Tecnologias vernaculares de construção baseiam-se em séculos de sabedoria prática, fruto de inúmeras tentativas e erros. Isso tende a eliminar tudo o que é irrelevante, criando sistemas altamente eficientes e simples, intrinsecamente adaptados ao clima e aos recursos locais. Para construções em climas frios, por exemplo, tais soluções evidenciam maneiras de conservar calor com o mínimo de consumo de energia, oferecendo insights valiosos para construções modernas, promovendo eficiência energética e harmonia ambiental. Neste artigo publicado anteriormente, já abordamos as técnicas tradicionais de resfriamento passivo, como torres de vento persas ou mashrabiya árabes. Agora, voltamos nosso foco para estratégias aplicáveis a climas frios, explorando soluções eficazes para retenção de calor e aquecimento de espaços.
À medida que o panorama arquitetônico continua a evoluir em resposta aos desafios globais urgentes, eventos como bienais, semanas de design e feiras desempenham um papel fundamental na definição do futuro da profissão. Esses encontros facilitam o intercâmbio de ideias inovadoras, a exploração de práticas sustentáveis e o fomento da colaboração entre arquitetos/as, designers e urbanistas. Funcionam não apenas como plataformas para a exibição de projetos de vanguarda, mas também como fóruns para um diálogo crítico sobre o impacto do ambiente construído na sociedade e no planeta.
Realizados em todo o mundo entre setembro e dezembro de 2024, diversos eventos de destaque buscam engajar a comunidade da arquitetura. O Fórum Urbano Mundial no Cairo foca em ações sustentáveis locais, ao passo que a Dubai Design Week apresenta o design inovador no Oriente Médio. O World Architecture Festival em Singapura traz apresentações de projetos ao vivo, e o Architecture & Design Film Festival em Nova York oferece narrativas instigantes e fundamentais para o discurso contemporâneo.
Vencedor do Primeiro Prêmio. Imagem cortesia de Buildner
A Buildner anunciou os resultados da segunda edição anual do seu concurso internacional de ideias de arquitetura Home of Shadows. Esta série de concursos foi concebida para focar na interação vital entre luz e sombra na criação de espaços residenciais funcionais e convidativos, destacando a importância da luz natural no projeto residencial, que é essencial para criar ambientes confortáveis, acolhedores e práticos.
Carpa Itinerante / Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte. Image Cortesía de Fabrizio Pugliese + Gabriel Huarte
Com uma extensão de mais de 20 milhões de quilômetros quadrados e apresentando praticamente todos os climas do mundo, a região latino-americana abriga uma riqueza biológica endêmica e uma diversidade geográfica que abrange desde alguns dos rios mais significativos do mundo até a cordilheira dos Andes, as florestas da Amazônia, as planícies da Patagônia, as costas do mar do Caribe e muito mais. Diante de um trabalho coletivo que envolve desde as comunidades locais até as novas gerações, a construção de instalações e estruturas nesses ambientes naturais não se destina apenas a satisfazer necessidades funcionais, mas também educativas, de pesquisa e de conservação ambiental.
A arquitetura contemporânea em contextos de Patrimônio Mundial da UNESCO apresenta um desafio único: revitalizar locais de relevância histórica ao mesmo tempo em que se aderem a diretrizes rigorosas de preservação. De centros urbanos a paisagens naturais e tradições culturais imateriais, esses projetos demonstram o delicado equilíbrio entre inovação e conservação do patrimônio. Seja atuando em uma megacidade, em uma paisagem protegida ou em uma área rural de grande riqueza cultural, os/as arquitetos/as têm o desafio de reimaginar esses espaços sem comprometer seu valor histórico. Cada projeto oferece uma perspectiva renovada sobre como os sítios históricos podem evoluir e permanecer relevantes nos tempos atuais.
Robert Wilson encarna as funções de direção, cenografia, design de iluminação e arquitetura em uma única figura. Internacionalmente aclamado como pioneiro da iluminação cênica e agraciado com inúmeros prêmios de prestígio, incluindo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e o Praemium Imperiale, Wilson, atualmente com mais de oitenta anos, continua a viajar pelo mundo encenando produções extraordinárias. Seu uso da luz e da cor é marcado pela precisão e pelo minimalismo, criando cenas que oscilam habilmente entre a quietude e o drama. Durante os ensaios no Düsseldorf Schauspielhaus, ele detalha a relação entre palco e arquitetura, seu processo criativo e o profundo impacto da luz sobre a escuridão.
Equilibrar elementos funcionais e estéticos no projeto de edifícios é uma tarefa crucial, porém frequentemente complexa. Isso ocorre porque uma estrutura construída abrange múltiplas funções, sistemas, materiais, produtos e requisitos de toda ordem. Um aspecto crítico dos espaços é a acústica, que pode influenciar significativamente a usabilidade e o conforto, nunca devendo ser negligenciada, especialmente em áreas comuns como restaurantes, centros de convenções, museus e instalações esportivas. Uma boa acústica contribui para o bem-estar e a produtividade dos ocupantes, ao passo que uma acústica deficiente pode causar estresse, fadiga e danos auditivos. Esses problemas podem ser causados por ruídos externos, diversas fontes sonoras ou impactos (como passos, saltos ou movimentação de móveis), além da reflexão das ondas sonoras dentro do próprio ambiente, criando ecos e reverberações que comprometem a inteligibilidade da fala.
Para quem busca o visual refinado do vidro com baixo teor de ferro, o vidro Guardian CrystalClear™ oferece uma opção avançada para diversas aplicações arquitetônicas. Combinando uma clareza aprimorada e uma neutralidade de cor que superam o vidro incolor padrão a um preço mais acessível do que o do vidro convencional com baixo teor de ferro, esse substrato foi desenvolvido para atender tanto a requisitos estéticos quanto funcionais no projeto.
É aquela época do ano novamente: estudantes e suas famílias estão ocupados com os preparativos para o início das aulas, enquanto nos preparamos para assumir a sala de aula. Ao me preparar para ministrar uma disciplina introdutória sobre o clima, lembro-me de por que usamos o termo mudança climática e não aquecimento global.
Sim, a Terra está aquecendo devido ao espessamento da camada de gases de efeito estufa na atmosfera provocado por nós. No entanto, as mudanças climáticas vão desde a elevação do nível do mar até o aumento de tempestades, inundações, incêndios e secas, fatores que também impactam negativamente a biodiversidade. Trata-se, portanto, de muito mais do que apenas aquecimento. Tempestades recentes que atingiram a costa leste dos EUA e as Bermudas nos lembram dessa diferença. Enquanto algumas comunidades enfrentam calor extremo, outras se preparam para tempestades e elevação das águas, e muitas lidam com múltiplos impactos combinados.
A expansão urbana e o aumento da densidade populacional têm impulsionado uma demanda crescente por áreas externas em apartamentos de vários andares, à medida que os/as moradores/as buscam manter a conexão com a natureza sem sair de casa. Essa tendência reflete os desafios da vida urbana moderna, onde o acesso à natureza é frequentemente limitado e os espaços verdes públicos são cada vez mais escassos. Nesse contexto, elementos como varandas, loggias e jardins de inverno destacam-se como soluções atraentes, oferecendo espaços privados para relaxamento e lazer em meio à agitação da vida na cidade. Além de enriquecer a experiência urbana, esses espaços aumentam a qualidade de vida, proporcionando um refúgio pessoal em meio à paisagem urbana.
À medida que temperaturas recordes assolam as cidades europeias, profissionais do setor reconhecem que a infraestrutura existente está mal equipada para lidar com os impactos das mudanças climáticas. Diante dessa preocupação, a Roofscapes, uma startup surgida na MIT School of Architecture and Planning, desenvolveu soluções inovadoras para ampliar a resiliência climática urbana. Sua abordagem foca na adaptação estratégica de espaços subutilizados, como as coberturas. Ao enfrentar os desafios imediatos impostos pelo calor extremo, o trabalho da startup exemplifica como a inovação arquitetônica pode contribuir diretamente para atender às necessidades de adaptação climática nas cidades. A empresa foi reconhecida como uma das Melhores Novas Práticas de 2024 do ArchDaily por sua abordagem inovadora no enfrentamento de problemas urbanos, como acessibilidade habitacional, perda de biodiversidade, aumento das temperaturas urbanas e reutilização de espaços.
O A' Design Award está de volta com uma nova seleção de premiados/as e uma chamada para inscrições, expandindo os limites do design criativo com uma mensagem clara: "o bom design merece grande reconhecimento". Este ano, um júri composto por 278 membros avaliou propostas em 185 categorias distintas, que incluem o Good Industrial Design Award, o Good Product Design Award e o Architecture Design Award, destacando o melhor do design global.
Com a valorização crescente do solo nos centros urbanos, observa-se uma forte tendência de deslocar os espaços públicos do nível da rua para posições elevadas, como coberturas ou embasamentos entre edifícios. Do ponto de vista do desenvolvimento imobiliário, maximizar a área útil tornou-se crucial à medida que os ambientes urbanos se expandem. Os espaços no nível do térreo são altamente cobiçados pelo comércio devido à sua localização estratégica, que atrai fluxo de pedestres e potenciais clientes, impulsionando a economia e o desenvolvimento das cidades.
Essa lógica financeira, que frequentemente orienta as atividades construtivas e os rumos dos centros urbanos, contradiz os princípios projetuais defendidos durante a era modernista em prol de melhores espaços públicos ao ar livre, como o conceito de 'liberação do solo'. Arquitetos/as como Le Corbusier defenderam esse conceito em projetos como a Villa Savoye e a Unité d'Habitation. Esses projetos modernistas vislumbravam um futuro em que os edifícios seriam elevados para restituir espaços externos abertos e acessíveis no nível do solo para seus/suas usuários/as. No entanto, pelas razões expostas, muitos projetos contemporâneos buscam, em vez disso, replicar a função dos espaços públicos térreos dentro da própria estrutura do edifício.
Projetos de infraestrutura de grande escala frequentemente buscam conectar locais distantes dentro de áreas urbanas, facilitando o transporte, a logística e as atividades comerciais ao longo de suas rotas. Contudo, embora esses projetos interliguem destinos distantes, sua presença física marcante pode afetar significativamente as comunidades locais. Isso pode resultar no isolamento e no distanciamento de bairros anteriormente conectados, na desestruturação de espaços públicos e, de modo geral, em experiências negativas ao ar livre causadas por ruídos, poluição e pela falta de atenção e manutenção dessas infraestruturas.
Ainda assim, diversos projetos bem-sucedidos no ambiente construído conseguiram reintegrar infraestruturas controversas às comunidades por meio de um desenho urbano cuidadoso de espaços abertos. A Coulée verte René-Dumont, em Paris, desponta como um dos primeiros exemplos, enquanto o High Line de Nova York é um dos mais célebres. O High Line demonstra como intervenções ao ar livre bem concebidas podem mitigar o distanciamento causado por grandes infraestruturas, promover a reconexão comunitária, funcionar como polos culturais e econômicos e, inclusive, impulsionar o desenvolvimento imobiliário de seu entorno, como ocorreu em Hudson Yards.
The Second Studio (anteriormente The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas sem roteiro, que abrem espaço para reflexões aprofundadas e discussões pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios são entrevistas, enquanto outros trazem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Michael Tyre, presidente eleito e diretor de design da Amenta Emma Architects, para conversar sobre seus interesses de infância; formação e início de carreira; neurodiversidade no design; o projeto da sala de aula Young Classroom no Smith College; o modelo de design de variação fixa versus segregação; a transição do design focado no ego para a cocriação; a ressignificação do discurso social para a criação de espaços inclusivos; e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140618/the-second-studio-podcast-uma-entrevista-com-michael-tyre-da-amenta-emma-architectsThe Second Studio Podcast
Selecionado como uma das melhores novas práticas de arquitetura pelo ArchDaily em 2024, o Estudio Rare se define como um espaço experimental interdisciplinar. Sediado na cidade de Córdoba, Argentina, seus três sócios fundadores, Agustín Willnecker, Iván Ferrero e Mateo Unamuno, se conheceram enquanto estudavam na Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional de Córdoba. Com uma trajetória jovem, porém notável, a equipe do Rare oferece uma visão livre e dinâmica do design, da arquitetura e da construção. Suas obras, independentemente da escala ou da encomenda, mostram uma relação estreita com a arte, refletindo os diversos interesses e formações pessoais de cada integrante da equipe e de sua rede de colaboração.
Roberto Burle Marx é frequentemente celebrado como uma figura pioneira na arquitetura da paisagem, especialmente por sua abordagem inovadora de integração da natureza aos ambientes urbanos. Sua obra, caracterizada pelo profundo respeito à flora nativa e pelo compromisso com o equilíbrio ecológico, oferece lições valiosas para profissionais contemporâneos da arquitetura da paisagem. Em um momento em que as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade são preocupações globais urgentes, revisitar os princípios de Burle Marx oferece caminhos para criar espaços urbanos que não sejam apenas funcionais e esteticamente agradáveis, mas também resilientes e sustentáveis.
Das décadas de 1930 a 1990, o trabalho de Burle Marx antecipou muitas das preocupações atuais com a sustentabilidade e o bem-estar urbano. Muito antes de termos como "design sustentável" ou "infraestrutura verde" se tornarem comuns, Burle Marx já defendia o uso de plantas nativas, reconhecendo seu papel na criação de ecossistemas autossustentáveis que exigiam intervenção mínima. Seus projetos frequentemente transformavam áreas urbanas degradadas em espaços vibrantes e ecologicamente equilibrados, que não apenas melhoravam o meio ambiente, mas também elevavam a qualidade de vida dos habitantes das cidades.
A grande maioria dos/as profissionais que conheci ao longo dos anos busca recém-formados/as bem preparados/as, prontos/as para serem produtivos/as desde o primeiro dia de trabalho. No entanto, o ensino de arquitetura precisa ir muito além disso. Michael Monti — que nos últimos 20 anos atuou como diretor executivo da Association of Collegiate Schools of Architecture (ACSA), entidade que representa 5.000 docentes de arquitetura e mais de 30.000 estudantes — enfatiza que o ensino de arquitetura deve se apoiar em uma base sólida de valores compartilhados e ética. Somente assim, segundo ele, os/as egressos/as poderão contribuir de forma significativa para o que define como uma "vida civilizada", promovendo a dignidade, a liberdade, a saúde e o bem-estar das pessoas que interagem diariamente com a arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140371/as-escolas-de-arquitetura-sao-responsaveis-por-educar-o-estudante-como-um-todo-em-conversa-com-michael-montiMichael J. Crosbie
Proposta para a cobertura da Catedral de Málaga. Imagem cortesia de Marina Uno Arquitectos
Assim como uma composição musical, existe uma categoria particular de edifícios cuja história se assemelha a uma sinfonia inacabada. Alternando entre notas altas e momentos de silêncio, essas estruturas constituem narrativas intermitentes que atravessam séculos. Um dos casos mais emblemáticos é a Sagrada Família, que está em construção há mais de um século e tem sua conclusão prevista para esta década. Se cem anos de obras não são pouca coisa, outro edifício desse grupo supera de longe essa marca: a Catedral de Málaga, no sul da Espanha, está em construção há mais de cinco séculos.
Impulsionada por influências renascentistas, a construção da catedral teve início em 1528. Desde então, o projeto passou por diversos períodos de interrupção ao longo de sua história, resultando em um marco inacabado. À catedral ainda falta uma de suas torres, há elementos incompletos na fachada e suas abóbadas estão expostas às intempéries devido à ausência de uma estrutura de cobertura. Ao longo dos anos, várias intervenções foram realizadas—incluindo a recente adaptação do acesso turístico às cúpulas—, mas resta uma grande tarefa: o telhado de duas águas. Proposto originalmente em 1764 por Ventura Rodríguez, seu desenho foi reimaginado e agora será executado utilizando técnicas contemporâneas de construção em madeira.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140296/rumo-a-conclusao-da-catedral-de-malaga-o-papel-da-madeira-no-projeto-da-nova-cobertura-de-duas-aguasEnrique Tovar
Como marco da arquitetura religiosacontemporânea de Portugal, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus opõe-se formalmente aos modelos tradicionais representando uma obra livre de estigmas historicistas. Fruto de um concurso de projeto organizado em 1960, ela se destaca por sua dimensão cívica, pelo papel urbano e pelo seu significado antimonumental e social. Ao integrar-se na malha regular do bairro das Avenidas Novas, este exemplar do Movimento de Renovação da Arte Sacra (MRAR) faz parte de um complexo paroquial maior que passa despercebido ao transeunte. Sua rua exterior cria um espaço público inesperado, convidando à entrada e à integração num adro onde arquitetura e cidade se fundem. Finamente trabalhada em termos de espacialidade, detalhes e luz, a Igreja reserva muitas surpresas a quem nela adentra.
O Córrego Cheonggye, conhecido como Cheonggyecheon (청계천) em coreano, corre em direção ao leste pelo coração de Seul, atravessando 13 bairros em quatro distritos da capital da Coreia do Sul. Ao longo de sua história, o córrego desempenhou diferentes papéis na cidade até ser coberto por uma via expressa elevada na década de 1970. Por mais de 30 anos, essa artéria natural permaneceu oculta. Foi apenas em 2003 que o governo municipal lançou um projeto de restauração para reintegrar esse curso d'água urbano ao tecido da cidade, revitalizar a economia local e resgatar a história e a cultura da região. Os esforços de revitalização foram liderados pelo escritório Mikyoung Kim Design. Desde a conclusão do projeto em 2005, o local tornou-se rapidamente uma das atrações turísticas mais visitadas de Seul. Além disso, transformou-se em ponto focal para extensas pesquisas urbanas, com diversos estudos apresentando avaliações positivas sobre o impacto causado no contexto urbano, econômico e ecológico de Seul.
Em uma era em que passamos grande parte do tempo em espaços fechados, a arquitetura contemporânea oferece uma abordagem inovadora: dissolver as barreiras entre o interior e o exterior. Essa fusão, hoje uma característica marcante de muitos projetos atuais, reflete um desejo crescente de viver em sintonia com a natureza, promovendo uma harmonia que transcende as paredes e restaura a conexão humana com o entorno natural. Grandes aberturas que emolduram as paisagens e o uso de princípios do design biofílico diluem os limites entre o interior e o exterior, criando espaços flexíveis e banhados de luz, nos quais a natureza é incorporada ao espaço arquitetônico. Essa integração surge de decisões de projeto meticulosas, viabilizadas por avanços tecnológicos como vidros de alto desempenho e sistemas inteligentes, que permitem essa conexão sem sacrificar o conforto nem a eficiência energética.
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As coleções de metais da Villeroy & Boch impressionam pelos seus materiais de alta qualidade e são ideais para banheiros exclusivos. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
Além de louças com design elegante, mobiliário sofisticado e acessórios práticos, a gama de banheiros da Villeroy & Boch também inclui elegantes metais. Assim como ocorre com todos os produtos da marca, sua ampla variedade oferece qualidade duradoura e funcionalidade confiável, garantindo vida útil prolongada graças aos materiais de alto padrão e ao acabamento meticuloso. Além disso, os metais são perfeitamente coordenados com as coleções de banheiro da própria empresa em termos de design e funcionalidade — o selo Top-Together, apresentado pela Villeroy & Boch, destaca combinações particularmente harmoniosas para profissionais de arquitetura e projetistas de banheiros. Ao todo, estão disponíveis 13 coleções de metais, oferecendo uma ampla gama de estilos, tamanhos e formas.