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Arquitetura de Interiores: O mais recente de arquitetura e notícia

5 aspectos a considerar ao planejar soleiras internas

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A abertura entre dois ambientes define a maneira como as pessoas se movem pelo edifício, o que visualizam de um espaço para outro e se uma área parece integrada ou isolada. Embora as portas estejam entre os elementos arquitetônicos internos mais utilizados, seu impacto na organização interna costuma ser considerado tardiamente no processo de projeto. No entanto, seu movimento e sua relação com as superfícies adjacentes influenciam a circulação, o layout do mobiliário e a percepção do espaço.

Em reformas residenciais, essas decisões são particularmente importantes. Paredes existentes, elementos estruturais, instalações prediais e a altura do pé-direito podem limitar as opções, ao passo que os novos layouts frequentemente buscam equilibrar a integração dos ambientes com a necessidade de privacidade. Já em novas construções, arquitetos/as desfrutam de maior liberdade para coordenar cavidades nas paredes, forros e mecanismos de portas desde o início do projeto.

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Andaimes como arquitetura de interiores: a longevidade das estruturas temporárias

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O andaime é, talvez, uma das estruturas temporárias mais familiares da arquitetura. Ele acompanha os edifícios durante as etapas de construção, manutenção e reforma, apenas para desaparecer assim que seu trabalho é concluído. No entanto, sua aparente impermanência esconde um tipo diferente de longevidade. Os sistemas de andaimes são projetados para serem montados, desmontados, transportados e reutilizados, com componentes padronizados robustos o suficiente para suportar o manuseio repetido e as condições variáveis do canteiro de obras. Seu caráter temporário reside menos no material em si do que na duração de cada montagem.

Essa lógica não é estranha ao design de mobiliário. O Sistema de Prateleiras Universal 606 de Dieter Rams, projetado para a Vitsœ em 1960, estabeleceu uma abordagem modular na qual prateleiras, armários e outros componentes podiam ser rearranjados, expandidos ou transportados conforme as circunstâncias mudavam. De maneira semelhante, os sistemas de armazenamento modulares da IKEA popularizaram e demonstraram como o mobiliário pode ser compreendido como uma coleção de peças intercambiáveis, em vez de um objeto único e acabado. Embora difiram em termos de material e vida útil pretendida, esses sistemas compartilham um princípio importante: a longevidade pode ser alcançada por meio da adaptabilidade, e não da permanência do arranjo.

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A vida cultural das cores nos interiores latino-americanos

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Uma cor tem uma biografia. Ela pode ter uma origem, mas também se transformar. Pode transitar entre materiais e disciplinas, de uma prática local para a arquitetura, do ordinário ao simbólico. Pode perder uma associação e adquirir outra, ou persistir sem que ninguém a considere conscientemente como algo cultural. Sua vida se desenrola a partir das condições em que é produzida, utilizada, repetida e habitada. À medida que essas condições mudam, transformam-se também os significados que ela pode carregar.

O interior é o local onde essas histórias convergem. A cor dentro de um cômodo pode carregar vestígios de um território, de uma prática material, de um clima ou de uma história de habitação. Sua presença não depende necessariamente de uma intenção de representar qualquer um desses aspectos.

A cor pode passar a integrar um lugar pela continuidade dos materiais e dos modos de vida, adquirindo um significado que extrapola a superfície na qual se apresenta.

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A superfície feita à mão: imperfeição, textura e artesanato em interiores chineses contemporâneos

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O artesanato em interiores contemporâneos adquire um valor crescente na maneira como os materiais são unidos e postos em relação uns com os outros. À medida que cresce a demanda por reformas rápidas, baratas e lucrativas, surge também um desejo paralelo por interiores que transmitam uma resolução cuidadosa: espaços onde os detalhes são integrados, as composições de materiais são ponderadas, as transições de textura ocorrem com intencionalidade e as ferragens são tratadas como parte da própria linguagem arquitetônica, e não como um improviso de última hora. Em muitos interiores chineses contemporâneos, o fazer artesanal opera de forma sutil no tratamento de superfícies e estruturas: madeiras que preservam suas irregularidades, terrazzos que registram agregados e o trabalho manual, ou acabamentos que revelam o esmero de sua execução.

Isso assume particular relevância em uma era na qual as imagens digitais priorizam cada vez mais a homogeneidade das superfícies. Interiores renderizados frequentemente parecem contínuos, sem atritos e concluídos antes mesmo de a construção ter início. O fazer artesanal tensiona essa imagem. Ele introduz margens de tolerância, textura, resistência material e a percepção de que a superfície passou pelas mãos humanas antes de se converter em arquitetura. A imperfeição não se traduz necessariamente em falta de precisão. Para o olhar atento que sabe decifrá-la, ela se torna o próprio testemunho do processo de feitura.

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Ambientes que surgem: divisórias deslizantes e o espaço doméstico condicional

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As portas de correr são frequentemente discutidas sob a ótica da eficiência. Elas poupam o raio de abertura de uma porta convencional, facilitam o funcionamento de cômodos compactos e ajudam pequenos apartamentos a ganhar alguns centímetros extras de espaço útil. Contudo, em muitos interiores, seu papel mais interessante não se limita à economia espacial. Divisórias deslizantes transformam a própria leitura do espaço. Um quarto, escritório, quarto de hóspedes, sala de jantar ou espaço de trabalho pode surgir quando um painel é fechado, desaparecer quando ele é aberto e permanecer ambíguo quando o limite é translúcido ou parcial.

Isso torna a divisória deslizante especialmente útil em contextos domésticos moldados pela densidade, por estruturas familiares em mutação, pelo trabalho híbrido e pelas negociações climáticas típicas de regiões como o Leste e o Sudeste Asiático. Ela permite privacidade sem permanência, fechamento sem separação total e abertura sem perda de controle. Ao contrário da parede fixa, ela não impõe uma identidade única ao cômodo. Em vez disso, permite que o espaço doméstico responda ao tempo: dia e noite, visitas e família, trabalho e descanso, exposição e recolhimento.

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Antes da sala de estar: Limiares de entrada em residências urbanas compactas

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Em muitas casas, a entrada é tratada como um espaço residual ou uma faixa estreita de transição antes do início da sala de estar. No entanto, em interiores densos da região Ásia-Pacífico, por vezes apesar das dimensões reduzidas, a entrada frequentemente desempenha um papel muito mais complexo do que seu tamanho sugere. Trata-se do limiar que dita a transição: a rua é filtrada, o corpo se ajusta, os sapatos são retirados, as visitas são recebidas, a privacidade é negociada e a ordem doméstica se inicia. Antes que a sala de estar se tornasse reconhecível como interior, a sequência e o espaço de entrada já haviam encenado o primeiro ato do habitar.

O genkan japonês é talvez a versão mais familiar dessa condição, mas essa lógica se estende muito além do Japão. Em apartamentos, casas geminadas, unidades de habitação social e residências urbanas compactas, o limiar de entrada torna-se um dispositivo arquitetônico pequeno, porém potente. Ele gerencia tanto a higiene quanto o sequenciamento espacial por meio de vários elementos arquitetônicos deliberados. Pode ser um piso rebaixado, uma parede espessada, um corredor comprimido, um painel divisório ou um pequeno hall de entrada entre a circulação pública e a vida privada. Sua importância reside não em seu tamanho, mas na quantidade de transições que comporta.

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O Embate Produtivo: Interiores Patrimoniais, Projetos Contemporâneos e o Valor da Imperfeição

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Cada vez mais raramente o patrimônio em interiores resume-se a uma questão de mera preservação. Com mais frequência, ele se manifesta como fricção: o encontro entre o que um edifício já é — a lógica de sua planta, suas cicatrizes, suas inconsistências estruturais — e o que a vida contemporânea dele exige.

Alguns dos projetos mais potentes da atualidade não são aqueles que "restauram" um interior de volta a um momento específico, nem os que apagam o passado sob uma nova pele homogênea. São, antes, aqueles que encenam uma relação entre o antigo e o novo — permitindo que o contraste vá além do mero relato histórico, e fazendo do embate uma ferramenta pragmática de viabilidade construtiva, orçamentária e de execução.

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Plástico que não é plástico: Redefinindo a circularidade no design de planta livre

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Ao entrar em um grande espaço de convivência, no lobby de um hotel ou em um ambiente de trabalho em plano aberto, a primeira coisa que se nota não é o que divide o espaço, mas o que o mantém unido. Raramente existem limites claros, salas óbvias ou divisórias rígidas; ainda assim, o espaço parece organizado. Algumas áreas convidam à pausa; outras ditam o movimento; outras promovem a convivência. As transições são sutis, mas legíveis.

Ao mesmo tempo, espera-se mais desses interiores. Eles devem acomodar mudanças constantes, resistir ao uso intenso e responder às pressões ambientais reduzindo o desperdício, prolongando a vida útil e evitando substituições frequentes. A questão não é apenas a aparência de um espaço, mas sim o seu desempenho ao longo do tempo. O que realmente está sustentando essa carga?

Rituais Matinais: Arquitetura dos Espaços de Café da Manhã

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Os cantos de café da manhã surgiram no início do século XX em resposta ao aumento da densidade doméstica e às mudanças nas concepções sobre a vida cotidiana. Com raízes no movimento Arts and Crafts americano e popularizados pelas casas tipo bangalô das décadas de 1910 e 1920, eles evoluíram da mais formal sala de café da manhã vitoriana para espaços compactos e integrados, embutidos na cozinha. À medida que as casas se tornavam menores e mais econômicas, arquitetos/as e marcenarias utilizaram bancos e mesas fixos para ocupar cantos, alcovas e janelas de bay window que, de outro modo, seriam ineficientes. Esses nichos iluminados ofereciam uma maneira acessível de concentrar as atividades diárias, preservando o conforto e a clareza espacial.

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Co(r)existir 2026: Como a Suvinil traduz em cor comportamento, pesquisa e território

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Cores podem definir atmosferas, orientar a percepção do espaço e traduzir modos de ser, memórias e afetos coletivos. Por isso, compreendê-las tornou-se parte essencial dos processos criativos e construtivos contemporâneos. Por trás de cada tom há um campo de pesquisa que articula sociologia, psicologia, estética e tecnologia, conectando a cor a transformações culturais mais amplas e revelando como ela pode se tornar uma ferramenta de leitura e expressão do tempo presente.

Santuários urbanos: como criar lares tranquilos em meio ao caos da cidade

"Sentir-se em casa" é uma expressão que representa as sensações de acolhimento e conforto as quais transformam um espaço em um verdadeiro refúgio. Para alcançar essa experiência, diversos elementos — como cores, texturas, iluminação e materiais — desempenham um papel essencial, construindo um ambiente que promove relaxamento e bem-estar. Apoiado por estudos no campo da psicologia ambiental e neurociência, esse vínculo entre o ambiente físico e o comportamento humano evidencia como a arquitetura influencia diretamente a criação de atmosferas podendo, inclusive, transformar o caos em tranquilidade.

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Como dimensionar uma ilha de cozinha ideal: 5 dicas essenciais

Uma ilha de cozinha corretamente dimensionada é mais do que apenas um elemento arquitetônico funcional — é um componente chave no projeto da cozinha. Além de suas funções principais, pode servir como um espaço versátil e adaptável a várias necessidades domésticas, melhorando a eficiência do fluxo de trabalho, fornecendo espaço de armazenamento adicional, promovendo a interação social e contribuindo para a estética geral do espaço.

Seja utilizada como balcão de café da manhã ou para refeições rápidas, como área de estudo para o dever de casa das crianças ou como ponto de encontro para receber convidados, sua flexibilidade melhora a funcionalidade e a habitabilidade de qualquer ambiente de cozinha. No entanto, determinar o tamanho apropriado para uma ilha de cozinha exige uma abordagem meticulosa, combinando considerações espaciais, requisitos de fluxo de trabalho e sensibilidades de projeto.

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Conheça os 75 finalistas do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2024

Após duas semanas de votação na 15º edição do Prêmio ArchDaily Building of the Year, nossas leitoras e leitores escolheram dentre cerca de 4.000 projetos os 75 finalistas nas 15 categorias. A premiação deste ano celebra o que há de melhor em design, inovação e sustentabilidade em todo o mundo, com a lista apresentando uma variedade excepcional de projetos que vão desde pequenas casas até centros culturais de ponta e espaços públicos inovadores.

O Prêmio ArchDaily Building of the Year é oferecido pela Dornbracht, conhecida internacionalmente por seus produtos para cozinhas e banheiros.

10 Tendências de design de interiores que marcaram 2023

À medida que nos aproximamos do final de 2023, um ano repleto de acontecimentos que poderia ser definido como o ano das "mudanças", analisamos como eventos e tendências globais impactaram o design de espaços internos. Olhando para trás, as pessoas questionaram tudo, e a prática arquitetônica não foi exceção. Uma nova voz foi dada a nações frequentemente esquecidas, enquanto os arquitetos buscavam maneiras alternativas de projetar e construir. Questionamos o colonialismo, a cultura do consumo, o desperdício, a tradição e autenticidade, trazendo novas perspectivas dentro da disciplina. No entanto, o design de interiores em 2023 foi reservado; exploratório, mas muito mais modesto e sutil em comparação com os anos anteriores. Após anos de mudanças constantes, parece que as pessoas sentiram a necessidade de pausar, desacelerar e abraçar a simplicidade, expressando sua individualidade por meio de intervenções pontuais.

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Interiores biofílicos: 21 projetos que misturam arquitetura com natureza

Os humanos são programados para responder positivamente à natureza; o som crepitante do fogo, o cheiro de chuva fresca no solo, as características medicinais das plantas e da cor verde, a proximidade dos animais etc. Isso, junto com as condições ambientais críticas de hoje e a rápida urbanização, mudou o foco dos arquitetos para projetos ecologicamente conscientes que aproximam as pessoas da natureza. Eles exploraram várias abordagens: estruturas de taipa, materiais e móveis reciclados, projetos guiados pela luz solar... A prática foi tão impulsionada pela onda verde que as linhas se confundiram entre o que é verdadeiramente sustentável e ecológico e o que é greenwashing. Mas o que proporcionou a conexão biológica mais inata com a natureza foi a biofilia e o ato de "trazer o exterior para dentro" através do design.

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Como organizar os móveis nos espaços? 7 dicas essenciais

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© Valeria Montjoy (ArchDaily)

Como verdadeiros orquestradores espaciais, a expertise dos arquitetos se estende além da simples construção de edifícios, muitas vezes transcendo o reino físico do design. Eles possuem a habilidade única de criar espaços que não apenas são visualmente atraentes, mas que também parecem acolhedores, harmoniosos e, acima de tudo, funcionais. Abraçar esse papel fundamental envolve uma consideração cuidadosa de todos os detalhes que compõem um projeto; desde as fundações de um prédio até um sofá, os arquitetos devem garantir que todos os elementos, em todas as escalas, se unam de maneira coesa e influenciem positivamente nossas vidas cotidianas.

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Elegância sustentável: o uso do bambu em projetos de interiores

Nos últimos anos, a busca por abordagens mais sustentáveis e ecologicamente responsáveis tem se tornado uma tendência crescente em diversas áreas, o que inclui os projetos de arquitetura de interiores. Dentre muitos elementos, o bambu tem ganhado destaque por sua versatilidade, sobretudo quando comparado a outros materiais, ao oferecer inúmeras possibilidades criativas de uso e manipulação para a elaboração de espaços elegantes e ecologicamente mais conscientes.

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Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado

A arte sempre foi um meio pelo qual as pessoas podem se conectar com os espaços, e os movimentos artísticos têm servido como uma plataforma para explorar novas relações com a arquitetura. Ao incorporar a arte em edifícios e espaços internos, eles foram transformados, resultando em uma fusão que cria ambientes bonitos, inspiradores e espiritualmente edificantes. Ao longo da história, vários movimentos artísticos, como o Renascimento no século XVII, o Barroco no século XVIII e o Art Nouveau, Art Déco e Bauhaus no início do século XX, tiveram um impacto significativo na arquitetura. Os arquitetos se inspiraram nos ideais, conceitos, abordagens estilísticas e técnicas desses movimentos, usando-os para criar estruturas habitáveis em grande escala. Como a casa é uma expressão fundamental de um movimento arquitetônico e a moldura mais simples para exibir o ethos artístico de uma determinada época, estudar seus espaços internos fornece uma imagem detalhada da influência da arte na organização espacial, design de móveis, padrões de produtos e interação do usuário.

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