
À medida que as temperaturas globais sobem sem sinais de desaceleração, os parques do futuro estarão sujeitos a secas, inundações, calor escaldante e nevascas mais intensas, já que o ar mais quente é capaz de reter mais umidade do que o ar frio. (Costuma-se dizer que o mundo do futuro será mais úmido e selvagem justamente por esse motivo.)
Como, então, os parques urbanos podem se fortalecer para as próximas décadas? A Central Park Conservancy, a Yale School of the Environment e a Natural Areas Conservancy uniram forças para transformar o parque mais emblemático de Nova York em um polo de estudos sobre adaptação às mudanças climáticas e possíveis estratégias de mitigação. O Central Park Climate Lab foi anunciado em 12 de janeiro pela organização, e as descobertas obtidas com o programa serão estendidas a outros parques da cidade de Nova York e, futuramente, de todo o país.

