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Building Envelope: O mais recente de arquitetura e notícia

Como as escolhas de materiais moldam as adições contemporâneas em edifícios históricos

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A ampliação vertical de um edifício histórico apresenta um desafio que vai além da criação de espaço adicional: como uma intervenção contemporânea pode dialogar com o caráter de uma estrutura existente? A escolha dos materiais desempenha um papel fundamental no estabelecimento de uma relação entre diferentes períodos construtivos, seja com o objetivo de complementar o edifício existente ou de criar uma expressão arquitetônica mais distinta. A Residência LH em Varna, na Bulgária, projetada pelo escritório STARH, exemplifica como o fibrocimento pode articular a relação entre uma ampliação contemporânea e uma preexistência histórica. Por ser um material composto por cimento, água, fibras de reforço e outros aditivos, o fibrocimento alia uma relativa leveza a altos índices de resistência e durabilidade. Sua variedade de cores, texturas, dimensões de painéis e métodos de instalação oferece a profissionais de arquitetura diversas possibilidades para o desenvolvimento de envoltórias de edifícios contemporâneos que dialoguem com seu contexto histórico. Soluções como os painéis de fibrocimento da Swisspearl oferecem variações de acabamento superficial que viabilizam essa abordagem.

O que o isolamento externo deve oferecer além do desempenho térmico?

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O setor de edifícios e construção é responsável por cerca de 39% das emissões globais de CO₂ e por quase 50% da extração global de materiais. As emissões operacionais de carbono, associadas à energia consumida para o funcionamento das edificações, também aumentaram 1%, atingindo 9,9 bilhões de toneladas de CO₂ em 2024, mesmo com a melhora na intensidade de uso de energia (EUI) dos edifícios. Esses números apontam para lacunas persistentes na forma como os edifícios são projetados, construídos e reformados. Uma área crucial para superar essas lacunas é o isolamento do envelope da edificação, que continua sendo fundamental para controlar a demanda de energia, aumentar a resiliência térmica e reduzir as emissões de carbono.

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Integração da proteção solar como estratégia de envoltória

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Ondas de calor estão se tornando cada vez mais frequentes em todo o mundo, levando arquitetos e arquitetas a reconsiderarem como as envoltórias dos edifícios são concebidas e projetadas. O foco não está mais apenas em limitar a perda de calor durante os meses mais frios, mas também em controlar a quantidade de calor que entra nas edificações durante períodos de radiação solar intensa. Ao compreender o sombreamento solar como uma decisão de projeto — e não como um elemento meramente decorativo ou de condicionamento interno —, ele passa a integrar as estratégias passivas de eficiência energética, que podem contribuir para o conforto térmico e visual ao mesmo tempo em que reduzem a demanda por resfriamento.

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Como os tecidos arquitetônicos estão ampliando o papel da envoltória do edifício

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Como os tecidos arquitetônicos estão ampliando o papel da envoltória do edifício - Image 6 of 4
Museu de Ciências Biodome / Kanva. Imagem cortesia de Serge Ferrari

O que um têxtil pode fazer que o vidro, a madeira, o concreto ou o metal não conseguem? Os tecidos compostos arquitetônicos não substituem os materiais de construção convencionais. Em vez disso, eles os complementam e, frequentemente, agregam uma nova camada de desempenho ao envelope do edifício. Sua aplicação varia conforme o contexto. Uma membrana composta pode se transformar em um sistema de sombreamento externo para um conservatório tropical, uma pele interna que molda a acústica e a experiência espacial em um museu, ou parte de uma estratégia de fachada que melhora o desempenho ambiental de um edifício existente.

Como as estratégias de projeto passivo moldam o desempenho térmico

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A arquitetura pode moldar o conforto antes mesmo que os sistemas mecânicos entrem em cena? Em um cenário no qual os edifícios respondem por quase 40% do consumo global de energia e as pessoas passam cerca de 90% do tempo em espaços internos, o conforto térmico tornou-se uma das preocupações mais urgentes da arquitetura. No entanto, embora seja frequentemente associado a índices de isolamento, classificações energéticas ou sistemas mecânicos, o desempenho térmico começa com decisões espaciais tomadas muito antes da introdução de equipamentos técnicos. Orientação, fluxo de ar, luz natural e a implantação de aberturas influenciam diretamente como um edifício absorve, retém e dissipa calor ao longo do dia.

O desempenho térmico não se resume a reduzir a demanda de energia, mas também a manter condições internas confortáveis em resposta ao clima. Estritamente ligado ao conforto térmico — a maneira como os/as ocupantes vivenciam a temperatura, o fluxo de ar, a umidade e o calor radiante —, ele influencia a saúde, o bem-estar e a produtividade na mesma medida em que afeta a eficiência operacional. Pesquisas sugerem que ambientes internos saudáveis podem melhorar a capacidade de aprendizado e a produtividade em até 15%, reforçando a relação cada vez mais evidente entre desempenho ambiental, resiliência e qualidade espacial.

Como a Terraco potencializa a eficiência térmica e a longevidade das fachadas em edifícios pré-fabricados

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O mercado global de construção offsite—que engloba sistemas modulares, pré-moldados de concreto e híbridos pré-fabricados—foi avaliado em US$ 172 bilhões em 2024 e projeta-se que atinja US$ 225,7 bilhões até 2030 (com uma taxa de crescimento anual composta, ou CAGR, de 4,9% a 8%). Nos Emirados Árabes Unidos, as metas governamentais preveem que 25% a 30% dos componentes de projetos públicos sejam produzidos em sistemas offsite até 2030; o Reino Unido lidera globalmente hoje, com 15% a 20% das habitações utilizando soluções offsite. A fabricação offsite é cada vez mais promovida como o futuro sustentável da construção civil, apresentando benefícios como a redução de resíduos, prazos de entrega acelerados e melhor controle de qualidade. A sustentabilidade, contudo, não se define pela rapidez com que um edifício é montado, mas sim por seu desempenho ao longo do tempo.

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Hotéis tropicais na Costa Rica: seis projetos para explorar a arquitetura sensível ao clima na América Central

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In no coastal and jungle regions of Costa Rica, high humidity and intense solar radiation dictate an architectural strategy centered on permeability rather than enclosure. Unlike the airtight envelopes required in cold climates to retain heat, Costa Rican architecture uses the building envelope as a climatic filter to maximize air exchange. The primary mechanism for managing these thermal gradients seems to be the oversized roof overhang. By extending the roof plane significantly beyond the floor plate, architects create a permanent buffer of deep shade that reduces solar gain and lowers the ambient temperature before air enters the structure. This strategy, combined with permeable or non-existent walls, allows for constant airflow. This is a critical technical requirement for humidity control and the prevention of material degradation through mold and rot.

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Projetar com o que existe: Expansão da sede da Rieder transforma materiais residuais em design de fachada

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E se as sobras industriais não fossem resíduos, mas o ponto de partida do projeto de arquitetura? Na sede da Rieder em Maishofen, na Áustria, mais de 1.300 metros cúbicos de madeira, 180 elementos de teto e centenas de fragmentos reciclados de concreto reforçado com fibra de vidro se unem em um edifício moldado tanto pelo reúso quanto pelo planejamento. O novo pavilhão de produção, projetado pelo escritório Kessler² Architecture, trata as sobras de materiais como recurso de projeto. Desenvolvido como parte de um investimento de longo prazo em manufatura sustentável, o edifício híbrido de madeira e concreto introduz uma técnica de fachada que inverte os fluxos de trabalho convencionais da arquitetura: em vez de projetar primeiro para depois produzir os componentes, o envelope do edifício é gerado a partir dos resquícios de materiais já disponíveis no local, estabelecendo uma nova linguagem para a arquitetura industrial.

De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

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Como usar policarbonato translúcido em fachadas de edifícios?

Seja se mesclando ou se destacando, incorporando transparência ou solidez, expressando aspereza ou suavidade, uma fachada é o meio pelo qual nos relacionamos com a arquitetura. Ela conta uma história e muitas vezes pode definir o tom para o restante do interior. Mas, além de definir uma experiência puramente visual, a envoltória de um edifício também deve ser prática, durável e ter a capacidade de gerenciar adequadamente as necessidades de iluminação e ventilação natural. Afinal, por ser o ponto de contato com o exterior, é responsável por mitigar os sons e fornecer proteção contra as condições climáticas, como vento, chuva, calor e umidade. Ao projetar uma fachada, é importante considerar um equilíbrio entre desempenho e uma bela estética. É claro que muitos materiais atendem com sucesso a esses critérios. Mas quando se trata de criar um ambiente confortável e cheio de luz, garantindo resistência, facilidade de instalação e versatilidade, as propriedades dos painéis de policarbonato translúcido parecem incomparáveis.

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Policarbonato na arquitetura: 10 soluções translúcidas

Como construir envoltórias leves, com uma confortável luz difusa e alta resistência ao impacto e ao clima?

O policarbonato oferece diversas soluções para o aproveitamento da iluminação natural. Seja em fachadas, espaços internos ou coberturas, os benefícios do policarbonato, como leveza, linhas limpas, painéis coloridos e efeitos de luz, oferecem uma ampla gama de liberdade projetual. A tecnologia de painéis microcelulares reduz a necessidade de luz artificial e favorece a uniformidade na difusão da luz natural, obtendo fachadas com eficiência energética e sensação de espaço e iluminação nos espaços interiores. Confira, a seguir, 10 projetos que utilizaram policarbonato como material de envoltória.

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