A Bienal de Arquitetura da Guatemala 2023 coloca em debate a necessidade de construir uma cidade, mas sem muros, que inclua espaços públicos onde se forje o sentido de pertencimento, unidade e identidade. O coordenador geral da Bienal, Esteban Borjes Castillo, fala sobre a importância desta edição em uma entrevista.
As cidades são o alicerce da civilização. Há milênios elas atraem pessoas com a promessa de melhores padrões de vida — desde oportunidades econômicas e educacionais superiores até um acesso mais facilitado a infraestruturas públicas de qualidade, como habitação, saúde e transporte coletivo. Hoje, no entanto, muitas cidades ao redor do mundo enfrentam dificuldades para cumprir essa promessa. Diante de uma migração urbana que se acelera a um ritmo vertiginoso — a Organização das Nações Unidas projeta que mais de dois terços da população mundial viverá em cidades ou centros urbanos até 2050 —, os recursos e serviços urbanos existentes sofrem uma pressão crescente, o que compromete seu funcionamento e gera profundas desigualdades.
Não existe uma forma única de definir ou avaliar a habitabilidade urbana; cada cidade possui um conjunto singular de características, que vão de sua história, cultura, geografia e demografia até seu modelo de governança e os desafios urbanos que enfrenta. Desse modo, melhorar a habitabilidade exige esforços coordenados de múltiplos agentes — incluindo a população, governos e especialistas — para identificar gargalos críticos, vislumbrar oportunidades e propor soluções contextualizadas. A série de TV Tale of Two Cities, na qual o/a arquiteto/a e urbanista indiano/a Dikshu C. Kukreja se reúne com lideranças globais, traz reflexões valiosas sobre o que grandes metrópoles mundiais têm feito para criar ambientes mais habitáveis para sua população. A seguir, apresentamos cinco exemplos: de Bogotá, Kolkata, Hannover, Tirana e Washington, D.C.
A expansão do Choctaw Casino and Resort em Durant, Oklahoma, EUA, concluída em 2021, incluiu a ampliação do cassino, a adição de 1.000 quartos de hotel, áreas de conferência, lojas e outras comodidades. Todo o empreendimento foi realizado em apenas dois anos e meio, com impressionantes 32.500 metros quadrados (350.000 pés quadrados) de revestimentos instalados em apenas seis meses. O foco central do projeto foi a impermeabilização de cerca de 1.200 boxes de banho para garantir sua durabilidade. A combinação de sistemas de instalação de alta qualidade, treinamento minucioso, comunicação eficaz e colaboração foi fundamental para alinhar os objetivos e a execução do projeto.
Entre conversas, relatos, encontros e visitas, a XXVIII edição do Encontro Latino-Americano de Estudantes de Arquitetura (ELEA), realizado em San Juan, na Argentina, propôs-se a abordar diversas temáticas relacionadas à resiliência, às novas tecnologias, à economia circular, à sustentabilidade, entre outras, com o objetivo de fomentar o compartilhamento de ideias, conhecimentos e experiências por meio de um trabalho participativo e coletivo.
O projeto e a construção de residências constituem um processo complexo que envolve uma variedade de fatores. Nesse processo, é fundamental considerar os diferentes elementos de projeto, incluindo bases, forros, divisórias, revestimentos, estruturas e fachadas, bem como a escolha dos materiais para cada um deles. Essa seleção deve estar alinhada às preferências do/a usuário/a e às condições internas e externas, considerando principalmente a durabilidade, a eficiência energética e a estética.
Simplificando o processo de projeto, a Volcan desenvolve soluções construtivas de fibrocimento Volcanboard para diferentes elementos construtivos. Com uma variedade de espessuras para se adaptarem a diversas aplicações, essas placas de fibrocimento destacam-se por suas propriedades de resistência ao fogo e à umidade, bem como por sua longa durabilidade e versatilidade de uso. A seguir, exploraremos diversas aplicações em que o Volcanboard é incorporado ao projeto residencial.
Salas de concerto e espaços de música e artes performáticas destacam-se como símbolos icônicos da vitalidade cultural nas paisagens urbanas. Por meio dessas estruturas, que frequentemente se tornam marcos urbanos, os cidadãos são convidados a participar e vivenciar expressões artísticas, promovendo um senso de comunidade e conexão. Para arquitetos e arquitetas, este programa apresenta o complexo desafio de equilibrar forma e função, criando espaços que aprimoram a experiência acústica, facilitam o fluxo de público e artistas e constituem espetáculos visuais por si mesmos.
Apresentando escritórios emergentes e internacionalmente reconhecidos, a seleção curada desta semana destaca espaços de música e performance, desde centros culturais de artes integradas até salas de ópera e balé. Incluindo propostas para concursos internacionais como os projetos do David Chipperfield Architects ou do SHL e PAX architects para a Ópera Real Polonesa em Varsóvia, ou a proposta do Hariri Pontarini Architects para um centro integrado de artes no Canadá, a seleção explora o programa de espaços musicais em diferentes escalas e tipologias.
Bradbury Works / [Y/N] Studio. Imagem cortesia de [Y/N] Studio
No contexto contemporâneo, o aquecimento global marcou um ponto de virada na forma como pensamos a arquitetura. Estamos testemunhando temperaturas recordes em nosso planeta e um cenário desafiador em muitas grandes cidades, caracterizado por ondas de calor e, em alguns casos, invernos mais rigorosos. Essas circunstâncias desencadearam um ciclo no qual a demanda por sistemas de aquecimento e resfriamento aumenta, o que, por sua vez, se traduz em custos de energia e de operação mais elevados para os edifícios.
Diante dessa situação, torna-se imperativo projetar edifícios energeticamente eficientes para reduzir tanto o impacto ambiental quanto os custos associados. Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é planejar adequadamente a fachada que, atuando como uma espécie de pele do edifício, pode ajudar a reduzir a energia necessária para aquecimento e resfriamento. Nesse contexto, os painéis de policarbonato desenvolvidos pela Rodeca contribuem para a eficiência energética das edificações, além de proporcionarem uma construção leve, esbelta e de estética translúcida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138297/ecologica-leve-e-esbelta-arquitetura-energeticamente-eficiente-com-policarbonato-translucidoEnrique Tovar
Nossos edifícios tornam-se símbolos dos tempos em que vivemos, refletindo o espírito de uma determinada época e atendendo a diferentes necessidades, estilos de vida e funções. “A arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, mas ansiar por intemporalidade”, diz um dos arquitetos mais proeminentes de nossa era, Frank Gehry. Para profissionais que buscam a inovação na arquitetura, explorar novos potenciais tecnológicos e vislumbrar maneiras de enriquecer a vida das pessoas há muito tempo são forças motrizes que moldam as respostas aos desafios contemporâneos. Atualmente, a sustentabilidade se apresenta como um desafio fundamental, adicionando novas dimensões ao debate e unindo forma, função, escolha responsável de materiais e pensamento de longo prazo. Adaptar-se a essas demandas nunca foi tão significativo.
Projeto de reutilização ‘Carbon2Business’ na fábrica de cimento de Lägerdorf, Alemanha. Imagem cortesia de Holcim
Vivemos em um mundo cada vez mais urbanizado. Habitações, hospitais, escolas e estradas –as bases da vida cotidiana– exigem materiais fortes e duráveis. Por isso, o setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção) depende fortemente do cimento, o principal componente do concreto, para construir esses elementos. No entanto, para arquitetos/as, a versatilidade e a resistência do concreto nem sempre andam de mãos dadas com as credenciais de sustentabilidade.
Embora hoje seja considerada uma prática comum, o conceito de higiene das mãos não era inicialmente tão arraigado na sociedade. Foi apenas em 1847 que o médico húngaro Ignaz Semmelweis, amparado por evidências científicas, propôs que a lavagem das mãos era uma medida de higiene com impacto direto na saúde das pessoas. A partir de então, o resto é história. A higiene das mãos tornou-se uma prática generalizada, que vai do lavar ao secar, acompanhada de diversos acessórios que desempenham papéis específicos nesse processo.
Em ambientes contemporâneos, especialmente no contexto do bem-estar coletivo, os banheiros públicos tornaram-se um ponto focal. Essa mudança de foco é, em parte, uma resposta à ênfase pós-pandemia na higiene e ao papel dos acessórios de banheiro nesses ambientes. Entre as opções disponíveis, os secadores de mãos ganharam grande relevância, transcendendo até mesmo sua função primária. Diante disso, a Mediclinics inovou ao introduzir um novo conceito de secador de mãos que prioriza a melhoria da experiência do/a usuário/a, ao mesmo tempo em que oferece um equipamento inovador com um design diferenciado em forma de U.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138271/do-hands-in-ao-hands-through-uma-nova-geracao-de-secadores-de-maos-higienicos-e-esteticosEnrique Tovar
Por meio da incorporação de diversos elementos, o design de interiores desenvolve a criação de espaços integrados que combinam funcionalidade e estética. Entre esses elementos, o projeto de forros suspensos é uma solução que envolve a integração de revestimentos pendurados na estrutura principal. Além de se adaptarem a uma ampla gama de estilos devido à sua diversidade de materiais, cores e texturas, os forros suspensos respondem a funções acústicas, contribuem para o isolamento térmico e integram sistemas de iluminação.
Como parte de suas soluções para aplicações internas, a Hunter Douglas combina estética, conforto e sustentabilidade para desenvolver a linha de forros suspensos WoodLines. Integrando inovação e materiais naturais, utiliza-se um processo contínuo no qual uma folha de madeira natural é aderida a um perfil metálico moldado. Dessa forma, obtêm-se forros lineares compostos por ripas contínuas que combinam a funcionalidade de um forro metálico com o calor e a estética da madeira natural.
Sejamos sinceros. O futuro da imm cologne tem sido alvo de especulações nos últimos tempos. Trata-se da feira internacional de mobiliário que tradicionalmente abre o calendário anual, servindo como bússola para o cenário do design nos doze meses seguintes. Como qualquer feira de negócios física, o evento precisou navegar por águas turbulentas: restrições da pandemia, uma macroeconomia instável e a contínua expansão de canais alternativos.
Os ambientes urbanos estão em constante evolução, com as cidades se tornando os principais polos de diversidade cultural e vida econômica. De fato, o planeta caminha rapidamente em direção a um futuro no qual 70% da população mundial viverá em cidades até 2050. Profissionais da arquitetura estão no centro desse movimento revolucionário, repensando a própria natureza da cidade diante desse crescimento urbano acelerado. Em resposta a essa forte demanda por cidades mais novas e diversas, arquitetos/as e designers têm se inclinado para projetos multifuncionais e de uso misto. Ao atrair públicos diversos, a arquitetura de uso misto explora o potencial máximo de serviços e funções que uma estrutura pode oferecer.
Apresentando escritórios de arquitetura como Atelier 333, MOR Architects, BXB studio Bogusław Barnaś, Beek Architects, Frey Architekten e Kalbod Design Studio, entre outros, a seleção a seguir revela uma coleção de projetos arquitetônicos não construídos, enviados ao ArchDaily, que priorizam a multifuncionalidade em suas propostas. Do inovador Plata.forma em Laqlouq ao refúgio marítimo do The Ark, passando pela harmonia alpina da Swiss House, esses projetos redefinem o viver urbano.
Nos últimos três anos, passamos de nos perguntar como viveremos juntos a duvidar se algum dia conseguiremos viver juntos.
Apesar do fim da pandemia de COVID-19, as transformações urbanas previstas como consequência dela ainda não se concretizaram. A polarização global e a agitação geopolítica nos mantêm concentrados em questões imediatas, ofuscando nossa visão de futuro.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138606/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-6ArchDaily Team
Chris Bosse fundou o escritório LAVA (Laboratory for Visionary Architecture) com seus sócios Tobias Wallisser e Alexander Rieck no mesmo ano em que o Watercube, o Centro Aquático Nacional dos Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008, foi concluído. Bosse foi um dos principais designers do Watercube durante seu período na PTW Architects, em Sydney. Atualmente, o LAVA conta com cerca de 100 colaboradores distribuídos em quatro escritórios: Ho Chi Minh,Sydney, Stuttgart e Berlim. O escritório possui ainda duas filiais satélites em Honduras e em Parma, na Itália, lideradas por ex-associados. O portfólio de projetos abrange desde mobiliário, residências e hotéis até planos diretores, centros urbanos e aeroportos no Oriente Médio, América Central, Europa, Austrália e Vietnã.
A narrativa arquitetônica da Lituânia é um mosaico de diversas influências e estilos, representando sua evolução histórica, patrimônio cultural e resiliência ao longo do tempo. Apesar do foco no artesanato tradicional, no minimalismo funcional e em materiais sustentáveis, a linguagem de design do país foi profundamente influenciada por sua posição geopolítica e por acontecimentos históricos, resultando em uma mescla de estilos de diferentes épocas. No entanto, um fator fundamental que atravessa todas as suas expressões é a conexão fluida da arquitetura lituana com o seu entorno natural.
Fachadas solares no Det Grønne Hus. Imagem cortesia de SolarLab
Reformas envolvem processos de projeto que transformam, recuperam e aprimoram elementos arquitetônicos. De sutis mudanças estéticas a acréscimos estruturais, a reforma de edifícios pode melhorar a funcionalidade, a segurança e a eficiência energética. Ao integrar novas tecnologias, as estratégias contemporâneas dão nova vida a edifícios existentes, projetando obras já construídas em direção ao futuro.
Por meio de soluções eficientes, duráveis e personalizadas, a SolarLab valoriza o patrimônio arquitetônico ao introduzir fachadas personalizadas geradoras de energia em edifícios existentes. Ao combinar perfeitamente tecnologia e liberdade de projeto, essas fachadas solares se adaptam ao estilo de cada obra, ao mesmo tempo em que funcionam como fachadas ventiladas de longa vida útil e livres de manutenção. Além disso, ao gerar eletricidade limpa, a integração desse sistema em projetos de reforma contribui para a operação diária do edifício, reduzindo de forma eficaz o seu impacto ambiental.
O Concurso Nacional de Projetos de Graduação (CNPP) e o Concurso Nacional de Projetos de Conclusão de Curso (CNPT) 2023 da Arquitectura Caliente são premiações abertas que buscam reconhecer e premiar os melhores projetos de estudantes de arquitetura do Chile.
Nesta nova edição, foi apresentado um total de 261 projetos inscritos, provenientes de 29 escolas de todo o Chile. No caso dos projetos de graduação, o júri premiou "projetos propositivos, inovadores e bem resolvidos para seu nível acadêmico" no segundo ano; e "aqueles projetos que estabelecem uma relação harmônica com seus contextos físicos, sociais ou ambientais" no terceiro, quarto e quinto anos. Já em relação aos projetos de conclusão de curso, o júri identificou "três ordens de projetos: territoriais, monumentais e outros próximos ao design de objetos", destacando o grande vencedor por sua valorização "do contexto, do patrimônio e da resolução técnica", conforme detalham as atas de ambos os concursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138461/22-vencedores-do-concurso-nacional-de-projetos-de-graduacao-e-trabalho-de-conclusao-de-curso-cnpp-plus-cnpt-2023ArchDaily Team
Contar a história de um único edifício pode revelar uma narrativa mais ampla sobre a própria cidade da qual ele faz parte? Essa é a premissa central do novo e envolvente livro de John King, Portal: San Francisco’s Ferry Building and the Reinvention of American Cities (W.W. Norton). O crítico de design urbano de longa data do San Francisco Chronicle escreveu uma história dinâmica e vívida deste querido edifício, inaugurado em 1898, que serviu como a principal porta de entrada para a cidade até o surgimento do automóvel (e das pontes construídas para atendê-los).
Durante décadas, o edifício permaneceu praticamente vazio e negligenciado, isolado pela Embarcadero Freeway. Após o terremoto de Loma Prieta, em 1989, a rodovia danificada acabou sendo demolida, liberando o Ferry Building, que ganhou nova vida como terminal de transporte, mercado gastronômico e edifício de escritórios. Na semana passada, conversei com King sobre a gênese do livro, a importância fundamental do terminal para a cidade de San Francisco e a ameaça que ele enfrenta com o aumento do nível do mar.
Quais materiais de isolamento são necessários para enfrentar os desafios do ambiente construído moderno, inclusive sobre como criar um futuro mais sustentável? E se alguns deles já estiverem disponíveis? O centro de inovação da Kingspan, IKON, reuniu um painel de especialistas para discutir algumas das principais questões e explorar soluções. Michael Bol, arquiteto e Diretor de Conceituação na Buro Kade, Benjamin Constant, Diretor de Desenvolvimento e Parcerias na Neo-Eco Partner, e Sandra Del Bove, Diretora Global de Inovação do Kingspan Group, trouxeram diferentes perspectivas e compartilharam suas experiências sobre esses temas cruciais.
Com o olhar voltado para o futuro, em 2024, a Universidad Católica del Uruguay incorpora à sua proposta pedagógica o curso de Arquitetura, Design e Ambiente. Felipe Reyno, doutor em Arquitetura e diretor do novo curso, reflete sobre a necessidade de formar arquitetos/as com um olhar contemporâneo, contextual, diverso, crítico e colaborativo.
Na cidade de Malden, na região metropolitana de Boston, Massachusetts, uma comunidade intergeracional de trinta núcleos familiares contratou um escritório de arquitetura e projetou coletivamente sua comunidade de cohousing. Respondendo ao desejo do grupo por uma vida coletiva em um contexto urbano, o escritório French2D projetou um edifício que desafia as convenções tipológicas, com unidades residenciais individuais conectadas por uma rede de espaços compartilhados. O resultado é um modelo singular e colorido de habitação multifamiliar com cerca de 4.500 metros quadrados de área construída. O projeto faz parte de um número crescente de empreendimentos de cohousing nos Estados Unidos.
Villa Groot, Bélgica / Lemaire & Longeval. Imagem cortesia de Randers Tegl
Os tijolos são materiais de construção versáteis e duráveis, que aliam qualidades técnicas e estéticas. Disponíveis em uma ampla variedade de formatos, dimensões, texturas e cores — dependendo do processo de fabricação e do tipo de argila —, a incorporação de tijolos na arquitetura resulta em fachadas e estruturas dinâmicas. Do estilo tradicional ao moderno, esses elementos versáteis podem ser organizados em diferentes paginações e integrados facilmente a outros materiais de construção, possibilitando as mais diversas expressões arquitetônicas. Além dessas qualidades, o uso de tijolos na arquitetura contemporânea destaca-se pela experimentação com o posicionamento, a orientação e as texturas do material, bem como pela adoção de princípios de design minimalistas focados em linhas simples e limpas.
Entre os diferentes tipos de tijolos, projetar com um estilo linear ou alongado envolve explorar arranjos horizontais e verticais — ou a combinação de ambos —, criando padrões modulares com um apelo visual rítmico e harmonioso. Alinhada a esse formato, a Randers Tegl desenvolveu a coleção de tijolos Ultima waterstruck, que integra processos artesanais, materiais de alta qualidade e um apelo atemporal. A partir da análise de diferentes projetos, mostramos como a estética dos tijolos lineares é aplicada na arquitetura contemporânea.