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Arquitetura Centrada na Comunidade: Redefinindo o Papel dos/as Arquitetos/as na América do Sul

Por toda a América do Sul, a arquitetura é cada vez mais compreendida como um ato coletivo. Em vez de impor visões externas, muitos escritórios e designers constroem com e para as comunidades, aprendendo com suas práticas locais, materiais e modos de habitar. Esses projetos reposicionam o papel do/a arquiteto/a, que deixa de ser um/a autor/a para se tornar um/a facilitador/a, transformando o projeto em um processo participativo centrado na colaboração, no cuidado e no respeito mútuo.

O que une esses esforços não é o estilo ou a escala, mas uma convicção compartilhada: a arquitetura surge do diálogo coletivo, não da imposição. Do Equador rural às periferias urbanas do Brasil, da Colômbia e do Paraguai, esses projetos revelam como o engajamento social e o fazer local produzem espaços sustentáveis não apenas do ponto de vista ambiental, mas também social. Eles respondem à desigualdade não através de soluções verticais, mas por meio da coautoria, oferecendo espaços que refletem as necessidades, os saberes e a agência das pessoas que os utilizam.

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Edifício do Ano e Interior do Ano revelados no World Architecture Festival 2025

A Igreja do Santo Redentor e Centro Comunitário de Las Chumberas, de Fernando Menis, em La Laguna, Espanha, foi eleita o World Building of the Year no World Architecture Festival (WAF) de 2025.

As principais distinções do festival — World Building of the Year (com apoio da GROHE), World Interior of the Year, Future Project of the Year e Landscape of the Year — foram anunciadas hoje, no momento em que centenas de arquitetos e arquitetas de todo o mundo se reuniram para o jantar de gala de encerramento no Miami Beach Convention Center, na Flórida. Diversos Prêmios Especiais, incluindo o American Beauty Prize (com apoio do Royal Fine Art Commission Trust), também foram revelados no evento de encerramento, que celebrou a décima oitava edição do festival. O anúncio ocorre após o último dia do WAF, no qual os projetos vencedores de todas as 43 categorias competiram pelos títulos principais.

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Tipologias obsoletas revividas através de 17 projetos de reuso adaptativo

O reuso adaptativo está deixando de ser uma simples preservação para se tornar uma revitalização ativa, um processo de resgate estrutural e reprogramação de tipologias arquitetônicas cujas funções originais não são mais relevantes. A obsolescência dos espaços arquitetônicos ocorre por diversos motivos: transformações sociológicas que deixam os espaços desabitados; avanços tecnológicos que tornam obsoletos maquinários específicos; e mudanças econômicas que exigem funções centralizadas. A estratégia de readequação de uso concentra-se em alcançar a longevidade espacial e funcional por meio de intervenções mínimas, permitindo que a estrutura original sirva como a âncora de memória do projeto.

Esta onda de reuso adaptativo trata o invólucro histórico como um recurso limitado, priorizando a permanência estrutural em detrimento da estética superficial. Os/as profissionais de projeto engajam-se em uma espécie de processo arqueológico ao expor a essência estrutural original: a madeira pesada, o concreto aparente ou a alvenaria monumental. As intervenções limitam-se a atender a novas necessidades programáticas, muitas vezes surgindo como inserções independentes dentro do invólucro antigo. Esse contraste redefine a vida útil do edifício, não como uma narrativa singular, mas como uma história em camadas de eventos contínuos.

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Da drenagem à impermeabilização: como moldar o design e o desempenho dos sistemas de chuveiro

Na arquitetura contemporânea de banheiros, o ralo evoluiu de um componente puramente funcional para um elemento de design que orienta o layout, a acessibilidade e o desempenho a longo prazo. Quando o escoamento, a geometria do caimento e a impermeabilização são projetados como um sistema integrado, a superfície revestida alcança tanto o refinamento estético quanto a funcionalidade confiável — qualidades fundamentais para hotéis, spas e residências. A Schluter® estabelece essa conexão essencial entre o ralo e a impermeabilização em um ambiente fabril controlado, em vez de depender da montagem em obra.

BIG vence concurso internacional para projetar a nova Ópera Estatal de Hamburgo na orla de HafenCity

O BIG – Bjarke Ingels Group foi selecionado como vencedor do concurso internacional para projetar a nova Ópera Estatal de Hamburgo, um importante projeto cultural planejado para a península de Baakenhöft, em HafenCity, Hamburgo, Alemanha. O edifício reunirá as companhias de ópera e balé da cidade sob o mesmo teto, introduzindo novos espaços de apresentação, instalações de produção e áreas de convivência pública ao longo do rio Elba. O projeto substituirá a casa de ópera de meados do século XX na Dammtorstraße, atendendo à demanda municipal por uma estrutura que reflita os padrões contemporâneos de acústica, tecnologia de palco e experiência do público.

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World Architecture Festival 2025: Anunciados os vencedores do segundo dia

A segunda rodada de vencedores do World Architecture Festival (WAF) de 2025 foi anunciada após o encerramento do segundo dia do maior evento internacional de arquitetura com julgamento ao vivo do mundo, realizado no Miami Beach Convention Center, na Flórida.

Ao todo, o festival de três dias contará com mais de 460 apresentações ao vivo dos finalistas de 2025, avaliadas por mais de 160 jurados e juradas internacionais. Hoje, projetos selecionados de todo o mundo competiram em 21 categorias nas áreas de Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores. Entre os premiados estão OMA, Sordo Madaleno, Studio Arthur Casas e NIKKEN SEKKEI.

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Como a tecnologia está reinventando silenciosamente a segurança de edifícios históricos

Os palácios e antigos armazéns coloniais da Índia estão testemunhando um novo tipo de restauração, que ocorre abaixo da superfície. De suportes discretos de aço embutidos atrás de alvenarias centenárias a sensores digitais inseridos em tetos com afrescos, a tecnologia está remodelando silenciosamente a forma como o patrimônio histórico é protegido para o futuro. Essas intervenções focam mais na precisão sutil do que no espetáculo — verdadeiras maravilhas invisíveis da engenharia.

À medida que o mundo avança em direção ao reúso adaptativo, profissionais de arquitetura e engenharia enfrentam o desafio constante de tornar as estruturas históricas seguras para o acesso público, mantendo ao mesmo tempo a autenticidade de sua arquitetura. Seja na modernização de palácios para um resfriamento eficiente ou no reforço sísmico de antigos armazéns vitorianos, o objetivo vai além da preservação: trata-se da coexistência inteligente entre o antigo e o novo.

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Como o design sutil pode transformar a experiência do banheiro?

Há uma revolução silenciosa acontecendo no banheiro. Esqueça o mármore brilhante e os metais dourados espalhafatosos; o novo tom do design é de uma confiança serena. Hoje, o luxo é sutil, sensorial e preciso. Valoriza-se o fazer artesanal em detrimento da extravagância, e a autenticidade em vez do espetáculo. O banheiro, outrora o cômodo mais funcional da casa, tornou-se um espaço onde materialidade, toque e luz se orquestram para criar uma sensação de calma.

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A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana”

Caminhamos sobre superfícies "planas" todos os dias e raramente pensamos a respeito — mas quão plano é esse solo, na verdade? Na cidade, os meios-fios são chanfrados, as calçadas se inclinam em direção às grelhas e as vias são abauladas para escoar a água em sarjetas rasas. Nos subúrbios e em caminhos não pavimentados, o terreno irregular é a norma. Dentro dos edifícios, em contrapartida, buscamos uma horizontalidade quase perfeita — estruturas, lajes e acabamentos são todos disciplinados para criar superfícies de circulação niveladas em nome da segurança e da acessibilidade. No entanto, a planaridade é inerentemente incompatível com a água. Um olhar mais atento revela um repertório sutil de adaptações: pequenos caimentos nas entradas, soleiras elevadas alguns milímetros, áreas molhadas com inclinações quase imperceptíveis. O piso é percebido como plano, mas, na verdade, é cuidadosamente ajustado — microtopografias disfarçadas de plano — para gerenciar a água sem chamar atenção.

Quais são as maneiras comuns pelas quais os/as arquitetos/as "mantêm as coisas planas" enquanto gerenciam a água — a eterna inimiga das edificações? Uma forma útil de analisar isso é focar em três condições recorrentes: decks externos ou de cobertura, banheiros e outras áreas molhadas, e planos de piso externos ao nível do solo. Cada uma depende de um conjunto de ferramentas ligeiramente diferente — sistemas de pedestais sobre impermeabilização inclinada, microinclinações para ralos, drenos perimetrais ocultos, caimentos divididos — para manter a ilusão de uma superfície contínua e nivelada. Estudar essas situações de forma comparativa revela o imenso esforço de projeto necessário para conciliar a percepção de planaridade com a realidade complexa da água.

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Snaptrude lança plano estudantil gratuito para equipar a próxima geração de arquitetos(as)

A Snaptrude anunciou o lançamento do Snaptrude Student Plan, uma oferta gratuita que concede a estudantes de arquitetura de todo o mundo acesso total à plataforma profissional da Snaptrude e a fluxos de trabalho inteligentes de IA. A iniciativa reflete o compromisso da Snaptrude em fortalecer o ensino de arquitetura e garantir que profissionais emergentes do design desenvolvam habilidades práticas ainda durante a graduação. O acesso irrestrito à plataforma profissional e às ferramentas de IA permite que estudantes projetem com maior agilidade e criem trabalhos prontos para o portfólio.

Lucas Museum of Narrative Art, do MAD Architects, tem inauguração prevista para setembro de 2026 em Los Angeles

O Lucas Museum of Narrative Art anunciou que abrirá suas portas ao público em 22 de setembro de 2026, somando uma nova instituição cultural ao Exposition Park, em Los Angeles. Fundado por George Lucas e Mellody Hobson, o museu é dedicado à narrativa visual e ilustrada, compreendida como obras de arte que comunicam histórias por meio de diferentes mídias e épocas. O edifício foi projetado por Ma Yansong, do escritório MAD Architects, com projeto de paisagismo de Mia Lehrer, do Studio-MLA, e a Stantec atuando como arquiteta executiva.

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Novos espaços culturais, prêmios e arquitetura transformadora de Gana a Nova York: Resumo da semana

As notícias de arquitetura desta semana destacam um panorama global diversificado de inovação em design, investimento cultural e reuso adaptativo. Em diferentes continentes, novos museus e espaços culturais estão sendo inaugurados para promover o diálogo em torno da arte, do design e do engajamento comunitário. Ao mesmo tempo, importantes premiações e anúncios de projetos reforçam a crescente relevância de práticas sustentáveis e socialmente conscientes na definição da arquitetura contemporânea. De transformações adaptativas em Nova York, Tainan e Milão — incluindo os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026 — a novos marcos culturais em Gana e no Catar, o panorama desta semana apresenta projetos de escritórios renomados como Herzog & de Meuron, Snøhetta e Mecanoo, além de iniciativas de práticas emergentes como o Limbo Accra, na África Ocidental.

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World Architecture Festival 2025: Anunciados os vencedores do primeiro dia

Os primeiros vencedores do World Architecture Festival (WAF) 2025 foram anunciados, após o primeiro dia do maior evento internacional de arquitetura com julgamento ao vivo do mundo, realizado no Miami Beach Convention Center, na Flórida.

No total, ao longo dos três dias de festival, serão apresentadas mais de 460 defesas de projetos ao vivo pelos finalistas de 2025, diante de um júri internacional composto por mais de 160 profissionais. Hoje, os projetos selecionados de diversas partes do mundo competiram em 22 categorias de prêmios divididas entre Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores. Entre os escritórios premiados estão o WOW Architects, o BIG-Bjarke Ingels Group, o Batlleiroig e o Perkins&Will.

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Lançando as bases: seis estratégias criativas para reutilizar fundações arquitetônicas

O reúso adaptativo permite que profissionais de arquitetura possam conservar recursos, reduzir o desperdício e prolongar a vida útil de estruturas existentes. Ao trabalhar com o que já existe, quem projeta diminui a necessidade de novos materiais, reduz o consumo de energia e limita o volume de resíduos de demolição. Essa abordagem protege habitats naturais e áreas verdes ao reduzir a demanda pela ocupação de novos terrenos. Por meio do reúso, as cidades tornam-se mais sustentáveis e menos intensivas em carbono, ao mesmo tempo que preservam o valor material e cultural do ambiente construído.

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Ammodo Architecture Awards 2025 anuncia 26 premiados por design social e ecologicamente responsável

A segunda edição do Ammodo Architecture Award reconheceu 26 iniciativas por suas contribuições ao design social e ecologicamente responsável. Selecionados entre 168 propostas vindas de mais de 60 países, os projetos laureados representam uma ampla gama de práticas, desde escritórios consolidados até coletivos emergentes e iniciativas lideradas por comunidades. Cada proposta premiada recebe uma subvenção que varia de € 10.000 a € 150.000 para apoiar o desenvolvimento contínuo de suas atividades. Além do reconhecimento e do apoio financeiro, a iniciativa Ammodo Architecture também funciona como uma plataforma de conhecimento, conectando os projetos premiados de diferentes regiões e facilitando a troca de ideias sobre temas-chave identificados pelo comitê consultivo.

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O piso sob nossos pés pode moldar como aprendemos, nos concentramos e nos sentimos?

Há mais de 125 anos, a Tarkett fabrica pisos de linóleo com base em sua formulação original de 1898. Reconhecido por profissionais de arquitetura em todo o mundo, este revestimento natural é uma referência em sustentabilidade, durabilidade e design atemporal. Hoje, o Linóleo Tarkett é conhecido não apenas por sua tradição, mas também por sua aplicação inovadora na arquitetura contemporânea — especialmente no setor educacional. Saiba mais sobre o impacto de Lino Materiale da Tarkett nos espaços contemporâneos.

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Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza

Em meio à grade ordenada do Giardini della Biennale, o Pavilhão Suíço surge quase reticente. Seus volumes brancos e baixos, concluídos in 1952 por Bruno Giacometti, parecem se distanciar da exibição de orgulho nacional que o cerca. O edifício encarna uma vertente do modernismo que resiste à monumentalidade, na qual a precisão e a contenção substituem o espetáculo, e a arquitetura se torna menos um objeto e mais uma estrutura para o encontro.

Surgido de uma Europa em reconstrução, o pavilhão reflete um momento em que as nações reimaginavam sua presença no mundo. Para a Suíça, a neutralidade era há muito tempo tanto uma postura política quanto uma condição cultural, e Giacometti traduziu essa identidade em uma sequência de salas comedidas dispostas em torno de um pátio aberto, definidas não pelo que contêm, mas por como acolhem a luz, o movimento e a pausa. O resultado é uma arquitetura que não clama por pertencimento, mas convida à atenção por meio do equilíbrio e do cuidado.

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Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida?

Diante das forças combinadas do crescimento populacional, da prosperidade econômica e da expansão urbana, as cidades vêm registrando um aumento expressivo na circulação de pessoas e mercadorias — reflexo direto da evolução dos sistemas de mobilidade nos ambientes urbanos. Com o avanço das tecnologias e a transformação dos meios de transporte, o reaproveitamento adaptativo de vagões de trem, cabines de avião e outras infraestruturas de serviço revela novas oportunidades para explorar seu potencial criativo. Materiais, tecnologias e ferramentas de projeto convergem em torno de um mesmo propósito: restaurar e ressignificar estruturas desativadas, para dar-lhes nova vida.

Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida? - 1 的图像 4Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida? - 2 的图像 4Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida? - 3 的图像 4Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida? - 4 的图像 4Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida? - Mais Imagens+ 12

AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha

Countryside: A Place to Live, Not to Leave do AMO / OMA apresenta uma exploração da vida contemporânea além das cidades, examinando como os territórios rurais se adaptam às transformações globais. Concebida sob a direção de Rem Koolhaas e Samir Bantal, com Yotam Ben Hur como arquiteto/a do projeto, a exposição é apresentada pelos Qatar Museums em colaboração com o Qatar Fund for Development (QFFD), o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MoECC), a Hassad Food e a Kahramaa. A mostra ocupa dois locais em Doha, a Qatar Preparatory School e o National Museum of Qatar, e permanece aberta ao público até 30 de junho de 2026.

AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha - Image 1 of 4AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha - Image 2 of 4AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha - Image 3 of 4AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha - Image 4 of 4AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha - Mais Imagens+ 13

Limbo Museum inaugura sua exposição de estreia em um edifício brutalista inacabado em Gana, na África Ocidental

O Limbo Museum é uma nova instituição dedicada à arquitetura, arte e design sediada em Gana, na África Ocidental. O museu desafia o conceito de ruína, funcionando em um complexo brutalista anteriormente abandonado que atualmente transmite a imagem de um edifício inacabado. O projeto foi fundado pelo Limbo Accra, um estúdio de pesquisa e design espacial estabelecido em 2018 por Dominique Petit-Frère e Emil Grip, dedicado a "desbloquear o potencial de edifícios inacabados na África Ocidental e além". Em 31 de outubro de 2025, o museu inaugurou sua primeira exposição pública, On the Other Side of Languish, de Reginald Sylvester II, desenvolvida por meio do programa de residência para artistas visitantes da instituição.

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Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025

Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora como arquitetos/as e designers estão repensando a relação entre o ambiente construído e a água em resposta à crise climática global. Com o aumento do nível do mar e a intensificação de eventos climáticos extremos, a água deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma condição imediata de projeto. Em vez de resistir a ela, estes projetos investigam como a arquitetura pode coexistir, adaptar-se e até mesmo se regenerar por meio das forças da natureza. Coletivamente, as propostas sugerem uma mudança de perspectiva em direção ao trabalho em harmonia com os elementos, reconhecendo a água não como um limite para a construção, mas como participante ativa na configuração dos ambientes do futuro.

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O Biodomo de Montreal: de Velódromo Olímpico a um Espaço para a Vida

A história dos Jogos Olímpicos, embora celebrada pelos feitos esportivos, é constantemente marcada por desafios de infraestrutura. Em diversas cidades-sede, de Atenas a Rio e Pequim, repetem-se os mesmos problemas: grandes estouros de orçamento e a complexa questão do legado. Surge, então, a grande pergunta: qual é o melhor uso de longo prazo para instalações construídas especificamente para o evento? Os Jogos de Montreal, em 1976, não fugiram a esse padrão após a construção de um Parque Olímpico criticado pelos custos excessivos e pela dívida gerada por obras especializadas. No pós-Jogos, estruturas como o Velódromo de Montreal corriam o risco de se tornar um peso financeiro. No entanto, a cidade reagiu de forma proativa ao propor a transformação do edifício em um ativo cívico dinâmico, hoje reconhecido internacionalmente como um exemplo bem-sucedido de reutilização de instalações olímpicas.

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Como a SCI-Arc prepara arquitetos/as para prosperar em constante mudança

A arquitetura está sendo remodelada pela inteligência artificial, pelas mudanças climáticas e pelas transformações nas estruturas sociais. Na SCI-Arc, estudantes aprendem a enfrentar esses desafios de frente, utilizando o design como ferramenta para moldar um mundo em rápida mutação.

Neste semestre, os Ateliês Verticais (Vertical Studios) de nível avançado da SCI-Arc trazem o mundo para dentro da sala de aula. Cada um é liderado por um/a arquiteto/a atuante no mercado e na vanguarda da profissão — desde a fabricação experimental até o design urbano e ambiental. A partir de projetos reais e de sua experiência profissional, o corpo docente desafia os/as estudantes a se engajarem com as realidades do presente e a projetarem com precisão, empatia e imaginação.

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Ver Através das Paredes: Reuso Adaptativo por Meio de Dados, IA e Design Circular

Por trás de camadas de gesso, tinta e acabamentos, esconde-se uma complexa rede de tubulações, conduítes elétricos, vigas e outros elementos estruturais que fazem um edifício funcionar e se manter de pé, mas que permanecem invisíveis aos olhos do dia a dia. Nessas camadas, acumulam-se vestígios de diferentes épocas: sistemas substituídos, adaptações improvisadas e soluções técnicas que um dia responderam a contextos e urgências específicas. No reuso adaptativo, o maior desafio costuma começar antes mesmo do início das obras: compreender o que está por trás das paredes quando há pouca ou nenhuma documentação confiável disponível. Durante uma reforma, surpresas agradáveis ou desagradáveis são inevitáveis. O inesperado faz parte do processo, mas também representa fatores de custo, atraso e risco que frequentemente desestimulam investidores e profissionais a se envolverem nesse tipo de projeto.

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