Christele Harrouk

Arquiteta, Urbanista, e Managing Editor do ArchDaily.com. Reside em Beirute, Líbano.

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Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano

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A história do brutalismo foi, em grande parte, escrita a partir de uma perspectiva ocidental. Brutalist Asia, da Blue Crow Media, oferece um ponto de vista diferente, analisando como arquitetos e arquitetas de toda a Ásia adotaram, questionaram e transformaram a linguagem arquitetônica associada ao movimento em resposta a condições políticas, climáticas e culturais radicalmente distintas. Abrangendo 28 países — do Japão e Sudeste Asiático, passando pelo Sul e Centro da Ásia, até o Oriente Médio, Irã e Líbano —, o livro reúne 140 edifícios e mais de 150 fotografias, posicionando obras reconhecidas internacionalmente de arquitetos e arquitetas como Kenzo Tange, Paul Rudolph, Balkrishna V. Doshi, Raj Rewal, Charles Correa, Kim Swoo Geun, Leandro V. Locsin e Le Corbusier ao lado de trabalhos importantes, mas menos conhecidos, que expandem nossa compreensão sobre a arquitetura do pós-guerra no continente.

Dentro dessa geografia mais ampla, uma história singular se desenrola no Líbano, onde as ambições do modernismo se tornaram inseparáveis de um país em profunda transformação social, política e urbana. Leia a seguir um trecho do capítulo escrito por Christele Harrouk, que lidera a redação do ArchDaily, no livro Brutalist Asia, que traça a ascensão do brutalismo no Líbano, os arquitetos e arquitetas e as obras que lhe deram uma expressão local própria, e a ruptura que deixou esse projeto modernista inacabado.

Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano - 1 的图像 4Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano - 2 的图像 4Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano - 3 的图像 4Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano - 4 的图像 4Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano - Mais Imagens+ 4

20 Práticas que ampliam a atuação da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards

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O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

Em sua sexta edição, o Next Practices continua a olhar para além das definições convencionais da profissão a fim de identificar as pessoas, ideias e metodologias que impulsionam a disciplina. A edição de 2026 é a nossa mais robusta e globalmente representativa até o momento, reunindo diferentes abordagens, escalas e contextos que ampliam nossa compreensão sobre como e por quem a arquitetura é praticada.

De climas extremos a comunidades rurais, cidades informais e territórios afetados pelo deslocamento e pela vulnerabilidade ambiental, a seleção deste ano dialoga com uma ampla gama de realidades. Apoiando-se na engenharia, ecologia, fabricação digital, pesquisa de materiais, conhecimentos vernaculares e indígenas, ativismo e pesquisa crítica, estes escritórios refletem o que está por vir: a capacidade de responder a condições específicas e moldar ativamente o mundo ao seu redor.

A arquitetura já foi inteiramente humana? Beatriz Colomina e Mark Wigley sobre a natureza microbiana da arquitetura

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A arquitetura é, há muito tempo, entendida como uma disciplina criada por seres humanos e para seres humanos. No entanto, em We the Bacteria: Notes Toward Biotic Architecture, Beatriz Colomina e Mark Wigley desafiam essa premissa, argumentando que "os micróbios inventaram a arquitetura". A partir desse ponto de vista, desdobra-se uma história alternativa da arquitetura que desvia o foco do excepcionalismo humano em direção aos microrganismos que moldaram a vida, os ambientes e o mundo construído ao longo de bilhões de anos.

O livro explora a ideia de que a arquitetura não pode ser compreendida separadamente dos mundos microbianos que a moldam, sugerindo que "a arquitetura habita os seres humanos tanto quanto os seres humanos habitam a arquitetura". Em vez de objetos inertes, os edifícios surgem como ecossistemas dinâmicos que Colomina e Wigley chegam a descrever como "um intestino expandido compartilhado com outros", onde micróbios, materiais, pessoas e inúmeras outras formas de vida coexistem, trocam e evoluem continuamente.

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SOM imagina novo bairro na orla de Zhuhai, a cidade mais habitável da China

Zhuhai, conectada aos centros internacionais de finanças e turismo de Hong Kong e Macau pela maior ponte marítima do mundo, recebeu recentemente o título de cidade mais habitável da China. Com o objetivo de desenvolver ainda mais esse crescente polo tecnológico, o escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM) transformará a orla da cidade, criando um modelo para o desenvolvimento futuro.

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Distração na Arquitetura: Em conversa com Smiljan Radić, Prêmio Pritzker 2026

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"Quero começar agradecendo à própria arquitetura." Com essas palavras, o arquiteto chileno Smiljan Radić, o 55º laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura, abriu seu discurso de aceitação na Cidade do México. Ao refletir sobre o que chama de "distrações", ele agradeceu pelos muitos encontros que o acompanharam ao longo de sua vida e prática profissional: da arte, cidades, materiais, estruturas e composições a paisagens, poesia, natureza, formas, histórias e memórias. Ele falou sobre o que, dentro de tudo isso, o instigou e sobre as marcas deixadas em sua imaginação arquitetônica.

Da luz negra em Chandigarh e do interior de San Salvatore em Rialto aos amontoados de pedra na ilha croata de Brač; das colunas caídas do Templo de Poseidon e dos vilarejos abandonados espalhados pelo Chile a People Meet in Architecture, a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2010 de Kazuyo Sejima, o circo itinerante chileno e o silêncio da água nas cisternas de Santa Sofia, seu discurso se desdobrou como um tributo a momentos, encontros e distrações. Uma colagem de memórias e impressões que, juntas, moldaram o arquiteto que ele se tornou.

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Repensando os museus: uma conversa com Béatrice Grenier sobre a arquitetura como política cultural

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A abertura da nova Fondation Cartier pour l'Art Contemporain em Paris, em outubro passado, despertou novas discussões sobre o papel, a forma e o futuro dos museus. Diante da contínua proliferação de instituições culturais pelo mundo nesta era digital, o próprio museu parece necessitar, cada vez mais, de uma redefinição. Em vez de propor um modelo ou solução única, Architecture for Culture: Rethinking Museums, escrito pela historiadora da arquitetura e curadora Béatrice Grenier, defende uma compreensão mais contextual e plural do que um museu pode ser: uma instituição moldada por seu entorno, por seu público e pelas questões culturais específicas que busca abordar.

O ArchDaily teve a oportunidade de discutir essas ideias com a autora no contexto da recém-inaugurada sede da Fondation Cartier na Rue de Rivoli. Instalado em um edifício haussmaniano restaurado que outrora abrigou os Grands Magasins du Louvre, o espaço foi radicalmente reinventado por Jean Nouvel como uma arquitetura dinâmica e transformável.

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Uma Arquitetura do Cuidado: A Direção do ArchDaily para 2026

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Estimados leitores e leitoras,

O ano que passou marcou um momento decisivo na evolução do ArchDaily: um ano de recalibração, intencionalidade e um renovado propósito editorial. 

Em um panorama de mídia cada vez mais veloz e saturado, aproveitamos a oportunidade para fazer perguntas fundamentais: O que a mídia de arquitetura precisa ser hoje? Quais responsabilidades carregamos como uma plataforma global? E de que maneira podemos contribuir significativamente para uma profissão que atravessa transformações sociais, ambientais e culturais?

Ao nos aprofundarmos nessas reflexões, assumimos plenamente o nosso papel, definindo com maior clareza a identidade do ArchDaily e a sua forma de atuar. 

Lina Ghotmeh sobre memória, museus e a arqueologia do futuro

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Conhecida hoje por sua abordagem poética e rigorosa da arquitetura, Lina Ghotmeh tornou-se uma das vozes mais instigantes do design contemporâneo. Seu trabalho atravessa continentes, desde o projeto de renovação da ala oeste (Western Range) do British Museum em Londres até o Museu de Arte Contemporânea de AlUla, e inclui encomendas emblemáticas como o Serpentine Pavilion em Londres, o edifício Stone Garden em Beirute, o Pavilhão do Bahrein na Expo Osaka 2025 e o Museu Nacional da Estônia em Tartu, cujo concurso de projeto ela venceu com apenas 25 anos. Por meio de um palimpsesto de projetos, Ghotmeh estabeleceu uma linguagem arquitetônica singular que conecta a memória e a vida contemporânea. Onde quer que projete, seu processo captura um diálogo constante entre as pessoas, o lugar, o passado e o futuro.

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20 Práticas que estão redefinindo o futuro da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards

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O ArchDaily tem o prazer de apresentar os vencedores da 5ª edição do Next Practices, que reconheceu 20 práticas de arquitetura inovadoras de diferentes partes do mundo. Estes profissionais desenvolvem trabalhos marcados pela criatividade, inovação, abordagem interdisciplinar e responsabilidade social — qualidades que estão redefinindo o futuro da arquitetura e ampliando seus horizontes.

De plataforma a potência: a evolução e a visão de futuro do ArchDaily

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Caras leitoras, caros leitores,

A arquitetura passa por tempos de profunda transformação, assim como as plataformas que moldam a maneira como a compreendemos.

No início deste ano, dirigi-me diretamente a vocês para compartilhar nossa visão para 2025: um compromisso em reafirmar a missão do ArchDaily, elevar nossa voz editorial e fortalecer nosso papel como uma fonte confiável e crítica para arquitetos e arquitetas de todo o mundo. Aquela mensagem marcou o início de um novo capítulo, fundamentado em relevância, clareza e ação intencional.

Muharraq. Um ponto de encontro entre tradição e transformação

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Um lugar de renascimento, a cidade de Muharraq, no Bahrein, passou por uma visionária transformação cultural e urbana, emergindo como um modelo pioneiro de regeneração impulsionada pela cultura no mundo árabe, particularmente na região do Golfo. Outrora a capital da indústria de pérolas do país, Muharraq preservou, reinterpretou e reintegrou seu legado histórico em sua malha urbana em constante evolução.

Diante do desafio de redefinir seu futuro — marcado por um traçado urbano intacto, mas com estruturas arquitetônicas em deterioração — Muharraq vislumbrou uma narrativa urbana linear, tecendo a memória da indústria por meio de uma sequência de edifícios-chave. A cidade propôs-se a conectar as propriedades individuais ligadas ao seu passado perlífero, tais como as casas de mergulhadores/as, capitães de barcos e comerciantes de pérolas.

Redefinindo a domesticidade urbana: como o SO-IL transforma o conceito de lar

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SO-IL (Solid Objectives – Idenburg Liu) é um escritório de arquitetura sediado no Brooklyn, Nova York, fundado em 2008 por Florian Idenburg e Jing Liu. Reconhecido por uma arquitetura profundamente engajada com os contextos social, cultural e ambiental, o estúdio concentra-se em explorar materiais inovadores, criar experiências espaciais fluidas e priorizar a sustentabilidade ecológica. O trabalho do SO-IL abrange diversas escalas e programas, refletindo sua abordagem versátil de projeto. Em 2024, seu projeto residencial 450 Warren, no Brooklyn, foi eleito pelo público como a Obra do Ano do ArchDaily na categoria habitação.

Em seu livro mais recente, In Depth: Urban Domesticities Today, o SO-IL explora a evolução do conceito de lar nos contextos urbanos contemporâneos, transformando-o "de uma fonte de vulnerabilidade em uma ferramenta de empoderamento". A publicação redefine a domesticidade como uma experiência ativa e compartilhada, e examina como arquitetos e arquitetas podem enfrentar desafios urbanos urgentes, tais como acessibilidade econômica, densidade e sustentabilidade. O trabalho do SO-IL defende uma habitação flexível e resiliente, que fomente o senso de comunidade ao mesmo tempo em que integra as dimensões ecológica e social. O ArchDaily conversou com a equipe de arquitetura sobre as soluções e ideias inovadoras apresentadas no livro, aprofundando-se em como seus projetos desafiam os sistemas convencionais e vislumbram um futuro no qual a arquitetura é um instrumento de emancipação.

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Construindo sobre as fundações: A visão do ArchDaily para 2025

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Estimadas leitoras e estimados leitores,

É com imensa gratidão e entusiasmo que compartilho minha primeira carta na editoria-chefe. Dirigir-me diretamente a vocês marca uma mudança significativa em nossa abordagem habitual, e acredito ser a maneira ideal de começar o ano. Ao assumir esta nova função, é uma honra ter a oportunidade de liderar o ArchDaily em um novo capítulo, construindo sobre nossa base sólida para alcançar patamares ainda mais altos.

No ArchDaily, sempre acreditamos que a arquitetura tem o poder de transformar vidas e ambientes. Há 17 anos, somos mais do que uma simples plataforma; nos tornamos uma comunidade e uma voz para a arquitetura — uma rede colaborativa onde profissionais da arquitetura, do design e entusiastas se encontram para moldar o ambiente construído e redefinir a vida urbana. Ao refletir sobre essa jornada, sinto profunda inspiração pelas nossas conquistas compartilhadas, viabilizadas pela dedicação de nossa talentosa equipe global e pelo apoio inabalável do nosso público. Juntos, criamos um espaço onde as ideias prosperam e a inovação floresce.

Amplificando vozes femininas: Estreia do segundo capítulo de 'Mulheres na Arquitetura'

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"É uma longa jornada, mas é uma jornada valiosa, e é uma jornada que, no final, traz recompensas". 

O ArchDaily tem o prazer de apresentar a segunda parte da série documental Women in Architecture, um projeto lançado pela Sky-Frame e dirigido por Boris Noir. Após um primeiro episódio com Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge, o documentário viaja para Copenhague e Lagos, destacando Dorte Mandrup e Tosin Oshinowo. "Duas personalidades distintas em momentos muito diferentes de suas vidas e carreiras", como define Boris Noir, as protagonistas trazem perspectivas singulares para desafios semelhantes.

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Documentando vozes femininas na arquitetura: “Women in Architecture” retorna em seu segundo capítulo

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"Pensamos que somos diversos e que temos igualdade, mas será que esse é realmente o caso?"

Destacando as histórias de mulheres na arquitetura que moldam o ambiente construído, o documentário "Women in Architecture", dirigido por Boris Noir, retorna para seu segundo capítulo. Iniciada pela Sky-Frame, em colaboração com o ArchDaily, esta nova edição da série documental aprofunda-se nas trajetórias de Dorte Mandrup e Tosin Oshinowo, traçando um paralelo entre suas vidas e focando em seus caminhos e desafios singulares. Fique atento/a para a exibição online em 12 de novembro, às 7h30 EST / 12h30 CET no ArchDaily.

Empoderando crianças por meio de espaços públicos no Líbano: em conversa com CatalyticAction

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Os espaços públicos nem sempre são moldados pelo planejamento urbano, mas pelas práticas que acolhem. Sua existência decorre de nossa necessidade inerente de conexão com o outro. Como espaços de encontro, essas áreas urbanas, abertas e acessíveis refletem a maneira como interagimos com nosso entorno e uns com os outros, ao mesmo tempo em que oferecem locais para a prática de exercícios, o brincar, a socialização e o lazer.

Reconhecendo que os espaços públicos são mais do que meros ambientes físicos, a CatalyticAction dedica-se a promover um senso de comunidade, segurança e pertencimento, especialmente para as crianças, que estão entre as pessoas mais vulneráveis da sociedade. Sua missão não consiste apenas em criar espaços onde as crianças possam brincar e crescer, mas também em empoderá-las, garantindo que tenham voz ativa na definição de seu entorno. Para saber mais sobre esse trabalho, Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, conversou com Joana Dabaj, cofundadora e diretora de programas da CatalyticAction.

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Obel Award anuncia o tema de seu 6º ciclo, a edição de 2024

O Obel Award é um prêmio internacional de arquitetura concedido anualmente pela Henrik Frode Obel Foundation. A cada ano, o júri seleciona um tema específico e premia uma solução promissora. Para a edição de 2024, a premiação, que homenageia contribuições arquitetônicas com impacto positivo tanto para as pessoas quanto para o planeta, terá como foco o tema “Arquitetura Com”.

Os temas de edições anteriores incluíram Adaptação, Emissões, Cidades, Reparação e Bem-estar. Em 2023, o quinto ciclo premiou o projeto ‘Living Breakwaters’ em Nova York, uma iniciativa de infraestrutura verde na costa de Staten Island, desenvolvido pelo escritório SCAPE Landscape Architecture e sua fundadora, Kate Orff. Em 2022, o prêmio foi concedido à Seratech, uma solução de concreto neutro em carbono. Em 2021, o conceito da cidade de 15 minutos recebeu a premiação por seu valor no desenvolvimento de ambientes urbanos sustentáveis e centrados nas pessoas. Já em 2020, o Studio Anna Heringer foi reconhecido pelo projeto Anandaloy, em Bangladesh, um edifício multifuncional e não convencional que abriga um centro de terapia para pessoas com deficiência no térreo e um ateliê têxtil no andar superior, voltado para a produção de arte e moda justa. Por fim, em sua primeira edição, voltada ao bem-estar, o Obel Award foi concedido ao projeto Art Biotop Water Garden, em Tochigi, no Japão, de autoria do escritório Junya Ishigami & Associates.

Graham Foundation anuncia 56 bolsas para indivíduos que expandem as ideias da arquitetura por meio de trabalho interdisciplinar

A Graham Foundation anunciou 56 novas bolsas para indivíduos, selecionadas entre quase 600 propostas recebidas. Focados em publicações, pesquisas, exposições, filmes, instalações site-specific e iniciativas digitais, os projetos financiados "expandem as ideias de arquitetura contemporânea por meio de um trabalho interdisciplinar inovador e rigoroso sobre o projeto e o ambiente construído". Os projetos são liderados por 84 pessoas, incluindo arquitetos/as, artistas, curadores/as, designers, cineastas, historiadores/as e escritores/as consagrados/as e emergentes.

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