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Moldando o espaço com curvas: explorando a fluidez arquitetônica de 4 projetos de aeroportos modernos no Sul e Leste da Ásia

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Os aeroportos modernos tornaram-se, cada vez mais, símbolos de inovação arquitetônica, indo além de sua função principal como hubs de transporte para se transformarem em marcos urbanos significativos. Uma tendência marcante no design contemporâneo de aeroportos é o uso de formas curvas para criar espaços fluidos e dinâmicos que potencializam tanto a funcionalidade quanto o impacto visual. Viabilizadas pelos avanços na tecnologia de construção, essas curvas permitem interiores mais flexíveis e amplos, além de projetos que se integram melhor às paisagens naturais e aprimoram a circulação e a experiência das pessoas.

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Um sistema para a transformação do espaço público: conheça a obra do Coletivo C733 no México

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Em 2019, a Secretaría de Desarrollo Urbano contratou a Facultad de Arquitectura de la Universidad Nacional Autónoma de México para convocar um concurso voltado ao desenvolvimento de obras públicas de pequena escala em regiões vulneráveis do norte do México. Na ocasião, Gabriela Carrillo, Carlos Facio, José Amozurrutia, Eric Valdez e Israel Espín, profissionais formados pela referida universidade, uniram-se para participar do desafio com sua proposta. Convencidos da importância de se estruturarem como equipe e compreendendo que a arquitetura surge desses momentos de discussão coletiva, troca de ideias e posicionamentos, além do compartilhamento de conhecimentos e experiências de cada um, criaram o coletivo de arquitetura C733.

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Podcast The Second Studio: Design de AV na Arquitetura

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The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast franco sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos arquitetos David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para profissionais de design, análises de edifícios e outros projetos, ou reflexões descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Robert Gilligan, consultor sênior de tecnologia na Amplified Lifestyles, para conversar sobre sua trajetória em tecnologia audiovisual, os avanços na automação residencial, a gestão de sistemas de áudio e vídeo domésticos, o papel de profissionais de engenharia audiovisual em projetos de arquitetura, sistemas de segurança residencial, o futuro do setor e muito mais.

Detalhes arquitetônicos do movimento Bauhaus: Revisitando as quinas de vidro e a construção em aço tubular

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O design da Bauhaus influenciou a nossa sociedade contemporânea de maneiras óbvias e sutis. Exemplos icônicos incluem os designs de Marcel Breuer, como a Cadeira Wassily e a Cadeira B55, a tipografia da Bauhaus e os princípios do design gráfico que enfatizam linhas limpas, cores primárias e formas geométricas. No entanto, os detalhes construtivos arquitetônicos do movimento Bauhaus são bem menos discutidos. Embora a maioria das pessoas identifique facilmente os edifícios modernos ou da Bauhaus por suas formas geométricas, funcionalidade e materiais industriais, seus detalhes arquitetônicos costumam ser negligenciados. Eles não apenas ecoam a linguagem de design das renomadas peças de mobiliário de Breuer, mas também influenciaram os célebres detalhes arquitetônicos em vidro de Mies van der Rohe. Como os detalhes da Bauhaus eram executados e como eles poderiam ser traduzidos em detalhes contemporâneos hoje?

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Como a tão criticada varanda promove comunidades caminháveis e sustentáveis

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

A inspiração para escrever este ensaio veio de uma publicação fascinante sobre a dinâmica social das varandas, de autoria de Patrick Deneen, intitulada A Republic of Front Porches. Lugares sustentáveis devem ser acessíveis por diversos meios, especialmente a pé. Bairros onde as pessoas caminham para diversos destinos têm mais chances de ser seguros, pois os moradores costumam conhecer melhor seus vizinhos e, consequentemente, percebem com mais facilidade a presença de estranhos na área. A caminhabilidade é essencial para que um lugar seja funcional, pois as pessoas não se deslocarão a pé para usufruir desses serviços se a experiência do pedestre for ruim. Assim, a caminhada é um aspecto fundamental para a sustentabilidade de qualquer lugar. As varandas podem desempenhar um papel crucial na caminhabilidade das ruas residenciais de um bairro e, consequentemente, na própria sustentabilidade do bairro.

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Uma escola experimental na Suíça e um centro de arte em madeira na Polônia: 8 projetos culturais e educacionais não construídos de escritórios consagrados

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Centros educacionais e culturais funcionam como espaços fundamentais onde as comunidades se conectam com o conhecimento, a criatividade e as experiências compartilhadas. Como programas arquitetônicos, eles oferecem oportunidades únicas para explorar como os ambientes físicos podem promover o aprendizado, a expressão cultural e a interação social. A importância desses projetos reside não apenas em sua função, mas em como refletem os valores e as aspirações da sociedade. Quando escritórios de arquitetura consolidados assumem esses projetos, suas escolhas projetuais tornam-se uma lente pela qual podemos examinar abordagens contemporâneas de espaço, lugar e comunidade, oferecendo um vislumbre do papel em constante evolução da arquitetura na modelagem de paisagens educacionais e culturais.

Entre a seleção desta semana de projetos não construídos enviados por escritórios de arquitetura consagrados, o projeto do fala atelier para uma escola em Broc, na Suíça, destaca-se por sua integração sensível de elementos da arquitetura alpina; o Xylopolis Centre, na Polônia, projetado pelo WXCA, reflete uma profunda contemplação sobre a relação da humanidade com a natureza; enquanto o edifício de ciências da vida do KPF em Londres e o Centro de Educação da Água do Jones Studio no Arizona exemplificam ainda mais como a arquitetura pode responder às necessidades sociais contemporâneas — desde o fomento a ecossistemas de inovação até a educação do público sobre questões ambientais críticas.

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Construindo espaços de aprendizagem ao ar livre: 5 projetos comunitários da Semillas no Peru

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Como é possível abrir os espaços educativos para o exterior e quais são as condições adequadas para o seu desenvolvimento? Quais estratégias bioclimáticas podem ser implementadas para contribuir com o conforto ambiental e a preservação cultural das comunidades? Ao conceber espaços de aprendizagem ao ar livre e diluir os limites entre interiores e exteriores, as dinâmicas das infraestruturas educativas projetadas pela associação Semillas na selva peruana convidam a refletir sobre as oportunidades de encontro, reunião e participação comunitária entre estudantes, famílias e moradores locais. Ligada aos usos e costumes do lugar, essa concepção de espaço representa uma forma de habitar na qual a implementação de estratégias bioclimáticas aliada à utilização de materiais e técnicas construtivas locais se unem para criar uma arquitetura em relação ao seu entorno e sua própria história.

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Aprendendo com Copenhague

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Copenhague foi fundada por volta do século XI a partir de uma pequena vila de pescadores chamada "Havn" (porto), que servia como ponto estratégico para o comércio e a navegação. Ao longo do tempo, esse assentamento transformou-se em uma cidade industrial até se tornar a capital da Dinamarca. Apesar de sua dimensão reduzida, Copenhague exerce uma influência global significativa como modelo de vida urbana. Espalhada por duas ilhas, a cidade é reconhecida como uma das mais habitáveis do mundo, compensando sua escala modesta com um caráter marcante, refletido em sua vida urbana vibrante e em um horizonte pontuado por torres históricas, edifícios de baixa altura e uma mescla de arquitetura antiga e moderna.

Estratégias simples de projeto para o calor extremo

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Quem caminha durante o verão em uma cidade como Boston sabe que se gasta um tempo considerável traçando rotas que ofereçam sombra. No entanto, não posso usar isso como minha única desculpa para a falta de foco. Sendo realista, estou com a atenção dispersa. As manchetes turbulentas sobre a eleição presidencial nos EUA, a iminência de uma conferência climática da ONU sem precedentes e a expressão “década de ação decisiva” pesam muito sobre os meus ombros. Embora seja fácil se deixar levar pelos acontecimentos atuais, nós que dispomos de soluções precisamos manter o foco.

Uma expressão japonesa talvez útil a se lembrar é “kotsu kotsu”, que significa essencialmente desacelerar, focar na tarefa em mãos e realizá-la bem. As temperaturas estão atingindo níveis recordes, as pessoas estão sofrendo. Como apontou uma carta recente da COP da ONU, “tempo perdido significa a perda de vidas, de meios de subsistência e do planeta”. Resfriar nossas cidades e comunidades tornou-se mais importante do que nunca.

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Espaços sem limites: 4 projetos arquitetônicos que abraçam o exterior

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Em uma era em que passamos grande parte do tempo em espaços fechados, a arquitetura contemporânea oferece uma abordagem inovadora: dissolver as barreiras entre o interior e o exterior. Essa fusão, hoje uma característica marcante de muitos projetos atuais, reflete um desejo crescente de viver em sintonia com a natureza, promovendo uma harmonia que transcende as paredes e restaura a conexão humana com o entorno natural. Grandes aberturas que emolduram as paisagens e o uso de princípios do design biofílico diluem os limites entre o interior e o exterior, criando espaços flexíveis e banhados de luz, nos quais a natureza é incorporada ao espaço arquitetônico. Essa integração surge de decisões de projeto meticulosas, viabilizadas por avanços tecnológicos como vidros de alto desempenho e sistemas inteligentes, que permitem essa conexão sem sacrificar o conforto nem a eficiência energética.

Pergunta aberta: Qual é o futuro da visualização de arquitetura?

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Dos NFTs e do Metaverso às vantagens produtivas da renderização em tempo real, este ano representa uma excelente oportunidade para discutir as últimas tendências no campo das visualizações.

Nesse sentido, queremos abrir o debate e conhecer suas respostas para as seguintes perguntas: Quanto podemos aprender com outras indústrias correlatas, como o cinema, os videogames e o design industrial? Como a arquitetura pode contribuir e avançar no mundo das visualizações?

O que os/as arquitetos/as podem fazer além da arquitetura?

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"Sou arquiteto/a... e agora, o que eu faço?" deve ser uma das perguntas mais frequentes de qualquer pessoa recém-graduada com o diploma de arquitetura em mãos. Com o passar dos anos, muitas dessas pessoas encontrarão trabalho em diferentes indústrias que não envolvem necessariamente trabalhar em um escritório projetando e construindo edifícios.

Pergunta aberta: Como viveremos em nossas cidades?

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Existe um futuro para as nossas cidades se não tivermos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a ótica das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.

Que novas formas de viver estamos experimentando diante das diversas transformações sociais, econômicas e ecológicas? Sem dúvida, precisamos colocar em pauta os diferentes casos de referência que surgiram em diversas partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos as nossas cidades.

Queremos que vocês, nosso público leitor, não apenas tomem a iniciativa de propor exemplos de coliving, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que considerem referência, mas que também compartilhem suas reflexões sobre o assunto no formulário abaixo. Os comentários serão selecionados e publicados em um próximo artigo.

Pergunta aberta: o que torna um edifício belo?

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Tanto profissionais de arquitetura e design, quanto de psicologia e sociologia, reconhecem que a estética e sua filosofia subjacente têm o poder de transformar a maneira como percebemos o mundo ao nosso redor. Portanto, uma compreensão mais profunda do que é belo traz consigo o grande poder de transformar a forma como as pessoas reagem ao seu entorno.

Explorar os diferentes significados da estética na arquitetura, desde 'a forma segue a função' até a estética do metaverso, pode nos ajudar a compreender o potencial de nossos ambientes físicos e virtuais no caminho rumo a um mundo melhor.

Muito já se escreveu sobre o assunto, desde 'O belo e o justo na arquitetura', de Alberto Pérez-Gómez, até ‘O fracasso do belo’, de Pablo Caldera. Agora, no entanto, queremos abrir o debate para que nossos leitores e leitoras compartilhem suas visões sobre o que torna um edifício ou uma cidade belos.

Deixe seus comentários no formulário abaixo. Eles serão selecionados e publicados em um próximo artigo.

Mulheres na arquitetura, indique as figuras desconhecidas de todo o mundo!

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A arquitetura e as cidades continuam, até hoje, sem ser imaginadas por todas as pessoas. No ano passado, no Dia da Mulher, dissemos que “a batalha pela igualdade está longe de terminar”. Ao destacar continuamente as arquitetas e as questões de gênero, este ano estamos buscando as opiniões de nossos leitores e leitoras e, agora mais do que nunca, queremos a sua ajuda para reconhecer as figuras femininas desconhecidas na cena internacional.

Em sua opinião, quem são as arquitetas que faltam em nossa plataforma? Ajude-nos a colocar em foco as mulheres que projetam o ambiente construído e indique as principais protagonistas femininas de todo o mundo, para que possamos ajustar as narrativas, apresentar seu trabalho e compartilhar seus conhecimentos e ferramentas para um mundo mais inclusivo. Essas mulheres podem fazer parte de qualquer momento da história — desde jovens forças emergentes até líderes consagradas. Elas também podem ter perfis profissionais diversos, de arquitetas, urbanistas e designers a construtoras e tomadoras de decisão — todos os perfis envolvidos na configuração do ambiente construído que nos cerca são elegíveis.

Geração de soluções, edição em nuvem, desenho automático... o/a assistente júnior de IA para arquitetos/as!

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Como impulsionar a produtividade por meio da tecnologia na era digital? Recentemente, a XKool Technology, líder em aplicações de inteligência artificial para o setor da arquitetura, realizou o lançamento de um novo produto, o "Plan Deep", dando início a uma nova etapa na evolução das capacidades tecnológicas na arquitetura.

Este artigo apresenta informações sobre os recém-lançados produtos de design inteligente da XKool, bem como sobre o próximo tutorial do DigitalFUTURES, que será apresentado pela empresa em 8 de janeiro de 2022. Convidamos você a vivenciar de perto essa colaboração entre arquitetura e tecnologia.

Como a gestão eficaz das informações de projeto pode aprimorar a entrega de projetos?

Do planejamento à construção, a arquitetura vai muito além de projetar edifícios. Com a participação de diversos agentes multidisciplinares e um fluxo contínuo de imagens, plantas e arquivos, qualquer projeto envolve também a gestão de grandes volumes de informação. Como os/as arquitetos/as costumam lidar com prazos apertados – precisando concluir um determinado número de edificações em um período específico –, os dados devem ser gerenciados de forma produtiva e eficiente. No entanto, à medida que os projetos de construção e seus métodos de entrega se tornam cada vez mais complexos, gerenciar essas informações virou um desafio sem precedentes. Somando-se a isso, a pandemia de COVID-19 impôs o trabalho remoto aos escritórios de arquitetura, impactando a forma e o local a partir dos quais os/as colaboradores/as acessam as informações. Portanto, para garantir uma entrega de projeto eficaz, o grande desafio reside em gerenciar com sucesso as informações do projeto.

Resgate arquitetônico: polos culturais através do reuso adaptativo

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O despertar do Antropoceno colocou a ideia do reuso adaptativo em evidência, consolidando-o como o ápice da regeneração e revitalização urbana. A prática aproveita edifícios existentes de valor histórico e cultural, ressignificando-os para torná-los funcionais. Trata-se, essencialmente, de uma forma de salvamento arquitetônico — um meio sustentável e viável de reconstrução.

Eventos recentes, como a pandemia, evidenciaram as desigualdades em nossa paisagem urbana, expondo setores negligenciados em estado de desuso e abandono. O reuso adaptativo pode revitalizar essas áreas e criar novos polos culturais, estimulando a atividade urbana e gerando ambientes de uso misto vibrantes e saudáveis.

Abaixo, apresentamos uma seleção diversa de polos culturais que utilizam o reuso adaptativo:

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Reuso adaptativo: do porco às plantas (e medicamentos)

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O reuso adaptativo é um aspecto fundamental para garantir uma existência sustentável. Os edifícios concentram uma enorme quantidade de energia incorporada, de modo que, quanto mais pudermos adaptá-los e reaproveitá-los, melhor. Além disso, eles funcionam como repositórios de memórias e histórias coletivas que, à medida que os modificamos, se sobrepõem em camadas de maneiras novas e interessantes. Este vídeo investiga o tema por meio do estudo de caso do “The Plant”, uma incubadora de alimentos em Chicago instalada em uma antiga fábrica de processamento de carne suína. A localização e a infraestrutura existente do edifício fizeram dele o candidato ideal para essa nova finalidade. Nesse sentido, John Edel, fundador do The Plant, empenhou-se em evidenciar a história do edifício e honrar seu patrimônio ao longo de todo o processo de adaptação.

Central Park se tornará um polo de pesquisas climáticas

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À medida que as temperaturas globais sobem sem sinais de desaceleração, os parques do futuro estarão sujeitos a secas, inundações, calor escaldante e nevascas mais intensas, já que o ar mais quente é capaz de reter mais umidade do que o ar frio. (Costuma-se dizer que o mundo do futuro será mais úmido e selvagem justamente por esse motivo.)

Como, então, os parques urbanos podem se fortalecer para as próximas décadas? A Central Park Conservancy, a Yale School of the Environment e a Natural Areas Conservancy uniram forças para transformar o parque mais emblemático de Nova York em um polo de estudos sobre adaptação às mudanças climáticas e possíveis estratégias de mitigação. O Central Park Climate Lab foi anunciado em 12 de janeiro pela organização, e as descobertas obtidas com o programa serão estendidas a outros parques da cidade de Nova York e, futuramente, de todo o país.

Como a arquitetura e a moda se inspiram mutuamente

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Arquitetura e moda parecem uma combinação improvável. No entanto, em mais de um aspecto, elas são feitas do mesmo tecido. Antigas tribos nômades viviam em abrigos de tecido e peles de animais — os mesmíssimos materiais usados em suas vestimentas. Dessa forma, roupas e abrigos eram confeccionados pelas mesmas mãos artesãs. Com o tempo, à medida que nossas construções supriram as necessidades básicas de proteção do corpo humano, esses ofícios se elevaram a formas de arte distintas. Hoje, designers como Virgil Abloh, com formação em arquitetura, costuram esses dois campos de volta em desfiles que fazem referência a projetos de Mies van der Rohe, ou em jaquetas adornadas com edifícios tridimensionais acolchoados. Os espaços comerciais de moda também aproximam o espaço e o vestuário, frequentemente de maneira meticulosa e instigante. Este vídeo analisa a história da relação entre arquitetura e moda e visita uma loja em Chicago chamada Notre, com projeto de Norman Kelley.

Como criar belos interiores com o V-Ray 5 para SketchUp

Com o V-Ray 5 para SketchUp, Update 2, a Chaos introduziu novas ferramentas inteligentes que facilitam a criação de renderizações incríveis por arquitetos/as e artistas de visualização de arquitetura (arch-viz). É possível aproveitar os modelos e materiais gratuitos disponíveis no Chaos Cosmos, personalizar superfícies com o V-Ray Decal e ajustar a renderização com o LightMix e pós-processamento.

Neste tutorial, Ricardo Ortiz, Especialista de Produto do V-Ray, utiliza uma cena de interior para demonstrar como essas novas e poderosas adições podem acelerar seus processos criativos e adicionar detalhes extras para um fotorrealismo excepcional.

A Arquitetura do Resgate

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Edifícios são como corpos com órgãos. Nessas circunstâncias, com um pouco de esforço extra, as edificações podem ser desmontadas em vez de demolidas. O desmonte envolve a remoção cuidadosa de componentes reaproveitáveis, seu armazenamento e a busca por um novo destino para eles. Embora essa solução nem sempre seja possível, ela pode fazer parte de um esforço sustentável que — além de evitar que os materiais parem em aterros sanitários — preserva a história e a memória incorporadas em materiais e fragmentos únicos. Também honra o trabalho humano investido em nosso ambiente. Este vídeo explora o reuso de materiais de construção e o que significa estar cercado por fragmentos carregados de história. O conteúdo também traça o perfil de instituições dedicadas ao desmonte e à distribuição de materiais de construção, bem como de práticas artísticas que reconfiguram nosso ambiente construído existente, incluindo Noah Purifoy e Catie Newell, do Alibi Studio. 

Projetando espaços híbridos de trabalho e moradia para millennials

A Dra. Steffi Burkhart conhece bem a geração millennial. Ela sabe — ou, pelo menos, tem uma opinião muito bem fundamentada e profundamente pesquisada — como essas pessoas querem viver e trabalhar. Considerando que os/as millennials – comumente identificados/as como as pessoas nascidas entre o início dos anos 1980 e meados dos anos 1990 – em breve dominarão a força de trabalho, compreender suas necessidades e aspirações profissionais e pessoais é uma informação valiosa. Isso é vital para empresas, cidades e países que desejam atrair e empregar de maneira produtiva os melhores talentos dessa geração.

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