Por volta de 1949, a cidade de Buenos Aires liderava a construção do Sexto Panteão no bairro da Chacarita. De caráter monumental e estilo brutalista, esta necrópole subterrânea revelou-se a primeira e maior experimentação de arquitetura moderna no âmbito funerário. Projetada por Ítala Fulvia Villa, uma das primeiras arquitetas e urbanistas argentinas, além de pioneira do modernismo sul-americano, juntamente com sua equipe formada por Leila Cornell, Raquel S. de Días, Gunter Ernest, Carlos A. Gabutti, Ludovico Koppman e Clorindo Testa, esta obra foi investigada por Léa Namer, que desenvolveu um profundo trabalho de estudo e análise, refletindo sobre o legado de uma utopia moderna e de uma releitura feminista da história.
As teorias em evolução do design urbano buscam reformular como as cidades são construídas e vivenciadas. Com uma crescente empatia em relação às necessidades de diversos grupos, o design urbano queer representa uma mudança abrangente e holística na compreensão da identidade e da comunidade nos espaços públicos. Essa abordagem desafia os métodos tradicionais - que costumam ser rígidos - de planejamento urbano ao aplicar os princípios da teoria queer, que valoriza a fluidez e a interconexão. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ de 2024, o ArchDaily explora os fundamentos do "design urbano queer" para influenciar práticas mais inclusivas no planejamento das cidades.
O júri do International VELUX Award selecionou dez vencedores regionais entre os 468 projetos inscritos, provenientes de 220 escolas de arquitetura de todo o mundo. O prestigiado júri, composto por Song Yehao (CN), Jenni Reuter (FI), Ewa Kurylowicz (PL) e Kent Holm, da VELUX A/S (DK), reuniu-se em Copenhague.
Todo projeto começa com um programa de necessidades que esboça os espaços, áreas e requisitos essenciais para dar início ao processo de projeto. Este documento fundamental orienta profissionais de arquitetura a compreenderem as demandas do cliente, distribuírem o espaço de forma eficiente e garantirem que a proposta atenda aos requisitos funcionais do projeto.
No entanto, converter manualmente esses dados tabulares de uma planilha para dados espaciais em sua ferramenta de volumetria é uma tarefa incrivelmente tediosa e demorada. Ferramentas como o Snaptrude foram desenvolvidas para ajudar profissionais de arquitetura a realizarem iterações mais rápidas e a tomarem decisões de projeto mais fundamentadas.
Cortesia de Saint-Gobain Architecture Student Contest
Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.
“Em diversas regiões do planeta, a natureza impõe condições adversas ao corpo humano. Nesses locais, projetar um edifício é quase como criar uma vestimenta: um artefato que protege e oferece conforto. Esse desafio exige um desempenho tecnológico que deve estar aliado à estética. Fazer o ser humano sentir-se bem envolve mais do que apenas atender às noções de conforto e segurança; é também uma questão de trabalhar os espaços em suas dimensões simbólicas e perceptivas.” Este é o início da descrição para o projeto da Estação Antártica Comandante Ferraz, do Estúdio 41, localizada na Península Keller, onde o mar ao redor congela por cerca de seis a sete meses do ano, em que tudo e todos chegam por avião ou navio e a loja de ferragens mais próxima está a dias de distância. Se projetar uma edificação já apresenta inúmeras complexidades, não é difícil imaginar os desafios adicionais ao desenvolver algo em um ambiente extremo, como temperaturas muito altas ou baixas, ou em locais suscetíveis à corrosão, radiação, entre outros. Neste artigo, vamos explorar as dificuldades, as principais soluções e os materiais utilizados nesses contextos.
“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.
As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140505/acao-climatica-significa-escolher-materiais-locais-e-de-baixo-carbonoJared Green
Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.
Embora a abordagem sensorial no ambiente construído seja frequentemente baseada, em primeiro lugar, em aspectos visuais como a cor e a luz, à medida que nos aprofundamos na relação da arquitetura com os sentidos, surgem outros elementos essenciais, tais como aromas, texturas, sons e até sabores. Esses componentes são fundamentais para criar uma experiência profunda entre o/a usuário/a e o ambiente onde ela ocorre, demonstrando que o design e a experiência sensorial estão intrinsecamente conectados.
Dessa forma, o design sensorial oferece uma atmosfera imersiva para um espectro completo de sentidos, cuja percepção se estende além dos limites físicos. Um exemplo disso é o Vertical Panorama Pavilion, localizado em uma região da Califórnia (EUA) com uma forte identidade ligada à tradição vinícola. Esta estrutura, com uma cobertura de vidro composta por intercalares de PVB colorido, serve de abrigo para a hospitalidade. Inspirada na natureza, a cobertura do pavilhão desperta todos os sentidos: desde a textura do cascalho no caminho de pedestres até as correntes de vento locais e os aromas característicos da região.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140784/uma-cobertura-de-vidro-multicolorido-para-os-sentidos-abrigo-e-hospitalidade-o-pavilhao-panorama-verticalEnrique Tovar
Projeto desenvolvido por Revit. Imagem gerada por IA: VERAS. Image Cortesia de ZIGURAT
No âmbito da arquitetura, observa-se um crescente interesse dos consumidores por soluções integradas que ofereçam suporte abrangente em todas as fases de um projeto, que simplifiquem e otimizem cada fase do ciclo de vida dos projetos de construção, proporcionando maior eficiência e precisão. Isso perpassa etapas como a orçamentação, o planejamento e gerenciamento da obra, a gestão orçamentária de recursos e suprimentos, a compra de materiais e chega até a venda do imóvel.
Não é exagero dizer que Renzo Piano é um dos arquitetos mais unânimes que existem no mundo da arquitetura. Com uma obra que mescla respeito ao contexto, leveza e tecnologia para criar estruturas ambientalmente conscientes e esteticamente agradáveis, sua abordagem combina materiais avançados com técnicas tradicionais. Em projetos de diversas escalas, o arquiteto genovês mantém um fio condutor essencial: a implementação de estratégias arquitetônicas passivas, destacando a importância desses métodos para a sustentabilidade e a eficiência energética. Isso é frequentemente explicitado em seus croquis, como uma preocupação inicial, e se concretiza claramente nas obras finalizadas. Veja, a seguir, alguns exemplos em projetos icônicos desenvolvidos pelo seu escritório nas últimas décadas.
O We Live Architects (未见筑) é um escritório de design de vanguarda sediado em Chongqing. Caracterizado por uma prática orientada pela pesquisa e pela busca de originalidade, o estúdio conta com uma equipe criativa e internacional, cujos profissionais principais são graduados em conceituadas instituições de design nacionais e internacionais, como a Bartlett School of Architecture (UCL), a Escola de Arquitetura da Academia Central de Belas Artes (CAFA), Goldsmiths (University of London), a Universidade de Nottingham e a Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).
A partir de uma abordagem que integra humanidades e tecnologia, fundamentada na tríplice relação entre o ser humano e o meio ambiente, a sociedade e si mesmo, o escritório utiliza o espaço como plataforma. O trabalho de design é desenvolvido sob três dimensões — forma, morfologia e conceito —, com o compromisso de criar experiências espaciais singulares para a cidade.
O escopo de atuação do estúdio abrange desde a renovação urbana e edifícios públicos até o planejamento cultural e turístico e espaços comerciais. O portfólio inclui projetos de arquitetura e revitalização de alta qualidade, como o Edifício Amarelo de Liziba, o Jiangxiaobai Yi Mu San Fen Di, o Distrito de Curadores de Luxelakes e a Vila Jialing Bridge East.
Filosofia de Design O We Live Architects é um escritório de design vanguardista e, ao mesmo tempo, autêntico. Tendo a imaginação como ponto de partida e a originalidade como princípio, buscamos revelar a identidade singular de cada projeto; com a responsabilidade como pilar fundamental, controlamos todo o processo para garantir uma execução de alto padrão. Atuamos sintonizados com o ecossistema e com a época em que vivemos, transitando no limiar entre "o razoável e o proibido". Desafiamos premissas de projeto que sejam "imperfeitas, porém interessantes" e defendemos uma postura "talvez impopular, mas genuína". Focados na relação tríplice entre as pessoas e o ambiente, a sociedade e si mesmas, propomos o espaço como plataforma de experimentação, trabalhando a partir da forma, da morfologia e do conceito para criar dinâmicas e experiências singulares que inspirem novas perspectivas.
Palco Do Lab no Coachella Valley Music and Arts Festival / Do Lab. Imagem cortesia de Do Lab
O consumo de música esteve, historicamente, intimamente ligado aos ambientes nos quais é desfrutado. Antes do surgimento das gravações musicais, ouvir música era uma atividade social vinculada a rituais coletivos em espaços físicos, como concertos ou pequenos encontros comunitários. Com o desenvolvimento das mídias físicas e, hoje, com a disponibilidade imediata de praticamente qualquer tipo de música ao nosso alcance, a experiência musical tornou-se uma atividade mais solitária e rotineira. No entanto, o retorno às raízes dessas experiências musicais comunitárias pode trazer inúmeros benefícios, extremamente necessários em nossa era digital de isolamento. Esses eventos musicais coletivos têm o potencial de fortalecer significativamente a coesão social de uma comunidade e melhorar sua saúde mental por meio de experiências compartilhadas memoráveis.
O aspecto físico dessas experiências não deve ser subestimado. É aí que o design inovador e a arquitetura entram em cena, transformando meros espaços em catalisadores de curiosidade, transcendência e alegria coletiva. Ao aproveitar as tecnologias emergentes e promover a colaboração interdisciplinar, designers e arquitetos/as podem criar ambientes que elevam concertos e rituais musicais a momentos transformadores e de conexão profunda.
Anne Lacaton, reconhecida por seu trabalho inovador ao lado de seu parceiro Jean-Philippe Vassal, trabalha há décadas para expandir os limites da arquitetura de habitação sustentável e socialmente responsável. A dupla laureada com o Prêmio Pritzker é celebrada por sua abordagem inovadora em relação à habitação social e pelo compromisso em melhorar a qualidade de vida de moradores e moradoras. Sua filosofia de trabalho centra-se na criação de espaços generosos e adaptáveis que repensam a forma como vivemos coletivamente. Diretamente de San Sebastián, o ArchDaily teve a oportunidade de entrevistar a vencedora do Prêmio Pritzker para aprofundar-se em sua prática e filosofia arquitetônica. Na entrevista, a arquiteta abordou seus valores fundamentais, a importância do reúso na habitação social e as tendências promissoras no design de habitação coletiva que emergiram desta primeira edição da premiação.
Fundado pelos arquitetos Felipe Mesa e Federico Mesa, o escritório Plan:b arquitectos está sediado na cidade de Medellín, Colômbia, e reúne o projeto de edifícios, a participação em atividades acadêmicas e a construção de conceitos capazes de conectar a arquitetura com as realidades urgentes do cotidiano. Compreendendo o projeto arquitetônico como um pacto provisório, uma configuração permeável e uma expressão positiva dos condicionantes ecossociais, o escritório construiu, desde o ano 2000, uma grande quantidade de edifícios em diversas escalas e programas, abrangendo desde espaços públicos, educativos e esportivos até residências, escritórios, hotéis e instalações.
Com base em diversos estudos e pesquisas, diversos agentes do mercado imobiliário corporativo dos EUA (como CBRE, JLL e Gallup) concordam que gestores/as e operadores/as devem oferecer escritórios flexíveis e ricos em comodidades para apoiar a rotina de deslocamento de colaboradores/as na atualidade. De modo geral, todos e todas somos desafiados a fazer mais com menos espaço e, para muitos no setor de escritórios, as cabines acústicas se provarão parte da solução. Abaixo, analisamos as tendências que sustentam essa perspectiva.
Organizar, enquadrar, empilhar. Transformar a matéria-prima bruta que surge do solo em arquitetura. Esse é um desafio que muitos arquitetos latino-americanos se propõem a enfrentar, mostrando que a escassez é desafiadora, mas também um prato cheio para liberar a criatividade.
O uso de materiais extraídos do próprio solo tem um objetivo duplo. Do ponto de vista econômico, nos países ou regiões onde a industrialização ocorreu com intensidade reduzida, essa prática faz sentido por conta dos altos custos de materiais industrializados - como concreto e aço - que geralmente precisam vir de longe. Já no âmbito ecológico, a preocupação ambiental em um projeto começa na escolha dos materiais, e priorizar os encontrados localmente diminui deslocamentos e emissões de gás carbônico.
Recursos limitados estão se tornando um desafio cada vez mais comum na arquitetura. Hoje, independentemente da região, os projetos são afetados pela disponibilidade de recursos, que agora são agravados por considerações ambientais. Essa situação, longe de ser restritiva, nos estimula a explorar novas possibilidades na forma como concebemos o ambiente construído. Nesse contexto, é crucial entender que os recursos não se limitam apenas à economia, mas também incluem aspectos tecnológicos, materiais e espaciais. Assim, podemos aumentar nossa criatividade e eficiência ampliando nossas considerações ao abordar o design arquitetônico e seus desafios, fazendo mais com menos.
No nível comunitário, o desafio se torna ainda mais significativo quando consideramos que nossos projetos não só devem ser projetados para superar essas "restrições", mas também para impactar positivamente suas comunidades. Portanto, os projetos contemporâneos devem apresentar diferentes estratégias para superar recursos limitados e materiais, dependendo do contexto, sempre visando alcançar um impacto positivo e se tornar propostas poderosas e engenhosas, enquanto democratizam o acesso à arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1016730/crescimento-comunitario-atraves-da-arquitetura-recursos-limitados-e-impactos-positivosEnrique Tovar
Ao ser convidado para projetar o 21º Serpentine Pavilion no Kensington Gardens, em Londres, o artista de Chicago Theaster Gates idealizou um espaço sereno que oferecesse refúgio e uma sutil exploração sobre o poder do som e da música na arquitetura. Construída em madeira tingida leve, a “Black Chapel” demonstra mais do que apenas sensibilidade artística e arquitetônica. Além do uso de materiais sustentáveis, o projeto também dedica atenção minuciosa à origem dos materiais de construção, trazendo visibilidade para o problema da escravidão moderna na cadeia de suprimentos da construção civil.
Segundo Norman Foster, "como arquiteto/a, você projeta para o presente, com a consciência do passado". Nesse sentido, a arquitetura, o design de interiores e o mobiliário contemporâneos passaram por uma evolução radical nos últimos anos, impulsionados por uma mudança de paradigma na concepção do espaço e na nossa interação com ele. Essa abordagem contemporânea tem nos direcionado para espaços multiuso, colaborativos e menos rígidos, que também são capazes de oferecer privacidade e funcionalidade. Além disso, eles devem funcionar como espaços de trabalho temporários em contextos específicos, adaptando-se ao dinamismo das necessidades e atividades contemporâneas.
A partir dessa nova abordagem, arquitetos/as e designers estão remodelando os ambientes internos para acomodar novos comportamentos, facilitando a descoberta de uma ergonomia renovada nas atividades humanas. Hoje, o pensamento arquitetônico converge para criar espaços que nos permitem viver em movimento, uma tendência particularmente evidente em ambientes dinâmicos como aeroportos, acolhendo tanto momentos individuais quanto interações sociais de pessoas em trânsito. Como consequência, um novo tipo de mobiliário ressurgiu, tornando-se comum em aeroportos e outros espaços compartilhados: as cabines de privacidade (ou booths).
https://www.archdaily.com.br/pt/1140254/um-novo-patamar-de-privacidade-funcional-em-aeroportos-a-ascensao-de-lounges-e-cabines-de-trabalhoEnrique Tovar
Diante das diferentes topografias e condições naturais presentes ao longo do território argentino, as obras de Luciano Kruk propõem uma arquitetura que trabalha em unidade com o entorno, a paisagem e a natureza onde se inserem, seja imersas em um bosque, sobre um terreno em declive ou uma planície rural, entre outras geografias. Tendo o concreto como material principal na maioria de seus trabalhos, sua intenção centra-se em potencializar a relação do interior da arquitetura com o exterior.
Este artigo é o nono de uma série focada na Arquitetura do Metaverso. O ArchDaily colaborou com John Marx, AIA, sócio-fundador de projeto e Diretor Artístico da Form4 Architecture, para trazer artigos mensais que buscam definir o Metaverso, transmitir o potencial deste novo reino e compreender suas limitações. Nesta matéria, o arquiteto John Marx entrevista Peter Hirshberg, presidente, e Anna Fedorova, diretora no Maker City Project.
O tijolo é um dos materiais mais antigos e versáteis na construção civil, indo além das simples paredes de alvenaria. Suas origens remontam a 7500 a.C., com exemplares cozidos em fornos surgindo por volta de 3000 a.C., representando um avanço tecnológico para edifícios mais resistentes. Espalhando-se pela Europa e Ásia por volta de 1200 a.C., substituíram materiais como madeira e pedra em regiões escassas. Os tijolos romanos, notáveis por seu formato comprido, foram amplamente utilizados na construção de suas cidades, perdurando ainda hoje. A história dos tijolos se entrelaça com a das civilizações, sendo um material de fácil produção, resistente e versátil, permitindo uma infinidade de aplicações e alcançando resultados impressionantes e inusitados.
Projetada pelo Coletivo de Arquitetos, a Residência Thai exemplifica as múltiplas possibilidades que o tijolo oferece na arquitetura contemporânea. Situada em uma área litorânea no estado de Sergipe, essa residência não só exemplifica a estética do material, mas também sua funcionalidade e adaptabilidade às condições locais. Uma das características mais marcantes do projeto é a implantação em dois blocos distintos. O pavilhão principal abriga a maior parte do programa da casa, enquanto um segundo bloco conectado abriga a área gourmet, serviços e garagem. Essa configuração proporciona uma distribuição inteligente dos espaços e uma integração harmoniosa com o entorno.