O Joslyn Art Museum, em Nebraska, anunciou que as obras de restauração e expansão lideradas pelo escritório Snøhetta e pela Alley Poyner Macchietto Architecture (APMA) estão em fase de conclusão, com a reabertura da instituição reformulada agendada para 10 de setembro de 2024. O novo Rhonda & Howard Hawks Pavilion, projetado pelo Snøhetta e pela APMA, de 3.900 metros quadrados, adicionará novas salas de exposição ao maior museu de arte de Nebraska, tornando-se a peça central do amplo projeto de reformulação da experiência de visita.
Omã acaba de anunciar planos para um projeto de uso misto de US$ 2,4 bilhões: o novo Omani Mountain Destination, em Jabal al Akhdar. Com plano diretor desenvolvido pela AtkinsRéalis, a proposta busca atrair oportunidades de desenvolvimento sustentável, com o objetivo de "operar com emissões líquidas zero de carbono e utilizando 100% de energia renovável". O projeto está alinhado à iniciativa Oman Vision 2040, que visa a uma economia desenvolvida, diversificada e sustentável, e contará com residências, hotéis e uma vila de saúde e bem-estar.
A Biblioteca Municipal de Pequim, projetada pelo Snøhetta, abriu suas portas ao público, apresentando um espaço único para aprendizado e compartilhamento de conhecimento na cena cultural de Pequim. Um dos projetos mais aguardados de 2024, a biblioteca destaca-se pelo maior espaço de leitura climatizado do mundo, além de diversas instalações voltadas para criar um destino cultural vibrante na cidade. O escritório foi premiado com a Biblioteca Municipal de Pequim em 2018, por meio de um concurso internacional, e o projeto foi concluído com o parceiro local ECADI.
A mais nova sede do Google em Nova York, localizada no Terminal St. John’s, abriu suas portas em 26 de fevereiro, marcando presença da empresa na cidade. Projetada pela COOKFOX Architects, em colaboração com a Gensler, a sede é construída sobre o terminal ferroviário original dos anos 1930 e adaptada para se tornar um polo vibrante para mais de 14.000 Googlers. O terminal, anteriormente o ponto final do icônico High Line, agora serve como um testemunho da abordagem inovadora da empresa, crescimento rápido e compromisso vitalício com Nova York.
O efeito ilha de calor urbana ocorre quando pavimentos, estradas e edifícios absorvem o calor do sol e o irradiam de volta, causando um aumento na temperatura e impedindo a cidade de se resfriar. Com a crescente dependência de carros nas cidades, o número de vagas de estacionamento também está aumentando. Isso resultou na conversão de grandes áreas de terreno permeável coberto com vegetação em superfícies duras e impermeáveis. O uso de materiais como asfalto, combinado com a falta de sombra, as superfícies de aço reflexivas dos carros estacionados e a perda de vegetação nessas extensas áreas de estacionamento, contribui para a amplificação dos efeitos de alta temperatura e eventos de calor extremo, tornando os espaços urbanos desconfortáveis. Essa transformação está impactando o clima das regiões dependentes de carros e demanda ideias e esforços colaborativos para mitigar os efeitos negativos do aumento do calor.
Por décadas, nossa sociedade e o desenvolvimento de nosso ambiente construído têm sido fortemente associados a processos extrativos intensivos. Enquanto esses métodos foram fundamentais para o crescimento das áreas urbanas, eles também prepararam o terreno para desafios significativos que as gerações contemporâneas enfrentam hoje. Atualmente, os resíduos de construção se acumulam nas periferias de nossas cidades, e resíduos plásticos flutuam nos oceanos.
Neste contexto, e de forma semelhante à ideia expressa por Alvar Aalto, que afirmou que "a arquitetura moderna não implica o uso de novos materiais, mas sim empregar os materiais existentes de forma mais humana", é crucial reconsiderar como gerenciamos nossos recursos e resíduos. Essa mudança de direção nos oferece novas oportunidades para enfrentar os desafios que a crise climática em andamento trouxe. Em resposta, diversas ações estão sendo tomadas, utilizando materiais como resíduos de alimentos, madeira reciclada e resíduos plásticos, entre outros, explorando inovações em um contexto onde os materiais brutos estão se tornando cada vez mais escassos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1013794/criando-mobiliarios-com-plasticos-reciclados-e-lixo-urbano-los-colados-projectEnrique Tovar
Suzhou Museum of Imperial Kiln Brick. Image Cortesía de Jiakun Architects
O Prêmio Pritzker é o reconhecimento mais importante que um arquiteto(a) pode receber em vida. A honraria é outorgada todos os anos a arquitetos e arquitetas cuja obra construída "tenha produzido significativas contribuições para a humanidade ao longo dos anos", segundo explica a própria organização responsável pela premiação. Por esta razão, o júri presta homenagem a pessoas e não a escritórios, como já aconteceu em 2000 (Rem Koolhaas ao invés do OMA), 2001 (Herzog & de Meuron), 2010 (SANAA), 2016 (Elemental) e 2017 (RCR Arquitectes), premiando seus fundadores (como no caso do SANAA), o então, um deles (Elemental).
O escritório UNStudio, em colaboração com o parceiro local HYP Architects, venceu o concurso para o projeto do edifício Kyklos, em Luxemburgo. O projeto faz parte do Beval, uma iniciativa de requalificação em grande escala que visa transformar uma antiga área industrial em um centro urbano completo, com universidade e centro tecnológico, além de espaços residenciais, comerciais e de escritórios. Ao projetar o edifício Kyklos, que ocupará uma posição central na praça principal do distrito, a equipe de arquitetura buscou soluções para obter a menor pegada de carbono possível, tanto em termos operacionais quanto de carbono incorporado.
O escritório de arquitetura Allford Hall Monaghan Morris (AHMM) revelou os planos para converter um edifício de escritórios dos anos 1950 em Londres em um empreendimento residencial de co-living. Promovido pela incorporadora HUB e pela Bridges Fund Management, o “Cornerstone” está situado nos limites do icônico complexo Barbican, com o objetivo de transformar o edifício de escritórios original de forma integrada para incorporar 174 residências de co-living.
Fundado em 2014 por Wang Chen e Jiang Shajun, o OUTIN.DESIGN é um escritório de design multidisciplinar baseado na China e premiado internacionalmente.
O processo criativo do OUTIN.DESIGN parte da observação de si, do cotidiano, da natureza, das pessoas, da arte e do próprio mundo, buscando coletar e traduzir impressões para refletir ideias, objetos e momentos por meio de uma linguagem de design experimental, prática e prospectiva.
Contamos com quatro equipes de design interdisciplinares — R.E.C, WMT, SIBAN e JEDI 404 —, que atuam de forma independente e em constante colaboração mútua. Suas investigações no campo do design abrangem um amplo espectro: arquitetura, interação social e comunitária, novos espaços comerciais, exposições e expografias, coworkings, hotéis criativos, projetos residenciais e de estilo de vida, design de interiores (produção e montagem), design de produto e desenvolvimento de mobiliário e suportes.
Cada equipe possui uma identidade própria e áreas de especialização distintas, o que nos permite oferecer aos clientes um suporte de projeto abrangente a partir de um rico cruzamento de conhecimentos. Essa estrutura fomenta a pluralidade e a diversidade nas comunidades criativas e na inovação tecnológica, preservando, ao mesmo tempo, a essência operacional do OUTIN.DESIGN como um escritório de atuação integrada.
De 4 a 6 de abril, a conferência internacional FABRICATE 2024será realizada na Royal Danish Academy, em Copenhague. Desde a sua criação em 2011, o FABRICATE consolidou-se como um fórum global para novas e radicais possibilidades na arquitetura, acolhendo milhares de participantes da prática profissional, da indústria e da pesquisa.
Neste primeiro artigo, apresentamos o/a arquiteto/a Anders Lendager, CEO e fundador/a do Lendager, um escritório pioneiro e um dos mais influentes estúdios de arquitetura e consultorias estratégicas em sustentabilidade e economia circular. O texto é um trecho do próximo livro do FABRICATE 2024, baseado em uma conversa conduzida pela copresidente Mette Ramsgaard Thomsen com Anders Lendager e Meejin Yoon, diretor/a da Cornell AAP. O livro será publicado na noite de abertura da conferência FABRICATE 2024.
O plástico policloreto de vinila (PVC) –comumente conhecido como vinil– está em toda parte. De fato, é provável que você esteja sentado perto de (ou sobre) algo que contenha PVC de alguma forma ou outra. Ele é utilizado em embalagens, autopeças, brinquedos infantis, roupas, acessórios, fios, móveis, suprimentos médicos e centenas de outros itens do dia a dia. Apenas este ano, a produção global superou 51 milhões de toneladas métricas, consolidando sua posição como o terceiro plástico mais produzido no mundo. É sobretudo na indústria da arquitetura, engenharia e construção que o material permanece soberano, respondendo por 60% a 70% de seu consumo total. A tal ponto que ele se tornou, de forma incontestável, o plástico mais utilizado em materiais de construção em todo o mundo, sendo frequentemente encontrado em tubos, conexões, pisos, coberturas, perfis de janelas e muito mais. Não é difícil entender o porquê: o PVC é durável, altamente versátil, econômico e fácil de manter. No entanto, como se costuma dizer, tudo tem um preço...
Uma ilha de cozinha corretamente dimensionada é mais do que apenas um elemento arquitetônico funcional — é um componente chave no projeto da cozinha. Além de suas funções principais, pode servir como um espaço versátil e adaptável a várias necessidades domésticas, melhorando a eficiência do fluxo de trabalho, fornecendo espaço de armazenamento adicional, promovendo a interação social e contribuindo para a estética geral do espaço.
Seja utilizada como balcão de café da manhã ou para refeições rápidas, como área de estudo para o dever de casa das crianças ou como ponto de encontro para receber convidados, sua flexibilidade melhora a funcionalidade e a habitabilidade de qualquer ambiente de cozinha. No entanto, determinar o tamanho apropriado para uma ilha de cozinha exige uma abordagem meticulosa, combinando considerações espaciais, requisitos de fluxo de trabalho e sensibilidades de projeto.
A arquitetura religiosa sempre teve um poder único para transcender o reino físico, transportando os visitantes para uma jornada espiritual. Em muitos sistemas de crença, ela funciona como um espaço entre o terreno e o divino universal. Essa experiência projetada muitas vezes pode ser facilitada por meio de diferentes escolhas, onde a luz, a forma, a materialidade e a circulação desempenham papéis essenciais. Além disso, a arquitetura e o design têm um profundo impacto na experiência espiritual vivenciada por cada indivíduo.
Esta exploração da arquitetura religiosa no sul global destaca a integração entre tradição e inovação contemporânea. Seja na Mesquita Omanense, onde a herança e a tradição islâmica são honradas, ou na Abrahamic Family House, que apresenta uma mesquita, uma igreja e uma sinagoga em diálogo e coexistência. A forma e o acesso público são explorados por meio de um projeto no Brasil, enquanto um mosteiro em Uganda expande seu tamanho para servir aos hóspedes e noviços.
Nas últimas décadas, o termo "reuso adaptativo" ganhou enorme popularidade como uma abordagem de construção ecológica. Mas e se houvesse algo mais poético em reestruturar um espaço e suas histórias para novos usuários? Estes arquitetos mostram que fachadas, paredes e texturas antes consideradas descartáveis podem obter novos significados por meio de combinações ousadas e inteligentes. Essas adaptações exibem com orgulho suas conversões e camadas de pátina histórica sob elas, como um distintivo de honra e falam da permanência dos edifícios e de sua impermanência no uso e na interpretação. Por meio de movimentos formais sutis e escolhas materiais audaciosas, eles transformaram estruturas que de outra forma teriam sido demolidas e as reimaginaram de maneiras novas e intrigantes.
O projeto e a construção de residências constituem um processo complexo que envolve uma variedade de fatores. Nesse processo, é fundamental considerar os diferentes elementos de projeto, incluindo bases, forros, divisórias, revestimentos, estruturas e fachadas, bem como a escolha dos materiais para cada um deles. Essa seleção deve estar alinhada às preferências do/a usuário/a e às condições internas e externas, considerando principalmente a durabilidade, a eficiência energética e a estética.
Simplificando o processo de projeto, a Volcan desenvolve soluções construtivas de fibrocimento Volcanboard para diferentes elementos construtivos. Com uma variedade de espessuras para se adaptarem a diversas aplicações, essas placas de fibrocimento destacam-se por suas propriedades de resistência ao fogo e à umidade, bem como por sua longa durabilidade e versatilidade de uso. A seguir, exploraremos diversas aplicações em que o Volcanboard é incorporado ao projeto residencial.
Espaços imersivos são ambientes altamente sensoriais destinados a criar experiências impactantes criadas por meio de uma arquitetura com curadoria de luzes, imagens, sons e às vezes até mesmo cheiros. "Imergir" é ser envolto em um mundo moldado por estímulos sensoriais imediatos. Usar ferramentas digitais para criar esses ambientes e exibir arte, exposições cativantes e apresentar eventos de performance tornou-se cada vez mais popular. Experiências evocativas como essas podem oferecer um alívio da inundação de conteúdo digital personalizado e promover encontros compartilhados e fundamentais. O projeto desses ambientes pode existir na interseção da arquitetura, do design gráfico, da arte visual, do design de iluminação, da música e da performance. Eles destacam o poder da colaboração interdisciplinar para criar momentos memoráveis. Então, qual é o papel da arquitetura na formação desses ambientes?
Qatar Museums acaba de revelar a lista de designers e exposições da edição inaugural do Design Doha. Aberto ao público de 24 de fevereiro a 5 de agosto de 2024, o Design Doha é uma nova Bienal de Design que apresenta mais de 100 profissionais do Oriente Médio e Norte da África. O anúncio destaca seis exposições que serão lançadas durante a primeira semana, apresentando a inovação do Qatar e da região.
Desde sua introdução ao público, as tecnologias de inteligência artificial parecem propensas a mudar o cenário de trabalho para profissionais em todos os campos, e a arquitetura e o planejamento urbano não são exceção. Enquanto muitos temem seu impacto negativo, as tecnologias de IA também podem ser vistas como um conjunto diferente de ferramentas no arsenal de arquitetos e designers. Por mais revolucionárias que sejam, há uma infinidade de aplicativos e plataformas sendo desenvolvidos não para substituir, mas para ajudar, descarregar tarefas repetitivas e ajudar a visualizar ideias ou grandes conjuntos de dados, tudo para fornecer uma base para o processo de tomada de decisão do arquiteto.
Historicamente, diversas cidades pelo mundo foram assentadas e construídas sobre encostas, em que se é possível notar os inúmeros desafios urbanos enfrentados por elas, em razão de suas condições topográficas. Mas para além de questões relativas à suas infraestruturas urbanas ou aos seus sistemas de transportes, que podem tornar-se mais complexos devido à geografia do local, a ocupação urbana de encostas também costuma envolver diversas interseções de questões sociais, ambientais e econômicas.
Muitas vezes, essas ocupações são realizadas por comunidades vulneráveis e de baixa renda, impulsionadas por uma série de motivações. Com frequência, a falta de informações sobre certos perigos, aliada à escassez de políticas habitacionais adequadas, resulta em decisões e ações que colocam essas comunidades em situações de alto risco, especialmente durante o período de chuvas, resultando em um ciclo que afeta desproporcionalmente os residentes mais marginalizados.
A água, fluida e dinâmica por natureza, há muito serve de inspiração para arquitetos/as e designers. Desde as civilizações antigas até as metrópoles modernas, sua presença tem moldado projetos arquitetônicos e paisagens urbanas. Essa força elemental proporciona inspiração estética e sensorial aos edifícios construídos ao seu redor. Além disso, traz desafios e oportunidades singulares para a resolução de problemas, especialmente no momento em que a elevação do nível do mar exige uma reavaliação dos empreendimentos costeiros.
Seja um restaurante com vista para as águas do Mar Egeu ou um hotel situado na costa de Montenegro, profissionais da arquitetura em todo o mundo valorizam a proximidade com os corpos d'água naturais. Esses projetos não construídos, selecionados a partir de propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily, exemplificam diversas abordagens que buscam harmonizar-se com o entorno aquático. Desde os princípios regenerativos do Chabahar Beach Cafe, no Irã, até um plano diretor transformador em uma embarcação flutuante, cada proposta busca de forma única integrar elementos contextuais à experiência humana, resultando em projetos singulares.
Temos o prazer de anunciar nossos próximos workshops de março em colaboração com a Parametric Architecture, parceira do programa ArchDaily Supporters. Estes workshops foram cuidadosamente selecionados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, fornecendo-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico campo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e visionários/as do setor, as sessões imersivas explorarão técnicas de ponta, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador no qual os/as participantes poderão elevar seus conhecimentos de projeto a patamares inéditos.
Como forma de agradecimento, os/as membros do ArchDaily Supporters terão direito a benefícios exclusivos, incluindo descontos especiais em qualquer workshop oferecido pela Parametric Architecture e um workshop mensal gratuito. Seu compromisso em promover a inovação arquitetônica alinha-se perfeitamente às experiências enriquecedoras que estes workshops prometem proporcionar. Fique atento/a para mais informações sobre como liberar plenamente seu potencial criativo e embarcar em uma emocionante jornada de exploração de projeto em março.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140174/workshops-de-marco-de-arquitetura-parametricaArchDaily Team
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa reúne diferentes profissionais criativos em conversas espontâneas que dão espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para outros/as designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem o crítico de arquitetura do The New York Times, Michael Kimmelman, para conversar sobre sua trajetória, o papel da crítica, a cidade de Nova York, a evolução da profissão, a crise habitacional, a habitação social, o valor da arquitetura e muito mais!
https://www.archdaily.com.br/pt/1140497/the-second-studio-podcast-entrevista-com-michael-kimmelmanThe Second Studio Podcast