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Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual

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Na produção arquitetônica argentina dos últimos anos, surgiram inúmeros escritórios que, por meio de sua prática, investigações e obras, ganharam relevância no âmbito da disciplina contemporânea. Vale destacar que muitos/as jovens arquitetos/as, mesmo com trajetórias incipientes em termos de obra construída, conseguiram se posicionar, demonstrando voz própria e uma marca definida em seu trabalho.

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Germán Valenzuela: "O global não existe sem o local na arquitetura"

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Nicolás Valencia conversa com o arquiteto chileno Germán Valenzuela sobre o livro ⁠Del territorio al detalle⁠ (Bifurcaciones), uma seleção das/dos arquitetas/os contemporâneas/os mais interessantes da América Latina, de Al Borde a Rozana Montiel, passando por Mauricio Rocha, Inés Moisset e Solano Benítez.

Os 15 vencedores do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2025

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Há dezesseis anos, lançamos o ArchDaily Building of the Year Awards com uma ideia simples, mas poderosa: permitir que nosso público leitor escolha seus edifícios favoritos em nossa biblioteca de projetos em constante crescimento. Graças ao seu engajamento, este prêmio se tornou um dos reconhecimentos mais democráticos e influentes da arquitetura. Ano após ano, a visão coletiva de vocês tem destacado a excelência arquitetônica em diferentes culturas, economias e paisagens ao redor do mundo.

Este ano não foi exceção. Os 75 projetos finalistas já demonstraram uma gama notável de soluções espaciais, refletindo o poder da inteligência coletiva em traçar um retrato da arquitetura mais instigante da atualidade. Agora, é hora de revelar os projetos vencedores.

O que acontece quando o design do BIG, o D5 Rendering e a IA colidem? Simples: magia criativa

Projetar o próximo projeto de grande impacto ("uau")? É como tentar engarrafar um raio—exceto que, com o BIG e o D5 Render, você já recebe a garrafa nas mãos. O Bjarke Ingels Group (BIG), líder global em arquitetura, é reconhecido por seus projetos audaciosos e pelo compromisso com a inovação. Sempre explorando novas ferramentas, o BIG desafia os limites da tecnologia de design para otimizar fluxos de trabalho e potencializar a criatividade. Com projetos icônicos em todo o mundo, o escritório redefiniu a narrativa na arquitetura. Ao utilizar a plataforma integrada do D5 Render, a equipe de arquitetura otimizou seu fluxo de trabalho de projeto e visualização em tempo real, combinando renderização, animação e IA do D5 para dar vida a conceitos com velocidade e precisão excepcionais.

“O tipo de arquitetura que tento alcançar é um arco-íris”: em conversa com Kengo Kuma

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Em minha entrevista de 2008 com Kengo Kuma em Manhattan — o arquiteto baseado em Tóquio estava na cidade para uma palestra na Cooper Union e para supervisionar a reforma de uma casa na vizinha Connecticut —, ele resumiu para mim a intenção de seu trabalho: "A imagem mais próxima do tipo de arquitetura que tento alcançar é um arco-íris." O arquiteto projeta seus edifícios como um/a chef prepararia uma salada ou um/a florista organizaria um buquê de flores — selecionando cuidadosamente os ingredientes de acordo com seu tamanho, forma e textura. Ele então testa se eles devem se tocar, se sobrepor ou manter distância para permitir a passagem do fluxo de ar. O processo se aproxima mais de um experimento científico de tentativa e erro do que de um exercício artístico de projeção de formas e imagens visionárias. Embora seus edifícios certamente pareçam surpreendentemente artísticos e absolutamente arrebatadores, eles são ao mesmo tempo precisos e livres, primitivos e refinados, materiais e efêmeros. O fascínio do arquiteto pela materialidade é surpreendente e, apesar de ter concluído dezenas de edifícios em todo o mundo ao longo de sua carreira singular, em nossa conversa no mês passado via Zoom, Kuma me disse: "Estou no início de um longo processo de exploração material."

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Arquiteturas infláveis no espaço público: conhecendo as obras de Conjuntos Empáticos na Espanha

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Como se comportam as estruturas infláveis nos espaços públicos? Que relações ou vínculos elas são capazes de estabelecer entre as pessoas? Sob a perspectiva do Conjuntos Empáticos, as estruturas infláveis atuam como organismos capazes de interpelar os transeuntes por sua leveza, materialidade e efeito surpresa, garantindo experiências sensoriais em diferentes ambientes e espaços públicos. Essas estruturas permitem acolher desde intervenções coletivas até momentos de lazer, fomentando o convívio social como forma de interação e criando atmosferas que dissociam a escala da cidade do espaço doméstico.

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Visionários da arquitetura: celebrando ideias não construídas com a seleção de vencedores de 2024 da Buildner

A Buildner anunciou os resultados do Buildner's Unbuilt Award 2024, a edição inaugural de uma nova e instigante série anual que celebra projetos de arquitetura ainda não realizados. Com uma generosa premiação total de 100.000 euros, o concurso oferece uma plataforma para que arquitetos/as e designers apresentem seus projetos não construídos mais inspiradores — sejam eles conceituais, já publicados, inéditos ou totalmente desenvolvidos.

Acesse o site do concurso Buildner's Unbuilt Award 2025 para obter detalhes sobre a edição de 2025, que já está com inscrições abertas.

Documentação independente de patrimônio: como as ferramentas digitais e a fotogrametria estão redefinindo os esforços de preservação

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O uso da tecnologia tornou-se vital na documentação e conservação do patrimônio histórico, especialmente em circunstâncias difíceis ou urgentes. Após a destruição de diversos marcos da cidade histórica de Palmira durante a guerra na Síria em 2015, equipes de conservação construíram modelos digitais tridimensionais da cidade destruída para auxiliar em sua reconstrução futura. A destruição dos Budas de Bamiyan no Afeganistão em 2001, com pouquíssima documentação prévia, impulsionou ações de salvaguarda de monumentos vulneráveis, como a criação do CyArk. Mais recentemente, levantamentos digitais detalhados e um modelo BIM de patrimônio histórico foram essenciais na restauração da Catedral de Notre-Dame em Paris, após o devastador incêndio de 2019.

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Explorando inovações em arranha-céus: 8 torres conceituais da comunidade ArchDaily que redefinem a densidade urbana

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À medida que as cidades crescem e o solo disponível se torna mais escasso, a arquitetura de edifícios altos desempenha um papel fundamental no enfrentamento da densidade urbana, ao mesmo tempo que molda novas formas de viver e trabalhar. As edificações em altura estão evoluindo para além de suas funções tradicionais, integrando estratégias ambientais, promovendo o engajamento público e contribuindo para a malha urbana. Arquitetos e arquitetas exploram novos materiais, tecnologias de eficiência energética e configurações espaciais que tornam as torres mais adaptáveis ao seu entorno. Alguns projetos incorporam espaços verdes e áreas comuns para fortalecer a conexão entre o ambiente construído e seus usuários, ao passo que outros introduzem técnicas construtivas inovadoras para ampliar a sustentabilidade e a eficiência.

Entre os projetos desta seleção, enviados pela comunidade do ArchDaily, o *The Residences at 1428 Brickell*, projetado pelo escritório Arquitectonica em Miami, nos Estados Unidos, apresenta uma fachada com captação de energia solar que atende a parte das demandas energéticas do edifício. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o *AVA* da SOMA propõe uma transição da escala urbana para um ambiente mais reservado e caracterizado pela presença da água, com foco na moradia de alto padrão. Em Bangkok, na Tailândia, o HAS Design and Research propõe a *Bangkok Civic Center Tower* como uma nova tipologia de espaço público, combinando paisagens verdes com superfícies espelhadas para conectar a cidade à natureza. Esses projetos refletem diferentes abordagens para a arquitetura vertical e destacam como projetistas estão respondendo aos desafios e às oportunidades de ambientes urbanos densos.

Sandra Barclay: “Como você entende uma paisagem se não a percorre?”

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Nicolás Valencia conversa com a arquiteta peruana Sandra Barclay, sócia-fundadora do Barclay&Crousse Architecture, sobre o livro ⁠Atlas Sensível: tempo, memória e percurso na construção da paisagem⁠, publicado pela Publicaciones Arquitectura PUCP e pelo Fondo Editorial PUCP.

Estabeleça novos padrões de moradia nos Emirados Árabes Unidos e seja reconhecido/a por sua inovação – Ganhe € 250.000

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Dubai evoluiu de um humilde porto comercial para uma metrópole global, renomada por seu skyline futurista e feitos arquitetônicos pioneiros. No início do século XX, sua paisagem era moldada por casas árabes tradicionais com pátios internos e torres de vento, projetadas para resistir ao rigoroso clima árido. A descoberta de petróleo na década de 1960 marcou um ponto de virada, desencadeando uma rápida urbanização. Ao longo das décadas de 1970 e 1980, o boom da construção civil, impulsionado pelas receitas do petróleo, levou ao surgimento de grandes edifícios de concreto e complexos de apartamentos de baixa altura, acomodando o fluxo de expatriados atraídos pela economia próspera dos Emirados Árabes Unidos (EAU). No século XXI, os EAU testemunharam avanços arquitetônicos sem precedentes. Projetos emblemáticos como o Burj Khalifa — o edifício mais alto do mundo — e a Palm Jumeirah — um arquipélago artificial — transformaram a silhueta urbana do país, consolidando a reputação dos EAU como um polo global de ambição e inovação arquitetônica.

Esse rápido crescimento também trouxe diversos desafios em todo o território dos EAU, particularmente na habitação e na dificuldade de garantir condições dignas de vida para a classe trabalhadora. Dubai serve como um exemplo notável de como a expansão urbana transformou o país, mas diferentes geografias e regiões dentro dos EAU têm necessidades distintas, moldadas por seus ambientes e comunidades locais. O concurso House of the Future — organizado pela Buildner em parceria com o Sheikh Zayed Housing Programme — convoca mentes visionárias a repensar a arquitetura residencial em todos os Emirados Árabes Unidos. Com inscrições abertas até 30 de abril, a competição oferece uma plataforma para ideias audaciosas que possam moldar as casas do amanhã, respondendo às demandas variadas de diferentes localidades.

'Inteligências Reflexivas': Pavilhão do Chile na Bienal de Veneza explora o significado político da mesa-redonda na arquitetura e sua relação com a IA

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Entre as 45 propostas concorrentes para o Pavilhão do Chile na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, o projeto vencedor foi anunciado recentemente. Trata-se de 'Reflective Intelligences', proposta curatorial de Serena Dambrosio, arquiteto/a, pesquisador/a e docente na Universidad Diego Portales; Nicolás Díaz Bejarano, arquiteto/a, pesquisador/a, docente e doutorando/a em Arquitetura e Estudos Urbanos na Pontificia Universidad Católica de Chile; e Linda Schilling Cuellar, arquiteto/a, designer urbano/a, educador/a e doutorando/a no Centre for Research Architecture da Goldsmiths University.

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Como os edifícios históricos nos Estados Unidos devem responder às exigências de eficiência energética?

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Os Estados Unidos são um país com uma vasta história, com edifícios que preservam legados de épocas passadas. Devido ao seu significado cultural, essas estruturas são amplamente valorizadas e protegidas; no entanto, também costumam ser isentas de certas exigências de eficiência energética. À medida que as cidades avançam em direção às metas climáticas, essas exigências passam a ser questionadas. Especialistas em preservação argumentam que os edifícios históricos merecem proteção contra intervenções potencialmente prejudiciais. Por outro lado, defensores e defensoras da sustentabilidade destacam a necessidade de melhorias na eficiência energética em todos os setores do ambiente construído. O desafio reside em alcançar um equilíbrio entre essas prioridades conflitantes: garantir a manutenção do patrimônio e a responsabilidade ambiental.

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David Martínez Ramos, da Práctica Arquitectura: A busca por uma arquitetura com memória, transcendência e sensibilidade

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Recentemente selecionado para participar da próxima edição da Bienal de Arquitetura Latino-Americana em Pamplona em 2025, o Práctica Arquitectura se consolida como um jovem e promissor escritório da região, especificamente no México. Sua produção arquitetônica centra-se na materialização de projetos que alcancem um alto nível de sensibilidade, tanto para quem os habita quanto para seu entorno imediato, seja ele qual for. Em estreita sintonia com as paisagens e terrenos, seus projetos ganham vida por meio de um desenho meticulosamente pensado em termos de materiais, estruturas e detalhes, garantindo, ao mesmo tempo, uma experiência sensorial e emocional nos espaços que criam.

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A contagem regressiva começou! A’ Design Awards & Competition: última chamada para inscrições

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Em um mundo inundado por milhões de novos produtos e designs a cada ano, identificar e compartilhar aqueles que realmente se destacam não é apenas importante—é essencial. Essa é a motivação por trás do A' Design Awards, uma plataforma dedicada a reconhecer e celebrar designs excepcionais e produtos meticulosamente concebidos. O resultado? Lançar um holofote global sobre esses trabalhos, impulsionar sua visibilidade internacional e inspirar a próxima onda de inovação no design—que não apenas desafia os limites da criatividade, mas também beneficia e faz a sociedade avançar. Em meio a esse vasto mar de talentos, a premiação traz designs extraordinários à superfície.

E, no entanto, se sustenta: um sistema de dobradiça pivotante que mantém as portas a cada ângulo de 90°

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As portas fazem parte da nossa rotina diária, abrindo e fechando de forma tão natural que raramente pensamos em como funcionam. Por isso, ao discutir inovações em seu design, muitos podem pensar: "se não está quebrado, não conserte". Contudo, o fato de algo funcionar bem não significa que não possa ser aprimorado. As portas não são exceção — seus componentes podem ser otimizados para um melhor desempenho sem alterar sua natureza fundamental. Em vez de se apegar ao que é familiar, por que não abrir as portas para o aperfeiçoamento? As portas pivotantes são um exemplo claro disso. Além de oferecerem versatilidade estética e possibilidades de design quase infinitas, seu sistema de abertura sobre um eixo central permite um movimento fluido e controlado, especialmente em ambientes internos. No entanto, resta um desafio em seu design: mantê-las firmes em diferentes ângulos.

Espaços de Resiliência e Cultura de Celebração no Rio de Janeiro

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O Rio de Janeiro, frequentemente chamado de "Cidade Maravilhosa", é uma tapeçaria vibrante tecida por diversos fios culturais, históricos e sociais. Sua história começa com os povos indígenas Tupi, Puri, Botocudo e Maxakalí, que originalmente habitavam a região. O nome da cidade deve-se aos exploradores portugueses que chegaram à Baía de Guanabara em 1º de janeiro de 1502 e, acreditando erroneamente que se tratava da foz de um rio, batizaram a região.

Arquitetura do sul do mundo com Matías González e Sofía Carrión

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Nicolás Valencia conversa com a arquiteta chilena Sofía Carrión Bobadilla e o arquiteto chileno Matías González Ulloa, criadores do Área Verde e líderes do ⁠Arquitectura Maulina⁠, uma plataforma digital focada em arquitetura, território e reflexões da inspiradora região de Maule, no Chile.

Transição energética em residências: cozinhas, aquecedores e eletrificação na América Latina

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Para muitos lares na América Latina, fogões e aquecedores alimentados por combustíveis fósseis e biomassa, como o gás natural ou a lenha, constituem uma opção econômica e acessível. No entanto, esses aparelhos apresentam certos desafios: são fontes de emissão de gases de efeito estufa (GEE), contribuem para a poluição interna (ou intradomiciliar) e evidenciam a necessidade de políticas que promovam uma matriz energética residencial mais limpa. Esses desafios tornam-se ainda mais urgentes quando se considera que 2024 foi o ano mais quente já registrado, com um aumento de 1,5 ºC em relação aos níveis pré-industriais, impulsionado por recordes de emissões de GEE decorrentes de atividades humanas. Esse cenário reforça a importância de adotar soluções sustentáveis em escala global em todos os setores, incluindo o residencial.

A ascensão dos espaços de coliving para jovens profissionais no Leste Asiático: 5 projetos que redefinem o morar flexível

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O co-living no Leste Asiático vem crescendo desde 2020, expandindo-se rapidamente embora ainda esteja em suas etapas iniciais. Ao mesmo tempo, continua a atender a uma demanda significativa de jovens profissionais que trabalham em grandes metrópoles. Um estudo de 2020 da empresa de serviços imobiliários JLL destacou a crescente demanda por co-living na China e em Singapura, citando vantagens fundamentais como a acessibilidade financeira em comparação com estúdios privados e um estilo de vida urbano contemporâneo que promove a abertura e o compartilhamento de experiências. Assim como em outros setores onde a propriedade está perdendo relevância — como serviços de streaming de música, filmes e televisão, ou soluções de mobilidade como o compartilhamento de carros e de bicicletas —, o co-living atrai um público semelhante, que valoriza a flexibilidade e o acesso em detrimento de compromissos de longo prazo.

Diferentemente das iniciativas de co-living na Espanha, que frequentemente focam em espaços compartilhados multigeracionais, o co-living no Leste Asiático visa principalmente jovens profissionais com trajetórias de carreira dinâmicas. Muitas vezes obrigadas a se mudar a cada poucos anos, essas pessoas priorizam a conveniência e a adaptabilidade em vez de investir em uma casa própria permanente. Para esse perfil, comprometer-se com uma residência de longo prazo pode não ser prático, o que torna os espaços de co-living totalmente mobiliados, administrados profissionalmente e equipados com comodidades e serviços de manutenção uma opção atraente. Esses ambientes atendem a estilos de vida urbanos acelerados, nos quais o networking em eventos profissionais muitas vezes antecede o descanso solitário em casa.

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Arquitetura à prova d'água: O poder dos impermeabilizantes de alto desempenho

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A água, além de ser um recurso de projeto amplamente valorizado por sua estética e por sua contribuição funcional, pode se transformar em um adversário formidável ao se infiltrar por meio de rachaduras e fissuras nas superfícies construídas. Por essa razão, a impermeabilização não é apenas uma medida de proteção, mas sim uma estratégia essencial para prolongar a vida útil das estruturas, garantir a habitabilidade dos espaços e evitar problemas como infiltrações e deterioração precoce. De terraços e telhados verdes a superfícies de uso intenso, controlar a umidade representa um desafio constante para profissionais de arquitetura, engenharia e construção. Isso se torna especialmente importante em um contexto que exige materiais impermeabilizantes com desempenho cada vez mais eficiente e maior resistência contra fatores ambientais adversos.

O rosa como ferramenta de design: atmosfera, identidade e experimentação no design de interiores

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Nos últimos anos, o rosa evoluiu para além de suas associações tradicionais, tornando-se um elemento sofisticado e versátil na arquitetura e no design de interiores. Definido por um amplo espectro de matizes, o rosa abrange tons quentes e frios, variando de nuances puras de vermelho (R) a misturas com amarelo (Y80R, Y90R) ou azul (R10B, R20B, R30B), conforme classificado pelo Natural Color System (NCS). Embora seja difícil de definir por um único tom, essa cor equilibra vibração e suavidade, o que a torna adaptável a diferentes materiais e contextos. À medida que o rosa continua a ganhar destaque nos interiores contemporâneos, seu papel vai além de uma mera escolha cromática — trata-se de uma estratégia de design. A recente transição dos tons de rosa vibrantes e lúdicos da tendência "Barbiecore" para matizes mais suaves e empoeirados, vistos na moda e no design nas coleções de moda de 2025, destaca a adaptabilidade da cor. Sua presença nas paletas de cores da Pantone para 2025 também reforça seu apelo em diversas disciplinas. Quando aplicado de forma inteligente, o rosa pode transformar espaços, tornando-os acolhedores, amplos ou atemporais.

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Princípios da engenharia com bambu no projeto estrutural: o caso do Panyaden Hall

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No coração de Chiang Mai, uma cidade rica em história e cultura do norte da Tailândia, o Panyaden Hall, concluído em 2017, carrega uma história de inovação e tradição, contada por meio do bambu. Combinando a tradição tailandesa centenária de bambu com soluções estruturais modernas, o projeto reflete o ethos da Chiangmai Life Architects , uma empresa dedicada a elevar materiais naturais ao seu mais alto potencial. Neste artigo, exploraremos algumas das soluções estruturais contemporâneas aplicadas a este projeto icônico, revelando ainda mais o verdadeiro potencial do bambu e convidando a uma nova perspectiva sobre arquitetura sustentável e engenharia de estruturas de bambu.

O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital

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O Modernismo, movimento que buscou romper com as formas tradicionais e abraçar o futuro, lançou as bases para diversos avanços tecnológicos e digitais na arquitetura contemporânea. À medida que a Revolução Industrial trazia a produção em massa, novos materiais e inovações tecnológicas, nomes da arquitetura como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe defenderam o princípio de que a "forma segue a função" e uma abordagem racional do projeto. Seus preceitos ressoam na era digital, na qual o projeto computacional e os materiais de alta tecnologia redefinem a forma e a construção.

Os ideais modernistas do século XX — eficiência, simplicidade e funcionalidade — criaram uma base para que arquitetos/as experimentassem a clareza estrutural e a honestidade dos materiais. A arquitetura high-tech, surgida no final do século XX, evoluiu a partir desses princípios, fundindo as linhas limpas do modernismo com engenharia e tecnologia avançadas. Isso abriu caminho para o parametricismo e para os processos de projeto baseados em algoritmos, revolucionando a arquitetura e viabilizando formas complexas anteriormente consideradas impossíveis.

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