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Conselhos úteis para projetar fachadas ventiladas com porcelanato de 3,5 mm

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A fachada ventilada é uma solução construtiva perimetral que considera um duplo fechamento distanciado um do outro por meio de uma estrutura de suporte, gerando uma câmara de ar que permite a sua ventilação. Esta operação cria o chamado efeito chaminé, que ativa as correntes de ar por convecção, melhorando o isolamento acústico e térmico do edifício e aumentando sua eficiência energética.

Devido à sua natureza e fabricação de prensagem laminada, o porcelanato de 3,5 mm é uma excelente escolha para revestimentos de fachadas ventiladas. Sua alta resistência às intempéries, estabilidade dimensional e leveza reduzem os requisitos da estrutura de suporte. Pesa 3 vezes menos que um porcelanato tradicional e permite grandes formatos, até 3,6 metros, reduzindo o número de juntas. Também oferece alta estabilidade de cor, resistência a impactos e baixa manutenção ao longo do tempo.

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Dicionário Iphan do Patrimônio Cultural: o que é "cultura popular"

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Cultura popular constitui um conceito impreciso, que se presta a definições diversas. Para apreender os traços que caracterizam as diversas acepções de cultura popular, é preciso acompanhar a dinâmica da transformação dessa expressão ao longo dos estudos voltados para esse campo. 

Federico Babina reinventa plantas arquitetônicas como se fossem animais

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O artista italiano Federico Babina compartilhou conosco sua mais recente série de ilustrações. "Planimal" explora uma ligação entre a arquitetura e o mundo natural, traduzindo diferentes animais em plantas arquitetônicas. Babina reimagina os espaços arquitetônicos como “objetos narrativos que nos abrigam e conduzem em um fantástico labirinto de uma realidade onírica; arquiteturas imaginadas como esculturas zoomórficas."

Casas, museus e igrejas são representados como leões rugindo, cobras rastejantes e baleias no mar, com espaços dinâmicos compostos por curvas e retas, sólidos e vazios, sons e silêncios, luzes e sombras.

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Marquise do Ibirapuera: suporte ao uso indeterminado

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Na pesquisa apresentada para em 2014, Eduardo Gurian começa a introdução colocando as seguintes perguntas: "A grandiosidade de uma obra de arquitetura poderia ser definida apenas pelo gesto genial e a capacidade de síntese de seu autor? Ou deveríamos levar em conta a utilidade e a capacidade dela em atender as necessidades para a qual foi designada? Ou até mesmo ouvir quem realmente usufrui do espaço e contestar sua satisfação?". Com essas questões colocadas, o pesquisador analisa a evolução dos usos e ocupação da Marquise do Parque Ibirapuera, projetada por Oscar Niemeyer. A dissertação de mestrado teve como orientadora a Profa. Dra. Helena Aparecida Ayoub Silva no programa de pós-graduação da FAUUSP. Veja abaixo o resumo enviado pelo autor.

O que é a resiliência urbana?

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Estudantes de toda a América Latina estão reunidos na Universidade do Bío-Bío e na Universidade de Concepción para a realização da quarta edição do Congresso de Iniciação Científica em Arquitetura e Urbanismo - CICAU 2019. Nesta edição, a temática "Resiliência e Origem" pretende abrir a discussão para as novas gerações sobre como nos preparamos diante de eventuais catástrofes antrópicas e naturais.

16 Pavilhões efêmeros que exploram o potencial do espaço público

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Señales 1.0 de Tools for Action. Image © José Manuel Cutillas

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O Festival Internacional de Arquitetura e Desenho de Logroño, na Espanha, se caracteriza pela realização de uma série de intervenções efêmeras espalhadas pela cidade. Para esta última edição do Concéntrico, como é chamado o festival, foram realizados dezesseis pavilhões que buscam explorar as potencialidades dos espaços urbanas desta pequena cidade medieval espanhola.

Isopor reciclado para a fabricação de acabamentos decorativos e sistemas de isolamento

Em pleno século XXI qualquer solução sustentável deve ser exaltada! Neste post serão abordadas soluções arquitetônicas que utilizam o isopor reciclado como matéria-prima de acabamentos decorativos (resistentes à água) e como preenchimento de paredes de EPS, com diversas vantagens que vão desde isolamento termoacústico até economia com os custos da obra.

Repensando espaços sagrados para outros usos

Na esteira dos recentes incêndios na Catedral de Notre-Dame em Paris e na mesquita Al-Aqsa em Jerusalém, vimos muitos profissionais propondo novas maneiras de reconstruir esses espaços sagrados, abrindo-os para novas possibilidades.

Historicamente, após o declínio da Igreja Católica e a crescente diminuição no número de fiéis em várias regiões da Europa e América do Norte, os custos de manutenção dos espaços sagrados levaram ao eventual abandono de igrejas, santuários e mosteiros - frequentemente obras de grande valor histórico e arquitetônico.

Isso abre uma nova oportunidade para profissionais da arquitetura resgatarem e recontextualizarem o patrimônio histórico representado por estes edifícios. A seguir, apresentamos 15 exemplos de reuso adaptativo em igrejas antigas que foram transformadas em hotéis, casas, museus, bibliotecas e outros espaços culturais.

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Fernández del Amo: clandestinidade moderna na arquitetura espanhola

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José Luis Fernández del Amo (1914-1995) inscreve-se no panorama da arquitetura espanhola do pós-guerra com projetos e obras distanciados da aura acadêmica. Seus trabalhos circulam como mensagens clandestinas que revelam caminhos, insinuam verdades, apoiam vontades e desaparecem em meio a uma multidão repleta de interesses diversos. Em sua figura, como na de muitas pessoas de sua geração, há a circunstância de ter que iniciar sua biografia profissional em meio aos conflitos de uma decepção e de uma mudança de atitude espiritual perante a vida. Decepção diante da crueldade dilacerante de uma guerra civil que provoca, em quem a sofre, uma transformação interna frente ao drama desencadeado por tais conflitos.

Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil?

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Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil? - Imagem 21 de 4Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil? - Imagem 20 de 4Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil? - Imagem 22 de 4Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil? - Imagem 24 de 4Por que se celebra o Dia da Santa Cruz e o Dia do/a Trabalhador/a da Construção Civil? - Mais Imagens+ 23

O dia 3 de maio é uma festividade que se origina na Invenção da Santa Cruz, Cruz de Maio ou também Festa das Cruzes, cujas origens remontam ao rito romano para celebrar o culto à Cruz de Cristo. Esta comemoração evoluiu ao longo do tempo, sendo adotada em cidades do México, Chile, Espanha, Equador, El Salvador, Guatemala, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago, Argentina, Colômbia e Venezuela, onde parte da celebração consiste em decorar com flores, realizar procissões e danças.

Construindo imagens: como as redes sociais estão mudando a arquitetura contemporânea

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Antes das redes sociais surgirem, edifícios eram publicados em revistas, editados e refinados segundo as preferências dos arquitetos que os projetaram. Hoje, as revistas foram ofuscadas por novas plataformas muito mais influentes e que não estão no controle dos arquitetos. A comunicação digital transformou o modo como as pessoas veem e interagem com a arquitetura, oferecendo aos profissionais novos pontos de vista sobre como projetar seus edifícios.

A PLANE—SITE, uma agência global dedicada a estudos relacionados aos espaços sociais e cultura urbana, produziu um vídeo que analisa o impacto das redes sociais nos escritórios de arquitetura. Intitulado Building Images, o vídeo mostra as opiniões de profissionais do OMA/AMO e UNStudio, dois escritórios com abordagens muito distintas em relação às redes sociais, que explicam como estas novas plataformas os têm ajudado a compreender seus projetos de modos nunca antes possíveis.

16 instalações efêmeras projetadas por arquitetas e arquitetos mexicanos

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Como temos visto ao longo da história da arquitetura, as instalações efêmeras e os pavilhões são elementos fundamentais para retratar um momento específico da disciplina e das manifestações sociais de forma quase imediata. Se é verdade que alguns pavilhões se mostraram tão relevantes que romperam com sua condição efêmera para permanecer definitivamente e se tornar uma expressão exemplar de algum momento da história — como o Pavilhão Alemão de Barcelona, projetado por Ludwig Mies van der Rohe e Lilly Reich como pavilhão da Alemanha para a Exposição Internacional de Barcelona realizada em Montjuïc —, outros tantos ficam documentados em fotografias, desenhos e experiências para serem reescritos em projetos futuros.

No Estúdio de Eco-Conservação da Lake|Flato, a sustentabilidade e a educação andam de mãos dadas

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Este artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine.

A construção sustentável sempre fez parte do DNA do escritório, embora, há pouco mais de dez anos, o Lake|Flato tenha criado um estúdio interno voltado especificamente para a gestão de paisagem e recursos.

Há mais de três décadas, o escritório Lake|Flato Architects, de San Antonio, vem promovendo a causa do regionalismo crítico no sul do Texas. Os sócios fundadores, David Lake e Ted Flato, conheceram-se no escritório de O’Neil Ford, um dos pioneiros do modernismo no Texas, cujo trabalho unia inovação estrutural a tradições construtivas locais. Ao fundarem a própria prática em 1984, Lake e Flato levaram esse preceito consigo, desenvolvendo uma série de casas de campo que atraíram a atenção por sua fusão refinada de modos de vida contemporâneos, materiais nativos e vernáculo agroindustrial.

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Preservando a arquitetura brutalista esquecida da Índia

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O brutalismo é uma corrente da arquitetura que se desenvolveu em diferentes partes do mundo, sempre levando em consideração algumas particularidades locais, embora compartilhando de alguns preceitos comuns como, por exemplo, o uso de materiais sem revestimento e o transparecimento do trabalho necessário para erguer as obras. O debate acerca do brutalismo é ainda intenso em diversas regiões, reunindo argumentos a favor e contra sua preservação. 

Enquanto muitos enxergam a arquitetura brutalista como "feia” ou “incompleta”, Arhan Vohra, um estudante de apenas 17 anos, lançou o Brutal Delhi, uma plataforma que reúne suas fotografias de edifícios brutalistas de Nova Delhi, Índia.

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Mudando Metáforas: uma entrevista entre Ory Dessau e Zvi Hecker

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A conversa com o renomado arquiteto e artista Zvi Hecker (nascido em 1931) ocorreu após Crusaders Come and Go, sua exposição na Galerie Nordenhake, em Berlim (junho-julho de 2017). Na primeira parte, Hecker apresenta sua crítica histórica à virada modernista na arquitetura e seus efeitos no planejamento urbano. Ele aponta a tensão entre uma abordagem urbanística e outra focada no impacto do edifício individual. Na segunda parte, Hecker aborda a noção do estilo do/a arquiteto/a e posiciona seu trabalho em oposição ou distanciamento em relação ao esforço de cultivar uma assinatura estilística. Na última parte, Hecker discorre sobre um motivo recorrente em seu trabalho, o tema do livro aberto como símbolo, conceito e referência formal dinâmica.  

Do concreto ao papel: Obras recentes de Tadao Ando apresentadas em nova monografia

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Ao longo de sua consagrada carreira, o laureado com o Pritzker Tadao Ando conseguiu despertar os sentidos de quem adentra suas estruturas. Não foram apenas as formas de seus edifícios que lhe garantiram prestígio; a manipulação de luz e sombra e a sensação imediata de sacralidade que suas obras impõem são o que de fato o consagrou como um dos arquitetos mais renomados do mundo.

Para apresentar os trabalhos recentes de Ando e celebrar sua parceria de longa data com o arquiteto, a Oris House of Architecture publicou uma monografia intitulada Transcending Oppositions, que celebra suas obras e sua relação com a cultura contemporânea do Japão. Ao julgar este livro pela capa, o leitor terá uma ideia clara do que esperar, já que a monografia traduz a arquitetura de Tadao Ando em cada detalhe impresso.

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Defender o patrimônio a partir da sala de aula: História e contemporaneidade da arquitetura moderna em Misiones

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Frequentemente consideramos o patrimônio como um conjunto de bens passíveis de apreço que uma pessoa ou um grupo delas adquire por herança. Embora às vezes nos sintamos completamente identificados com seu significado e com o legado que nos é concedido, são inúmeras as ocasiões em que desperdiçamos suas potencialidades.

Miguel Lawner: "Desde a faculdade fomos arquitetos e arquitetas com convicções políticas claras"

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No mês passado, a Diretoria Nacional do Colégio de Arquitetos do Chile anunciou Miguel Lawner como vencedor do Prêmio Nacional de Arquitetura 2019, maior honraria que um/a arquiteto/a pode receber naquele país. A entrevista a seguir, realizada em 2015, não apenas explora em detalhes a sua trajetória, mas também reflete vários de seus pensamentos sobre a esfera política.

Espaço público: lugar democrático ou de privilégios?

Quando falamos de espaço público, muitas vezes imaginamos um parque com pessoas felizes e relaxadas em um dia ensolarado. Na verdade, esta é uma abordagem muito restrita. Uma jovem não atravessa uma rua deserta de madrugada da mesma forma que um homem branco de terno ou um imigrante de diferentes trajes. Você já se sentiu discriminado ao visitar um espaço público?

Nesta edição da conversa entre editores do ArchDaily, editores de Los Angeles, São Paulo, Argentina e Uruguai compartilham seus pontos de vista sobre a definição de espaços públicos para todos

Habitação social na América Latina: exemplos de padrões e códigos geradores

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O artigo a seguir faz parte de uma série desenvolvida por Nikos A. Salingaros, David Brain, Andres M. Duany, Michael W. Mehaffy e Ernesto Philibert-Petit, que explora as particularidades da habitação social na América Latina. Nesta ocasião, os autores revisam exemplos de estratégias e planejamento, como a importância de processos sociais colaborativos e a sequência específica das etapas de construção. 

Componentes de Bambu: Projeto de Produção e Processo de Pré-fabricação

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Neste artigo compartilhado pelo Laboratório de Experimentação com Bambu da UNESP - Bauru os pesquisadores envolvidos relatam a experiência da construção do Galpão Oficina do Assentamento Rural Horto de Aimorés. No projeto foi utilizado o bambu in natura combinado com pilares de aroeira roliça e conexões metálicas. Veja resumo enviado pelos autores e o resultado desse processo.

11 maneiras de se tornar um arquiteto melhor (sem fazer arquitetura)

Arquitetos são geralmente conhecidos por não terem um bom equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, serem muito estressados e terem pouco tempo livre. Como você pode tirar uma folga e ao mesmo tempo melhorar suas habilidades como arquiteto? É possível que essa folga até lhe dê uma vantagem extra? Em comparação com outras áreas de atuação, a arquitetura destaca-se como uma área em que você precisa "saber um pouco sobre tudo". Assim, para sermos reconhecidos, também temos que fazer um pouco de tudo, e como dizem, um pouco é suficiente. Então, com isso em mente, aqui estão 11 atividades que, embora não obviamente relacionadas à arquitetura, podem fazer de você um arquiteto melhor.

Fachadas de espuma de alumínio: textura, porosidade e brilho

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CaixaForum Sevilla / Vázquez Consuegra. Image © Jesús Granada

Habitualmente, os revestimentos modulares para fachadas e envoltórias fornecem soluções rápidas e eficientes, mas muitas vezes carecem de riqueza e caráter para serem repetidos infinitamente, sem entrar em relação com o projeto arquitetônico e suas distintas funções e exigências.

Estes painéis de espuma de alumínio são fabricados mediante um processo de injeção de ar no alumínio fundido, que contém uma fina dispersão de partículas cerâmicas. Essas partículas estabilizam as bolhas de ar e criam painéis que oferecem um nível interessante de detalhes e variabilidade, gerando fachadas exclusivas com diferentes níveis de textura, transparência, brilho e opacidade. Seus painéis ultraleves podem ser usados como pranchas planas, são 100% recicláveis e estão disponíveis em formatos de tamanho padrão de até 3,66 metros de comprimento, embora também existam painéis personalizados mais longos.

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Dos "Olhos da Rua" aos "Olhos da Cidade" / Resposta de Antoine Picon à Declaração Curatorial da Bienal de Shenzhen 2019

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O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver — quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen 2019 (UABB), o ArchDaily está colaborando com a curadoria da seção "Eyes of the City" (Olhos da Cidade) da UABB 2019 para promover um debate sobre como as novas tecnologias — e, em especial, a Inteligência Artificial — podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o texto curatorial de "Eyes of the City", assinado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT. Se tiver interesse em participar da exposição na UABB 2019, envie sua proposta para a chamada aberta da seção "Eyes of the City" até 31 de maio de 2019: www.eyesofthecity.net

Comparações, transposições e metáforas podem ser enganosas se não analisarmos com cuidado seu ponto de partida. A noção de que a era digital nos introduz a um novo regime de "olhos da rua", expressão celebremente cunhada por Jane Jacobs, exige compreender exatamente o que a autora de Morte e Vida de Grandes Cidades queria dizer ao utilizá-la. Para Jane Jacobs, a presença ativa dos habitantes das cidades na rua, seu monitoramento consciente ou inconsciente do que acontecia em seu entorno imediato, era a melhor maneira de garantir a segurança pública. "A paz pública — a paz da calçada e da rua — das cidades não é mantida principalmente pela polícia, por mais necessária que ela seja. Ela é mantida, acima de tudo, por uma rede intrincada, quase inconsciente, de controles e padrões voluntários entre as próprias pessoas, e por elas mesmas aplicada", escreveu Jane Jacobs.

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