizar, já que mudanças sociais, econômicas e culturais frequentemente ocorrem de maneiras imprevisíveis. Nesse contexto, a superprovisão surge como uma estratégia contraintuitiva, mas potencialmente benéfica. À medida que edifícios e estruturas inevitavelmente se transformam, aqueles projetados com adaptabilidade inerente reduzem a necessidade de reformas onerosas ou reconstruções completas.

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Arquitetura além da humanidade: projetando para espécies não humanas

Seriam os seres humanos os únicos guardiões do ambiente construído? Para grande parte dos/as profissionais de arquitetura e urbanismo, os espaços são projetados com foco nas necessidades, no conforto e na saúde humana. Um ordenamento espacial, tanto nos espaços construídos quanto na malha urbana, estabelece o ser humano como o/a único/a usuário/a padrão. No entanto, por mais que a humanidade tenha influenciado a trajetória do planeta, outras espécies desempenham um papel crucial no desenho, na formação e na manutenção das paisagens urbanas do século XXI.

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Detalhes arquitetônicos do movimento Bauhaus: Revisitando as quinas de vidro e a construção em aço tubular

O design da Bauhaus influenciou a nossa sociedade contemporânea de maneiras óbvias e sutis. Exemplos icônicos incluem os designs de Marcel Breuer, como a Cadeira Wassily e a Cadeira B55, a tipografia da Bauhaus e os princípios do design gráfico que enfatizam linhas limpas, cores primárias e formas geométricas. No entanto, os detalhes construtivos arquitetônicos do movimento Bauhaus são bem menos discutidos. Embora a maioria das pessoas identifique facilmente os edifícios modernos ou da Bauhaus por suas formas geométricas, funcionalidade e materiais industriais, seus detalhes arquitetônicos costumam ser negligenciados. Eles não apenas ecoam a linguagem de design das renomadas peças de mobiliário de Breuer, mas também influenciaram os célebres detalhes arquitetônicos em vidro de Mies van der Rohe. Como os detalhes da Bauhaus eram executados e como eles poderiam ser traduzidos em detalhes contemporâneos hoje?

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Under Bridge: Anunciados os vencedores do 17º Concurso de Habitação de Interesse Social da Buildner

Buildner revelou os resultados do seu Under Bridge Affordable Housing Challenge, a 17ª edição de sua série de concursos de habitação acessível, cujo foco foi propor soluções de projeto para enfrentar os desafios habitacionais em cidades de todo o mundo. O objetivo da competição foi transformar áreas negligenciadas sob pontes, convertendo espaços ociosos ou vazios em metrópoles em expansão em comunidades vibrantes e prósperas.

O concurso convidou os/as participantes a selecionar qualquer local "sob pontes" no mundo, considerando fatores como acessibilidade, infraestrutura disponível e de que maneira a solução proposta se integraria à comunidade ou cidade existente. Os projetos precisavam demonstrar adaptabilidade, garantindo o atendimento a diversas necessidades e, ao mesmo tempo, mantendo-se economicamente viáveis e sustentáveis. A Buildner e seu júri buscaram propostas práticas, escaláveis e ecologicamente corretas para revolucionar esses espaços negligenciados. A iniciativa incentivou o pensamento criativo e soluções habitacionais inovadoras que desafiam as abordagens convencionais.

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Um sistema para a transformação do espaço público: conheça a obra do Coletivo C733 no México

Em 2019, a Secretaría de Desarrollo Urbano contratou a Facultad de Arquitectura de la Universidad Nacional Autónoma de México para convocar um concurso voltado ao desenvolvimento de obras públicas de pequena escala em regiões vulneráveis do norte do México. Na ocasião, Gabriela Carrillo, Carlos Facio, José Amozurrutia, Eric Valdez e Israel Espín, profissionais formados pela referida universidade, uniram-se para participar do desafio com sua proposta. Convencidos da importância de se estruturarem como equipe e compreendendo que a arquitetura surge desses momentos de discussão coletiva, troca de ideias e posicionamentos, além do compartilhamento de conhecimentos e experiências de cada um, criaram o coletivo de arquitetura C733.

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Projetando para dois mundos: como a exploração espacial está moldando o futuro da arquitetura na Terra

A exploração espacial não é apenas um testemunho da ambição humana ou uma busca por novos territórios e recursos. Nossas incursões além da atmosfera terrestre são movidas por um propósito mais profundo: compreender melhor nosso lugar no cosmos e desenvolver inovações pioneiras capazes de transformar a vida em nosso próprio planeta.

Ainda que as viagens além do nosso planeta mexam com a imaginação, o verdadeiro impacto da exploração espacial pode ser sentido muito mais perto de nós. A opinião pública costuma encarar a exploração espacial como um esforço distante, com pouca relevância para os desafios terrestres. No entanto, essa perspectiva desconsidera as contribuições substanciais dos programas espaciais para o nosso mundo. Ao impulsionar a inovação tecnológica, expandir nosso conhecimento científico e inspirar futuras gerações, a exploração espacial tem se mostrado um catalisador inestimável para enfrentar questões globais.

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Ricardo Greene: “Talvez o tédio defina as cidades não metropolitanas”

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o sociólogo chileno e acadêmico da Universidade San Sebastián Ricardo Greene, editor do histórico livro "Ciudad Fritanga", publicado pela Editorial Bifurcaciones em 2014.

Em "Ciudad Fritanga⁠", estão reunidas 34 crônicas sobre cidades chilenas não metropolitanas como Arica, Talca e Punta Arenas, sob o olhar de poetas, artistas e escritores/as como Lina Meruane, Jorge Baradit, Marcelo Mellado e María José Navia.

"Quando se escreve sobre cidades, escreve-se sobre Londres, Berlim e Nova York.  Essa é a crônica urbana. No entanto, as cidades não metropolitanas também são cidades", comenta Greene nesta entrevista.

IA em Ação: Como o D5 Render Potencializa a Eficiência do Projeto Arquitetônico para a KPF

No campo da arquitetura, a integração da Inteligência Artificial (IA) já não é uma visão de futuro, mas uma realidade presente que transforma a maneira como os projetos são concebidos e executados. À medida que o renomado escritório global de arquitetura Kohn Pedersen Fox (KPF) redefine os limites da inovação, a empresa adotou estrategicamente o D5 Render, uma ferramenta avançada de renderização em tempo real baseada em IA, para otimizar a eficiência de seus projetos.

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Geométrico, rústico e marmorizado: Tendências cerâmicas para interiores em tons terrosos

A cerâmica é um material intrinsecamente versátil: as tecnologias avançadas de impressão permitem uma infinidade de possibilidades em termos de cores, texturas e padrões. Por isso, é amplamente utilizada em interiores ao redor do mundo, pois combina resistência, baixa manutenção, facilidade de instalação, preço competitivo e a estética ideal para transformar ambientes de acordo com a visão do(a) designer. As tendências e modas são parte natural do design de interiores, e estar na vanguarda é crucial para criar espaços que sejam tanto contemporâneos quanto atemporais. Seja através das linhas limpas dos padrões geométricos, da sensação acolhedora dos acabamentos rústicos ou da elegância atemporal das superfícies marmorizadas, cada tendência oferece algo único para realçar o caráter de qualquer espaço.

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Zaida Muxí: “Ninguém resolve uma vida familiar em 35 metros quadrados”

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta argentino-espanhola Zaida Muxí, autora do livro “Mulheres, casas e cidades”, publicado pela dpr-Barcelona em 2018.

Em “Mulheres, casas e cidades”, Muxí propõe uma reescrita da história da arquitetura e do urbanismo ao incorporar as contribuições de tantas mulheres que foram silenciadas nas histórias gerais.

“Se quisermos entrar em jogos de mercado, a moradia nunca será um direito”, postula Muxí nesta entrevista.

De conchas de madeira a painéis de policarbonato: os materiais que moldam espaços esportivos flexíveis

O Coliseu Romano é indiscutivelmente o local versátil mais icônico do mundo. Embora essa estrutura não tenha sido projetada para atividades esportivas, sediou diversos eventos, desde os conhecidos combates de gladiadores até performances teatrais e a dramática naumachia (batalhas navais). Isso demonstra que o uso flexível do espaço é relevante desde os tempos antigos. Séculos depois, no contexto do sempre mutável ambiente construído e desenvolvimento urbano, os locais esportivos também evoluíram, tornando-se exemplos notáveis de espaços multifuncionais.

Esses complexos atléticos se transformaram de locais altamente especializados em estruturas dinâmicas e multifuncionais. Seja sediando grandes eventos internacionais, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, ou servindo como pontos de encontro para comunidades locais, esses espaços encontram um delicado equilíbrio entre atender às necessidades de esportes específicos e manter a flexibilidade para acomodar uma variedade de atividades. Como essas funções diversas coexistem e se interconectam? Esta análise explorará como as instalações esportivas são configuradas como centros flexíveis para outras disciplinas e atividades do dia a dia.

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Sete maneiras como o SketchUp ajuda você a entregar projetos com mais eficiência

Seja você profissional de arquitetura ou de design de interiores, ter as ferramentas certas pode fazer toda a diferença para otimizar seu fluxo de trabalho. O SketchUp conta com ferramentas potentes que ajudam milhões de profissionais a acelerar o desenvolvimento de seus projetos. A seguir, apresentamos sete maneiras pelas quais este software de modelagem 3D e design pode ajudar você a alcançar seus objetivos.

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Moldando o espaço com curvas: explorando a fluidez arquitetônica de 4 projetos de aeroportos modernos no Sul e Leste da Ásia

Os aeroportos modernos tornaram-se, cada vez mais, símbolos de inovação arquitetônica, indo além de sua função principal como hubs de transporte para se transformarem em marcos urbanos significativos. Uma tendência marcante no design contemporâneo de aeroportos é o uso de formas curvas para criar espaços fluidos e dinâmicos que potencializam tanto a funcionalidade quanto o impacto visual. Viabilizadas pelos avanços na tecnologia de construção, essas curvas permitem interiores mais flexíveis e amplos, além de projetos que se integram melhor às paisagens naturais e aprimoram a circulação e a experiência das pessoas.

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Enscape Impact: O mais novo aliado no fluxo de trabalho de projeto para a sustentabilidade

No mundo de hoje, as mudanças climáticas representam um dos nossos desafios mais urgentes, com o ambiente construído sendo responsável por quase 40% das emissões globais de carbono. Diante disso, como nós, profissionais do setor de AEC, podemos destacar nosso papel na mitigação desse impacto?

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Estratégias simples de projeto para o calor extremo

Quem caminha durante o verão em uma cidade como Boston sabe que se gasta um tempo considerável traçando rotas que ofereçam sombra. No entanto, não posso usar isso como minha única desculpa para a falta de foco. Sendo realista, estou com a atenção dispersa. As manchetes turbulentas sobre a eleição presidencial nos EUA, a iminência de uma conferência climática da ONU sem precedentes e a expressão “década de ação decisiva” pesam muito sobre os meus ombros. Embora seja fácil se deixar levar pelos acontecimentos atuais, nós que dispomos de soluções precisamos manter o foco.

Uma expressão japonesa talvez útil a se lembrar é “kotsu kotsu”, que significa essencialmente desacelerar, focar na tarefa em mãos e realizá-la bem. As temperaturas estão atingindo níveis recordes, as pessoas estão sofrendo. Como apontou uma carta recente da COP da ONU, “tempo perdido significa a perda de vidas, de meios de subsistência e do planeta”. Resfriar nossas cidades e comunidades tornou-se mais importante do que nunca.

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Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala

O benefício comunitário é um dos principais aspectos destacados ao anunciar um novo projeto público, especialmente no caso dos ginásios esportivos, que prometem melhorias no bem-estar e na coesão social. Existem duas tipologias de ginásios esportivos, cada uma com diferentes níveis de envolvimento com a comunidade: por um lado, há grandes arenas dedicadas a competições internacionais, que podem acomodar milhares de pessoas e se tornam marcos modernos, semelhantes aos estádios. Por outro lado, existem ginásios de menor escala, geralmente anexados a escolas e localizados em bairros ou áreas rurais com acesso limitado a outros serviços públicos. Embora muitas vezes sua presença seja subestimada, esses ginásios desempenham um papel multifuncional importante, oferecendo oportunidades para praticar esportes, promover conexões, organizar eventos e apoiar diversas atividades comunitárias.

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Construindo espaços de aprendizagem ao ar livre: 5 projetos comunitários da Semillas no Peru

Como é possível abrir os espaços educativos para o exterior e quais são as condições adequadas para o seu desenvolvimento? Quais estratégias bioclimáticas podem ser implementadas para contribuir com o conforto ambiental e a preservação cultural das comunidades? Ao conceber espaços de aprendizagem ao ar livre e diluir os limites entre interiores e exteriores, as dinâmicas das infraestruturas educativas projetadas pela associação Semillas na selva peruana convidam a refletir sobre as oportunidades de encontro, reunião e participação comunitária entre estudantes, famílias e moradores locais. Ligada aos usos e costumes do lugar, essa concepção de espaço representa uma forma de habitar na qual a implementação de estratégias bioclimáticas aliada à utilização de materiais e técnicas construtivas locais se unem para criar uma arquitetura em relação ao seu entorno e sua própria história.

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